Coleção pessoal de celsonadilo
no interior do meu sarcófago
me permito sentir a desilusão
apática frondosa decepção,
clara estática que contribui
para um mar de escuridão,
deflagado pelo o mergulho...
profundo na solidão...
que me deixou...
o frio eterno
são seis da manhã tento fechar os olhos
sinto falta algo meu amor
breve como a morte um sonho profundo,
num desejo sem fim a sede doe como morte,
nos monte a lua é sombra abandonada para sempre.
nos meus sonhos do amanhã cuspo neles
todos o cretinos são meros presépios...
com leis dogmas na solidão
pedem perdão pelo que nunca pode fazer de novo
promessas falsas pois inferno está cheio
boas intensões sois bom até mate alguém
dou risada então vai para inferno dos dogmas...
se uma bruxa vai queima na fogueira de vaidades.
a morte tão convidativa nesta madruga
sinto vontade de matar você
tudo bem mais dia que meus desejos me consomem
do mais sonho que todos estão mortos
dou risada era sonho babaca,
dai deixei a morte me beijar,
sonho mais um vez quero te matar com meus desejos
tudo pode ser mais sonho bobo,
sempre desejei que morra assim dou risada sozinho
todos olham com minha insanidade,
dai compreendo que todos devem morrer,
quanto menos espero os cadáveres estão caminhando
não sei o que fazer dai dou risada, pois todos
já estão mortos pelo tempo que passou,
velhos como a podridão de muitos sonhos
senti que devo fazer mais alguns mortos
para que deixa los viver
nas capelas todos dão risadas das suas crenças
pois já morreram nas sombras da noite.
tento me lembrar quando te amei
dentro de tantas cinzas
descubro que vazio do meu peito
foi mais um degraus na minha solidão,
que meu desespero somente se foi
como minhas lagrimas,
na profanação dos meus sonhos
mais um pesadelo que se assumiu...
nas trevas de desilusão,
largar tudo de um jeito seria simples...
tento sorrir mais apenas um calor frio
me espera nas sobras da tua piedade
que devora meus sonhos,
até minha ultima esperança,
tudo pode ser melhor,
arrume alguém que cuide de você,
vejo desprezo como foco
exemplar da revolta ou desilusão
na minha escuridão
bebo uma gota de sangue,
a destruição que causou não limites...
a disfunção é espelho usado
jogado num canto esquecido por falsos valores...
meus gritos são sussurros diante dor,
que se declara nos meus olhos,
ninguém consegue sentir que sinto.
sei da manhã tento dormir
passei noite pensando em você...
não sei mais olhar dia amanhecer...
como fosse um vampiro
abandono meus sentimentos....
meus olhos ardem,
breve como anoitecer
abandono meus sonhos,
com uma ferida aberta
sinto espaço sem nada...
então olho para as magoas.
num dia tortuoso tudo é um castigo,
sinto meu coração queimar
cada vezes que falo com você...
não há nada de especial...
apenas o vazio perpétuo
nas lagrimas que secaram...
diante tua frieza e indiferença...
reflexões me deixam dentro duma escuridão...
lua cheia deixa seus valores disponíveis,
do outro lado da vida lua mais um sentido....
quando abraço a imensidão...
o gelo tem na tua vida... lua escura do qual
meu coração se deu mais uma vez,
aqui mais uma vez a lua da fonte de tristeza.
dentro do silencio que muitas vezes se deu
na escuridão de gole de bebida...
as vezes que declarei meu amor,
mais uma vez direi que para sempre...
toque minhas lagrimas são mais reais que sua vida vazia,
me diga que nunca amou que seu coração está vazio,
feche seus olhos morra mais uma vez...
me diga ninguém presta que mundo é um lixo.
pois nunca amou ninguém...
tudo podemos ser é amigos... na disfunção prefiro morrer.
por favor tente ser diferente das pessoas que abandonei,
o mundo é apenas um caos na solidão dos pensares...
tudo uma loucura que deixei assumir meu coração.
olhe para a razão do seu coração,
aonde vivemos com liberdade,
carregamos nossas lagrimas...
caminhando mesma estrada,
enquanto nada muda nessa vida de espinhos,
a flor que vence as armas da ditadura
imposta por aqueles que roubam
o futuro de nossos filhos,
o passado vive nossos corações,
sinta mundo suas mudanças tão claro
como luz que nos deu vida,
até quando vamos deixar a vida passar
quantos devem morrer para tenha uma mudança.
Você pode ser uma parte da história
Uma grande parte do meu coração...
E parte dos meus sonhos num mar de solidão
Dai passou meu tempo olhando para o vazio
Sonhando com uma pequena...
Gota do teu coração....
Lembranças da minha natureza é o fruto....
Do profundo ... Do que imagina
Seja tempestade tropical severa no teu olhar...
Desejo cada momento no amor que declaro...
tristeza meu amor
chuva como pode cair em meus sonhos,
terror meus pesares por mais um tempo que passou,
longes te deixei nos mares profundos meus desejos,
pois navegantes abundantes pujantes, doces detalhes,
mar sombrio morte por mais um teor passado na depressão...
moedas jogadas ao vento singular pura poeira,
no inferno de trevas que tanto desejei... pesado
imerso folgaz lavaredas que mordem as almas por demais
glorias nas asas do destino por julgo... perverso mais um som
banido por mais que queira seja infinito... brumas na escuridão.
beijo em chamas que deixou nas sobras que deixou.
nas ondas do asfalto sou mais um na multidão
os pensamentos são presságios de solidão,
as variações dos meus pensamentos são trevor
as pessoas são sombras ambíguas
nas vertigens o horizonte vazio por mais sonho.
ninguém parece notar minha existência,
mesmo no meio da multidão sou vento,
que paira sobre as sombras do medo da minha alma,
o frio ao longe abandonado no solitude
de tantos pesares apenas o julgo esparso
e abandonado por ser distinto...
abadia que floresceu num mar do apogeu.
fruto proibido manto escuro de um tempo perdido,
muitos sonhos conquistamos como gigantes...
nos damos nos nossos ideais,
o primórdio de um precipício,
encantados nos terrores da alma,
o que é alma?
a essência da vida numa pequena centelha.
como mensageiros do tempo passamos
no olhar do passado nos estágios mais cruéis,
o valor do espirito explorado num sonho
de um pesadelo até furtivo...
o que é espirito?
aparição ou que se dá numa atmosfera de medo
e pavor igualmente feito de energia residual
de um passado no resultado que foi alma...
base da evolução do ser humano...
como cataclismo...
as vertigens no horizonte vertente...
nas ambições reato verdadeiro pensamento.
Tangente bastante no terror do mundo...
Impraticáveis ador reluzente...
Inocente até que ponto seja os detritos...
Meramente informativos de algo que passou...
Nas páginas do livro chamado solidão.
sangue na lua,
por-do sol,
dormente para sempre...
alucinações terror meu coração...
presado nas dores...
que nunca se diz
obtuso ardi o
ador feroz
temido retraído
vento frio ordinário,
elevações frondosas nuvens
que desmonta um cenário,
positivo nas trevas
o brilho exorbitante,
no fascino que encanta
seduz amantes,
deixa o algoz sem fala...
murmuriante entre as brumas
lapso de tempo valoriza o glamour...
bendito no paradigma de muitos...
valorizado por tais temeroso por outros,
formidável na solidão celeste desta vida.
corte pedaço de madeira
estarei lá...
olhe de baixo de uma pedra
estarei lá...
quando olhar para o céu
estarei lá...
num mar de sangue
e crueldade seremos crucificados
ao nada navegaremos num solidão,
pura escuridão teus medos numa coroa de espinhos,
pregos nas mãos meros pecados confessados,
num tarde a luz foi meramente um desvio de minha alma,
transferido maldiz sempre em três dias,
jugos da serpente formosa em seu esplendor,
frágil dom da vida esquecida pelo tempo,
afronta de momento se torna a punição...
vingativa solidão amarga virtude,
horizonte purpura dos quais lhe vi pela ultima vez,
sendo aceitação nos valores definidos
poucos hostis verás toda luz,
mais do que imponente o valor lapso perdido
por aqueles que destino tocou por um toque de um anjo...
sendo espaço que paira no desatino,
do qual futuro incerto se torna precioso...
como o amor de uma mulher.
VOCÊ TOCOU MEU CORAÇÃO
NUNCA SENTI TAL SENSAÇÃO
ESTÁ VIDA FOI ROUBADA POR MENTIRAS...
TODOS QUEREM MINHA ALMA...
MESMO QUE SEJA PERDIDA...
TENTEI CHORAR NO MOMENTO...
QUE TOQUE SENTI...
NO EXATO ESTANTE QUE ME BEIJO...
SENTI O FRIO QUE LEVARIA A MORTE.
MEUS SONHOS FORAM UM MARCO NA SEPARAÇÃO...
TOQUEI A ETERNIDADE COM LEVE ABRAÇO
E SENTI A DOR DA MORTE.
MESMO ASSIM SENTI VONTADE DE VIVER,
QUANTO CANTEI UMA MUSICA,
QUIS FOSSE TOCADA NO TEU CORAÇÃO...
SEMPRE TUDO QUE MAIS QUIS ESTÁ NU PASSADO...
NÃO ENTENDIA O PORQUÊ DE TANTAS ABSTINÊNCIA,
ASSIM QUANDO OUVI UMA VOZ VINDA DO MEU PASSADO,
FERIDAS SE FECHARAM TUDO ESQUECIDO...
SUAS DOCES PALAVRAS ENTRARAM NA ESCURIDÃO
DO MEU CORAÇÃO APENAS UMA CANÇÃO...
QUE ECOOU NAS BRECHAS DA ESCURIDÃO...
MAIS UMA VEZ ESTOU SENTINDO A VIDA.
COM A ESPERANÇA SENTI UM PAZ...
QUE NUNCA HAVIA SENTIDO ANTES
DO MEU CORAÇÃO PARAR NOS LAÇOS DO SENTIMENTO.
TODAS EM SUAS VIRTUDES NO MUNDO
TORNO SE POEIRA JOGADA NAS BARREIRAS DO ESPAÇO...
SEUS LÁBIOS SÃO UMA ESTRADA SEM DESTINO...
MAIS UMA VEZ TOQUEI LAÇOS DA ETERNIDADE,
COM GOLE DE VENENO MESMO ME FEZ VOLTAR A VIDA...
POIS MAIS QUERIA ABANDONEI A LUZ A MUITO TEMPO...
E ASSIM TIVE SOPRO DE VIDA QUE FOI TEU AMOR.
