Coleção pessoal de celsonadilo

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tardio sentimento atroz.

sou servo do mal
acho que estou louco
com tantas coisas doces,
me enjoam coisas falsas
hipócritas, bem com adulação...
tudo fede somente de olhar.
a repulsa é o máximo
mais vontade mesmo
arrancas suas entranhas
espalhar os pedaços
depois rir muito.

nossas almas juntas por muitas vidas
vivendo em um amor eterno,
coração belo meus sonhos são seus
nem todos segredos deste mundo,
seria fome do meu amor.

uma maça igual o mundo podre
cheio de vermes famintos,
mesmo assim germina novas vidas.

minhas ambições são loucuras
impostas por desejos ocultos
nas melhores mentiras
sempre vejo lagrimas
nunca foram feitas de arrependimento
nos pensamentos fragmentos
expostos numa câmera
meus crimes são exibidos...
todos dias ate que acha uma prisão,
nunca nada tem sentido,
dou risada de algo que se passou...
numa tela era vida de alguém,
todas as tardes de domingo
são resumo de tantas coisas,
menos a união de algo
simplesmente significa loucura dessa vida.

meu desespero
mundo infinito...
minha solidão...
desatino atroz,
quero tudo pare de acontecer
mais nada não passa de fato consumado,
olhando para o vazio das minha emoções,
nada pode ser tão real quando olhar para profundezas,
o celular toca não palavras para ser ditas.
tantas coisas que não ligo se existem...
mesmo quando acordo nada pode me agradar,
olho para as maquinas mais não existe sentimento,
conduzo meus pensamentos ao longe,
para todos são realmente leigos...
paralisado num olhar de sentimentos vazios,
querem te fazer ser uma coisa...diante a solidão.
não me diga sou especial ou igual qualquer um,
tento valoriza os termos mas nunca foi um opção...
o desespero de algo tão imenso e profundo,
tuas palavras nunca chegam perto do que sinto.
mesmo com olhos cheios de lagrimas,
não a respostas para um versão
do sou o que já fui diante que esta dentro do peito.
por celso roberto nadilo

No deleite do coração...
Entre as revelações do destino...
que paira sob teu coração...
que nunca parou de amar,
Sob uma vez por todas...
essas coisas são vertentes,
como uma canção...
Escrita em uma região,
esquecidas dentro passado...
parte dos outros sentimentos....
levianos ate atroz,
emocional...sejam obscenos...
trágico... rigente teu algoz...
nas consequências do amor.
tangentes são correntes,
num espeço tempo,
depressivamente...ardi-o,
tardio...relativo... ate solitário,
sob as sentenças desta existência,
divergência, seja descrista...
igualmente á alienação...
retrógrada de uma aparição...
senil amplitude... sendo relevante,
inadequado ate obtuso sentido atroz,
calar me... diante teu desejo.
por Celso Roberto Nadilo
sensações

pobre do homem que se acha um estranho no meio de amigos.
e mesmo numa multidão seria um estranho...
por que dentro de si mesmo o abismo seja um um vazio.

as trevas da minha alma
são meras expressões
angustiantes de sonhos
que nunca aconteceram
diante do fato de viver
esperado o amor
que nunca acontecerá
por ser apenas uma paixão.
dentro de uma alma vazia,
sem esperanças ou expectativas,
o mundo é espectador fanático,
entre essas faces apenas os paradigmas,
em templos de traições e vaidades
senis dos quais são tão férteis...
sentimentos impuros dessa realeza
que nunca amor com centelha folgaz,
abrangente diante a necrose de tantos sonhos...
tudo no profundo sentido esquecido,
pelas farpas de escolhas determinações
do destino traidor, nas chamas das vaidades,
tantos sabores em um único valor,
eterno ate mundo transmita
sua nudez pálida neste cálice
que fronteira do amor se perdeu doce cálida,
atroz ao desespero daqueles que perdeu.
em centenas de vezes ate se tornou sublime...
nesta arte de desejo e pudor, nada se cala para sempre.
por celso roberto nadilo

somos criaturas o perdidas
sem humanidade,
não entendo porque se perde
nunca fomos humanos,
mesmo assim tentamos viver
entre os quais somos...
demônios nos ares dos mortais.

meus sentimentos são únicos
não compreenda meus atos
compartilhamos de uma vida imortal,
delete seus pensamentos,
adicione suas fotos na tua alma,
estamos perdidos por quer viver...
o céu nunca será azul...
pois caminhos num inferno,
olhe nos meus olhos...
morremos para mundo,
curta cada pagina
que seja a sede de teus sonhos,
o sangue parte de vídeo,
bebemos ontem,
como o futuro entre rosas,
as correntes do destino,
são apenas uma atualização
do status abando entre os sonhos.

Boa noite flor,
precipício,
das profundezas,
sem fim teor
que assim domina,
o coração para sempre.

nada que diga vai mudar que fiz
meu amor esta perdido,
meus maiores sonho se foram,
no momento que desejei.
viver entre eles
não compreendo o ato de viver.

Ela está olhando com desejos...
Enquanto agua cai sob teu corpo...
Sensações invadem meus sentidos...
Em um brinde de uma música...
Suas roupas caem num desejo descomunal...
Tudo muito profundo na tua nudez...
Simplesmente todas as delícias...
Tudo pode ser tão bom...
Quando acordamos...
Todos desejos profanos são um patamar...
De olhares infernais, declarações...
Nada pode ser perfeito...
Neste sorriso momentâneo...
A indiferença está num gole de bebida...
Meus extintos mais perversos são cruéis...
Seus cabelos balançaram...
Nos últimos desejos fatais...
Ninguém percebeu o quanto...

minhas trevas são parte da minha compaixão,
tudo é um jogo das trevas
eu sou apenas uma luz no meio da escuridão,
com meus medos são mais reais que sonhei,
deixei de viver porque te amo,
meu tempo acabou,
nunca vou esquecer como acordei na escuridão,
juro que tentei viver mais acabou.

bebo minha solidão,
não deixei de viver
apenas desisti das pessoas
olhando para o vazio...
não sinto mais nada.
nunca mais sorri...
sempre um espaço vazio...
não me diga nada,
porque não sinto nada,
olho para as paredes,
a única coisa que vejo
são detalhes perdidos...
tentei sorrir, com lagrimas,
não sei mais pensar,
já tentei morrer,
mas a morte não quis,
seus valores são maiores,
abracei com desespero,
senti minhas lagrimas,
secas por não acreditar,
tudo espaço vazio,
nessa paredes perdi tudo
que nunca tive.

desejo como a morte sem fim
sempre ela esta meus pensamentos
mesmo com coração magoado,
sempre desejando mesmos sentimentos.

todas minha alucinações são meus sonhos
por mais complexos sejam deixei de viver,
por tanto te amar eternamente.

Me afogo em corredor de vaidades...
Olhando profundamente,
Nos teus olhos, sinto...
O desprezo no desespero do desejo...
Sempre sentindo um grande vazio...
Podem ser belos meus desejos...
Numa taça de vinho,
Seus amigos são parte dos teus lábios...
Num mar de solidão fecho meus olhos...
Neste momento me lembro...
Dos dias mais sombreies... Assim.
Tento desejar um banho...
Dentro de uma banheira onde...
Deixo tudo para trás.
Nesta superfície de outra realidade...
Que não quero mais olhar.
Nada me agrada neste mundo...
Somente desejos e prazeres.
O resto está morto.
Numa taça de vinho.
por Celso Roberto Nadilo
Meu coração

vejo o sangue isso me da sede,
olho no fundo dos seus olhos me da fome,
me escondo na escuridão,
tantos prazeres,
noite chega com a morte,
estou com sede, pode gritar não ligo!
vou te caçar claro... com muita vontade,
o desejo a frenesia vertente dentro do meu profundo,
meus desejos querem teu corpo!
mesmo me arrastando pelos cantos dessa vida.
tento resgatar um sentido humano, mas isso nunca fui,
então como numa mentira se esconda estou com fome,
tua carne saborosa nessa vida de prazeres
teu sangue delicioso prazer do meu coração.