Coleção pessoal de celsonadilo

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Tantas mentiras por que não sei...
Me disse que me amava mentira...
Um tempo passou de um ano...
Por que assim ainda quero sua amizade...
Tantos sentimentos demonstrados
Por final nunca disse que te amei...
Tudo foi uma fantasia da sua mente...
O frio gelou minha alma com a foice da morte...
Tudo sois apenas uma mentira que acreditou...
Nunca disse nada... Não quero compromisso...
No fundo alma... O coração se calou...
Sem luz... Sem vida... Apenas o vazio.

sempre acordo tarde de mais
um poço de sangue;
não imaginei chegar tão longe...
quando parei olhei um mundo vazio,
tudo pode ser tão amargo;
então vejo filme de nossas vidas,
caminhamos de mãos dadas,
reflito em momentos que passaram
na minha quando vejo que tempo passou,
em magoas sem fim clamei por instante ,
tive a sensação de amar infinitamente,
mas foi como quis não tentei impedir,
está história tem outro formato,
na minha loucura apenas me decepcione...

meu funeral esteja repleto de anjos...
mesmo minha alma na escuridão
meus lábios tocaram o céu...
desculpas nunca foi um detalhe...
nem uma resposta que sempre quis...
nessa liberdade de meu espírito
as chamas cobrem um mar de solidão.

somos singulares as feras que enjaulamos
com o fogo da ira desigual nos os olhos queimam
num fosso escuro sem vida.

o inferno do meu coração se expressa com a dor,
nos excrementos da sociedade meu ódio floresce,
nas trevas da minha alma perdida pelo pecado de te amar.

nossa almas perdidas pelos desejos do mundo,
ate um dia sua vaidade o levará para sempre,
num teor que a escuridão será um pingo na imensidão.

melancólico sentimento
melancólico olhar
frio meu destino
abruto repente,
afloro meus cortes;
são meu sangue minha vida
que correm sem destino,
me atrevo a deixa sem despedida.
doce sabor de um veneno...
ate confortante no tremor de minha palavras
dignas ou mais sopro do final derradeiro,
minhas angustias são flores ao vento,
espalhas por minhas dores...
diria um amor ou destino que sofra
mais nunca será igual sentimento.
morte por dentro não existe glamour.
fora corpo frio sem vida...
diante a escuridão da eternidade,
seja mais há flor que se decompõem na sua beleza,
real temor está na vertentes do amor abandonado...
friamente declarado no imenso teor da humanidade,
castigo, talvez, o banimento seja resto deixado...
nas centelhas de uma paixão, assim vinculada
triste história como uma avalanche num desastre natural...
entretanto pode ser normal abstenção dos sentimentos.
apenas uma peça de troca uma mercadoria com defeito
de fabricação ou seja a insensível que trás no coração...
contraste minhas flores mortas por sentimentos.
esquecidas na minha vida.

Solidão gótica...
Na minha dor a morte... Doce opinião.
Relato desatino minha vida... Bela aparição.
Selado nos últimos anos... Sempre despedida.
Valores que deixei no frio... Coração vadio.
Por causa da tristeza atroz... Vida morta.
Andar nos caminhos escuros... Angustia solitária.
Fundo de poço sem fundo... Mundo em mágoas.
Acordar ou dormir sem vontade... Valor vazio.
Sensações atroz sobretudo o auge... Abismos.
Chorar minhas lágrimas secas... Desespero.
Mais uma tarde ou outro dia... Angustiante.
Terror profundo pura solidão... Amargo coração.

calo-me no meu abismo...
desabo num infinito,
olho que nunca foi ou será
apenas não foi que tinha de ser,
as expectativas mero sonho atroz,
frustração não pode ser pois só há um caminho...
numa fronteira do desatino do dessabor,
um fel tão amargo e palhado,
nessa assombração pode acontecer
meramente lagrimas na escuridão...
pois sempre soube que seria mesmo
assim a queria de forma continua
reato cada momento na minha mente...
vazia sem propósitos numa escuridão...
laço ultimo momento para saber como seria.
mas não tenho essa resposta...
pois devo seguir outro caminho...
como esquecimento tive essa visão...
entre detalhes apenas a estrada do infinito.

O que compõem uma gota de orvalho
Na sua curta vida um vapor da terra.
Um suor de uma brisa,
Tão pouco uma poeira de um sereno,
que caie na madrugada morre ao amanhecer
A virtude de tudo nas sombras frescas
Mesmo distante num gole de vida...
Devorador em uma centelha...
prazerosos momentos na onde vida se esvairei,
nas sombras dos pensamentos mais afio....
assombro com um detalhe que tudo muito passageiro,
mesmo na maior beleza se encontra...
seus valores no declínio...
denoto minhas vontades e valores...
na simplicidade as dificuldades
são valores esquecidos para todos nos...
entretanto tudo pode ser complicado...
igualmente a natureza do ser humano...
quando uma gota de orvalho pode ser um pequeno
estágio no imenso teor de um pensamento,
ou numa cascata de uma cachoeira
condiz a formação de brumas dos quais
o nunca se diz eterno momento.
no destinto ato das corredeiras
o fluxo do rio espalhas a evaporação
em gotículas que são clamorosas,
nos sonhos de nossas almas as gotas de orvalho
são o espelho de nossos corações perdidos.

Que sois o tempo sois vós apenas...
Sois apenas a dor então sois o passado.
E assim como uma espécie raramente ocorre.
Em alguns casos no futuro o descompasso...
Literalmente em uma centenas de vezes
Repetindo o horizonte...
complexo da eternidade...
Simplesmente por uma questão dos direitos
A bem ordem natural de tudo...
Em teoria mas tristeza está na realidade...
Disfunções extremas nas estrelas...
Mesmo em cada ato representado
O tempo tesouro perdido na gravidade...
Muito mais que buraco negro se a morte
De uma estrela e de um universo...
Representa uma fração da criação...
Por intermédio dos astros e estrelas...
Somos conduzidos numa escuridão
Sem limites para sonhar entre as quais
Fomos pequenos grupos de constelações...
Na escuridão dos nossos patrimônios
Que o seja nossas vidas ou pensamentos...
Desejos e prazeres no estado mais puro
da humanidade pois assim a eternidade
torno-se um pingo imensidão do futuro,
mesmo na escuridão de nossas almas
solitárias no vasto manto da escuridão
do universo cru negro sem vida...
Nessa escuridão de nossas vidas...
Tão ausente da natureza da luz...
Numa superfície clandestina do horizonte...
Esquecido por causa disso ou daquilo...
Por mais que somos ou vamos ser...
Brandamente na ondas estáticas
Dos tais sentimentos famintos pela vida.
Numa continuidade infinita
Falhamos e erramos
continuamos ate ser o ideal.
nada escapa do campo gravitacional
a luz puxada para o buraco negro como um paixão,
desmedida reatada pelo tempo refratário luz...
num aspecto científico poético
no caos dos sentimentos assim espalhados pelo universo.

porque?
dormir
então acordar
e
depois morrer...
compreender
chorar
clamar
viver,
depois porquê?
tudo em uma exclamação!
um vácuo de interrogações...
sombrio sentindo marco da predição,
musica sem horizonte,
vida sem cliques ou magica do teu olhar,
simples como teu sorriso,
complicado como a paixão...
simplesmente uma reclamação,
dolorido como seu coração,
espalhado perdido como minha solidão.

sonho num mundo de horrores
tento gritar mais não consigo porque mundo é vazio,
mesmo nos clássicos que tocam o coração...
minhas lagrimas secaram...
não sei dizer porquê...
abandonei meus sentimento no altar...
tudo pode ser lindo quando sentimos...
que vida breve momento que beijamos...
deixamos que morte nos separe,
neste tempo que envelhecemos nos olhos
não vem mais futuro do mesmo jeito.
quando a chuva cai na sombra dos nossos corações...
imagine que tudo foi um sonho bom que não tem fim...
que nossas lagrimas formam marcas...
deixadas num tempo que passou no dia que disse que te amo.

tento me olhar num mar de solidão,
neste momento sinto o ódio tomar formas...
abalando meus sentimentos...
devorando pouco a pouco até ver um monstro faminto...
tento ocupar minha mente mais o destino me consome,
então devo cumprir minhas perversões...
quando sinto respirar ainda minhas vontades
então sinto desejos assumem o controle...
seu olhar morto e inerte deixa o pavor de minhas obsessões.
são clara na minha mente perturbada...
pequenas fagulhas são uma fogueira de vaidades...
que pulsa ate borbulha na corrente sanguina...
neste momento o coração parece explodir...
mundo para tudo toma um formado engraçado...
mesmo quando minhas decepções seja parte do pacto
que deixou sua vida em minhas mãos sangrando...
assim me sinto vivo... entre tantas lamentações...
dou risada da morte... pois ainda estou vivo,
mesmo diante tanta dor ainda respiro...
não choro por lamentações nem pelo que não vivi...
mas choro pelo tempo que perdi sentido amor.

Dor sonho de esperança mágoas sem pudor
Ador puro amor meu coração
Desatino meus murmúrios
Nas sementes tudo tão ausente
Nada mais nada menos que o vazio
Se me diz por me diz para onde foi
Se apenas tudo que tenho benevolente
Que sou ou fui parador serenidade perdida
Minha senhora em bom dia mera solidão.

meu desespero é sinfonia fúnebre,
tento sorrir mais estou numa escuridão sem fim,
minhas sensações são templo
no qual deixo minhas ofertas apodrecerem
ao vento que passa no teor vazio.

Ao anoitecer a sorte deixou meu coração sangrando,
enquanto meus olhos perderam se no horizonte de lagrimas,
nesse ícone de amar pela primeira vez.
Um beijo seco pálido e único...
Parecendo um jogo doentio bebi gole de veneno,
Senti um alivio que nunca senti,
Depois que minhas lagrimas caíram...
Não tive desculpas para viver...
Assim descobri era um sonho cruel,
No qual dei o calor do meu amor,
então somente tive o frio de cadáver,
Que simplesmente quis um espaço vazio em minha alma,
Igual depressão que nunca tem fim,
Sempre está num altar de sangue...
no qual abandonei meus sentimentos...
Quando olho para tudo sinto a morte,
pois nada tem significado nada é real...
Mesmo neste universo ou outro será mesma calamidade...
Num caminhar cruel sem afio apenas um trevor,
Para que existir se tudo que quis foi um sonho...
num abismo do qual me perdi nas sobras do teu coração,
pode ser loucura mais o amor é dor infinta sem distancias para sentir o clamor que ferve nos maiores sonhos
entalhados num mera existência de divãs,
posso dizer sou louco por você,
nesse momento a loucura toma formas
e jeitos de um abandono sem uma direção.
quando beijo vejo quanto tudo tão é mesmice
desenfreada num caos que se resume em uma musica.

As estrelas tem brilho único igual teu corarão em uma constelação soberba até que ultima luz se apague no entardece de toda vida.

caminho na solidão chamando seu nome
minha paixão nos momentos mais cruéis
sinto seu coração bater no meu peito...
podem dizer que estou louco, por seu amor,
acredito nos anjos das escuridão...
que deixam uma mensagem de amor...
seu status esta no horizonte...
mesmo neste mundo de solidão vejo teus olhos
nessa escuridão meu coração.

esta musica toca minha alma morta
por mil anos a toquei para que nunca
esqueça que te amei.