Coleção pessoal de celsonadilo
amor a morte muito do além,
caminhei na escuridão senti o teu amor,
minhas maiores lembranças foram na loucura,
tento lembrar de algo na minha sanidade
sinto apenas a morte no seu penhor pela vida,
tudo na liberdade dos meus sonhos mortos...
na decepção que clama meu algos,
flui pelos meus maiores temores...
puro terror abandonado neste deserto,
translucido de minha aparições...
na loucura que me deixo assim até fim.
Minhas lagrimas escorreram com gosto da morte,
Meus olhos se velaram no momento que abandonei,
Não me apeguei nos meus sonhos,
Por mais que seja especial,
Deixei minha doce cálida entre minha trevas,
Brutal escolha nos farpas de espinho, compreendo.
Tudo que se passa no teu coração conturbado,
Como todas folhas caem no solo dão vida,
Sob á sua morte fria, tudo se escoa e termina...
Num bailado descomunal sem qualquer motivo,
Sua face pálida revela meus profundos desejos mortos...
Tento esperar demonstrar um pouco de amor...
...que tem rocha fria sem sentimentos,
Abrupta nos confins da alma sempre um olhar vazio.
De um sarcófago senti morte de tudo que jaz...
sem muitos motivos olhei noite passar...
Me deixei encantar por mais de mil maneiras...
Desisti de viver nos contraste de sonhos fui acordado.
De repente senti morrer por mais uma vez.
Solitário sem sentido caminhei... sem motivos,morrer...
Aparentes deixei claro os desejos... que foram
Além do que sonhei minha lagrimas secaram...por mais...
Que queira meus pensamentos me deixara na solidão.
Solitário coração sem destino ou dono.
Mero capricho da natureza...
Desatino minha vida...
Assim mesmo no silêncio.
Toda via em mar distante
Sem as estrelas para guiar...
Devagar puro vagante...
Qual rumo tomar...
Diante da possibilidade...
De sempre a tempestade trêmula...
Viaja sobretudo a imaginação.
Nos olhares atentos e sombrios.
Sobre o coração que pena...
Tantos atribuídos ao longo período...
Tristeza ou desespero
Luz que terminou em lagrimas...
Caçoas de uma complicação...
Mais que o nada mais que homem...
Deslocou para terras desconhecidas...
Trevor obscuro benevolente até que acorde...
Sempre que possível em sua sobriedade...
Caos sem dúvida para alma...
Que esteja nas profundezas do coração.
Tenha direito de ver entardecer e sentir o amanhecer,
ser e viver mais um dia diante outro momento,
expressando meu, seus sentimentos...
sem preocupações que vida mais um momento raro,
para que sentir o mensurável que seja tuas lagrimas,
sorria porque a vida tem suas lagrimas,
tudo dias é uma batalha ser vencida, nunca esqueça disso!
entre as rosas sobram espinhos num anoitecer...
todas mudanças são apenas um brilho no teu rosto,
quando me beija deixo tempo passar,
fecho os olhos...
a tarde se passa com brilho do teu coração.
Em sopro de vida não á mais carne,
não existe mais realidade!
minha voz não é real eu não sou real!
Ao nada pertenço e realizo...
dos quais já foi que sou...
nada pode ser real se verte em sopro de carne...
tudo explode em vórtice que ainda respira,
na ilusão apenas aparições que vagam...
sem destino ou terror somente a carne,
nos contraste, mórbida vida que nunca foste real,
dos trastes banidos reato a carne pois ela apodrece,
no entretanto nada mais foi real.
a luzes das cidades não deixam ver as estrelas,
tantos gastos que lua desapareceu,
cada vez que olho para céus não nada para ser ver...
num barco no meio do mar á água esta morta
não mais vida nem que queria ver.
No céu azul morri por falta de vida,
nunca tentei sorrir pois quando acordei
mundo é uma pedra fria...Nas profundezas...
senti a morte dos melhores sonhos...
me deixei me levar por momentos,
que sejam obscuros nas centelhas da vida,
minha face é pura como de anjo caído,
não tente sorrir o céu azul ate chover,
minhas lagrimas estão num espaço vazio...
tentei viver entre essas pessoas mais nunca consegui,
meu olhar vazio se perdeu nas profundezas...
como uma gota do meu sangue me da prazer...
deixo noite cair no esquecimento,
mesmo consumido nas minhas perdições...
sinto desespero de estar mais uma vez em vicio...
respiro minhas aspirações...Dentro dos piores mares
desconhecidos por muitos nas esquinas da vida.
tudo segredos são surpresas de delicias carnais...
na escuridão derramo cada vontade em poesias famintas.
simbologia mais doce tem a sacanagem nunca entenderá,
como musica tem tons que tocam sua alma...
no reino da escuridão seus olhos se acendem
num clamor faminto de desejo se alimente dos poemas,
esqueça que vida feita de sangue,não deixamos um rio
de lagrimas nas perversões são todas minhas...
na calada da noite deixo um ar de mistério
perdido minha lembranças jogas no tempo.
quando chove sim meu coração bater,
olho para céu negro vejo suas lagrimas,
sinto um vazio sem esperança...
me agarro um galho,
quando estou na escuridão meu desespero
é um sonho ruim, de magoas e frases incompletas.
Das farpas da minha vida derramo minhas lagrimas
deposito cada sentimento no vasos do destino,
duro ardo tom sem sentido vasto glamour,
frio angustiante sem valor, degradado vendido,
chorado o monumental valor da chacota,
sem muito ater no tento ainda sinto penso quem sou,
ridículo sonhar esperar tentar viver!
ainda ser um pequeno infante de ideias retrogradas,
sem funções apenas um obelisco, um marco de terror.
sou seu fantasma no calor ou frio do coração,
os lapsos de tempo são variação da existência,
nos terror da vida somos esquecidos no passado,
e talvez sejamos lembrados numa pequena poeira
de um pensamento da eternidade.
Á sempre um momento que olhamos para o abismo,
e refletimos na vida que levamos no que se seguirá,
percebo que nada está no horizonte da vida,
tudo processo degenerativo um ponto no sanidade,
tento sempre ver as melhores acontecimentos,
ou pequenas gotas de liberdade, uma esperança,
vejo era mais simples que imaginava,
solitário em meus pensamentos,
penso no horizonte da humanidade,
reato, meus sentimentos dos quais não demonstrar...
calo me diante do meu abismo olho no meu profundo,
nesse obscuro momento a única clareza
sempre esteve na esperança de dias melhores,
mesmo assim observo minha tristeza
e o que passou se na fronteira da minha vida,
das alegria e tristeza a brando com carinho,
pois parte do passado que não volta mais,
minhas lagrimas minha saudades do saudosos,
brilha numa superfície ampla e eterna na minha alma.
me cala nos momentos mais extremos
debato que como foi pior naquela ocasião,
mesmo sendo o passado... deixo ir
pois a continuidade em tudo. parece complexo
bem simples de compreender... que tudo tem um papel
um alvo um efeito e fazer parte da continuidade é relativo.
nas discrepâncias a falhas que preenchemos com desespero.
olhando para o abismo que deixamos para trás...
num passado esquecido por nossas almas.
por celso roberto nadilo
um pensamento
agradeço todos dias por estar vivo,
mesmo limitado neste mundo doente,
vejo quantas vidas perdidas
minhas lagrimas vertem num espaço vazio,
mesmo quando me jogo no mar,
sinto minhas emoções desaparecerem,
tudo muito pequeno, meu desespero...
não tem definições, mas tudo parte da dor.
meus olhos queimam a cada momento,
mas estou vivo, para sentir o vento...
mesmo quando sofro um acidente,
minhas lagrimas correm pela dor,
olho para o céu o ódio toma conta por momento,
sinto vontade de voar deixar mundo,
então fecho meus olhos sinto que tudo pode melhor,
dou valor nos momentos que deixei de viver,
assim me lembro nada pode ser pior,
se for pior e dai sou maior que sentimento vazio,
deixo vento tomar conta da minha alma,
posso até voar quando acordo,
mas outros sentimentos tomam conta do meu coração,
conflitos dos dia a dia deixam marcas profundas,
nesse momento me lembro porque agradeço,
respiro por um tempo vejo que nada por acaso,
o mundo te da cicatrizes e limitações,
sem explicações sinto que mundo é muito pequeno,
para minhas emoções nada é real.
por celso roberto nadilo
sentimentos
minhas correntes são os domínios do meu sangue,
não acredite em tudo ouve sobre olhos mortos,
sentimentos penados por tanto sono que já perdi,
meus segredos vertem na minha pele...
tento chorar mais não consigo...sou frio como morte,
que me tocou quando você morreu,
não nos despedimos não entendo porquê?
a vida estranha deixou você ir sem me beijar pela ultima vez;
tudo que me disse a vida tudo parou meu sentimentos,
por muitas vezes deixei o amor me guiar e ouvia voz da razão,
nada mudava então por nada deixei as magoas tomar formas,
nisto percebi que vida é um paradigma sem sentido,
porque perdi todos que amei de jeito que só profundo
dos meus sentimentos diria que frio de minha alma,
seja um reflexo do que realmente sou,
olho para passado não mudaria nada pois o sofrimento
tomou formas dos quais perdi a direção de quem sou,
mesmo tenho profundo sentimento de perder tudo,
não seja importante pois vida cheia de passagens,
estreitas ou descidas ou subidas ingrimes...
como minha escuridão seja apenas minha solidão,
consumida pelo meu silencio e sem aquele ar
de inocência que perdi quando deixei sua vida ir;
por mais que queria que tudo fosse um sonho
perdido no tempo, meus conflitos continuam muito vivos
nas profundezas da minha alma, parece poético,
mas, realidade a dor nunca passou só deixou um espaço
do qual nada existe ou existirá algum dia.
por celso roberto nadilo
fronteiras da minha alma
minha alma perdida no fundo das minhas lagrimas,
os demônios tomaram conta dos meus sentimentos,
no exilo dos meus sentimentos tento chorar,
não consigo pensar em nada mais,
tudo magico meus demônios floram
nos maiores sonhos.
Todas verdades que tenho e respiro...
estão fervendo na minha pele,
não tenho surpresas num jogo de palavras
simplesmente na solidão,
me perco sem palavras ou sentimentos
no momentos que vejo uma mentira tento cobrir
com doces palavras a realidade fique mais leve,
nada muda pois as pessoas são mesmas a única coisa
quem sou diante tantas coisas sem perfeição,
quando estou sozinho entro no chuveiro;
água caindo sobre meu corpo penso tudo que passou,
então me pergunto porque? não resposta nenhuma!
todos fatos não corresponde nada, palavras vazias?
qual sentimento por trás de tudo isso, para que a farsa?
todo jogo é interessante até enjoar!
é assim que uma criança age certas formas denoto.
reato momentos e os efeitos de cada ação...
quando solidão se expressa minhas dores...
mesmo tudo seja meias verdades sei nada real.
porque brinco com meu coração...
não deixei meias palavras ou as joguei ao vento...
celebrei cada momento ao teu lado nunca vou saber quem é realmente,
porque te amo se olho sem quem é....
simples somente esperar dia passar quando lá está...
mais como sempre o vazio é um sonho real.
pobre anjo
estamos todos abandonados,
todos fomos em eras de escritores mortos...
tantos sentimentos jogados ao vento...
nos sacrifícios dessa vida...
nada chega no passos do coração...
vertente em rio sem formas,
todos sons do vazio são o abandono.
tudo bem te amo ate morte
minha vida se passa como num sonho
quando senti teu coração
mundo parou
deixei a vida pelo teu amor
em cada momento desejei
um beijo tão profundo
que morte me tocou.
solidão... isolada... realidade sombria...
muitas vezes perguntas e ideais...
pensar e pensar mera existência.
pensar num mundo de incrédulos
é caminhar numa terra de cegos...
mudos pois não dizem contra dizem...
velando por-do-sol que assim morre...
quando amanhece nasce um ideal...
florescente ate que chega meio dia...
é fome talvez a realidade dói pois é dia.
a luz ponto pacifico e benigno,
selados momentos no final e no começo,
me calo no calor e na chuva reato mera seca.
um detalhe crucial a vida porem obtuso
a outros propósitos declaram o fato,
calar falar mero momento um numa multidão...
querer obter até o grande final...
nunca é mesmo a um opositor de um ideal...
loucura talvez sou louco mas um pensador.
lamentações carmas da minha alma
alma esta numa lama cheia da claridade
morte de tantos sentimentos
eternos suplícios,
nas águas escuras deixada por tua presença,
temores que nunca abandonaram meus sentimentos,
até que morrer por dentro.
