Coleção pessoal de Claudiokoda

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A vida é qual um texto a redigir, cheio de vírgulas, pontos e parágrafos, até chegar enfim ao ponto final.

Em vários momentos da vida nos mostramos fortes, para ocultar as fraquezas e os medos que a vida tanto nos causam.

O espirito clama em seu templo, implora por socorro, sem voz a emitir, grita e roga ao supremo da toga.

Na busca pelo conhecimento muitos negaram a fé, passaram a crer mais nos autores dos livros que em Jesus de Nazaré.

A maior dificuldade da vida é lidar com falsos amigos, estes sim são verdadeiros inimigos.

As complexidades da vida nos faz sermos amados e ao mesmo tempo odiados. Bom seria se pudessemos irradiar tão somente o amor, vencendo por conseguinte todo o ódio e rancor.

Querendo ou não, seguiremos em viagem, a qualquer momento se dará a partida.

O evento mais democrático que existe, a morte, totalmente isenta de qualquer discriminação.

Atenção todos os passageiros, queiram estar cientes que o embarque à viagem se dará a qualquer momento e sem bagagens.

Você que pensa ser grande, és tão pequeno, insignificante, que se queimar seu corpo, não dá um copo de 200 mililitros de cinza.

Não sou e nem quero nada ser, senão, seguir a breve sina de meu viver.

Não me acompanhe, acaso sou novela? As palavras fluem do nada, desconexas da realidade por vezes, ou eivadas das resuntantes do dia a dia.
A vida, se bem refletida é inexplicavel evento na vastidão do infinito. Qual dos homens será capaz de mensurar o firmamento, as galáxias e seus acontecimentos?
Qual dos seres será capaz, de fluir pelo universo em voos siderais?
Os sábios e entendidos sofrem mais, sim, ora pois, alcançaram plena compreensão da realidade, que somos o nada ante a grandeza universal da existencial do infinito, que por horas se manifesta em azul celestial, mas também revela o tom enegrecido do nada, pontilhado por luzes infindas em manifestações de cores e tons diversos, algo impossível de se contar, assim como os grãos da areia do mar.
Penso, logo sofro. Por não poder compreender a minha existencial manifestação em vida, aprisionado em um invólucro frágil e debilitado com o avançar dos anos, e na certeza de que breve, num piscar de olhos, não mais existirei em manifestação corpórea para este mundo físico.
Logo, o que fazer? Senão desprezar a sina pelo conhecimento e procurar viver iludido, ou cair em realista manifestação de entendimento para saber que verdadeiramente, nada somos.

Sentir o coração fraquejar, na sua luta, em seu pulsar, a resistir sem fatigar, até um dia enfim parar.

Um sorriso no rosto para amenizar um coração que já não sabe o que é sorrir, mas vive sempre a chorar.

Sair de cena sem ser notado e nos corações que o ama ficar eternizados.

São coisas de momento, a paixão e o vento.

Retirar da nostalgia o motivo a escrever, entre versos ou poesias, na luta por viver.

Deus não existe! Exclama o ateu. Talvez pelo vazio e silêncio da voz do Eterno aos ouvidos teu.

Há mais de 2000 anos que humanos se ensoberbecem e desdenham do Cristo Salvador, dão por lenda a maior prova de amor.

Qual magnificência dos mistérios, muitos intangíveis ao saber humano, eis a ciência do universo, ante equivocos e enganos.