Coleção pessoal de Claudiokoda

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A ciência, qual universo, vastidão imensurável. Ao homem, que se contente com suas migalhas.

O amor humano e o vento tem coisas em comum, chegam repentinamente, se transformam em tempestade ou se reveste em ódio ou rancor. O amor humano não é amor.

O ódio gratuito é avassalador, faz se um mal extremo ao pobre coração sem amor.

As bebidas mais fortes são as destiladas, assim como o ódio de uma alma desnudada.

O vento que sentimos jamais será o mesmo, assim também o sentimento, como águas de um rio a correr, ou mesmo a chuva que irriga o viver.

Já ouvi dizer que o tempo é um milagre que não se repete.
A água e o vento também.

A vida é igual a água e o vento, tudo é questão de momento.

A maior desonestidade humana se dá quando a pessoa que outrora pairava numa ignorância existencial, que tão logo galgou certa porção de conhecimento, passa então a menosprezar, zombar e ridicularizar os que não evoluíram e de certa forma não alcançaram a devida porção de conhecimento.
O saber humano é limitadíssimo, tanto que cientistas sozinhos não conseguiram nada em suas jornadas. O conhecimento humano se forma qual a matéria, depende de agrupamento de quantidades imensuráveis de átomos e moléculas para se traduzir em forma corpórea, seja de objetos inanimados ou seres vivos.
Grandes e proeminentes humanos passaram pela terra e deixaram sua parcela de contribuição para os avanços científicos, nas mais diversas áreas do saber, desde as grandiosas obras da engenharias ao menor projeto eletrônico, invisível a olho nu.
Quem és tu, desnudas um compendio científico de terceiros e logo se achas o descobridor da origem do universo? Quanta presunção, tamanha altivez, não aprendeu aprender, a respeitar os rudes no saber, ou mesmo os indiferentes em conhecer e aprender as loucas teorias que continuam a cozinhar tutanos cerebrais de mentes geniais, que noite e dia perseguem o conhecer, escravos de uma odisseia que tão logo se finda, por não ser o homem eterno, mas sempre dependente uns dos outros, porque o cientista não é nada sem o ignorante das minas de carvão, que laboram para buscar o precioso grão atômico para que sábios descubram as mais diversas formas de alcançar elucidar enigmas que amenizam o dia a dia da humanidade.

É preciso respeitar as pessoas ignorantes em suas barbáries ante a falta de sapiência.

Habreaos Cofres é um instrumento certeiro para promover a liberdade de presos abastados.

Triste é o clamor da alma, que chora sem lágrimas derramar, que gritar, sem quem escutar.

São as ilusões da vida que nos motivam a viver.
Bem como nas desilusões da vida o desejo de morrer.

Homens se matam para conquistar vastidão de terras, quando apenas sete palmos bastam para cada um.

Pensar e escrever, em monólogos momentâneos do ser, conversa íntima, lancinante letras que afloram em grafias ocasionais.

Vida que esvaece, qual águas de uma nascente, tão carente das fontes celestiais, para perpetuar em suas carreiras rumo ao mar.

Te tanto ler o Facebook perguntar o que estou pensando, me tornei um pensador. Penso na vida e morte, mas também penso no amor.

Não quero me aparecer, mas sair de cena divagando, e nas minhas digressões chegar ao porto destino meu, sigo em busca do meu eu.

Quando a voz embargada está, letras em palavras a fazem ecoar.

Viver
Ir e vir
Ver
Nasce, cresce, reproduz, envelhece e por fim morrer.

A morte que tanto nos aflige é a mesma que põe fim a toda dor. Muito mais, a alegria e o amor.