Coleção pessoal de Claudiokoda
A alma chora, sem saber o porquê, a vida implora o poder viver. Vida que te quer bem, prostrado em seu desdem.
O carinho é como a flor em seus botões, desabrocha em colorir e exalar o seu odor, tal planta sem flor nos aremete às solidões, de um coração solitário, sem seu amor sem ter as doces emoções.
Somos um todo, com um pouquinho de cada ser. Somos o nada, se unidos não soubermos viver.
Somos, somar, só amar e feliz ser.
O que eu fui já não sou mais, o que sou estou deixando de ser, sina da vida que nos leva a envelhecer.
Deveras pois considerar o tempo, preciosidade que não temos condição de mensurar valor, ainda mais quanto aos que pouco vivem.
A preciosidade do tempo é tao grande e não damos a devida importância para aproveitar cada pessoa que participa da história de nossas vidas. Tempo não é dinheiro, mas tesouro que se esvaece no decorrer de nossas vidas.
A ociosidade de meu ser me leva a escrever, as palavras fluem e a alma frui o pensamento, meu anseio meu alento.
Um sorriso na face é a melhor máscara para ocultar a tristeza da alma. O coração palpitante anseia por solene calma.
O amor humano é sagaz, hoje ama, amanhã não mais. Declaração intensa de amor é uma retórica de ocasião, em primeiro momento ama, posteriormente, todo amor se transforma em ódio e ilusão. O verdadeiro amor não deixa espaço para ódio e rancor. Possa ser que venha mágoa, tristeza e desilusão, porém nunca o ódio a ocupar o espaço do amor no humano coração. Se a pessoa disser que já amou e não mais ama, enganado foi pelo sentimento avassalador da paixão, que tanto ilude e engana o coração.
O amor não é uma flor roxa, muito menos nasce no coração de um trouxa.
O amor é pureza que se manifesta no ser, dá sem receber.
