Coleção pessoal de Claudiokoda

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Quero apenas um canto pra ninguém me perturbar.
Não quero cantar, busco abrigo onde possa descansar.

Mentem o tempo inteiro, mas a verdade é luz que não se pode ocultar, cedo ou tarde cumpre seu proposito que é brilhar.

Deixa eu escrever, me distrair com letras garrafais, dar voz ao pensamento, expressar meu sentimento.
Ignores se não curtir, mas deixe meu caminho eu seguir.

As redes sociais tem algo de bom, ou mesmo ruim, em que tudo quanto postamos fica registrado, e em chegando o dia de nos ausentarmos deste plano, os que um dia nutriram bom sentimento por nós poderá enfim saciar a saudade.

Humanos se sentem poderosos por ocupar cargo ou função elevada, se esquecem para onde brevemente seguirão, um lugar onde não há ciência nem labor. Onde estão os proeminentes da Historia? Foram-se os seus dias de glória.

Quais velas é a nossa vida, o soprar do vento pode nos extinguir. A todo instante é momento de partida, uns se vão e outros aguardam sua ida.

A chama que outrora ardia, declina em seu fulgor, cumpre seu tempo e segue a extinção.

O cristianismo religioso cria subterfúgios perante os exemplos deixados por Cristo. Mas os que compreendem a mensagem de Cristo, não compactuam com tais evasivas do correto comportamento que se deve seguir.

Muitas vezes o sorriso e as muitas gargalhadas são para desviar da tristeza enraizada.

VIDA = Viagem ao Infinito
Distante e Além = V.I.D.A.

Há quem acredita ter alcançado o conhecimento no todo, mero mortal iludido, sedento por desvendar o oculto e escondido.

O viver é uma vaidade e cada vida cumpre a sua idade. Uns nem chegam a nascer, outros nascem e mal começam a viver, e todos os nascidos, cedo ou tarde hão de fenecer.

Viver é vencer desde a concepção, desafiado o ser ante ameacadora extinção contínua da vida.

Cada um com o seu cada qual, uns fazendo o bem e outros na prática do mal.

A dor de outrem, quem é capaz de mensurar? Intrínseca do do ser, como medir não há.

Quão dificeis são a desatar os nós. Da garganta os quais dissuadir quão dificeis são em desfazer.

Palavras, deixa-me exprimir, quero esvaziar meu ser, que saturado em ânsia, roga externar. Sabe o quê? Sei lá.

Clama a alma em rogos e água flui em rios, lavando às correntes em repuxo, transportando as agruras em seus canais interior.

Vou me despedindo, despindo do meu ser
A cada lapso temporal, desprende fragmentos, sem que possa mensurar. Sim, vou me despindo de meu eu, depreendendo da razão, esvaindo a emoção, até que em dado momento, satisfaça a extinção.

O amor, quem pode entender sua profundidade, altura, largura e imensidão?
É tão puro e santo, que não cabe plenamente em nosso coração.