Coleção pessoal de amaurivalim

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Deus sem mim continua sendo Deus. Eu sem Deus continuo sendo Eu.

Os charlatões se prevalecem da fé da plebe, do desespero, da fraqueza, da ambição e da vida indigna de seus fiéis. O charlatão é um tipo de parasita, fungo da igreja, mas acima de tudo a igreja detém como santidade, parâmetro para o diálogo da negação da realidade e da igualdade falsa.

Da ignorância espiritual: “João de Deus”. Porém agora um "João do Diabo", Do seu insano espiritismo ao inferno esquizofrênico da crendice. Deus! Bem, Deus continua sendo Deus. Um Deus que o espírito do homem inventou para toda sua causa.

Se o dinheiro não traz felicidade, então se aceita viver na pobreza da mentira.

O amor fica mais lindo ainda quando se completa com dinheiro.

Para um futuro próximo os fogos serão silenciosos e as árvores de Natal não mais existirão.

A evolução é evidente, mas a escravização da mente é milenar porque há na doutrinação uma norma eclesiástica (hereditária) para a conduta de vida humana.

Jesus, pobre Jesus! É o fruto do egoísmo de Deus e a causa mais egoísta da humanidade, porque a sua bondade não salvou a si mesmo nem a humanidade. Portanto Jesus não doou a vida a ninguém, mas foi assassinado pela tirania do prefeito Pôncio Pilatos.

O LULISMO foi derrotado pelo antipetismo, e a LAICIDADE foi derrotada pela Teocracia. Os desalmados se encherão de glória na política pela evangelização teocrática.

Os dez mandamentos (bíblicos) são uma ética consensual para a moral na religiosidade e para a sociedade, esses mandamentos produzem os vícios da humanidade, são princípios encontrados em livros sagrados e são amplamente debatidos em reuniões semanais redigidos por quaisquer com poder da falácia e o mínimo de liderança sobre indivíduos predispostos e suscetíveis.

A doutrinação humana (dos filhos) pode conotar desdém ao modo e pensar em si mesmos, de avaliar situações de discordâncias, podendo causar sufocamento à potencialidade de resiliência. A evolução é evidente, mas a escravização da mente é milenar porque há na doutrinação uma norma eclesiástica (hereditária) para a conduta de vida humana. Qualquer prova apresentada contra a ética dos mandamentos ou contra os efeitos da moral que elas produzem, devam, no entanto ser dizimadas, mesmo que sejam estudadas e que ainda apresentem evidências, pois, faz-se necessário para então promover o contínuo dessa moral.

A doutrinação dos filhos pode conotar desdém ao modo pensar em si mesmos, de avaliar situações de discordância, podendo causar sufocamento a potencialidade de resiliência.

Não bastam os transtornos mentais, os destroços do organismo, a fraqueza, a fome e a peste. E preciso associar ao advento da Onipotência.

O diabo é um produto da invenção religiosa criado para cuidar da fraqueza da crendice humana.

A morte de Deus está no ódio da política teocrática.

"O eleitor jamais acabará com a corrupção", pois quando há exclusão pelo voto há como contraditório uma inclusão pela nomeação.

Em um país Cristão a laicidade é uma marcha fúnebre

O paradoxo “Deus está morto” representa o declínio da humanidade, mais de 2.000 mil anos de inverdades que construíram uma sociedade meramente fanática, onde o amor, a liberdade, a compaixão estão oprimidos. O bem está morto. A morte de Deus na humanidade é um fato com a promessa da ressurreição fadada a uma utopia para a plena felicidade.

O Brasil, é um país que caminha aos passos largos, da democracia para a teocracia, onde o governo se submete aos movimentos catolicistas e bancadas evangélicas, eles são os porta-vozes de Deus para governar uma nação.

Deus fez pessoas diversas, um de barro, uma de costela e depois nasceram o bom e o mau. A diversidade perpetuou.