Coleção pessoal de amaurivalim

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Os filósofos talvez pretendam ajudar as pessoas a encontrar algo em si como verdades e acostumá-los com a ideia das verdades

Para o cristão não há uma liberdade de crença ou de escolha, mas o verdadeiro e o falso, a ruína, o bom e o pecado.

Mais uma dia como um dia qualquer em que algo é novo, sem o pudor da ideia das máximas da onipotência. Logo me refiro à ideia paternal de um ser superior, para tal, os sentimentos extravagantes, egoístas tão nocivos quanto o meu vício de café da manhã.

A ideia de Deus está culturalmente presente no homem independente da fé que se tenha, mas por processos e produtos da fé, sendo a maior de todas as ideias e invenções, a invenção do nada, a ideia do tudo.

1% é milionário 99 % são vagabundos.
99% são anjos 1% é vagabundo.
1% é clero 99% são fieis.
99% são religiões, 1% é Einstein, Freud, Nietzsche, Russel, D. Varella, Kant, J. Arthur, L. Karnal, C. de Barros, Schopenhauer...

Rezei para chover: choveu!
Rezei para acalmar a tempestade: acalmou!
Para os dois eventos tenebrosos da natureza
Quando eu nada fiz o mesmo aconteceu.

Não há cura para a libertinagem, mas uma mutação temporária dos costumes no homem liberdoso, condizente com a fraqueza e pequenez humana

As festas juninas são religiosamente comemoradas, herança cultural do povo cristão. Criada pelo catolicismo não é nenhum exagero. Satisfaz tanto quanto um retiro espiritual e ou baladas noturnas. Todo o pecado compensa. Aquele que for indigente transgressor será compensado em dias santos por apenas instantes de ladainha fervorosa e por uma confissão nada muito comprometedora ao sacerdote “Viva as festas Juninas”.

Eu lutaria para obter a força do niilismo político para o rompimento com essa “democracia”, para uma destruição da “moral liberdosa” neles.

Onde eu estiver, lembrar-me-ei de mim.

Na segunda-feira a Dor de PINGAIADA é mais fácil de curar do que a dor de amor.

A norma cristã é uma vontade de poder onde o oprimido não se da conta da opressão que corrompe naturalmente os homens de mentalidades comuns.

Então não me anulo na moral do amor nem na cegueira da compaixão.

O pecado grave priva-o da comunhão com Deus de alimentar-se do mesmo pão e vinho da ceia e, consequentemente, torna-o incapaz da vida eterna, esta privação se chama pena eterna por causa da prática do pecado, tão ilusório quanto à oferta da vida eterna após a morte.

Eu via você por uma pequena parte da janela entre a porta meio aberta e alguns livros na estante do fundo. Como pôde eu me colocar diante de você, que enquanto sorria eu me prendia atento em teus gestos quaisquer sobre a mesa. Entre um livro e outro me encantei, imaginei que pudesse permanecer te olhando sem que você percebesse. Simplesmente hoje foi meu dia de olhar para você.

Todo mundo procura o perfeito, logo todo mundo tem um defeito.

Meu medo não é de um Deus vingador, Mas o cuidado com a justiça do homem em nome de um Deus.

O homem criou um Deus e fez dele a sua imagem. Deus, o Deus perfeito mesmo é aquilo tudo que o homem é.

A religião é um meio pelo qual se tenta produzir seres humanos passivos em uma perspectiva daquilo que talvez não aconteça: o milagre e a salvação para uma vida cósmica após uma vida terrena. Os processos promovem a inércia e o medo de um Deus vingador e punitivo em conformidade com o estado de pobreza; o surrealismo da forma de vida humana.

Moral não é repressão ou liberdade, mas aquela decisão que se toma diante de um freezer de sorvete em que estou sozinho e se devo pagar ou não quando ninguém está olhando.