Coleção pessoal de amaurivalim

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É mais fácil se acomodar a uma opinião pronta e ser normal numa sociedade moralista a que correr os riscos na criticidade.

- Você acredita em Deus? - Foi o que me perguntaram!
Antes de afirmar sobre a minha crença me atento a uma reflexão. “Deus é uma ideia, um conceito, um parâmetro para distinção do bem e do mal e dos valores morais, essa verdade divina em geral sobrepõe todas as outras verdades.”
Acreditar ou não em Deus é tomar partida de uma existência de um Deus. A pergunta é pretenciosa, ela conota uma afirmação de que Deus existe, mesmo que minha resposta seja um Não. Para tanto eu poderia melhorar a pergunta:
- Deus Existe?
- Não. - Respondo.
Isso não é suficiente. Outra pergunta surge:
- Por que o mundo existe?
- O mundo não tem causa para sua existência, até que se descubra. O que não tem mais sentido para mim é eu aceitar que Deus é a causa da existência do mundo. Se Deus é a causa do mundo então o homem por todas as suas malevolências é a consequência da existência de um Deus nada humano. - Respondo
Para Bertrand Russel
"O que realmente as impulsiona a acreditar em Deus não é absolutamente nenhum argumento intelectual. A maior parte delas acredita em Deus porque foi ensinada desde a primeira infância a fazê-lo, e essa é a razão principal." (B.RUSSEL).
Não percebendo um ser existencial na sua materialidade e de nenhum outro modo transeunte, resta desdém espiritual sobre minha cabeça humana. A teoria dos dogmas religiosos faz o que pretende fazer, em ter um Deus como utilidade pública e social para justificar todas as causalidades.
Surge à terceira pergunta:
- Você é Ateu, Crente, Agnóstico, afinal o que você é?
- Nada, eu não sou nada...
A fé é o fruto da religião, logo o humano é um produto da religião que cultua um Deus onisciente, onipotente e onipresente. Portanto para Deus e para o verdadeiro e fervoroso cristão afirmo: "eu não sou nada..."
A. Valim

Maluca é essa lucidez, em pensar incomum sobre verdades que nunca chegam a lugar algum.

Meu maior sonho é morrer em uma grande tragédia.

“BEM-VINDO AO INFERNO”. (novo slogan para o Rio). A Gomorra do “brazil”. Cristo (o Totem) reside lá, mas que não sejam destruídos por um Deus desumano.

A morte de um filho para a salvação da humanidade, que não está salva de nada, é no mínimo imprudente, pela falta de perícia de um pai onisciente.

Na cidade do Totem (estátua maravilhosa) a frase é: “BEM-VINDO AO INFERNO”. O Totem é condizente com a realidade, vê tudo e não faz nada. Não seria mais uma Sodoma ou Gomorra?

Minha insanidade é de pensar contraditório a aquilo que se tem como verdade única.

Sou mesmo como minha mãe que fala um montão de coisas boas de mim.

Conviver com a ideia da proteção divina após os incidentes é dar subestimo a si, enaltecendo as causas do todo poderoso desumano. Deus sempre chega depois do incidente alegando que não foi convidado para a festa.

‘Deus salve a rainha’.
O cúmulo do egocentrismo.

A vida propõe experimentos que possibilitam os sabores amargos ou doces que transcorrem perfeitos no frágil impulso dado para modificá-lo.

Há sempre um valor maior dado após a perda,
e flores para restabelecer.

Tinha cinco namorada, resolveu de ficar com uma, foi justamente essa "uma" que deixou ele sem nenhuma.

Em estado de desalento, dor e perda há sempre um Deus desumano. O homem está situado entre o céu e o inferno, entre os poderes de Deus criador da fortaleza e da ruína, “Deus é a essência do amor contida na pequenez humana”. Ao mesmo tempo em que Deus aparenta um viés desse amor.

Quem dera aquele sorriso de menina solto em dias descomprometidos com as horas do seu descompassado relógio.
Quem dera o balanço dos seus cabelos em um simples entrelaçar dos meus dedos, e se eu pudera levemente como em uma noite calma tocá-la seu rosto meigo e de um olhar sereno.
Assim se foi uma linda mulher que não se sabe como devolvê-la e de novo, de novo, de novo...

Quanto mais religioso mais preconceituoso, sendo a religião o principio dos conflitos em uma sociedade machista pelos processos dogmáticos.

Deus na concepção do homem é o mais poderoso ser vivo para a função da seleção natural de sobrevivência da espécie humana. Para a seletividade de Deus não requer compreensão humana, mas a concordância com um ser onipotente e imutável. A seleção por Deus não é percebida em Darwin, nessa ideia se conota que Deus não é uma espécie como um ser vivo.

Deus: o mais alto nível de imaginação do ser humano, o Totem intocável e invisível.

No meio de tantas soluções encontrei um problema.