Coleção pessoal de amaurivalim

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Se houver menos temor pelo que é considerado mal pela religião, e se evitar os compromissos com os problemas do passado, haverá menos demanda com o bem para o futuro.

O Diabo não precisou ensinar maldade alguma a ninguém. Tudo o que ele precisa é criado e abençoado por um deus criador do bem e do mal.

Com uma bíblia na mão qualquer insanidade pode parecer normal.

Se a bíblia estiver certa, então deus é muito mal mesmo.

Se os ateus estiverem certos, ninguém irá para o inferno.

Não se estabeleceu na bíblia com clareza sobre os acordos de ódio e paz. Sendo a maior fonte para a detenção das verdades religiosas a bíblia também revela as maldades de deus. Uma sequência de maldições, crueldades e castigos. São pela falta de domínio de um pai e pelas desobediências de seus próprios filhos. Assim o humano segue transgredindo a exemplo de seu pai, um pai que não consegue dominar seus filhos e como prova de poder lhes impõe castigos e maldições. As verdades bíblicas utilizadas pela religião são além de controversas, incompreensivas, mas sobrenatural é o clímax em que se encontra a Bíblia, uma combinação de verdades e resultados das crenças e superstições religiosas, escritos por homens supostamente guiados por deus através do espirito santo para dar veracidade.
Para Nietzsche
A bíblia é um conjunto de livros que oferece condições para poucos chegarem ao poder glorificado pela divindade onipotente e muitos outros tê-los como uma referência para suas fraquezas humana. (NIETZSCHE).
“Se os ateus estiverem certos, ninguém irá para o inferno.”
(A. Valim)

Se cada folha e gota que cai é comandada por deus então o processo de disseminação dos macacos da mata atlântica (2017) é uma maldade dele ou é apenas um desastre ecológico na natureza?

Acredita-se que o silêncio como resposta seja uma atitude de burrice. Incompreensão falta de inteligência, mas conota-se a ideia de que seja a melhor resposta.

Em uma discussão sobre o sabor de um café amargo se discutem os gostos, logo experimentam entre si o gosto do outro.

24 horas antes de o mundo acabar que eu seja assassinado por uma das amantes.

O processo dogmático, venerado que condena o próprio homem em seus atos provém do mesmo deus que permite a morte de milhares de filhos por fomes e guerras. As permissões das maldades duram milhares de anos e podem ser infalíveis. Criou-se o ilusionismo e metaforismo em torno de um todo poderoso, tão desumano quanto o humano. Conota-se a ideia de que os filhos sigam os ensinamentos e exemplos do pai. Para toda a lição de moral dada a uma criança se carrega a ideia do castigo de deus, logo deus é bom e mau. ( A. Valim)

Criou-se o ilusionismo e metaforismo em torno da imagem de um homem denominado Cristo.

É necessária sempre grandes catástrofes e eventos trágicos na forma humana ou na forma da natureza que cause grande caos, para dar forma à verdade que a religião cria.

O lado bom do amor é a manifestação da necessidade e da importância do outro. Um sintoma da dependência para completar o vazio de si. Acredita-se que quando se ama menos o outro (a) se torna menos dependente e passa a valorizar mais a si mesmo.

A religião é a ponte para a ideia de Deus.

Quanto maior for o sofrimento humano, maior será o seu estado de fé e crendice.

Quando uma pessoa é prioridade de outra logo se torna um objeto indispensável para suas próprias satisfações. Prioridade não requer necessariamente o bem e pode massacrar o belo o bom. Há sempre alguém determinando o que é bom ou ruim regrando os instintos naturais de uma vida humana.

A melhor forma de amar é tendo muitos amores.

A fé não move montanhas, mas os ventos movem moinhos. Montanhas não são vistas mudando de lado das margens dos rios.

Salvação e Eternidade

Em Deus, o que temos como verdade: a salvação e a eternidade? São falsas. As práticas desses dois valores são justificadas pela força teológica. Salvação e eternidade são produtos de alto valor religioso, porém perverso no homem.
Nietzsche denomina {...} o cristianismo como uma grande maldição, {...} em que também a igreja pratica o parasitismo, contra a saúde beleza e bem estar. Ocorre a decadência dos planos divinos quando se submetem as mentiras e verdades e consequentemente a decadência humana. Pronuncia-se a condenação ao cristianismo na perspectiva de Nietzsche.
O homem que pensa muito em poder deve de pensar como Deus para ser dado aqui também como homem religioso. Lutero nas suas rebeldias e condenações ao papado e nas suas teses nas quais se pretende a moral religiosa é ao mesmo tempo um moralista para si mesmo, tido como homem religioso que alimenta seu próprio espetáculo.
Vejamos também a possibilidade de encantamento com as verdades: salvação e eternidade, associando-as a Nietzsche, são percebidas no desejo do homem cristão, porém são mentiras teológicas na pretensão do domínio supremo do ser aliciado pelos conceitos dogmáticos. O homem que se comporta religiosamente correto é um homem que pensa muito em si e às vezes alimenta seu próprio egoísmo.
A nobreza é o cúmulo do egocentrismo percebido no poder do rei e da rainha, no cidadão de sangue religioso, na concepção da existência de Deus todo onipotente. O homem inventou Deus e consequentemente Deus inventou o homem com as consequências da salvação e eternidade. O cristianismo é uma maravilha da cultura ao mesmo tempo em que Nietzsche conceitua como praga da humanidade, tem-se aqui também como uma luxuosidade dos deuses gregos. Deuses gregos são os vícios da Nobreza e o pecado da avareza.
A nobreza dada ao homem perverso é o fruto do atraso da humanidade, o conceito de nobreza eleva o poder egocêntrico, esse poder do nobre homem, Deus, rei e rainha massificam, oprimem e julgam a si e a plebe, porém ambos apoiados em Deus não necessariamente existente, por fim a nobreza inventou a salvação e a eternidade e para esses processos se utilizam de Deus.