Coleção pessoal de amaurivalim
Tenho dois grandes motivos para ir a igreja: Medo do inferno e vontade de riqueza, mas pelos mesmos motivos eu não vou.
Hoje é preciso ser melhor naquilo que foi ontem, amanhã melhor que hoje e por fim todos os dias faz-se necessário o novo; novamente.
Quando se pensa sozinho e faz coisas estranhas é considerado um maluco, porém se pensar coletivamente no mesmo ideal até mesmo por uma histeria coletiva é considerado um religioso.
A religião faz acreditar fielmente que no plano final de Deus se resolva tudo, por isso a aceitação da desgraça da dor e da pobreza.
O problema da religião é produzir fé na condição de aceitação de aceitação da dor, da perda, da pobreza e toda a desgraça humana.
Deus na condição humana é o modo mais prático de tonar verdade aquilo que se deseja ter como verdade, esse Deus é uma forma transtornada do pensamento cognitivo uma histeria que de forma coletiva possa ser tratada como igreja.
Se os planos de deus são perfeitos como se acredita através da fé e se está traçada toda a felicidade e desgraça para a vida toda então a oração é vã e não irá mudar nada.
Libertei-me de crenças que não me cabem. Libertei-me de apegos que se repetem e não me levam a nada.
Se a cada dia necessitamos melhorar então em que dia estaríamos bom?
Se a cada dia temos a necessidade de melhorar então nunca fomos suficientemente bons.
Não dá para associar os eventos da natura a um trágico trágico castigo dos deuses. Nada é superior aos eventos dela, que por si só se devasta e se reconstrói.
Patriotismo e fanatismo são egoísmos dos viciados em virtudes, as virtudes pelos viciados sobrepõem a razão essencial do ser, uma moralidade demagoga.
