Coisas que Voce Aprende depois dos 40
Ter, ter e ter.... eu quero mais é ter e ter sempre mais.
Coisas.... sou apaixonada por coisas. Sabe!? Quando você anda pelo shopping e, de repente, vê alguma coisa? E se apaixona? Pois é... é apenas uma coisa, mas...
Entre todas as coisas, tem certas coisas de que gosto mais... muito mais. São apenas coisa, mas...
Ah! isso é coisa de mulher... mulher tem cada coisa. Sim, são apenas coisas, mas...
Coisa = substantivo feminino; qualquer objeto inanimado, inerte, parado, sem vida, sem ânimo, mas não desanimado rs
Ah! e em sentido filosófico, coisa é tudo aquilo subsistente por si mesmo; a filosofia kantiana afirma ser uma coisa aquilo que existe independentemente do espírito; no sentido usual, como para o Direito, coisa é tudo aquilo que, percebido pelos sentidos, pode apresentar utilidade para o homem, caso em que se chama bem material... tudo isso de acordo com o Wikcionário... que é uma coisa em matéria de definição...
E quando uma coisa não tem definição, ou a gente não sabe como chamar, a gente chama de coisa. Pois então, são coisas da vida... todo mundo fala que na vida tudo é sempre a mesma coisa, mas...
eu não acho, não... uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa... Vai entender...mas...
tem coisa que ninguém explica... uma delas é essa paixão por coisas... que coisa!
quer saber uma coisa!? de verdade!? "a coisa mais importante da vida não são as coisas,"... essa é uma coisa que aprendi sobre coisas... pra termina, só mais uma coisa:
As coisas...
"As coisas têm peso, massa, volume, tamanho, tempo, forma, cor, posição, textura, du-ração, densidade, cheiro, valor, consistência, pro-fun-di-da-de, contorno, temperatura, função, aparência, preço, des-tino, idade, sentido. As coisas não têm paz" (Arnaldo Antunes).
uma coisa que li e de que gostei....
Eu nem sempre estarei sorrindo, terão muitas coisas que vão me fazer calar a voz e me fechar num canto. É horrível você querer se isolar, chorar e refletir e sempre vir alguém pra te perguntar o que está acontecendo e você diz: Nada, não é nada. Quando na verdade esse “nada” esconde muita coisa. Mas como dizia Clarisse Lispector: “Ainda bem que existe sempre outro dia, e outros sonhos, e outros risos.” Mas as vezes nem é necessário outro dia pra se renovarem os sonhos. Em uma fração de segundos, você lembra que tem mais motivos pra sorrir do que pra chorar e alegria volta a te dominar, um domínio bom, bom não, excelente! Algo que nunca devia ir embora, essa tal de alegria. Ver o lado bom de tudo facilita a vida, e dar valor às pessoas que só nos quer o bem é fundamental, aí você lembra a pessoa que foi saber se você está bem e dá uma risada de leve, e a parte interna do seu corpo todo sorri com você, feliz por ter quem se preocupe contigo. Como disse: Ver o lado bom de tudo facilita a vida. Não só facilita como a revigora. Eu disponibilizo dos meus sentidos, de uma mente cem por cento sã (até que se prove o contrário, rs). A gente sempre acha que tem motivos pra reclamar até ver alguém em uma situação “pior” que a nossa sorrindo, brincando, e dando uma lição de vida. Que nem li uma vez algo que dizia assim: Eu reclamava que não tinha sapatos até ver uma menina que não tinha pés. Mas isso não seria se sentir melhor com o sofrimento dos outros? O que devíamos fazer era sorrir sempre e ter noção de que essas pessoas nem sempre sorriem também, pessoas são pessoas, não máquinas, não são 24 de alegria nem a vida toda de tristeza mas que se for pra ser assim, que seja ao contrário. Pois como dizia o mestre Cartola: “A sorrir eu pretendo levar a vida...”
Toda pontuação tem um sentido.
Minhas reticências são silenciosas,mais profundas,falam coisas que eu sou incapaz de descrever.
Cada virgula e ponto final,faz parte das batidas do meu coração.
Eu inicio e pontuo e quando penso que é o fim vem uma pergunta que fica sem resposta,continuo e acrescento virgulas, exclamo e por fim a quando penso que terminei a interrogação surge outra vez.
- A teoria de que existam coisas loucas é apenas mais uma reflexão do ponto de vista de algum retrógrado, meu caro.
Há coisas que não são como nós pensamos e que vão muito além da concepção humana que nos levam a parâmetros de vida já mais enfrentados...
“Para mim, duas coisas são fundamentais: olhares e voz. Tem coisa mais linda que um olhar? Sinceros, tímidos, reveladores, provocantes, que suplicam, agradecem, sorriem. E voz? Ela acalma e diz quem a pessoa é.”
Que o Senhor do Tempo nos mostre caminhos, razões e porquês das coisas seguirem um certo rumo, mesmo quando ainda não temos certezas.
Que o tempo nos guie e nos mostre soluções.
Podemos planejar mil e uma coisas, mais nada sera como o planejado, pois as coisas acontecem do jeito que ter que acontecer e não do jeito que queremos!
A dificuldade é uma das poucas coisas que estimula as pessoas a darem valor no que realmente importa!
O mal, é coisas que se deve pensar muito antes de fazer.
Mas, Amar ultimamente vem sendo tão difícil de não machucar alguém, quanto fazer diretamente o mal.
As pessoas não querem sofrer nem um pouquinho, acham que a vida sempre será como a gente quer, linda, maravilhosa, só paz e amor.
NÃO.
Toda ação terá sempre sua reação, e sempre terá obstáculos, dificuldades.
Mas, ai é que está a diferença entre duas essas coisas.
O mal a gente faz para uma pessoa, pra se sentir bem.
O amor faz com que a gente sofra pra ver essa pessoa bem.
O mal a gente faz por impulso, por imprecisão ou precisão as vezes.
O amor é uma decisão.
Se é uma decisão... poderia eu decidir a quem amar?
Talvez, mas a pessoa que eu escolher vai ser sempre a pessoa que eu escolhi sofre por ela.
Há tanta gente formando laços, Owun... que lindo...
E em menos de um mês, esses laços já viraram nó, então trocam por outros laços. E não vê quem é que esta se enrolando entre laço e nó.
O mal passou a ser normal, o amor é que tá difícil.
Mas tá difícil pra você, que não sabe ter paciência, de desfazer o nó, e refazer os laços.
Essa sim é a arte de amar, fazer da dificuldades a motivação.
Fazer da noite fria, um dia quente.
Não gosto de coisas que podem ser desfeitas, lápis, bem, o lápis é o pior de todos os seres que podem ser apagados. Eu era como um lápis certo? Aparentemente. Aparentemente, eu poderia ser apagada. E vestígios de mim, os restos de mim, não sobrariam nenhum.
Muitos confundem a ordem com a hierarquia quando, na verdade, a ordem está em organizar as coisas e a hierarquia na função ou capacidade de cada um.
O silêncio diz coisas absurdas, as coisas mais sinceras, os pensamentos mais confusos, canta a melodia de uma música que quer falar... Ah o silêncio, onde se esconde tantos segredos, é o lugar que poucos sabem decifrar, onde alguns mergulham, mas poucos sabem nadar.. do silêncio eu não entendo tão bem, mas te digo meu amigo se o silêncio as vezes consome é porque a alma grita, pena que poucos vão saber escultar.
Seei que prometir não chorar se a nossa história acabar , mas as coisas não são assim , seu adeus doeu , fooi o FIM .
Porque alienação?
Minhas perguntas
São respostas das coisas que invento.
E isso ás vezes causa-me sofrimento.
Pois meus inventos
São frutos de meus pensamentos
Que não consigo controlar
São reflexões que me levam em busca
De respostas a perguntas que não há.
Parece alienação
Quer o tempo todo saber
O porquê de coisas que não tem por que.
Coisas da vida
Ana namorava Paulo desde os seus treze anos, agora com quinze, sentia que seu namoro não ia muito bem. Era difícil conciliar namoro com estudo, principalmente às vésperas do vestibular. Ana quer o curso de design de moda, porém quem olha suas vestimentas: uma blusa folgada, que parece ter vindo dos anos de sua avó, um jeans rasgado e uma bota surrada, imagina que esse mundo fashion é totalmente desconhecido para ela.
Paulo não se apaixonou por Ana, por causa de sua aparência, mas sim pelo seu bom humor e sua alegria pela vida. Mas agora, parecia que essas qualidades já não eram suficientes para ele. Sendo um rapaz bonito era constantemente assediado por outras garotas, porém nunca chegou a trair Ana. Contudo, depois que a namorada se afastou, devido aos estudos, Paulo tem se sentido atraído por uma menina nova que chegou a cidade e ela, por sua vez, também demonstrava interesse por ele.
Essa menina se chama Marta. Ela havia se mudado para a cidade porque o seu pai fora transferido da empresa onde trabalhava para uma de suas filiais. Não se sabia muita coisa ao seu respeito, apenas que era desejada pelos rapazes da escola e odiada pelas meninas. Não se pode negar que ela é uma garota de atitude, sabia o que queria e fazia o possível para conseguir e neste momento ela desejava o Paulo.
Ana marcou um encontro com seu namorado em uma pracinha perto de sua casa onde eles costumavam se encontrar. Esperou durante uma hora, mas ele não apareceu. Ela ficou intrigada, Paulo nunca havia faltado a um encontro, apreensiva foi em direção a casa dele, pensando que talvez tivesse acontecido algum acidente. Porém logo que chegou seu susto foi ainda maior.
Paulo estava aos beijos com Marta. Ana sentiu um misto de raiva e dor como nunca sentira antes. Rubra de ódio bramou:
- Paulo como pode fazer isso comigo?
- Não é nada disso que você está pensando, deixe-me explicar.
- Não é necessário. Minha visão é perfeita. Não quero ver você nunca mais na minha vida.
Com isso, Ana foi embora aos prantos. Chegando a sua casa subiu para o quarto e chorou a noite toda. Não frequentou o colégio durante uma semana. Pouco tempo depois, Ana ficou sabendo de um curso de design de moda em Paris. Ela se inscreveu e ganhou meia-bolsa. Após concluir o ensino médio, foi estudar em Paris.
Estudou durante quatro anos, tornou-se uma design famosa, tornando-se uma mulher madura muito diferente da adolescente que fora um dia. Sua vida agora era em Paris. Um belo dia recebeu um telefonema de seu pai dizendo que sua mãe estava muito doente. Desesperada, Ana pegou o primeiro avião que iria para a sua cidade natal. Quando chegou encarregou-se de providenciar o tratamento no melhor hospital da região e aos poucos sua mãe foi se recuperando.
Depois de passado o susto, Ana aproveitou para dar uma volta na cidade e acabou reencontrando Paulo, seu amor de adolescência. Paulo ficou encantado com a nova Ana, estava mais bonita do que se lembrava. Ficaram conversando na cafeteria da esquina, relembraram o passado com muita alegria. Ao se despedirem Paulo não se conteve e perguntou:
- Se eu te dissesse que nunca deveria ter lhe deixado o que você me diria?
Com uma sonora risada ela respondeu:
- O problema não foi você ter me deixado partir, seu erro foi nunca ter ido atrás de mim.
Com isso, Ana foi embora, enquanto ele a observava partir, arrependido de ter magoado a única mulher que verdadeiramente amou na vida.
Eu queria tanto que as coisas fossem diferentes, fechar os olhos e voltar naquele passado em que cada um podia ser do jeito que queria, que não existia essa obrigação de estar perfeita da cabeça aos pés. Queria voltar pra aquele mundo em que o contato era olho no olho, pessoalmente, no máximo pelo telefone, que não tinha essa pressão de trocar foto do perfil, postar o que comeu, o que ganhou, onde esteve.
Nunca fui misteriosa a ponto de ter coisas que só o diário pode saber, mas sempre o tive. Sempre contei meu dia, os frios na barriga e as ignoradas seguidas de palavrões (às vezes), uma forma particular de passar a raiva pro papel sem rasgar tudo. Já ouvi dizer que diário é para pessoas solitárias, pessoas fechadas e que não tem amigos. Mentira. O que acontece, é que existe coisas que ninguém mais precisa saber, só o coração deve guardar ou aguentar. As palavras tem um poder incrível de refletir nós mesmos, é o espelho interior. Preciso escrever. Preciso de um diário, ou sou capaz de matar alguém, antes que tudo me mate.
— Prefira Borboletas
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