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Disciplina não é esperar a sede apertar, é beber a água da constância todos os dias.

Noutra época, o conhecimento era passado, o aprendizado era presente e a sabedoria era futuro!

A arma do pensador é a palavra, sua munição é o conhecimento e seu alvo é a ignorância!

Aceitar pedido de amizade sem foto no perfil é confiar sua casa a um estranho. Quem não mostra a cara não pode ser desmascarado!

Há livro que conhecemos a capa, não a historia

Que venham as noites, que venha o frio,
Eu já conheço o caminho sozinho,
Melhor andar só com a verdade
Do que cercado de falsos amigos.

Querer competir é desejar um momento. Querer treinar é aceitar um processo.

O Erro de Esperar o Resgate de Fora


Por muito tempo, eu vivi estagnada, alimentando a ilusão de que a minha vitória chegaria em um passe de mágica. Diante das tempestades da vida, eu me sentava e esperava. Esperava o barco, esperava o helicóptero, esperava o exército ou que uma ajuda milagrosa caísse do céu. O que a minha miopia espiritual não me deixava enxergar era que o maior milagre já havia sido depositado dentro de mim: a capacidade de reagir. Deus não faz por nós o que Ele nos capacitou para fazer. Todo o apoio invisível, toda a força e toda a estrutura para o recomeço eu já havia recebido em algum momento da jornada. No entanto, eu insistia no erro de esperar que o outro fizesse a minha parte. A salvação começa quando compreendemos que as ferramentas já estão em nossas mãos, mas o passo precisa ser o nosso.

A linha de chegada não conhece nossas intenções, apenas revela aquilo que conseguimos preparar.

Clara conheceu Roberto numa terça-feira qualquer, dessas que o Rio inventa para lembrar que a cidade pode ser bonita mesmo quando a vida não está.


Foi num bar pequeno em Botafogo. A televisão estava ligada num jogo qualquer, o ventilador fazia mais barulho que o necessário e alguém discutia sobre política na mesa ao lado. Do lado de fora, os carros passavam pela rua molhada, carregando gente que provavelmente também estava tentando chegar a algum lugar.


Roberto bebia cerveja sozinho.


Clara entrou porque começou a chover.


Ela tinha os cabelos molhados e aquele jeito de quem parecia estar sempre pensando em alguma coisa que não contaria a ninguém.


— Posso sentar aqui?


Roberto olhou para a cadeira.


— Se você não se importar com a minha cara de poucos amigos.


Ela sorriu.


— Eu também não estou com uma cara muito boa.


E foi assim.


Sem música bonita. Sem coincidência extraordinária. Sem o universo conspirando.


Só duas pessoas cansadas dividindo uma mesa porque começou a chover.


Depois vieram outras noites.


Copacabana depois das dez. Lapa numa sexta-feira. Caminhadas sem destino pela orla. Café barato. Cigarros que Roberto prometia parar de fumar. Conversas sobre dinheiro, medo, infância, fracassos e todas aquelas coisas que as pessoas escondem quando ainda estão tentando parecer interessantes.


Clara gostava do mar.


Roberto dizia que não gostava de praia.


Mas sempre acabava sentado ao lado dela olhando para o mesmo mar.


Talvez fosse amor.


Talvez fosse apenas solidão encontrando outra solidão e decidindo ficar por algum tempo.


O problema é que o amor, quando chega, não avisa quanto tempo pretende permanecer.


Um dia Clara disse:


— Você nunca fala sobre o futuro.


Roberto acendeu um cigarro.


— Porque o futuro nunca falou comigo.


Ela ficou em silêncio.


Depois olhou para o calçadão, para as pessoas correndo, para os prédios iluminados e para o Pão de Açúcar aparecendo ao longe entre as luzes da cidade.


— Eu queria uma vida mais simples.


Roberto riu.


— Todo mundo quer uma vida mais simples. Até descobrir que precisa trabalhar para pagar por ela.


Clara não achou graça.


Naquela noite, eles discutiram.


Não foi uma grande discussão. Ninguém quebrou nada. Ninguém saiu gritando.


Foi pior.


Foram aquelas discussões silenciosas em que duas pessoas percebem que estão querendo coisas diferentes e nenhuma delas sabe como dizer isso sem machucar a outra.


Clara queria construir alguma coisa.


Roberto ainda estava tentando descobrir como reconstruir a si mesmo.


E talvez isso fosse incompatível.


Ela foi embora numa manhã de domingo.


Roberto ficou sozinho no apartamento, ouvindo os ônibus passarem lá embaixo.


Encontrou uma presilha de cabelo dela no banheiro.


Ficou olhando para aquilo durante alguns minutos.


Depois colocou sobre a mesa.


Não jogou fora.


Também não guardou.


Algumas coisas ficam exatamente onde foram deixadas, porque a gente não sabe se está pronto para perder ou se ainda espera que voltem.


Meses depois, Roberto viu Clara na rua.


Foi na Glória.


Ela estava acompanhada.


Parecia feliz.


Ou pelo menos parecia ter aprendido a parecer feliz.


Eles se olharam por alguns segundos.


Ela sorriu.


Ele também.


Não conversaram.


Talvez porque certas histórias terminem antes que as pessoas tenham coragem de admitir que terminaram.


Roberto continuou andando.


O Rio estava quente.


Um vendedor gritava alguma coisa na calçada. Um ônibus passava cheio. O céu tinha aquela cor suja de fim de tarde.


Ele pensou em Clara.


Pensou no bar em Botafogo.


Pensou nas noites em Copacabana.


Pensou que talvez tivesse amado aquela mulher da única maneira que sabia: mal, tarde demais e com medo.


Depois acendeu um cigarro.


E continuou andando.


Porque a cidade não para para ninguém.


Nem para os apaixonados.


Nem para os arrependidos.


Nem para aqueles que ainda esperam alguém voltar.


No Rio, até a saudade precisa atravessar a rua com o sinal aberto.

Nunca aceite diminuir a sua luz e se apagar apenas pelo medo de perder quem tenta te dominar. ✨⁠

O professor acende a chama do conhecimento, desperta possibilidades e transforma o aprendizado de hoje no futuro de muitas vidas.

Se a vida não te presentear com o luxo de sonhar, aceite as vestes de um caçador de oportunidades.

Eu sou um cacto, conheço-me bem, meus espinhos são meu adorno...

Às vezes, você não está esperando muito; só está esperando da pessoa errada.
Quando você entende isso, tudo muda: sua paz começa onde a expectativa termina.

No jardim onde todas as flores pareciam conhecer o seu lugar, havia uma Tulipa que gostava de olhar o céu e uma Rosa que tinha medo de deixar alguém se aproximar de seus espinhos.

Elas eram diferentes em quase tudo.

A Tulipa era leve, inquieta, dessas que dançam quando o vento sopra. A Rosa era intensa, perfumada e silenciosa, guardando dentro de si uma delicadeza que poucos conseguiam enxergar.

Foi numa manhã de primavera que se conheceram.

— Você sempre fica tão longe das outras flores — perguntou a Tulipa.

A Rosa sorriu.

— Talvez porque nem todo mundo saiba chegar perto sem machucar.

A Tulipa olhou para os espinhos e respondeu:

— Então eu não vou chegar correndo. Vou chegar devagar.

E foi assim que começou.

Primeiro vieram os olhares. Depois, as conversas ao nascer do sol. A Tulipa contava seus sonhos; a Rosa, seus medos. E, pouco a pouco, aquilo que parecia apenas amizade começou a ganhar outro perfume.

Um dia, a Tulipa perguntou:

— Você não tem medo de se apaixonar por alguém tão diferente de você?

A Rosa respondeu:

— Tenho. Mas tenho mais medo de passar pela vida sem descobrir até onde esse amor poderia florescer.

Naquele instante, o vento passou pelo jardim e espalhou pétalas pelo caminho.

A Tulipa se aproximou.

A Rosa não recuou.

E foi ali, entre pétalas, espinhos e promessas que ninguém ouviu, que duas flores descobriram uma coisa que o jardim inteiro ainda não sabia:

há amores que não precisam ser iguais para pertencerem um ao outro.

A Tulipa não perdeu sua leveza.

A Rosa não perdeu seus espinhos.

Elas apenas aprenderam a cuidar uma da outra exatamente como eram.

E, desde então, quando a primavera chegava, havia duas flores que nunca mais floresciam sozinhas.

Quando não nos damos o verdadeiro valor que temos, estamos sujeitos a sermos julgados por qualquer valor!

Impor aceitação, além de falta de respeito, também é insegurança.

Cuidado com ouvidos que te ouve, depois se tornam bocas que te julga.

Quando decidimos escutar, recusamos julgar;
Quando escolhemos ficar, evitamos rejeitar;
Quando buscamos compreender, aceitamos permanecer;
Quando optamos em ouvir, conseguimos sentir;
Quando praticamos a empatia, entendemos o que é a vida.