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Passei anos acreditando que viver era apenas uma forma lenta de a matéria aprender a apodrecer. O amor sempre caminhou alguns passos à minha frente, como um desconhecido educado que nunca teve a intenção de bater à minha porta. Dentro desta carcaça enferrujada, o que chamam de alma tornou-se apenas um depósito de ferrugem, nicotina e memórias que recusaram o privilégio do esquecimento.

Há manhãs em que até o sol parece um erro antigo insistindo em repetir-se. Acordar costuma ser apenas mais uma derrota silenciosa contra a noite. Nada me convence de que exista qualquer sentido em permanecer respirando quando o próprio tempo se alimenta daquilo que ama destruir.

No entanto, hoje aconteceu uma pequena traição contra o absurdo.

Antes que o mundo me recordasse o peso da existência, pensei em você.

Foi um pensamento breve, quase tímido, mas suficiente para desorganizar o meu desespero. Não porque tenha devolvido esperança — essa palavra sempre me pareceu um luxo inventado para quem nunca contemplou o vazio por tempo suficiente —, mas porque, durante um único instante, a vida deixou de ser apenas uma sentença e transformou-se numa pergunta.

Talvez seja esse o seu maior encanto: não salvar ninguém. Apenas fazer com que um homem que já se considerava uma ruína hesite, por alguns segundos, antes de continuar chamando a morte de única certeza.

A pior marca que alguém pode deixar em mim não é o ódio, é o arrependimento de ter conhecido essa pessoa. O ódio e a raiva passam com o tempo, mas o arrependimento de ter cruzado o caminho de alguém é muito pior. Ele te faz desejar nunca ter saído de casa naquele dia, nunca ter enviado aquela mensagem, nunca ter ido àquele lugar. Ele faz você querer apagar cada passo que te levou até ali. O arrependimento te faz desejar que aquela pessoa simplesmente nunca tivesse entrado na sua vida ou que você jamais tivesse sabido da existência dela. E isso destrói muito mais do que o ódio, porque o ódio um dia passa, mas a dor de querer desver, desouvir e desconhecer alguém,permanece eternamente.

"Não se pode ter sempre o sucesso que se espera."
Livro Sherlock Holmes Volume 2
Autor: Arthur Conan Doyle
Ref.: Página 362

O lugar dela 🌪️

Talvez o erro tenha sido chamar de espera.

Porque esperar parece uma coisa ativa. Tem relógio, ansiedade, expectativa, alguém olhando para a porta de tempos em tempos.

E não foi exatamente assim.

A verdade é que eu continuei vivendo.

Conheci pessoas. Fui embora de lugares. Voltei para outros. Mudei algumas coisas em mim que eu jurava que nunca mudariam. Aprendi a gostar de dias que antes eu odiava. Aprendi a ficar sozinho sem transformar isso numa tragédia.

A vida continuou acontecendo.

Só que, em algum lugar dela, havia uma cadeira que nunca deixou de estar ocupada.

Mesmo vazia.

Era estranho.

Porque ninguém precisava saber disso. Nem eu gostava muito de admitir.

Mas havia certas coisas que pareciam ter sido feitas para serem divididas com uma pessoa específica.

Uma música que eu pensava: ela entenderia.

Uma notícia que dava vontade de contar.

Um lugar bonito que imediatamente vinha acompanhado de uma ausência.

Até algumas pequenas vitórias tinham esse defeito. Eu conseguia comemorar, mas existia aquele segundo depois da felicidade em que alguma parte de mim procurava alguém.

E era sempre ela.

Não como uma obsessão.

Não como quem passa o dia olhando para trás.

Era mais parecido com uma direção.

Como se, por mais que eu andasse por caminhos diferentes, existisse uma bússola defeituosa apontando para o mesmo lugar.

E talvez seja isso que algumas pessoas fazem.

Elas não ficam necessariamente na nossa rotina.

Ficam no nosso jeito de enxergar as coisas.

Depois delas, certas coisas nunca mais são apenas coisas.

Uma foto tirada por alguém que talvez nem soubesse o que estava fazendo.

Uma mensagem curta demais para explicar uma história inteira.

Um encontro que aconteceu quase por acaso.

Uma reação que dizia mais do que deveria.

Uma pessoa em comum servindo, sem saber, de ponte entre dois mundos que insistiam em continuar se esbarrando.

São detalhes pequenos.

Ridículos, se vistos de fora.

Mas quem conhece a história sabe.

E talvez ela saiba também.

Talvez reconheça algumas dessas pequenas pistas e faça aquela cara de quem entendeu, mas prefere não confirmar.

Porque existe uma intimidade estranha em duas pessoas saberem que certas coisas significam mais do que parecem.

E foi assim que o lugar dela permaneceu.

Não porque eu tenha parado a vida.

Muito pelo contrário.

Eu fui.

Mas nunca coloquei outra pessoa ali.

Não por promessa.

Não por fidelidade a uma história que talvez nem tenha terminado direito.

Foi simplesmente porque algumas posições não são preenchidas.

Você pode colocar alguém ao lado.

Pode conhecer alguém incrível.

Pode viver coisas bonitas.

Pode até gostar de verdade.

Mas existe uma diferença entre gostar de alguém e reconhecer alguém.

E eu reconheci.

Talvez cedo demais.

Talvez tarde demais.

Talvez no único momento em que duas pessoas ainda não tinham maturidade suficiente para entender o tamanho daquilo.

Só que o tempo tem uma mania curiosa de não apagar o que foi verdadeiro.

Ele muda a forma.

Tira as bordas.

Diminui o barulho.

Mas deixa certas coisas intactas.

Por isso, se algum dia ela voltar a aparecer sem grande cena, sem música, sem explicação, talvez até daquele jeito casual que parece não significar nada, eu não acho que precisaria perguntar onde ela esteve.

Eu provavelmente só perceberia que aquele lugar ainda era dela.

Como se ninguém tivesse precisado guardá-lo.

Como se o tempo inteiro ele tivesse sabido.

E talvez essa seja a parte mais bonita e mais injusta de tudo:

eu não estou esperando que ela volte.

Mas se ela voltar,

eu ainda vou saber exatamente onde colocar o meu olhar.

Porque tem gente que a gente escolhe.

E tem gente que, de algum jeito, parece ter sido escolhida antes mesmo da gente entender o que estava acontecendo.

Ela é uma dessas.

Eu nunca esqueci aqueles olhos e como eles sorriam pra mim.

E talvez, no fundo, seja isso que eu nunca consegui explicar:

não era que eu quisesse alguém.

Era que, quando penso em quem deveria estar ali,

eu sempre soube o nome.

O conhecimento ensinou-me que quanto mais aprendemos, mais percebemos o quanto ainda ignoramos.

Ter esperanças,evsonhar com algo tão especial,e importante pra sua vida, não é menos, que uma questão de sobrevivência, porque, sem ter esperança, e sonhos não existe vida!

"O maior truque do ditador é fazer o rebanho acreditar que o lobo está vestindo a pele de cordeiro por amor à alcateia."

A dor que aceito é a prova de que ainda estou vivo, e viver é prazer, mesmo que eu sofra.

Ainda que o tempo me julgue, procuro no espelho do silêncio a resposta que a voz não pode dar, pois sou a pergunta que o destino esqueceu de formular.
Reno Fioraso

Aceitar a sua cor


...E me diz um cidadão,
que nunca passou por tal situação:
“Cada um tem que aceitar a sua cor...”


Como assim, aceitar?


A minha cor não é um câncer,
não é uma síndrome,
não é uma deficiência.


A minha cor não é uma doença
para ser aceita, superada, removida ou esquecida.


Posso ser uma mulher negra e doente,
mas não sou doente por ser negra.


É esse surto silencioso,
disfarçado, maquiado, hipócrita,
que enfrentamos todos os dias —
nos olhares, nas atitudes,
nas perguntas retóricas que ferem mais que o silêncio.


Eu sou livre.


Posso ser o que eu quiser,
e como eu quiser.
A minha cor não me define.
Não define o meu caráter,
os meus valores,
a minha competência.
Pelo menos...
não deveria.


Racismo não é doença a ser curada.
Racismo é burrice.
É ignorância.
É maldade.


Mais de cento e trinta anos
lutando contra o que nunca deveria ter existido.


Centos e trinta anos lutando
por uma liberdade que humilha,
que sufoca,
que prende,
que mata.

Brasília, 27 de agosto de 2010


A dádiva de um Sonho


“Oh! Brasília…
Esperei-te tanto!
1891 – 1960”


“Os sonhos são engraçados, pois estão sempre a um passo da realidade.”


Os “Prós e Contras”


As tramas históricas, nas quais havia três grupos:


1º Ligado a JK (após 1956);
2º Geopolítico (desde o século XIX);
3º O grupo de Goiás (desde a década de 1920).


Teia de aranha:

Quantos nomes e histórias!


Cenas entre Dom Bosco e Brasília...


Parecia uma igreja, um sonho, da terra prometida, de nascentes com águas límpidas,
grandes livros, grandes traduções e de um lugar onde a terra tocava o céu (ou seria o contrário? Não sei).


Depois deuses da mitologia:
homens grandes e fortes, de vozes firmes, movidos pela grandiosidade da missão que carregavam.


Um excelente roteiro para compreender, com mais profundidade, o período da construção de Brasília.


Ano de 1956 e...


LUZES, CÂMERA E CONSTRUÇÃO.


A história continua:


Pró-mudanças (1955);
Comício de Jataí (abril);
Israel Pinheiro;
Posse de JK (janeiro);
Marechal José Pessoa deixa a comissão (abril);
Ernesto Silva assume a comissão (maio);
Criação da NOVACAP (setembro).


Quantos nomes, quantas ideias e um sonho!


Brasília foi construída pela NOVACAP em 1.309 dias corridos
— três anos, sete meses e um dia —,
de 19 de setembro de 1956 a 21 de abril de 1960,
com operários vindos “espontaneamente” de todos os recantos do Brasil.


Quantas pessoas, quantas histórias, quanta confusão e quanta poeira...


Era Brasília nascendo:
do suor, do braço, da raça.


Eram pessoas cheias de esperança e sonhos.


Eram pessoas injustiçadas, que conheceram o lado amargo de um sonho em construção,
mas que guardam na lembrança a satisfação de terem participado da dádiva de um sonho.


Um sonho que falava de um lugar onde a Terra tocava o céu...


Mas acho que se enganaram.


Porque aqui é um PEDACINHO DO CÉU!

Milagre


As pessoas passam a vida procurando por milagres...
Esperam morrer para ver o milagre de voltar.
Imaginam potes de ouro no fim do arco-íris,
E até procuram o "fim" dele.


Mas não percebem que o maior milagre é o amor...
E a maioria passará a vida inteira sem senti-lo.
Não por falta de merecimento,
Mas por falta de humildade.
2021

Feliz Dia dos Pais...


Releitura da homenagem de 2018




A todos os pais que conheço, principalmente ao meu querido pai, Nicanor Marques da Silva; à minha mãe, Leonor — porque, afinal, "ao lado de um grande homem sempre há uma grande mulher"... —; ao meu "sogrodrasto", Geraldo; aos meus irmãos e, enfim, ao meu esposo, Ricardo Flores.




De repente, fiquei pensando no tempo que gasto fazendo brinquedos artesanais para os meus filhos.


Às vezes, nem sei por quê.


Afinal, era só ir a uma loja e comprar...


Mas talvez não seja só isso.


Talvez, quando fazemos algo com as próprias mãos, estejamos, sem perceber, repetindo gestos que um dia alguém fez por nós.




Hoje me lembrei dos meus pais.


Lembrei do meu pai fazendo bercinhos, balanços de brinquedo e de verdade, banquinhos, casinhas em cima das árvores...


Até uma árvore plantada naquele mesmo dia, com apenas 30 centímetros, com escada e tudo; todinha para mim, quando eu já não era tão criança assim — com 1,65 m —, somente no ano seguinte, debaixo dela, entendi o porquê daquela escada... 😂


E lembrei da minha mãe costurando roupas para as minhas bonecas.


Acho que ela não costurou por muito tempo porque eu não gostava muito de bonecas...


Talvez até gostasse.


Mas, com três irmãos, eu tinha uma missão: enlouquecer a vida deles! 😁😁


Minha mãe também fazia as minhas "poucas" comidas preferidas.


Dei muito trabalho no quesito alimentação, porque simplesmente não comia. 🤦🤦


E hoje, com a Lana, sinto na pele um pouquinho do que minha mãe passou comigo... 🙄


A vida tem dessas coisas.


Um dia somos filhos.


No outro, percebemos que estamos repetindo os nossos pais.


Não tive tudo o que queria.


Mas tive tudo o que precisava.


E eles me ensinaram — e ainda me ensinam — muito.


Hoje, quando vejo tanto ódio na alma das pessoas da minha "idade", só consigo agradecer a Deus pela sabedoria que meus pais tiveram para criar a mim e aos meus irmãos.


E peço, imploro a Deus, que me conceda pelo menos metade dessa sabedoria para criar os meus filhos.


Porque criar alguém talvez seja isso: tentar entregar ao outro um pouco daquilo que um dia plantaram em nós.


Não sei se meus filhos crescerão procurando um príncipe ou uma princesa para viver um "Conto de Fadas".


Não sei.


O que sei é que fui criada como uma princesa por um rei e uma rainha.


E, por isso, nunca esperei encontrar menos que um príncipe. Alguém que me tratasse com respeito, dignidade e amor.


É isso que tento ensinar aos meus filhos. Principalmente, a não aceitarem migalhas.


Porque, se metade do mundo é feita de monstros e tristeza, existe uma outra metade que é feita de magia e alegria.


Tudo depende do ponto de vista.


E, às vezes, da vista de um ponto...


"Só podemos oferecer o que temos, porque sempre colhemos o que plantamos."


Hoje sei que não acordamos simplesmente um dia e decidimos imitar alguém.


Não.


Vamos fazendo isso todos os dias.


Mesmo sem querer.


Mesmo sem perceber.


Vamos nos espelhando no outro, em cada atitude, em cada palavra, em cada escolha.


E, talvez, seja por isso que os nossos pais nunca vão embora completamente.


Eles continuam em nós.


No jeito como amamos.


No jeito como cuidamos.


No jeito como educamos.


Até mesmo nas coisas que fazemos sem perceber.


Naquela semana em que meu pai foi para o outro lado — um outro lado que, na verdade, é bem ali —, aconteceu algo que hoje considero um presente.


Sem saber que o tempo estava acabando, em uma ligação, eu me declarei para ele.


Falei.


Disse tudo aquilo que talvez já soubéssemos, mas que precisava virar palavra. Precisava ser ouvido.


Falei da distância.


Da saudade.


E disse que, um dia, nada mais iria nos separar.


E, no final daquela semana, foi exatamente o que aconteceu.


Não existia mais distância entre nós.


Logo, não haveria mais ausência.


Ele não era perfeito.


Ninguém é.


Mas, quando se ama, ama-se por inteiro.


Não se ama apenas a parte bonita.


Não se colocam os defeitos para debaixo do tapete.


Ama-se a história inteira.


Com acertos. Com erros. Com imperfeições. Com tudo aquilo que faz alguém ser quem é.


E não havia remorso.


Talvez faltasse uma ou outra coisa que eu ainda não tivesse feito.


Não por orgulho. Por "agendamento".


Eu havia deixado algumas datas na minha agenda da vida.


Mas a vida não funciona assim.


Não podemos brincar com o destino. Porque o destino é improvável.


Não podemos esperar que o outro amadureça, que enriqueça, que chegue ao topo de algum lugar qualquer, para então vivermos aquilo que queremos viver. Porque, no final, nada disso importa.


Às vezes, você quer entregar um castelo de neve.


E o outro só precisa de um boneco de areia.


E, enquanto você espera o momento perfeito, pode estar simplesmente adiando a felicidade.


Agendando o amor.


Deixando para depois um abraço. Uma palavra. Um "eu te amo". Um encontro. Uma presença.


E a vida não assina compromissos com a nossa agenda.


Tudo tem um ciclo natural para seguir.


E ele segue.


Mesmo vazio. Mesmo ferido. Mesmo quando não estamos preparados.


A vida segue seu curso.


É matemática. É física. É como uma roda-gigante: ela pode diminuir a velocidade, mas não pode permanecer parada.


Talvez seja por isso que hoje eu faça tantos brinquedos para os meus filhos.


Talvez eu esteja tentando, sem perceber, devolver ao mundo um pouco do que recebi.


Talvez seja por isso que ainda escrevo. Para transformar lembranças em palavras. Para transformar saudade em história. Para transformar aquilo que vivi em alguma coisa que possa tocar alguém.


Porque, no fim, somos um pouco de tudo aquilo que recebemos. E também de tudo aquilo que escolhemos oferecer.


Meu pai me deixou muitas coisas.


Algumas cabem nas mãos. Outras, não.


Deixou lembranças. Deixou ensinamentos. Deixou exemplos.


E deixou, principalmente, uma parte dele dentro de mim.


Talvez seja essa a verdadeira herança dos pais: aquilo que permanece quando eles já não podem mais estar fisicamente ao nosso lado.


A todos os pais. Principalmente aos que refletem bondade.


Aos que ensinam pelo exemplo.


Aos que constroem castelos, mesmo que sejam de madeira, de areia ou de sonhos.


Aos que plantam árvores sem saber quem um dia descansará à sua sombra.


Aos que amam. Aos que cuidam. Aos que deixam raízes.




😍 Feliz Dia dos Pais, mães, avós, tios... 😍

Quando a gente considera alguém de verdade, o convite não depende da presença — é sobre fazer a pessoa saber que ela importa, mesmo que não vá.

"Ela sabe como deixar meus piores dias leves, ela faz o cansaço virar esperança, ela faz com que eu passe o dia todo planejando em como ir ao seu encontro, ela consegue fazer morada 24 horas por dia em meus pensamentos, ela fez meus sonhos virarem ambição e a buscar de um amor leve e sonhador acabou quando eu a conheci contos as horas para chegar logo o momento de está em seus braços e não mais sair deles"


Nanda ❤️

Não venha criticar minhas falhas se não conhece meu dia a dia, não venha aplaudir minhas conquistas se vc não acompanhou minha batalha!
Amo a paz mas sou um ótimo guerrilheiro.

MEDO

Um povo com medo aceita quase tudo.
Um povo que pensa o seu medo torna-se perigoso
não para os outros, mas para quem vive do medo deles.

" O que cabe a eu fazer,farei com muito amor, julgamento alheio me fará cada vez mais forte. Enquanto sou criticado, existe outros mim aplaudindo, se não tiver, não tem problema , as criticas mim darão forças para seguir em frente".

Reflexão "


"Antes de tentar conhecer e entender o outro, tente conhecer a ti mesmo, suas necessidades e aspirações, fazendo assim, compreenderás que todos temos os mesmos desejos e aspirações, claro, de forma diferente, mas com o mesmo objetivo "

O questionamento trás consigo o conhecimento e consequentemente com o experimentar, adquire-se a sabedoria.