Citações
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
9.
Não creio por conforto.
Se creio, é apesar da dor — não por causa dela.
O tempo, inevitavelmente, mudará a forma como vemos as coisas. Desse modo, creio que o grande segredo seja aprendermos a sempre enxergar tudo de novas maneiras (evolução), porém sem esquecer como já as enxergamos (conhecimento), pois muitas das visões anteriores poderão ser aquelas que nos fazem mais felizes (sabedoria)!
Creio com muita franqueza que é um privilégio inegável poder estar num lugar pacífico, debaixo de um céu bastante estrelado, fascinante, isento de qualquer perturbação indesejável, onde é possível observar com mais clareza a rica imensidão celeste, entrando em um lapso temporal, enquanto se observa as estrelas, lindos destaques luminosos, ocasião entusiasmante como a paixão intensa de dois corações que se correspondem, vontade e entrega, atos e palavras, apaixonados à moda antiga, de quando a emoção não era uma mera impulsão passageira, então, mesmo que a distância entre eles seja um forte empecilho, ela poderá ser cada vez mais encurtada, enfraquecida, até que em um determinado momento no futuro, poderão desfrutar juntos muitas ocasiões memoráveis, serão dois privilegiados com seus olhos voltados para numerosas constelações, além de outras versões mágicas da simplicidade numa reciprocidade de muitas emoções.
É pela morte de pessoas boas que creio no paraíso celestial e é pela vida de pessoas más que não duvido da existência de um inferno.
Creio que você não tenha ficado chateada comigo, pois, data venia, a admiro muito pela sua inteligência, beleza e competência. Beijos.
Creio que, Nosso Senhor Jesus Cristo, em sua bondade e misericórdia infinitas, vá perdoar esses camaradas irresponsáveis que inventaram essa história de Fim do Mundo, para o dia 21.12.2012. E, com certeza, assim acredito, vamos juntos comemorar no dia 25.12.2012, o Aniversário do Menino Deus, com muita fé, esperança e caridade, e, é claro, com muita viola por esse mundão afora! Abraços fraternos.
Creio que todos os predicados ainda são poucos para expressar-lhe tanta beleza, charme e sensualidade! Beijos.
Quanto vale uma vida?... Creio que para algumas poucas pessoas ela tenha algum valor, mas, infelizmente, para muitas outras nem tanto. Ainda há pouco vi um maluco empinando uma moto em altíssima velocidade, parecendo que queria voar ou antecipar sua viagem para o além ou de algum de seus semelhantes. Por isso, é preciso parar e pensar melhor no valor incomensurável de uma vida e não arriscá-la por um valor tão vil, muitas vezes só para entregar um lanche mais depressa do que o concorrente, por um mísero salário pelo qual não vale a pena arriscar seu bem maior que é a própria vida. Valorizemos esse dom preciosíssimo. Não corra, não mate não morra! Viva a vida!!!
Gostaria de ser silenciosa, de não dar a mínima pra nada, ser fria... mas creio que isso será possível depois de minha morte. Onde meu coração não baterá mais, onde o sangue não irá correr na veia e o músculo da língua não terá mais força. Que Deus me dê forças, de suportar minha jornada, e viver no meu mundinho sozinha comigo mesmo, talvez seja a companhia que realmente terei retorno e conforto...
Encontro com o Xilógrafo
Numa das noites mais radiantes
daquelas de celebridades,
creio, das mais importantes
na minha querida cidade.
Ouvi quando anunciaram sua presença,
na verdade, eu já sabia.
De Condado, de preferência,
literatura de cordel já se ouvia.
Num pátio de uma faculdade
foi onde o conheci de verdade.
Então comprei um livro
e ganhei um autógrafo,
diante de um patrimônio vivo,
do conhecido Xilógrafo.
Fiquei feliz, tirei fotos,
vi o brilho nos seus olhos
quando o cavalo-marinho passou,
pois era o orgulho desse Senhor.
Era um evento cultural,
com jeito simples, normal,
semblante de um imortal...
foi uma noite de muitos deleites,
conversar em verso e prosa
com o Sr José Costa Leite.
AMIZADE
Creio não existir coisa melhor e mais necessária, do que ter amigos.
Porém, devemos estar preparados para decepções. Pois nem sempre quem pensamos ser nossos amigos, o são.
Observe que uma amizade errada, pode colocar tudo a perder, e sua vida pode desmoronar.
Diante disto, tenha cautela ao se aproximar de alguém!
Até hoje sem um amor,
para abrir a porta do meu coração.
creio que esta trancado de tanta solidão,
Não é que eu não consiga não goste ou não queira, só não abro a porta pros estranhos.
OUSADIA
No meu intimo, uma desnecessidade se aguça.
Creio descomplexa, de não ter nada a desdizer.
Já me levo inteiro de indagações a juntar atalhos,
De quem bem sabe o quanto custa o desviver.
Mas não existo o bastante para deixar de aspirar.
Espio manhãs. Não graduo conjuras.
Apraz-me compreender que uma reta contém variáveis.
Meus poros se aguçam de humana estatura.
Minhas inquietações desfiam-se visíveis.
Confesso-me indisciplinado com as formalidades do risco.
Em quase tudo me arde, o que suponho merecer.
E se não o sentir, não me impele o florescer.
Tenho dificuldades com prognósticos do viver pré-definido.
Não uso decifrador de tempo, para embeber-me do instante.
Declaro-me avesso em não desfrutar o que o momento instaura.
E quando me chega, pousa em minhas mãos, como se vindo da alma.
Carlos Daniel Dojja
Não creio se esses versos terão lugar em um livro,
ou se alguém irá lê-los um dia!
Mas, se alguém ler,
não imagine que eu sou poeta,
Porque, seguramente, eu não sou!
Sou somente alguém que pensa
e começou a escrever
por ter perdido a fé em tudo que acreditava.
Cumprimento todos aqueles que leem estas palavras
e se esforçam para entender a minha maneira de enxergar
tanto a vida quanto os sentimentos,
livres dos encantadores conceitos oriundos da poesia!
#MINHA #ESTRADA
Creio nos anjos que andam pelo mundo...
Creio num céu futuro...
Creio que os inocentes tem pressa em voar...
E eu aqui, cá comigo...
O hei de fazer senão sonhar?
Indago de mim se eu próprio tenho paixão...
E o que há assim no mundo que responda minha indagação?
Um palavra soprada...
Um flor na sarjeta abandonada
Um supremo silêncio...
Nas ruas obscuras e esquecidas...
Cujos espinhos e sangue dão o rumo à minha vida...
Insondável ilusão...
Felicidade cujo crime espero...
Estranha ansiedade que em mim circula...
Sabe-me o sol...
Testemunha-me a lua...
Alongando minha estrada...
Que nem sequer começou...
Só sei que nesse destino...
Vou atrás do que não sei...
Sonhando...
Um dia de cada vez...
Sandrinho Chic Chic
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