Citações
Eu não sei dizer quem são os certos ou quem são os errados, só sei dizer que tanto certos quanto errados se supõem certos.
Eu sei que não serei totalmente feliz com as escolhas que eu fizer, sempre estarei deixando algo importante para traz... Mas prometo que antes do final desse caminho voltarei para buscar o que é meu e assim ser completamente feliz.
Não sei se é a chuva
Não sei se é a solidão
Mas a dor que agora sinto
Pode ser da melancolia
De saber que está por fim
A dor de sentir demais
Sinto a solidão,é quase palpável
Sinto uma angústia,uma raiva
Não sei o que esta acontecendo
Parece que todos estão certos e eu estou errado
Seria hora de desistir ?
Tenho me feito essa pergunta ultimamente
Mas eu sei que os motivos que me deixam triste,
são os mesmos que podem me fazer feliz.
Muitas vezes a saudade bate...
E aquela vontade de ir ao seu
encontro!!!
mas sei que nao adianta, e
simplismente não procuro...
não é orgulho!!!
apenas sei que não existe um
momento perfeito quando só
um ama...
Não vou deixar que se aproxime do que é meu.
Não sei se isso me torna ingnorante, mas não ligo
Ninguem pode entrar dentro da minha mente e muda-la
Como também ninguem pode facilitar meus desafios.
Eu sei que o dia que começa
Vai ser melhor do que ontem
E olhando bem, eu já tenho o que muitos não tem.
Quando olho para as estrelas tenho sempre a mesma emoção de uma criança ao dar o primeiro passo, sei que sou pequeno , más aquele brilho me mostra que nada é tão grande.
Hoje mais dia que passo com Gratidão por estar aqui.
Não sei quantos dias vou acordar e quais aguentarei escrever, mesmo que eu perca os sentidos, serei sempre grata por me conceder de volta o ar .
Jan(eu)ce é intertextual
Não sei se você reparou, mas, volta e meia, eu lanço mão do recurso da intertextualidade… Ele me é muito caro.
Com efeito, essa fixação boa (diga-se de passagem) de dialogar com a tradição e, também, com a modernidade, só tem feito bem à poesia zarfeguiana… e à poesia em geral.
Você há de convir comigo que, hoje, a essa altura dos acontecimentos, é pouco conveniente o indivíduo bater no peito e sair por aí apregoando originalidades… Como ser original quando já se falou sobre todos os assuntos, já se escreveu sobre tudo? Isso não significa que, por causa dessa totalidade de discussões (a internet veio para intensificar esse processo), a gente vá se apegar à mesmice e ao comodismo literário e, pior ainda, intelectual… Nada disso. Até porque ainda é possível ser criativo…
Isso posto, Jan, digo com todas as letras: a intertextualidade só me faz bem, só enriquece, imprimindo leveza e atualidade a meu fazer poético… O poema “Abuse, pero no mucho” [do livro “Sutil, pero no mucho”, 2011] comprova bem isso.
Se você prestou um pouco mais de atenção ao poema, deve ter notado a presença desse diálogo com outros nomes do cenário literário nacional e internacional…
Aliás, logo no título, há uma mistura de idiomas, o que, convenhamos, já sinaliza o que virá adiante… Paulo Paes, Edgar Allan Poe, Tolstoi… os quais, de maneira direta (“Nunca mais”) e indireta (“Descansa em paz”) vão dar sustentação ao discurso poético que, no texto, não deixa nenhuma dúvida quanto ao seu tempo, autor e temática. Trata-se de um poema deste tempo, desta época. Não é mesmo, Jan?
Se não bastassem essas referências autorais, outro aspecto de natureza mais estrutural e formal que sobressai em “Sutil, pero no mucho” é o metalinguístico. A saber, essa capacidade que o texto literário (não necessariamente literário) tem de dialogar consigo mesmo, numa relação dinâmica em que a língua (o código) se torna objeto da própria língua. Essa é, sem dúvida, uma das características marcantes dos textos modernos (Drummond – Alguma Poesia) nem tão modernos (Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas), e por aí vai.
“Poesia é epifania: / Intuir de noite e de dia” ou “Poesia é alquimia: / Criar de noite e de dia…“
Esses versinhos… tem coisa mais metalinguística do que isso, Jan? Tem: você, uai!
Venho buscando ser uma fonte de inspiração para pessoas do bem. Sei que não estou aqui por diversão, vim buscar aprendizado e tenho uma missão a cumprir. Tenho o dom de chegar aos corações através das palavras, mas, quero bem mais que isso, quero desnudar falsas verdades, colocar vibrações positivas onde havia negatividade, ensinar a prática da tolerância, do respeito, da gratidão. Não vim para ser um muro separatório, e sim, ser uma ponte que levará as pessoas a descobrirem o caminho da sensibilidade. Praticar o bem, faz bem. Praticar o perdão, dá paz de espírito. Praticar o amor, te transforma em um ser iluminado. Seja inspiração também.
Agora você entende porque algumas pessoas me odeiam?
Um dia, não sei se por falta de banho, tenho certeza que não, pois se banho tirasse a cor eu estaria branco, pois tomo tanto que até uma bela argentina namorei, exatamente por viver dentro d’água mas é uma outra história e estória e depois conto). Mas uma linda jovem que tinha uma mãe tão linda quanto, me deu de presente, caros e deliciosos sabonetes da Natura, com o nome #todoodia, fiquei assustado: será que não tomo banho todo dia? Mas não é essa a questão, mexendo em meu guarda roupa, já que estou separando o que será doado para as pessoas, brechós e afins, notei que um dos sabonetes estava enrolado com uma meia que só uso para fazer tatuagem, qual é? Posso não? Sim uma meia, como tenho que manter minha moral, coloco meia porque no ambiente surreal que me tatuo faz um frio incrível e sou negro, negro sente frio nos pés. Palhaçada posso ter manias não? Mas vamos ao meu sabonete, que sabonete, mesmo se passando 8 anos ele ainda tem cheiro, ainda lembra aquela menina linda e com um fogo incrível, mente brilhante e que com muita perspicácia notou que eu não estava mais casado e queria como se estivesse no Alto da Compadecida, fazer o casamento entre sua mãe e eu o João Grilo de Ariano Suassuna, cabe isso? Acho que daí vem nosso amor, um amor mais que platônico amor do verbo Arianar, Niemeyear, e que a faz ser primeira colocada em tudo, mas mesmo assim ainda distribuir agradecimentos aos outros, como se os outros fossem ela. Mas via entender quem menstrua, caraca e o sabonete? É mesmo esqueci, o sabonete faz parte de uma história que terminou ou na melhor das hipóteses trocou, mudou de capítulo. O sabonete continua comigo, a tenho prova, mas o que me fascina foi que ela me deu uma aula de vida quando me deu a caixa de sabonetes, como sabonetes nós seres humanos, terminamos, começamos, nos lavamos, nos sujamos, amamos, perdemos ganhamos. Como sabonete, vida pode nos ser dada, pode nos ser tirada, mas primordialmente pode e deve ser recomeçada. E mesmo que eu venha a usar esse sabonete, seu cheiro, sua moral, seu bico, seu abraço de filha sempre estará comigo. Mas sobre o amar e/ ou odiar? – Simples, as pessoas me odeiam pelo que no começo já havia informado, 9 em cada dez que nutrem esse ódio o faz porque perderam... E sobre quem me ama, não existe sou o isqueiro, minha vida só tem um propósito: ser isqueiro e acender a luz das estrelas, das verdadeiras estrelas e a sinceridade custa alguns ódios e você é a minha maior estrela.
Te trato como uma rainha, porque sei que tu es a minha, tua boca me desperta o desejo de te querer, teus olhos me desperta a felicidade de um futuro ao seu lado, teu jeito me faz acreditar no amor.
Amor que não me contento só em sentir, pois a vida nos da a oportunidade de pressentir a sua presença na profundidade de nossas almas. Vivenciamos a cada dia os prazeres desse amor com um simples "bom dia" que tem o poder de mudar o nosso dia, ou em um eterno "eu te amo" que não tem razão para existir, mas que precisa existir para que possamos nos apaixonar a cada amanhecer.
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