Citações
E eu me eprgunto: Nessa exaustão que é a vida, nessa exaustão de desesperadamente buscar não sei o que
nesse tormento de por as lagrimas pra fora na hora mais tardia do dia
Nesse tormento de tentar entender a vida e as musas
de ser alguém que sempre sonhei..
eu quero ver se entre esse cruél espaço desses abismos ,
alguma mulher vai me compreender e eu poderei olhar em seus olhos com o meu olhar já judiado e dizer: finalmente
Amor eu sei que assim como um livro tu quer me ler assim intensamente e com cuidado
mas eu já não tenho mais paciência
tua é a leitora que eu desejo
e eu sei que quando tu me ler assim com os teus olhos femininos de belo espanto e interesse
vai reviver em mim o motivo do por que te quero
e sei que quando isso acontecer tu vai me pedir calma
eu já não tenho mais calma
Eu não sei dizer quem são os certos ou quem são os errados, só sei dizer que tanto certos quanto errados se supõem certos.
Eu sei que não serei totalmente feliz com as escolhas que eu fizer, sempre estarei deixando algo importante para traz... Mas prometo que antes do final desse caminho voltarei para buscar o que é meu e assim ser completamente feliz.
Não sei se é a chuva
Não sei se é a solidão
Mas a dor que agora sinto
Pode ser da melancolia
De saber que está por fim
A dor de sentir demais
Sinto a solidão,é quase palpável
Sinto uma angústia,uma raiva
Não sei o que esta acontecendo
Parece que todos estão certos e eu estou errado
Seria hora de desistir ?
Tenho me feito essa pergunta ultimamente
Mas eu sei que os motivos que me deixam triste,
são os mesmos que podem me fazer feliz.
Muitas vezes a saudade bate...
E aquela vontade de ir ao seu
encontro!!!
mas sei que nao adianta, e
simplismente não procuro...
não é orgulho!!!
apenas sei que não existe um
momento perfeito quando só
um ama...
Não vou deixar que se aproxime do que é meu.
Não sei se isso me torna ingnorante, mas não ligo
Ninguem pode entrar dentro da minha mente e muda-la
Como também ninguem pode facilitar meus desafios.
Eu sei que o dia que começa
Vai ser melhor do que ontem
E olhando bem, eu já tenho o que muitos não tem.
Quando olho para as estrelas tenho sempre a mesma emoção de uma criança ao dar o primeiro passo, sei que sou pequeno , más aquele brilho me mostra que nada é tão grande.
Hoje mais dia que passo com Gratidão por estar aqui.
Não sei quantos dias vou acordar e quais aguentarei escrever, mesmo que eu perca os sentidos, serei sempre grata por me conceder de volta o ar .
Jan(eu)ce é intertextual
Não sei se você reparou, mas, volta e meia, eu lanço mão do recurso da intertextualidade… Ele me é muito caro.
Com efeito, essa fixação boa (diga-se de passagem) de dialogar com a tradição e, também, com a modernidade, só tem feito bem à poesia zarfeguiana… e à poesia em geral.
Você há de convir comigo que, hoje, a essa altura dos acontecimentos, é pouco conveniente o indivíduo bater no peito e sair por aí apregoando originalidades… Como ser original quando já se falou sobre todos os assuntos, já se escreveu sobre tudo? Isso não significa que, por causa dessa totalidade de discussões (a internet veio para intensificar esse processo), a gente vá se apegar à mesmice e ao comodismo literário e, pior ainda, intelectual… Nada disso. Até porque ainda é possível ser criativo…
Isso posto, Jan, digo com todas as letras: a intertextualidade só me faz bem, só enriquece, imprimindo leveza e atualidade a meu fazer poético… O poema “Abuse, pero no mucho” [do livro “Sutil, pero no mucho”, 2011] comprova bem isso.
Se você prestou um pouco mais de atenção ao poema, deve ter notado a presença desse diálogo com outros nomes do cenário literário nacional e internacional…
Aliás, logo no título, há uma mistura de idiomas, o que, convenhamos, já sinaliza o que virá adiante… Paulo Paes, Edgar Allan Poe, Tolstoi… os quais, de maneira direta (“Nunca mais”) e indireta (“Descansa em paz”) vão dar sustentação ao discurso poético que, no texto, não deixa nenhuma dúvida quanto ao seu tempo, autor e temática. Trata-se de um poema deste tempo, desta época. Não é mesmo, Jan?
Se não bastassem essas referências autorais, outro aspecto de natureza mais estrutural e formal que sobressai em “Sutil, pero no mucho” é o metalinguístico. A saber, essa capacidade que o texto literário (não necessariamente literário) tem de dialogar consigo mesmo, numa relação dinâmica em que a língua (o código) se torna objeto da própria língua. Essa é, sem dúvida, uma das características marcantes dos textos modernos (Drummond – Alguma Poesia) nem tão modernos (Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas), e por aí vai.
“Poesia é epifania: / Intuir de noite e de dia” ou “Poesia é alquimia: / Criar de noite e de dia…“
Esses versinhos… tem coisa mais metalinguística do que isso, Jan? Tem: você, uai!
Venho buscando ser uma fonte de inspiração para pessoas do bem. Sei que não estou aqui por diversão, vim buscar aprendizado e tenho uma missão a cumprir. Tenho o dom de chegar aos corações através das palavras, mas, quero bem mais que isso, quero desnudar falsas verdades, colocar vibrações positivas onde havia negatividade, ensinar a prática da tolerância, do respeito, da gratidão. Não vim para ser um muro separatório, e sim, ser uma ponte que levará as pessoas a descobrirem o caminho da sensibilidade. Praticar o bem, faz bem. Praticar o perdão, dá paz de espírito. Praticar o amor, te transforma em um ser iluminado. Seja inspiração também.
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