Cientistas
Quando as crianças admirarem os grandes cientistas da mesma forma que encaram os grandes músicos e atores, a civilização passará para o próximo nível.
Eu odeio cientistas que apesar do seu esforço tenta explicar e teorizar aquilo que não tem explicação.
Querendo rotular o que sentimos, se for amor ? Será uma doença ? Porque dói, aperta, range e grita, talvez esteja louca, mas se for uma doença, por favor, deixe meu amado estudar-me para que eu possa morrer aquilo que me acelera o coração e faz faltar o ar...
Enfim, o amor.
Uma das lições mais difíceis de se transmitir a jovens cientistas é de que a busca pela verdade pode contrariar a busca pelo consenso.
As ciências humanas e sociais são francamente multiparadigmáticas. Os contingentes de cientistas sociais e humanos associados aos diversos paradigmas – sejam historiadores, antropólogos, sociólogos, geógrafos, psicólogos, economistas ou outros – “habitam mundos diferentes” no interior de uma mesma disciplina. Um determinado historiador vive em um mundo no qual se embatem as “classes sociais”, outro habita um mundo povoado por “espíritos nacionais”, um terceiro vive em um planeta social que é produzido pelo somatório de indivíduos, e aquele outro perambula descompromissadamente por um universo descontínuo. Neste historiador das relações de gênero, a “sexualidade” (o conjunto de fatores que determinam o “masculino” e o “feminino”) constitui um pacote de dados que se impõe pela própria natureza; mas para aquele outro, não é apenas o “gênero” que é histórico, mas até mesmo o sexo, em última instância, é uma construção social. Há ainda os que habitam mundos povoados por “raças” de homens, e aqueles que, no limite, caminham por paisagens nas quais é possível vislumbrar em cada átomo individual a diversidade humana.
Esta propriedade dos cientistas de “viverem em mundos diferentes”, conforme as visões teóricas que conformam suas maneiras de pensar, não é apanágio das ciências sociais e humanas, e é também atributo dos cientistas da natureza e dos saberes exatos . O cerne da questão, todavia, encontra-se no modo como uns e outros encaram esta mesma situação. Além de serem muito mais acentuados nas ciências humanas e sociais esta convivência e o intenso trânsito entre diversificadas teorias, o fato é que os cientistas sociais já se habituaram há muito a este “viver entre mundos”. Os cientistas sociais, habitantes de uma diversificada federação de planetas teóricos, tornaram-se excelentes tradutores uns dos outros, e exercem desde há muito uma sofisticada diplomacia teórico-metodológica.
[texto extraído de 'Teoria da História, vol.1 - Conceitos e princípios fundamentais'. Petrópolis: Editora Vozes, 2011, p.178-179]
Cientistas e matemáticos são treinados para ver além da superfície do mundo caótico e natural em busca de simplicidade, estrutura e até beleza inesperadas.
Sonho ou Esperança: Haverá um dia, em que cientistas descobrirão como acabar com a criminalidade pela raiz.
Uma máquina será criada para ver o futuro e perfil violento de cada ser humano que nascer em um hospital.
Uma vacina será descoberta para modificar esse perfil do mau.
Talvez em um século?
Acabaremos com a criminalidade?
Os Corruptos e ladrões continuarão?
Sei que vocês, cientistas, só acreditam no que conseguem medir com seus equipamentos chiques, mas tem alguma coisa acontecendo que infelizmente a ciência não pode explicar.
Como os cientistas realizam seu trabalho: é um processo, uma questão de fazer perguntas, respeitar a observação eos experimentos, ter explicações provisórias e depois testá-las.
Nenhum saber esta livre da corrupção. O poder politico faz ciência ser selvagem, como cientistas e mestres se transformarem em bestas feras.
“Não perca tempo publicando livros, nem divulgando ciência.
Cientistas de verdade somente publicam artigos em revistas de impacto”
Se um macaco pudesse juntar mais bananas do que pudesse comer ou carregar. Os cientistas estariam estudando esse animal para saber o que se passa em sua cabeça. O ser humano que só perdeu seus rabos, e como seus primos primatas, Gorilas, chipanzés, bonobos( Chipanzé anão) gorilas e Orangotangos, e são chamados de SÍMIO por causa disso.
Eles estando com os 98,7% do DNA compatíveis e somente 1,3% distantes, esses que fazendo a mesma COISA, são enaltecidos e idolatrados pela mídia fazendo parecerem os CREAM D'LAMERD da intelectualidade humana, onde todos dão ainda como MACACOS, e gostariam de imita-los e serem como eles são.
Muitos mente fracas, viram também alguns pobres perturbados, dando ao dinheiro um único significado importante e a coisa mais necessária e primordial em suas vidas patéticas.
Esses vivem querendo ficarem ricos, indo periodicamente para cadeia, perdendo o pouco tempo que tem ou resta de VIDA. E assim fazendo, acabam morrendo tentando, sem viverem ou saberem realmente doque se trata ou significa as próprias VIDA.
Enquanto cientistas da IA se encantam com possibilidades infinitas, as ciências humanas refletem sobre limites e consequências éticas.
Um estudo da revista Nature (Estudo de 2016) mostrou que:
· 85% dos cientistas de elite são não-religiosos.
· Entre os físicos, 93% não acreditam em Deus.
Quando falamos que 93% dos físicos de elite não acreditam em Deus, o restante não necessariamente é religioso no sentido tradicional, como cristãos, muçulmanos ou judeus. Provavelmente, uma parte significativa deles é deísta. A parte mais curiosa é que, talvez por ignorância, talvez por má-fé, líderes cristãos insistem em espalhar que cientistas são cristãos em sua maioria, os fatos mostram o oposto, especialmente na ciência moderna.
Os cientistas (astrônomos) afirmam coisas que daqui a milhões de irão acontecer no Sistema Solar e que afetarão o nosso Planeta Terra, diretamente. PERGUNTAR NÃO OFENDE: Baseados em que eles afirmam isso? Se fossem ao menos conjecturas, eu ficaria calado. Por isso é que eu fico com minha interrogação do tamanho da Via Láctea.
Fortaleza/Ce., 11/04/2025.
Só valora em demasia a ciência quem não a compreende. Normalmente os não cientistas ou os maus cientistas. Por outro lado, os bons cientistas nunca a leva tão a sério.
Fico com pena dos cientistas políticos: suas opiniões devem valer tanto quanto a um Tweet de Bob345!
Há uma preocupação que me inquieta profundamente, especialmente quando se trata de cientistas em si: a falta de dúvida em suas certezas.
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