Ciências Sociais

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⁠Nem todo erro derivado de ignorância e do analfabetismo funcional deve ser tolerado. Pois quanto mais repetido em erro, geram conseqüências em sociedade, cada vez mais difíceis de resolve las.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Se você acredita em visualizações, se impresisona romanticamente com likes e comentários, se passou a viver e a medir a qualidade de seus relacionamentos a partir das dinâmicas das redes sociais parabéns! Você se tornou num habitante da "Terra do Nunca".

S.A.

Inserida por sam75

⁠TRIBOS URBANAS
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Vejo nas esquinas
Meninos e meninas
Rivais ou amigos
Que se reúnem
E com orgulho assumem
Que vivem em tribos.
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Há os que sujam os muros
Protegidos pelo escuro
Como noturnos sabotadores
Que em busca de emoção
Desrespeitam a legislação
Esses são da tribo dos pichadores.
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Há os que assistem
À vida com olhares tristes
Como navegantes sem remo
Se maquiam como zumbis
Na escuridão são seres sutis
Esses são da tribo dos emos.
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Há outros um tanto obscuros
Que ficam perto de túmulos
E consideram ótimo
Passear pelos cemitérios
Sempre com caras de sérios
Esses são da tribo dos góticos.
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Há os que têm mania
De dar vida à fantasia
Dos gibis que leem
São adultos que têm a esperança
De viver sendo sempre crianças
Esses são da tribo cosplay.
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Há os que requebram a pélvis
E usam topete como o do Elvis
E têm que ter cabelo que brilhe
Adoram carros antigos
Curtem rock dos Beatles
Esses são da tribo rockabilly.
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Há os que andam desengonçados
Com bermudas e bonés virados
E criticam a arte pop
Conversam num estranho dialeto
Se reúnem em verdadeiros guetos
Esses são da tribo hip hop.
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Há os rebeldes sem causa
Que têm cabelos como caldas
E usam roupas extravagantes
Quando andam na multidão
Querem apenas chamar atenção
Esses são da tribo dos punks.
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Há muitas outras tribos
Criticadas pelos mais amadurecidos
Que consideram tais hábitos odiosos
Os quais com terno e gravata
Caminham entre as tribos citadas
Indo para a tribo dos religiosos.
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Inserida por EDUARDOPBARRETO

⁠O que aconteceria de pior ou de extraordinário, se eu abraçasse plenamente quem eu sou?

O medo de ser julgada, o peso da expectativa alheia, a solidão de ser verdadeira em um mundo de máscaras?

Explorar quem sou, poderia revelar caminhos desconhecidos ou afastar aqueles que não estão prontos para ver além das aparências.

Mas, talvez, a maior tragédia seria negar a mim mesmo, sufocando a chama única que arde dentro de mim, minha essência.

Inserida por mileneabreu

⁠Acredito que o sucesso dos programas de
Reality shows deve-se principalmente ao advento da internet, avanço das tecnologias digitais, Smartphones e redes socias... nas últimas décadas.

Com certeza é muito mais barato vender fofocas, mexericos, intimidades, privacidades, futilidades... do que produzir filmes, musicais, peças teatrais...arte em geral.

É isso!

Inserida por I004145959

⁠Não se trata de eleger vítimas, mas sim proteger pela
lei às minorias: mulheres, idosos, deficiente, negros, índios, LGBTQIA+... a partir da realidade brasileira extremamente excludente e desigual.

Inserida por I004145959

Facebook, Instagram e WhatsApp: existe no mundo alguém mais bonito e feliz do que eu?

Inserida por I004145959

Nos dias atuais, há uma certa exacerbação, uma lacração do horror, da tragédia e da guerra nas mídias e redes sociais.

Inserida por I004145959

⁠Estamos vivendo uma época em que a fofoca, o mal dizer e a mentira estão sendo monetizadas excessivamente pelas da mídias e das redes sociais.

Inserida por I004145959

⁠Fatos banais e irrelevantes tornam-se relevantes para as pessoas apenas por terem sido noticiados pelas mídias e redes sociais.

Inserida por I004145959

⁠A produção, difusão, mercantilização e comercialização de intrigas, brigas e fofocas, tanto pela mídia tradicional quanto pelas redes sociais, parecem ser um caminho sem fim.

Inserida por I004145959

⁠É crucial estar atento às referências que estão moldando as preferências das pessoas, especialmente nas redes sociais.

Inserida por I004145959

⁠⁠Antes de tudo, não podemos esquecer o processo histórico brasileiro, assentado na escravidão da população negra durante séculos, contribuíram substancialmente para as enormes desigualdades sociais presentes em nosso país.

Inserida por I004145959

⁠O verdadeiro, o genuíno, o essencial na defesa das minorias está sendo deixado de lado, dando lugar a uma prostituição de pautas socias por pessoas oportunistas que só pensam em suas carreiras políticas.

Nossos líderes não são mais os mesmos.

Inserida por I004145959

⁠Constantemente nos deparamos com cenas em que o auxílio é negligenciado, enquanto o foco está na publicação de conteúdo nas redes sociais.

Inserida por I004145959

⁠Tecnologia uniu telas, separou almas.

Inserida por I004145959

⁠Apps que prometem união, entregam solidão.

Inserida por I004145959

⁠Tecnologia lota quartos e esvazia salas.

Inserida por I004145959

⁠Faltam pais, sobra wi-fi.

Inserida por I004145959

⁠Diante de uma ampla gama de injustiças pessoais, discriminações e experiências de marginalização, além de um questionamento persistente da autoestima, os indivíduos se veem desprovidos da capacidade de identificar adversários tangíveis para confrontar.

Esse vazio é preenchido pelo crescimento do populismo em diversas correntes ideológicas, impulsionado por um sentimento generalizado de ressentimento.

O atual contexto de múltiplas desigualdades contribui para a formação de uma sociedade permeada pela raiva e indignação.

Compreender essa dinâmica é essencial para resistir à tentação de sucumbir à vertigem da indignação.

Em um cenário de flagrante desigualdade global, os mecanismos sociais tendem a privilegiar a expressão da raiva, do ressentimento e, frequentemente, da competição com aqueles próximos na hierarquia social.

A incapacidade de canalizar essa raiva individual para uma saída política adequada tende a fortalecer os movimentos populistas que se proliferam na contemporaneidade.

Inserida por I004145959