Cidadão
"O Advogado é o interlocutor do cidadão para que a justiça não cometa injustiça. Advogado é o verdadeiro fiscal da lei”.
Ser advogado é lutar pelo direito do cliente mesmo que as chances são mínimas.
Temos que ter uma OAB que represente o advogado em todos os momentos.
O advogado não pode ficar sem o respaldo da instituição. O advogado é o verdadeiro fiscal da lei.
São vários os fatores que se conjugam para impedir o cidadão comum de formar facilmente uma opinião bem fundamentada...
Famélico
Cidadão
Comum
Aqua Velva
Após barba
Leituras várias
No lazer
Na Física
Leu
Sobre Newton
Para além
Einstein
No sentido
Inverso
Quântica
Discreto
Num
Universo
Digital
Não
Se sabia
Analógico
Surtou
É lógico
O Advogado é o interlocutor do cidadão para que a justiça não cometa injustiça. Advogado é o verdadeiro fiscal da lei'.
Ser advogado é lutar pelo direito do cliente mesmo que as chances são mínimas.
Na atualidade ser advogado tem que ter muita coragem e determinação.
O cidadão comum é o censor mais eficiente do mundo. Sua própria mente é a maior barreira entre ele e os fatos. Seus próprios "compartimentos à prova de lógica", seu próprio absolutismo são os obstáculos que o impedem de ver em termos de experiência e pensamento, e não em termos de reação de grupo.
“A política não é apenas o que acontece nos corredores do poder, mas sim, a voz de cada cidadão ecoando nas decisões que moldam o nosso destino.”
O multiculturalismo é o uniculturalismo. Qualquer esforço de criação de um cidadão global nada mais é que a sedição de um povo, não contra um sistema opressor, mas contra si próprio. Na ânsia da integração entre culturas, não se cria um mosaico cultural, mas uma massa amorfa e monolítica imposta de fora para dentro, que não é senão a anticultura, a desumanização.
Ninguém, hoje em dia, pode se dizer um cidadão livre e responsável, apto a votar e a discutir como gente grande, se não está informado das técnicas de manipulação da linguagem e da consciência, que certas forças políticas usam para ludibriá-lo, numa agressão mortal à democracia e à liberdade.
Sou abolicionista, sem reservas; sou cidadão; creio ter cumprido o meu dever.
A casa de tolerância chamada de Estado para levar o cidadão de bem ao patíbulo no qual é sacrificado.
Justiça e quando preserva o direito do cidadão para que este não seja injustiçado. Mas para preservar o direito do cidadão perante a justiça se faz necessário o advogado, o verdadeiro fiscal da lei.
Ao meu ver a melhor maneira de manter o cidadão inapto e pacífico no dia-a-dia e eternamente na aceitação de tudo é colocando este debaixo do dogma religioso.
Estes restringem-se a um Deus, que julgam ser piedoso, bondoso, benevolente e salvador!
Mas que ameaça-os matar e levar ao inferno se, não forem castos e benevolentes.
O crítico não é inimigo nem traidor, mas sim um cidadão consciente e esclarecido que pensa no bem comum, isto é, no bem-estar social e no progresso.
Vê
Que mesmo em face da nossa dor maior,
O folião retorna ébrio deste carnaval
O cidadão exerce seu papel mor
Carros, buzinas, atletas, sacerdotes, putas
Mantém suas poses e rotinas
Alheios ao nosso coração que não combina
Não cabe
Não casa
Não bate no peito do planeta
Porque o mundo vive
Enquanto sobrevivemos
Na extra sístole
Da morte anunciada.
Lâmina afinada
A talhar nossa alma conjunta e emendada
Ainda que através da dor
Feito junção de peças de legos,
Estamos multicoloridos, encaixados, seguros e interdependentes.
Nos necessitamos nesta hora
Neste formato temporário
Porém imbativelmente forte.
Que força é essa que nos une tanto
E não consegue rodar as horas pra trás?
Não há mesmo tempo
Cada minuto passa a ter mais do que sessenta segundos
No lento arrastar do sofrimento
Em meio a essa Tissunami cruel
Onde nós,
Vítimas da avalanche imprevista e devastadora,
Nos encontramos na convergência dos contrários
Desejando absurdos impensáveis
Através de preces profanas
Apelos aos céus que mais parecem infernos
Quando pedimos que o mar recue,
Junto com a vida
Ainda que tenhamos que sair,
Pesadamente,
Recolhendo nossos inúmeros mortos.
TIta Lyra
Acho linda a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Tem que ser lida por cada cidadão como a mais bela obra de arte literária escrita pelo dedo do próprio Criador. Mas incomodo-me furtivamente quando penso que exigimos tanto nossos direitos a ponto de deixarmos à espreita as nossas responsabilidades.
O cidadão é tratado como criminoso em potencial, enquanto os criminosos são vítimas da sociedade...
O político.
Quem é esse cara?
Um dia, ele foi um cidadão comum, provavelmente já furou fila, já usou do famoso jeitinho, para resolver algumas questões.
Já entrou naquela de uma mão lava a outra.
E em algum momento conheceu o poder.
Levando em consideração a nossa população, e o pensamento de uma grande maioria, sinto que a corrupção jamais terá um fim.
Fim
