Cidadão
Não olhe de canto de olho
Julgando esse cidadão
Quem nunca perdeu o amor e chorou
Que me atire o primeiro litrão
Jornalismo NÃO deve ser opinião! Sou contra editoriais!A opinião deve estar reservada, ao cidadão comum... O jornalismo TEM QUE SER O RELATO DOS FATOS CONSUMADOS! Issoque digo é opinião, e sei que estou certo.
Muitas vezes as punições impostas ao cidadão, são para justificar o erro ou crime que o próprio estado cometeu...
...A batalha do dia a dia está tão árdua que faz do cidadão comum um corajoso soldado que infelizmente luta sem proteção e desarmado numa luta covarde e suja onde ele se vê cercado por todos os lados.As leis dizem nas entrelinhas que o povo só tem mesmo é o direito de sofrer calado...
“O advogado é guardião do cidadão junto a justiça para que possam ter um julgamento justo sem que a justiça cometa injustiça. O advogado é o verdadeiro fiscal da lei”
"O Advogado é o interlocutor do cidadão para que a justiça não cometa injustiça. Advogado é o verdadeiro fiscal da lei”.
Ser advogado é lutar pelo direito do cliente mesmo que as chances são mínimas.
Temos que ter uma OAB que represente o advogado em todos os momentos.
O advogado não pode ficar sem o respaldo da instituição. O advogado é o verdadeiro fiscal da lei.
São vários os fatores que se conjugam para impedir o cidadão comum de formar facilmente uma opinião bem fundamentada...
O Advogado é o interlocutor do cidadão para que a justiça não cometa injustiça. Advogado é o verdadeiro fiscal da lei'.
Ser advogado é lutar pelo direito do cliente mesmo que as chances são mínimas.
Na atualidade ser advogado tem que ter muita coragem e determinação.
O cidadão comum é o censor mais eficiente do mundo. Sua própria mente é a maior barreira entre ele e os fatos. Seus próprios "compartimentos à prova de lógica", seu próprio absolutismo são os obstáculos que o impedem de ver em termos de experiência e pensamento, e não em termos de reação de grupo.
“A política não é apenas o que acontece nos corredores do poder, mas sim, a voz de cada cidadão ecoando nas decisões que moldam o nosso destino.”
O multiculturalismo é o uniculturalismo. Qualquer esforço de criação de um cidadão global nada mais é que a sedição de um povo, não contra um sistema opressor, mas contra si próprio. Na ânsia da integração entre culturas, não se cria um mosaico cultural, mas uma massa amorfa e monolítica imposta de fora para dentro, que não é senão a anticultura, a desumanização.
Ninguém, hoje em dia, pode se dizer um cidadão livre e responsável, apto a votar e a discutir como gente grande, se não está informado das técnicas de manipulação da linguagem e da consciência, que certas forças políticas usam para ludibriá-lo, numa agressão mortal à democracia e à liberdade.
Sou abolicionista, sem reservas; sou cidadão; creio ter cumprido o meu dever.
Justiça e quando preserva o direito do cidadão para que este não seja injustiçado. Mas para preservar o direito do cidadão perante a justiça se faz necessário o advogado, o verdadeiro fiscal da lei.
Ao meu ver a melhor maneira de manter o cidadão inapto e pacífico no dia-a-dia e eternamente na aceitação de tudo é colocando este debaixo do dogma religioso.
Estes restringem-se a um Deus, que julgam ser piedoso, bondoso, benevolente e salvador!
Mas que ameaça-os matar e levar ao inferno se, não forem castos e benevolentes.
Vê
Que mesmo em face da nossa dor maior,
O folião retorna ébrio deste carnaval
O cidadão exerce seu papel mor
Carros, buzinas, atletas, sacerdotes, putas
Mantém suas poses e rotinas
Alheios ao nosso coração que não combina
Não cabe
Não casa
Não bate no peito do planeta
Porque o mundo vive
Enquanto sobrevivemos
Na extra sístole
Da morte anunciada.
Lâmina afinada
A talhar nossa alma conjunta e emendada
Ainda que através da dor
Feito junção de peças de legos,
Estamos multicoloridos, encaixados, seguros e interdependentes.
Nos necessitamos nesta hora
Neste formato temporário
Porém imbativelmente forte.
Que força é essa que nos une tanto
E não consegue rodar as horas pra trás?
Não há mesmo tempo
Cada minuto passa a ter mais do que sessenta segundos
No lento arrastar do sofrimento
Em meio a essa Tissunami cruel
Onde nós,
Vítimas da avalanche imprevista e devastadora,
Nos encontramos na convergência dos contrários
Desejando absurdos impensáveis
Através de preces profanas
Apelos aos céus que mais parecem infernos
Quando pedimos que o mar recue,
Junto com a vida
Ainda que tenhamos que sair,
Pesadamente,
Recolhendo nossos inúmeros mortos.
TIta Lyra
Acho linda a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Tem que ser lida por cada cidadão como a mais bela obra de arte literária escrita pelo dedo do próprio Criador. Mas incomodo-me furtivamente quando penso que exigimos tanto nossos direitos a ponto de deixarmos à espreita as nossas responsabilidades.
O cidadão é tratado como criminoso em potencial, enquanto os criminosos são vítimas da sociedade...
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