Chuva
Tanto político ordinário no mundo, e nenhum até hoje foi atingido por um raio. Que eu saiba, não, ainda não foi.
⚡☁☔
Já repararam que os bairros nobres quase nunca são atingidos por enchentes? Parece até que as tubulações da rede de esgotos desses lugares funcionam mais do que as dos outros bairros, ou erraram no cálculo?
Se as tubulações da rede de esgotos foram calculadas para receber volumes de chuvas, qual é o problema das enchentes nos bairros populares?
Uma senhora, da Bahia, disse, hj, 28/12/2021, no JN, que nunca existiu esse tipo de enchente na vila onde ela mora, que ela nunca viu tal coisa lá, que ela só via esse tipo de coisa na tevê.
Mas se essa vila nunca foi afetada por enchentes, então o que aconteceu pra encher daquele jeito?
Não duvido nada que isso não tenha sido obra da política.
Somos pedaços de sonhos em uma generosa e encantadora bolinha no universo, entretanto, ao invés de deitarmos sobre as nuvens para desenhar sorrisos no horizonte, pintamos o chão com chuvas que não vem das nuvens e com gotas que não são de água, criando um nebuloso quadro chamado guerra.
A rosa no fim da estrada
No ar sinto o seu cheiro
Meu frio vive seu calor
Pássaros ressoam melodias
Que meu coração puro cantou
Hoje as nuvens observam
O que a lua a mim falou
Olhe as folhas no caminho
Na terra que a chuva aguou
Meus passos seguem sozinhos
Deixei a alma encontrar
A rosa no fim da estrada
Que me espera em algum lugar.
A rosa no fim da estrada
A que o livro falou
Que suas pétalas eram mágicas
É um anjo em uma flor.
A rosa no fim da estrada
Que está em algum lugar
A minha poção do amor
Pra fazer você me amar.
Meu quarto está tão escuro,
A única luz é a melodia do piano,
Melodia que me mostra imagens,
Imagens como uma gigante parede de gelo que cobre o horizonte mas que realça as estrelas coloridas,
Imagens como o frio abraçando o calor em um dia de chuva,
Imagens como um casal entre as nuvens olhando um sol próximo.
Imagens que ao se juntar com o som do piano se tornaram mágicas e fez o irreal se tornar incontestável.
Manar
Porque acoberta meus olhos
Translúcido e brilha na luz
Sua verdade é como o vento
Que perpassa meu corpo e seduz
Tu é a mãe do sentimento
Que flui condizente ao mar
Expira em frente a praia
Como ondas na areia a passar
Você é a emoção viva
É simples e se pode enxergar
Qual o seu nome minha lágrima
Não escorra sem me falar.
O amor não lhe pede nada... ele é despretensioso, mas quando ele lhe pedir um pingo...faça lhe um favor: Chovaaaaaa amorosamente!!!
Palavras solta ao vento,
algumas vem com um pensamento,
que, as vezes ofende e não edifica,
o coração acompanha as nuvens,
vai chorar suas lágrimas em lugares isolados.
Um temporal desabou
E veio acompanhado de um vento
Que, saiu sacudir árvores, despindo-as
De suas folhas e atirando-as nas faces dos transeuntes...
E eu na rua procurando um abrigo,
Antes que o meu guarda chuva virasse um para quedas...
Achei uma cobertura e ali fiquei a espera que, a tempestade acalmasse.
E neste ínterim, os pingos enormes parecia pontos de exclamação
batendo no chão...
E pareciam dizerem: vamos virar enxurrada e cair na correnteza,
dessa rua a beleza,
entupindo todas as bocas de lobo,
transformando tudo em bueiros de lixo...
***
"Agricultor"
*
Este trabalhador
muitas vezes solitário,
faz o seu plantio,
e com muito suor
consegue o seu alimento
e o sustento
da sua família...
*
Abençoadas sementes
que brotam no chão,
solo que ele precisa cultivar
e nas suas mãos confiantes,
ele no seu rojão
sai a preparar
a terra e semear suas mudas,
pois deposita confiança no seu CRIADOR,
que envia CHUVA dos céus 🙏
pra molhar
e bem abençoar
a sua boa plantação.
***
__*Francisca Lucas*__
🌵😔💭🌳
*
Eu fico a maior parte do tempo no meu interior,
examino o meu coração
e vejo o melhor
que ele esta guardando
e assim faço uma seleção
das coisas que sobrecarrega...e algumas lanço fora outras transformo em reflexões.
***
😊💭
Não se preocupe com atitudes de certas pessoas. São como a poeira,que o vento leva e lama que a chuva pesa!
Meus desejos se tornam líquidos ao final de mais um dia chuvoso. Eu busco resiliência nas gotas e me delicio pelo momento vivido e registrado.
Encontro abrigo não apenas sob o teto que me protege, mas também nos momentos em que a natureza se abre para me receber. Cada gota que cai é um convite para me refugiar na serenidade do momento presente, como o meu chapel pendurado delicadamente em um galho dançando ao ritmo da chuva.
