Chuva
Minhas lágrimas caem como as gotas da chuva que caem lá fora.
Com uma diferença: Minhas lágrimas viera a partir de um ferimento no coração, e as gotas da chuva, a partir do fim de um ciclo, e como ele, vou seguir em frente e recomeçar.
Acordo tarde, me lastimando por esse deslize.
Tantas coisas para resolver!
É domingo, e a chuva se insinua em pingos escassos que deslizam pela vidraça.
Penso nos transtornos que ela me trará, um dia de sol seria bem mais proveitoso.
Enquanto preparo o café do meu filho, faço uma retrospectiva da semana e planejo minhas ações: Tenho contas a pagar, pendências a resolver, armários a arrumar, trabalhos acumulados e vários outros desafios pela frente.
Sinto-me só e fraca, estou desanimada.
Finalmente enfrento a chuva e o passeio matinal com o cão.
Paro no caixa eletrônico, preciso de dinheiro. Meu filho terá aula extra de matemática.
Mais à frente, o mercadinho. Bananas e uvas para o café da manhã.
Dou a volta na quadra enquanto a chuva aperta.
Penso na semana que está por vir e o desânimo persiste.
Ao cruzar o posto de gasolina, me deparo com uma pessoa que dorme em cima de um papelão sob a árvore.
É um homem ainda muito jovem.
À sua volta, uma porção de chão ainda seco.
Sobre o corpo, uma coberta suja e fina.
Tento adivinhar os motivos desse abandono, da vida fútil e oca desse quase menino.
Tento projetar em mim mesma o vazio do seu estômago e da sua mente ao despertar.
Atravesso a rua e recebo na pele, como uma bênção, a chuva que refresca finalmente as árvores.
Penso nas contas que serão pagas, nos armários cheios de roupas e sapatos a organizar.
E me vem uma nova ideia para dividir amanhã com a equipe.
Afago meu cão saudável, vejo meu filho navegando na internet e se divertindo com um filme em inglês.
Não estou mais só, sou envolvida por um sopro divino.
Tudo agora é luz, sinto-me plena.
Pode ser dia de chuva, só cerimônia, ou até uma festa simples.
O que faz diferença, o que vale mesmo é a esperança dos convidados.
A alegria dos convidados é o ingrediente principal de um casamento de sucesso.
Tome um sorvete, deite na grama. Beije apaixonadamente. Ande descalço. Tome um banho de chuva. Fique na piscina até a noite. Durma de cabelo molhado. Descanse com a televisão ligada. Abrace os filhos. Faça um telefonema para os pais e ouça tudo o que sua mãe tem a dizer.
Qualquer que seja a sua decisão, te apoio.
-Breve lição
Banho de chuva que lava a alma
correnteza que vai seguindo seu rumo,
em frente, sai da frente... que eu to passando – Ela me diz.
A sábia natureza ensina os homens duros de coração,
a se adaptarem as situações...
A vida não para, vai seguindo – às vezes na contramão.
de mãos dadas com o tempo.
E quem é sensível de coração,
para entender o que vos falo?
Então escolha seu rumo, não fique em cima do muro.
raios que viram flashes de recordações.
Meus caros amigos,
reparem o tom que o verde tem
depois que a chuva vem...
Meu melhor amigo não sabe falar,
Mas diz muito em um só olhar
Por ironia da vida o chamam de animal.
Olhar sincero de quem muito sofreu,
Ao contrário deles, nunca causou nenhum mal.
Nos versos dessa poesia tento passar uma breve lição:
Aprendam com a natureza.
criada por Deus tem muito a oferecer
Equilibrem-se entre o sim e o não.
Vida, ó vida que todos aprendam essa lição.
Dia desses
Outro dia talvez,
Quem sabe amanhã,
Quando a chuva passar
E o ar, limpo e claro
Se impregnar do colorido
Que os raio do sol bordar
No horizonte, enfeitando o mar,
Eu traga o meu sorriso
Na hora do Ângelus
E faça uma prece
Em comunhão com o mar.
Outro dia talvez,
Quem sabe amanhã,
Eu caminhe sem rumo
Pela areia macia
Em busca de inspiração
Para uma nova poesia.
Outro dia talvez,
Quem sabe amanhã,
Eu me faça poeta
E junto palavras
Com o dom de te encantar.
Mas terá que ser
Num outro dia, talvez...
Tenha um bom dia !!!
Depois da chuva o dia sempre nasce mais limpo...Grandes realizações estão por vim: Motivação..
A verdade é que a gente não sabe o que quer.
Se está sol, falta chuva. Se está chuva, queremos o sol. Se está calor, preferimos o frio. Se faz frio, mudamos de opinião. A verdade, é que ninguém tem uma certeza definitiva.
Sempre quando criança me perguntavam sobre as minhas preferências e a inocência deixava-me responder todas as perguntas. Mas quando a vida vai passando, o vento vai soprando contra a correnteza e limpando todos os traços da surrealidade, você aprende, por bem ou mal, que ninguém tem uma opinião formada sobre tudo e nada é mais certo como um picolé aos seis anos de idade em um dia de calor.
Ninguém que tem como comida favorita a sopa, vai querer toma-lá em um dia de calor na praia. Alguém que prefira a cor azul, não vai usa-la todos os dias. Ninguém quer uma tarde de chuva para passar o dia no clube, nem que a chuva seja sua inspiração.
Queremos o calor para ir para a praia e tomar um sorvete, queremos o frio para ver um filme sobre as cobertas, a chuva para sentir a presença de alguém.
Deu pra entender o sentido? Nós não somos lei, não somos imposição. Somos um sapato que dança no ritmo da música. Um carro numa pista de mão dupla. Uma folha. Uma folha que voa conforme o sussurro das árvores.
Essa chuva despenca solitária, em pingos vertiginosos que são uma forma de trazer um pouco do céu para a terra. Gotas cálidas, universo tempestuoso. Nuvens suspensas que brincam de esconder o sol!
A chuva continua caindo! Não sei se nesses momentos é o céu que despenca ou a terra que se eleva para receber as lágrimas do paraíso. Não são lágrimas de dor, mas lágrimas de um sorriso que não se contém ao venerar seus filhos que hoje são naturais, mas que em outros planos já estiveram no além.
Bebo dessa água celeste, lavo-me nas suas lânguidas passadas, e sou pisoteado por pequenas gotas que mais parecem cristais derretidos brindando meu corpo são.
Chuva e frio me remetem a vontade de ter você aqui na minha cama, chocolate quente, beijo na boca, carinhos sem fim, palavras de amor ao pé do ouvido... só falta você, topa?
Agora a chuva engrossou, e a cada minuto ela fica mais forte. Algo me diz pra ir lá fora e contemplar a chuva, mas eu quero ficar aqui deitada na cama escrevendo. Minha escrita é que nem esses pingos de chuva lá fora, ás vezes fina, pouca e suave. Por vezes, grossa, e cheia de emoção e mistérios.
Estou dividida entre o fogo e o calor
entre entre o frio e a neve
entre a chuva e a tempestade
Entre o desejo e razão
Entre as palavras e a letra de uma musica
entre versos e estrofes
entre capítulos e paginas
Entre o segredo e a confissão
Entre a paixão e o perdão
Entre minha alma e meu espirito
Entre flores e espinhos
Entre meu querer e meu dever ! dividida entre esse louco sentimento chamado amor.Amor que preciso, que respiro e vivo. assim sigo meu destino sem saber ,se vivo ! ou existo.
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