Chuva
Quero rajadas de vento trazendo boas novas, com direito a chuva de carinhos, trovões de profunda alegria e raios de luzes ofuscantes. Para no fim de tudo poder visualizar o arco-iris saturado de cores com uma infinidade de matizes, celebrando a vida. E a alegria de viver.
Amo ver a chuva caindo mas gosto de ser sol... gosto de aquecer e clarear tudo ao redor e fazer parte de nosso mundo melhor.
Se você for cair por qualquer tempestade, que a chuva desça com serenidade, e avise o vento para não soprar com vontade.
Nariz empinado, mão fechada e pessoas que desprezam o próximo é igual nuvens que não dão chuva, não fazem seu papel neste mundo e estão só de enfeite.
Eu só queria ouvir a chuva cair no telhado, ao som do rádio, tocando aquelas músicas de apaixonados. Eu só queria olhar pela janela e ver a chuva, lavando as ruas. Eu só queria aquele amor, perto de mim curando a minha dor!
Eu sei que nasci para ser milionária
Que joga as notas pro alto e faz uma chuva de dinheiro
Num dia estou em Mumbai e no próximo em Malta
Sempre bem escoltada e à prova de balas
Sair na chuva
Cair no mar
Cortar cebola
Camuflar tristeza
Em sorrisos desconhecidos
Até ser contagiado
Por inteiro
NO DIA QUE O CORAÇÃO DO POETA CHOROU.
No silêncio da noite, o coração chorou,
como chuva que cai sem que ninguém notou.
O poeta, que sempre pintou céu azul,
viu-se perdido num mundo tão nu.
As palavras, outrora tão doces, tão leves,
tornaram-se pedras, pesadas, em breve.
O verso calou-se, a rima fugiu,
e o peito doeu onde o sonho ruiu.
Era o dia em que o sol se escondeu,
que a lua distante ao abraço cedeu.
Um vazio tão vasto, um eco de dor,
o poeta aprendeu do que é feito o amor.
Mas mesmo em pranto, há força que nasce,
no chão das memórias, a flor se refaz.
E o coração, ainda que chora e se parte,
não desiste jamais de transformar dor em arte.
A colheita depende ...Chega rápido ou mais tarde...Mais sempre virá..Os ventos trazem... A chuva rega ...E se for de amor o coração colhe...E seleciona o melhor fruto... Para semear a melhor semente..
*CHUVA DE ESTRELAS**
Me escondo no céu estrelado
Me viro em chuva brilhante
Em mim um jardim encantado
multicoloridos amores...
Te olho com malícia sorrindo
Devaneio encantado feliz
No céu estrelas correndo
Me encanto, sou poeta aprendiz
Notas musicais entoam meu ser
Criando uma suave melodia
Sons do coração, chuva de mel
Banhando minha alma em poesia
No meu céu brilham flores
Reluzentes segredos
Incansável sonhar ...
Desprendendo desejos
Meu jardim sinuosas flores
Meu céu estrelas cadentes
Coração uma janela aberta
e um amor de olhos cintilantes ...
Samba / Canção
Sol
Esse choro que o mundo não vê
Pinga dentro de mim e faz eco
É a chuva que rega meu ser, o solo de um coração infértil
Então o sol, noutro dia vem
Arde minha vista em beleza, e eu choro pra fora também
Deixa pingar, toda chuva que há em você
E que pingue pra fora, para os lábios regar e o sorriso florescer
Essa chuva é feita de sal
Essa chuva é feita do mar
Que habita meu corpo, meu peito, ele vem o meu rosto banhar
Essa chuva é feita de sal
Essa chuva é feita do mar
Que habita meu corpo, meu peito, ele vem o meu rosto banhar
Lava, lava, mar
Meu rosto, meu corpo,
Eu vou recomeçar
Lava, lava, mar
Meu rosto, meu corpo,
Eu vou recomeçar.
Quem dera eu fosse uma criança e tivesse um futuro tão presente, igual quando eu buscava chuva quando chovia e buscava sol quando sol fazia, hoje busco sol quando faz chuva e chuva quando faz sol.
O futuro cada vez mais distante do agora e a todo momento prefiro degustar a mudança, ao invés do próprio momento.
Uma chuva de meteoros e a fecundação da vida, o solo da terra por vezes do céu é atingido, e o óvulo pelo espermatozoide invadido. Espetáculo do universo em suas devidas proporções, quem é o autor de todas estas perfeições?
Dizer que do nada tudo surgiu? Desde quando zero vezes zero resulta alguma proporção? Eu prefiro crer e confiar, no Eterno e toda a sua perfeição. ABBA PAI.
Olho no olhar, lágrimas a molhar, qual chuva torrencial, e densas nuvens, turva a vista, sem conceber a lucidez. Sem convergir a compreensão, em fugas contumazes da razão, sempre na injunção, a resultante da emoção.
