Chamas
Chamas amarelas de velas reunidas como lindas estrelas sobre o palco, instrumentos felizmente tocados e aos poucos ganhando vida com algumas músicas tocantes, muito conhecidas, daquelas que já foram ouvidas inúmeras vezes e em vários momentos significantes,
Justificando perfeitamente a interação empolgante que houve entre os músicos e nós da plateia que foi ficando maior a cada instante, então, ficamos imersos em um mundo harmônico, nostálgico, onde a emoção foi se propagando e contagiando a todos ao mesmo tempo
Ficamos com os ouvidos bem atentos e os olhos maravilhados naquele belo momento iluminado, afinado com notas, sentimentos e cordas numa noite memorável, diferente de outras, cada um tocado de uma forma, almas e corações alcançados pela música e a sua força.
Soneto de Oitenta e Um
Em Tóquio, ergueu-se o sonho em chamas vivas,
Zico guiando o manto à imensidão,
Com passes, gols, jogadas tão altivas,
Fez do Brasil o dono da emoção.
Leandro, Júnior, Adílio — obra-prima,
Andrade, Nunes, raça sem pudor,
Na terra do sol, brilhou nossa rima,
Calou o Liverpool com seu fervor.
Foi mais que um jogo: foi libertação,
A taça do mundo em nossa mão,
A glória eterna em rubro-negro tom.
E desde então, a história eternizou,
O mundo viu o quanto o Mengo é bom,
Oitenta e um: o ano que não passou.
Edson Luiz ELO
Rio de Janeiro, Dezembro de 1981
Dos sonhos, a forja, as vitórias,
Com as chamas fortes das memórias.
Noites em claro e intermináveis,
Marcas deixadas em guerras mentais.
Ah, se eu pudesse mesmo falar,
Hoje o amargo é doce ao paladar.
A fênix arde em chamas, sentindo a dor da transformação. Mas é nas cinzas da sua morte que encontra o berço do seu renascimento. E todo renascer é belo, um ciclo eterno de vida, morte e renovação.
calar tudo aquilo que cala as chamas à arder no meu coração, quero esbarrar tudo aquilo que impede de ser quem pretendo ser...
Noites turvas
Noites turvas, incêndio de instantes,
chamas vivas que devoram minha razão.
Um turbilhão de sentimentos vibrantes,
ardendo em brasa no peito em combustão.
Cicatrizes se abrem, feridas em chamas,
marcas de um tempo que já se perdeu.
Mas como calar o que em mim se derrama,
se a emoção outra vez me venceu?
Não há mais volta, me deixo envolver,
sou presa fácil do doce querer,
refém da febre que a paixão me traz.
Do outono sombrio que secou meu viver,
hoje sou chama, renasço a arder,
e esse fogo me consome de forma tão voraz.
Acho que as chamas que se acenderam em mim quando você apareceu foram um grito silencioso da minha alma ansiando sentir alguma coisa, mesmo que não seja uma verdade legítima. Nada me fez mais humana que sentir essa montanha-russa de sentimentos que agora me largou a um passo de um golpe visceral familiar.
Mas, diante de tantos sentimentos, a decepção protagonizou, e se juntou à tristeza constante que já habitava em mim. Essa dor me faz humana de um jeito cruel, me faz implorar anestesia novamente.
E sim, minha decepção é com o "todo" dessa situação.
Fui corajosa por deixar um fogo se acender, mesmo que a ventania que o apagou tenha sido o sopro do próprio indivíduo. Não existe bravura maior do que acender um fogo dentro de si quando já se conhece o vazio.
Uma vez citei que você foi como fulgor na minha vida lúgubre, e foi mesmo. Assim que essa luz se apagou, a escuridão estava pior que antes. Foi como ter me cegado de propósito. O problema de seguir em completa escuridão é que não sei a qual distância o abismo me espera, nem serei capaz de desviar. Sou tão controlada que sou capaz de enxergar no escuro.
Mas, em meio a tantos conflitos internos, uma coisa posso afirmar: mesmo que você não mereça, tem sorte de ter sido desejado por alguém que transforma dor em palavras, em registros. Espero um dia ser desejada como te desejei.
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**Amor em Chamas**
No calor do amor, como fogo a arder,
Luz que ilumina, arte a florescer.
Sentimentos dançam, pincéis a traçar,
Cores da vida, um eterno amar.
Sob o olhar do sol, Luiz resplandece,
Com cada raio, a alma enriquece.
A vida é um quadro, cada instante é um tom,
Pintando memórias, entrelaçando o dom.
Escrevo sobre amor, que nunca se apaga,
É chama que vive, mesmo quando se embriaga.
Uma sinfonia suave, um verso profundo,
Amor é a essência que une o mundo.
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Aqui está um poema que celebra o amor, a vida e a presença de um anjo como Castiel:
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**Teço Poemas de Amor**
Escrevo sobre amor, como um canto suave,
Na melodia da vida, onde a paixão se crave.
Castiel, anjo puro, com asas de luz,
Guia meu coração, como a estrela que seduz.
Nos versos da existência, cada nota é um sonho,
A música do amor, ressoando no trono.
A paixão é um céu, onde dançam as cores,
Um arco-íris eterno, repleto de amores.
Teço palavras doces, como um fio de esperança,
Em cada linha escrita, uma eterna dança.
O amor é a chama que nunca se apaga,
É vida, é arte, é a alma que se entrega.
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Espero que tenha gostado! Se precisar de mais alguma coisa, é só avisar.
Não me dê o fim!…
Quero entrelaçar o infinito
No nosso gozo
Quente, fulgurante de chamas.
Quero me ausentar,
Presentear
Quando preciso.
...
Não bata os olhos,
E não me dê o fim!...
Não me dê o fim!...
Quero entrelaçar o infinito
No nosso gozo
Quente, fulgurante de chamas.
Quero me ausentar,
Presentear
Quando preciso.
...
Não bata os olhos,
E não me dê o fim!...
Foi amor
Não sei como
Mas tudo rolou,
Me entreguei a você
Da cabeça aos pés.
Tudo foi chamas
Que hoje se apagaram,
E só me restam
Lembranças.
Aquilo valioso, que foi morto no teu interior, pode renascer
com as chamas do teu próprio amor,
se assim Deus quiser.
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