Frases sobre o céu azul que encantam e inspiram
Me sinto tao pequeno diante da imensidao desse infinito ceu azul,mas se até a mais pequena estrela da galaxia nao deixa brilhar diante das outras...💭💭
Seja igual as estrelas,nao premita que outro te faça se sentir pequeno,transborde a luz dentro de voce,mas nao pra agradar outros,brilhe pra si mesmo🌟✨
Sob o céu azul, ou da boca, sentir o gosto do mel puro e quente a me invadir, fechar os olhos e perceber que enquanto ele escorre em meus lábios o sob se tornou sobre pois sou capaz de sentir as nuvens a tocarem os meus pés, numa sensação de liberdade e do mais puro prazer.
Sobe o mesmo céu azul e o mesmo sol radiante.
Nessa nossa vida não importa onde queremos estar, porque o meu lugar é aqui, mas é também qualquer outro lugar. Não por ostentação, por ego somente, não, nem por ambição. É por ser humano e ter o instinto assim de querer ir além, de querer ver o mundo que a gente tem, de querer a a natureza nas outras formas que ela vem. Por ter a certeza de não sermos nada e por isso mesmo ir. Porque amanhã é outro lugar que não saberemos ao certo onde vai terminar. Ir para depois voltar, com uma bagagem de histórias para se contar, de um mundo que outrora era só um pensar. Que a passagem é curta para aqui ficar sentado e olhando sempre o mesmo lugar. Ir...que não cabe na tela do computador o que o coração sente quando a gente está lá. Ir para ser assim livre por um segundo, como gostaríamos de sempre ser.
No fim, é só mais um dia num outro lugar e nós continuamos o que sempre somos, mas agora com novos planos.
Era um dia esplêndido, com um céu azul notável.
Eu me curvei diante desse céu, maravilhando-me com as bênçãos que o mundo me proporcionava.
De uma forma estranha, senti um vazio interior, uma dormência que tomou conta do meu pequeno corpo. Minhas ideias tremulavam, enquanto o medo se repetia no belo céu azul, tomando conta de mim.
Não era tristeza ou uma falta de amor qualquer; era a incerteza de morrer subitamente, sem ter alcançado relevância, honra ou maturidade.
Acendi o meu cigarro e soprei em direção ao sol, como se houvesse uma promessa fundida a ele. A fumaça branca do meu cigarro dissipou todas as ideias e rumos inadequados.
Brasas, ideias e redenção.
Era uma tarde ensolarada, o céu azul se estendia infinitamente sobre a cidade. Os ruídos do cotidiano preenchiam o ar, misturando-se ao burburinho das conversas e aos passos apressados dos transeuntes. Era nesse cenário que se desenrolavam as histórias, as pequenas crônicas do dia a dia.
Nas ruas movimentadas, as pessoas seguiam seus trajetos, cada uma com seus pensamentos e preocupações. Havia aqueles que pareciam perdidos em seus próprios mundos, absortos em seus problemas e questões pessoais. Outros compartilhavam risos e sorrisos, espalhando alegria por onde passavam.
No meio dessa agitação, um olhar atento poderia perceber os detalhes, as nuances que compunham essa crônica urbana. Nas esquinas, artistas de rua encantavam com sua música e suas performances. Nas cafeterias, os aromas do café fresco se misturavam ao som das conversas animadas.
Em meio ao caos da cidade, havia também momentos de calma e contemplação. Nos parques, as árvores se erguiam majestosas, testemunhando o vai e vem das estações. Pessoas se sentavam nos bancos, entregando-se ao prazer de ler um livro ou simplesmente observar a vida passar.
No coração da crônica urbana, estavam as relações humanas. Amores que nasciam e se desvaneciam, amizades que se fortaleciam, encontros e desencontros que marcavam os destinos das pessoas. Cada interação, por menor que fosse, tecia a teia da vida na cidade.
E assim, no ritmo frenético da metrópole, a crônica se desdobrava. A cada esquina, uma história se desenrolava, personagens cruzavam caminhos, sentimentos se entrelaçavam. E mesmo diante da correria do dia a dia, havia momentos de pausa, de reflexão, em que a vida se revelava em sua plenitude.
Essa crônica urbana, como a própria vida, era uma mistura de caos e ordem, de encontros e despedidas, de sonhos e desafios. Era uma dança complexa, em que cada passo dado deixava uma marca, uma lembrança na memória coletiva da cidade.
E assim, nesse emaranhado de histórias e emoções, a crônica seguia seu curso. O tempo passava, levando consigo os momentos vividos, mas deixando a essência de cada pessoa, cada experiência, impregnada nas ruas, nas esquinas, nos corações.
In, O divino entre os tendões da vida
Amanheceu, olhei para o relógio e já era hora de levantar. O céu azul lá fora, mas por dentro o dia estava nublado. Uma saudade doída. Hoje, vinte e oito de julho, seria aniversário do papai, que voou nessa pandemia. Respirei fundo e segui para o trabalho. Ao chegar, organizo as coisas, finjo está tudo bem, seguro firme as lágrimas. De repente, entra na sala Dona “Carolina de Jesus”, meu primeiro atendimento. Ela senta, e com um olhar sereno começa a contar um pouco da sua história. Em junho, sua residência foi incendiada, perdeu tudo. O esposo sofreu queimadura de último grau, faleceu dois dias depois. Todos os seus documentos foram queimados, o seguro-desemprego que estava para receber na boca do caixa, foi adiado até resolver as pendências. Os móveis viraram cinzas, não sobrou nada. Sem dinheiro e trabalho, a família está sobrevivendo através de doação. O filho mais velho encontra-se em privação de liberdade. “Carolina de Jesus”, até tenta assim como eu segurar as lágrimas, mas não consegue, e chora, chora, chora. Embora as nossas histórias sejam diferentes, as nossas dores e tristezas são tão parecidas. Nós, mulheres negras, carregamos o mundo nas costas, e muitas vezes, o choro não nos é permitido. Historicamente somos ditas como fortes e guerreiras. As que suportam tudo. Hoje, Carolina de Jesus veio me lembrar que ser forte todo dia é desumano demais. Principalmente nessa pandemia, com esse desgoverno da morte, com esse Brasil com tanta dor, luto, injustiça e fome. Ainda bem, Carolina de Jesus, que nós temos nós. Seguimos, às vezes longe, mas sempre juntas. Obrigada por me fazer reconhecer a minha humanidade, fragilidade. Obrigada, muito obrigada.
O ser humano quer viver no mundinho cor-de-rosa, céu azul, mas a vida não é assim. A vida é feita de nuvens rosas e cinzas e eu aprendi a conviver.
Se eu fosse um pássaro
eu voaria pelo céu azul
mas quando voltasse para casa
sei que ele estaria cinza e eu veria a chuva cair
ninguém viria para me alimentar
pois eu seria um pássaro, que já sabia voar
porém não sou
nunca voei, ninguém me ensinou
nunca comi
se eu fosse vivo...
RETRATO DE CURITIBA
Minha amada, gelada, cinza e nublada,
de inverno com o céu azul translúcido,
outros muitos bruscamente escurecidos.
(Um sol tímido algumas vezes brilha aqui.)
“Daí você já sabe” aqui tem leiTE quenTE.
tem o Vampiro e a sua polaquinha,
A Curitiba do Zequinha, da Cini ,
do Poty, da Elena Kolody e Leminski.
da “vina”, do“penal” do “piá” e Au Au.
Cidade Sorriso da Rua da Flores
dos teatros, dos Natais e musicais.
No domingo tem Tangua, Tingui eBarigui.
Porque é linda e Santa a Felicidade
e no Paço daLiberdade, eu te abraço!
Curitiba, é muito bom viver aqui !
CÉU AZUL
Embaixo desse céu azul
Que nós Cobre como véu
Existe a vida !
Uma jóia preciosa
Que Deus,de presente nos deu !
Abaixo do azul celeste,
No céu as nuvens se entrelaçam
Enquanto as estrelas se abraçam
Para uma nova noite iluminar !
e o sol em silêncio
Aplaude o brilho do luar
Vai Chegando a madrugada
Para em breve um novo dia raiar
Enquanto a lua se esconde
Para que em baixo do céu azul
O sol nasce para iluminar !
e quando vai entadecendo
Chega-se o momento,onde
Um ponto de luz no céu aparece
Para mais uma noite de luar
O abrace das estrelas
Que aguardam o novo dia chegar
Embaixo de um céu azul
Os raios do sol novamente à brilhar !
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98
Uma paixão
Paixão é o céu azul! A alma com canto
O que entorpece e alimenta a sensação
É o olhar que roubou o tom do encanto
A poética lua em serenata pro coração
Paixão é emoção, sedutora, um recanto
No peito: tão cheio daquela doce ilusão
Sentido, sede, tentador, contenta tanto!
Dando entusiasmo a nossa imaginação
Paixão é arrebatamento que nos aloja
A beleza balsâmica do amor que forja
É a matiz que aquece o toque, arrepio...
Paixão, explosão de desejo, sentimento
Sussurros, suspiros, ignoto seguimento
Pois, vida sem paixão, um poema vazio!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26/09/2023, 11”54” – Araguari, MG
O nosso início não tem fim
Voando nesse céu azul da cor do mar
Surfando na tua onda espero um dia eu te encontrar
Um dia bom é um presente,
Um dia maravilhoso é um tesouro,
O céu azul é uma aquarela,
Que nos enche de amor e de louvor.
A felicidade é uma conquista,
Que vem de dentro do coração,
É a alegria que nos domina,
E nos faz sentir a emoção.
O sol brilha como uma inspiração,
E a brisa sopra com doçura,
A vida ganha uma nova cor,
E a alma se enche de ternura.
A alegria é um fogo que queima,
E incendeia todo o ser,
As emoções são como ondas,
Que nos fazem dançar e viver.
A inspiração é uma musa divina,
Que nos toca com sua magia,
E nos faz enxergar a vida,
Com uma nova luz e poesia.
Que os dias bons se multipliquem,
E os dias maravilhosos sejam mais,
Que o céu azul seja nossa inspiração,
E a alegria a nossa mais pura paz.
Um dia bom, um dia maravilhoso,
Um dia que nos traga emoção,
O céu azul como um sorriso,
E a felicidade no coração.
Uma alegria que contagia,
E que nos faz querer dançar,
Uma inspiração que nos guia,
E que nos faz sonhar e criar.
Um dia para sentir a vida,
Com todo o seu esplendor,
Para ver o mundo com novos olhos,
E descobrir o amor.
O sol que brilha no horizonte,
A brisa fresca que nos toca,
A natureza em toda a sua glória,
Nos fazendo sentir uma nova toca.
A felicidade que nos envolve,
Como um abraço apertado,
E a emoção que nos comove,
Como um poema bem rimado.
Um dia bom é aquele que vivemos,
Com toda a nossa intensidade,
E que nos traz alegria e inspiração,
Para continuar a nossa jornada com felicidade.
Então, que todos os dias sejam assim,
Cheios de beleza e de emoção,
Que o céu azul nos inspire,
E que a alegria nos guie em cada decisão.
No meio do céu azul, eu me perguntei um dia
Qual é meu caminho?
Desiludida de alguma forma, achei estar sozinha
Achava não ter um abrigo
Achava não ter um lar
As pessoas que eram para ser consideradas de importância
Se tornaram meu motivo de ansiedade e inconstância
Essas pessoas me largaram e me deixaram no chão, mesmo não tendo a intenção
Porém você me levantou e me deu sua mão
Me arrancou das profundezas do meu desespero
Me deu um espelho, me fez refletir sobre meus próprios erros
Serei sempre grata pelo fez
Não esquecerei
