Cartas de Tristeza
No abismo da minha alma, um pranto sem cessar,
Uma tristeza profunda, difícil de suportar.
A dor dilacera, como navalha afiada,
E o desespero consome, deixando a alma arrasada.
As lágrimas fluem, como rios de desolação,
Um oceano de tristeza, sem margens de consolação.
A solidão é meu único refúgio, meu triste abrigo,
E a escuridão envolve, como um manto sombrio.
Sinto-me perdido, um náufrago na tempestade,
Afogado em angústia, sem esperança, sem piedade.
As sombras me cercam, sussurrando palavras de aflição,
E a melancolia me envolve, em sua cruel canção.
Nas minhas veias corre a tristeza, como um veneno,
Envenenando a alma, corroendo o meu ser pequeno.
A tristeza me consome, deixando marcas profundas,
E a vida perde o sentido, nas suas voltas vagabundas.
Oh, como anseio por um alento, um raio de luz,
Para romper essa escuridão, essa dor que me seduz.
Mas por agora, mergulho nas profundezas do sofrimento,
Deixo as lágrimas escreverem, meu lamento no firmamento.
No peito, uma coceira triste persiste,
Um vazio que a alma insiste,
A tristeza se espalha, me invade,
E a vontade de chorar não evade.
Perdido em meio ao mar de emoções,
Culpo-me por todas as ações,
A cabeça flagela, implacável tormento,
Sinto-me culpado, sem discernimento.
A estranheza permeia meu ser,
Uma vontade de gritar, de enlouquecer,
A angústia consome, sem piedade,
Nesta escuridão, perco a identidade.
Que tristeza sinto em meu peito,
É ruim estar insatisfeito,
Quando você enxerga que nada é perfeito,
E seu corpo entra em rejeito.
Há pessoas que te encanta,
No fundo do poço te levanta,
Nos seus braços lhe sustenta,
Fazem da sua vida sua ferramenta,
E quando enjoam,
Desistem à toa.
Ainda quero acreditar,
Em um amor que me faz acordar,
Que de mim faça o seu lar,
E que possamos se somente se amar.
Que tristeza sinto em meu peito,
Quando vejo pessoas de todo jeito,
Que pelos sentimentos do outro não há respeito,
Brincam com eles e tiram proveito.
Que tristeza sinto em meu peito,
Por pessoas sem conceito,
Sujeitos,
Imperfeitos,
Cheios de defeitos.
Se aceitar ser moradia de alguém,
Não deixe que ninguém,
Tire o sossego,
Que vem do seu peito.
E tem que ser recíproco,
Correspondente,
Bilateral,
Mutual,
Retribuído.
Destruição, rancor, vidro despedaçado,
um fio de moeda que, ao vento da tristeza, se corrói.
Esse fio de metal, queimado pela fúria do fogo,
torna-se fragilidade, quase papel.
O papel vira cinza, e da cinza retorna à natureza.
A natureza, polissêmica, guarda o rancor de ter perdido,
lança-se aos ventos, e sob os ventos encontra o mar.
Mas o mar não é consolo, apenas abismo.
Ele toma tudo e faz afundar.
Um mundo irreal
cujo olhar é felicidade,
choro tristeza
se a ambiguidade é desprezo,
o mundo é irreal, afinal
a hipocrisia é ápice do final
que abres o início
de um ciclo vicioso,
onde a verdade se mascara
e o sorriso é duvidoso,
em corações que se calam
quando a alma dispara.
E se o tempo é um espelho
que distorce o essencial,
caminho entre sombras
de um querer tão irreal,
tateando o incerto
em busca do que é vital.
Mas se o mundo é ilusão,
que reste então a poesia,
como farol da contradição
e abrigo da utopia.
Canção / Samba
Vácuo
No vácuo não tem som
No vácuo não tem voz
Tristeza enfada no peito
Onde será que vamos nós?`
Os nós apertam o peito
Já sem ar se esvai a voz
Sem força o corpo deita
Sob o infinito feroz
Vazio.... como pesa tanto?
Lateja dentro do ser
Tomba o rico
Tomba o pobre
Poder é nada
Quando nos consome.
Vazio, como pesa tanto?
Lateja dentro do ser
Tomba o muro
Que separa os homens
Todos são iguais
Perante a você.
(Introdução) Na alegria ou na tristeza, que eu te amar,
No monte mais alto do mundo, posso te encontrar.
Que seja no mais profundo abismo, também poderá estar,
Tua companhia preenche meu mundo, minha razão de amar.
[Verso 1]
É a luz na manhã, que faz o sol se acender,
Estando ao meu lado, nada preciso temer.
Com sua companhia, a vida é uma melodia,
E cada nota de odor, que exala da mais linda flor. Tu és a pura essência do amor.
Teu encanto é perfeito, não posso mais esconder.
[Chorus]
Jesus, Jesus, minha vida preenche com seu amor.
Encanto do meu dia, meu amor, meu bem querer.
Teu olhar são labaredas que aquece a minha alma.
Tua luz brilhando em meu céu, posso crer na divinal provisão.
Vem reinar em mim, teu trono seja meu coração.
[Verse 2]
Seja presente pelos campos, juntos em qualquer local,
Você é a razão, no meu sonho, o ideal.
Cada passo avançando, em alegura voraz,
Nessa efêmera vida, você é minha paz.
[Chorus]
Jesus, Cristo, és minha razão existencial.
Jesus, Cristo, libra minha alma de todo o mal.
Eu posso descansar, posso confiar
Meu porto seguro minha esperança, nunca me faltará.
Um dia a dor passará. A tristeza passará. A desilusão. O fracasso. A perda.
Um dia tudo irá passar. Um dia. Algum dia. Eu sei. Preciso acreditar nisso.
Será um instante fundamentalmente criado para este fim. Gerado no momento exato para transformar, recriar, reinventar. Para renascer.
Como suportar até lá? Como carregar tamanho fardo no coração, na mente e na alma? Não sei.
Apenas dar um passo de cada vez. Viver em câmera lenta cada segundo, minuto, hora, dia, mês e ano. Viver devagar para sentir a essência da vida. Sentir a essência do amor. A essência do teu ser. Não provei deste amor, mas pude sentir seu aroma doce e inebriante, tomando-me de assalto e me transportando a uma dimensão longe da minha realidade e mais perto de você.
Neste momento reflexivo, me apego nestas palavras e respiro profunda e lentamente para tentar absorver o pouco que me resta desta essência, deste aroma que entorpece minh'alma e me eleva acima da minha vontade e da própria razão de ser e existir.
Assim como a água que transborda violentamente de um rio, está meu coração em pranto, transbordando de dores inconcebíveis, de sentimentos e ressentimentos incompreensíveis a mim mesmo, incontrolável e impossível de represar este incomensurável amor.
Assim como as águas intranquilas de um caudaloso rio, seguindo um curso errante em caminho desconhecido. Totalmente sem destino. Culminando em uma grande cachoeira de emoções.
Caí sobre minha cabeça à garoa intensa como forma de lagrimas da tristeza do desagrado divino.
Eu amo tudo que me foi concedido sem motivos e sem sentido.
O frio da solidão é a imensa dor da saudade no coração.
Amor é divino e concedido a nós de alguma forma, somos amados sem que nós não sejamos cobrados de nada.
Eu já encontrei muito mais do que bons motivos para desfazer o meu laço com a tristeza;
Não quero mais viver com os olhos escondidos, me despedaçando por um ódio que não me pertence;
Derramarei o veneno que me cerca e intensificarei o ultimo gole de esperança diluindo a tensão que atrapalha meu caminho;
Tento diluir essa tristeza que me faz mal e tanto me faz ceder a esse capricho sem conseguir acompanhar a esse passo desorientador;
Assisto-me e ensaio em frente do espelho bebendo o ultimo gole desse veneno que trancafia o meu próprio coração;
No meu silêncio eu grito para que o amor inventado não prevaleça e desate tamanha esperança;
Em meus versos me disperso da tristeza e recebo o amor com o coração aberto e transbordantes de alegria em trilhar o caminho da felicidade.
Nas palavras encontro realizações dos meus desejos, porem encontro mágoas e desalento desabafado em uma simples inspiração.
Um verso constrói seu próprio caminho não se faz infame, pois tens sentimentos verdadeiros para tocar o coração alheio.
Se tu choras de tristeza e transborda em lágrimas, chame minha pessoa com todo amor que lhe tenho e tomarei suas dores;
Se tu descobristes que você tem alegria e que com espontaneidade lhe brota um sorriso, saiba que é meu coração que se esforça para cultivar a sua felicidade;
Se queres compartilhar suas aflições com um alguém, então me deixe ser teu porto seguro, pois se me encontro com a felicidade te darei toda para assistir o seu belo sorriso;
Vivo sofrendo entrelaçado com a tristeza recebendo patadas, grosserias, ignorâncias e muita das vezes a falta de reconhecimentos;
E mesmo assim ainda me tratam com extrema falsidade esperando que eu retribua com minha gentileza e educação;
Portanto Minha educação tem limites aos que pensam de forma indigesta sobre minha pessoa;
Estou cansado de tentar ser agradável para rirem do que nem sei o motivo, nunca fui idiota e nem quero ser, mas se pensam que estou derrotado saibam que os dados ainda estão rodando;
Já perdi os meus medos de me acostumar com qual quer indício de tristeza que rodeia meus passos em um caminho de rosas com um cheiro de morte;
Choram mimados pelos versos que o vento leva onde ainda não se fez rastro, pedaço do varejo incomparável com o preço do atacado que se mostram olhares indiscretos;
Vou me entrelaçar com o momento que muda a cada instante, onde o meu céu é cercado de você para aos pouco me entreter e te guardar em meu coração;
Não me lembro da tristeza tão exata que fez-me acostumar com a doença de amar sem ser amado;
Compaixão não se faz pena de ninguém, mas amor se faz bondade de um gostar dos sentimentos;
Minhas palavras são erros que tem a pretensão de estar visíveis à você;
Fechando seus olhos não se têm às horas de sentir os sentimentos perfeitos irem embora;
Minha tristeza fora pelo o seu silêncio ao meu querer tão inocente, a exatidão escondida em palavras tão poética que ofereci com o meu coração;
Sou pobre, mas meu coração prova a mim que é rico em sentimentos, mas infelizmente isso não importa nos dias de hoje que tanto se mostra pelo interesse;
De uma forma tão pobre consigo enfeites para enfeitar sei chão, para iluminar os seus passos e honrar você que a mim és rainha que desvenda como sou realmente por dentro;
Despedaço-me para que você encontre meu pó com a simplicidade de como eu escrevo e sou para nunca pensar que nunca lhe disse de mim;
Perdoai o meu olhar fatigado, um olhar desiludido que sintetiza um ser frustrado... Na tristeza de não ter sido capaz, no meu coração em guerra ainda não entende a paz...
A minha vida um tanto fragmentado deu-se tamanha sensibilidade na segunda fase do meu romantismo, mas sim me apego ao meu próprio conhecimento...
Quero ainda dar uma virada, pois mais vasto que seja ainda sim não cabe a minha dor... Dor de amor como em um mundo caduco, cantarei os meus versos um dia a ti mulher... Eu lhe juro...
Já me perdi pelo caminho da tristeza
e muita dàs vezes me encontrava
na felicidade de uma paixão;
Já fui enganado sem intenção
mas também já fui admirado
por ter um bom coração;
Outras vezes deixava de questionar
por achar que a minha opinião, nada valia...
Mas nunca deixei de acreditar
que me hora chegaria... E que me encontraria;
Eu sei que ainda há um caminho a trilhar
e que eu caibo entre meus sonhos para que eu volte
a sorrir e também cantarolar!
O amor é a alegria do contentamento;
É a tristeza que desagua no descontentamento;
O amor é o fogo incontrolável;
que se controla na mais pura frieza;
O amor é abraçar a solidão;
e completar o fio infinito do coração;
É perder no jogo de azar;
Ganhar no jogo de amar;
E como posso cortejar com
a mais pura sinceridade...
Se amar como eu amo
é amar com verdade!
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