Texto sobre ingratidão

Quando a falta importa mais que tudo que está presente, significa que a ingratidão é quem comanda.

As vezes, erramos porque falamos o que sentimos, e não o que pensamos.

Outras vezes, erramos porque falamos o que pensamos, e não o que sentimos.

A dor pode ser inevitável, mas o sofrimento sempre é uma escolha.

Importar-se demasiadamente com o que os outros pensam, é a receita infalível do fracasso.

Não se culpe! Tenha gratidão por tudo.
A ingratidão baixa sua vibração.
Não se culpe pelos erros ou pelos caminhos que não deram certo. Cada experiência traz aprendizado. Tenha gratidão por tudo, mesmo pelos desafios, pois é nela que encontramos crescimento e força. A ingratidão pesa no coração e baixa sua vibração; cultivar a gratidão é elevar-se, é iluminar a própria vida e a vida daqueles ao redor.

Olhos da Ingratidão
Há olhares que veem o mundo, mas não reconhecem o valor do que recebem. Os olhos da ingratidão são aqueles que atravessam gestos de bondade sem perceber sua profundidade. Eles observam, mas não compreendem; recebem, mas não recordam.
A ingratidão nasce quando a memória do benefício se enfraquece diante do orgulho ou da indiferença. Quem olha com esses olhos passa pela vida como se tudo fosse lhe devido, como se a generosidade alheia fosse apenas parte natural do caminho.
Filosoficamente, a ingratidão revela uma falha na consciência do vínculo humano. Toda ajuda cria uma pequena ponte entre duas existências. Quando essa ponte não é reconhecida, não é apenas a gratidão que desaparece — também se perde a percepção de que ninguém caminha sozinho.
Assim, os olhos da ingratidão não são cegos para o mundo, mas são cegos para a dádiva. E quem não aprende a enxergar o bem que recebeu corre o risco de viver cercado de pessoas, mas distante do verdadeiro sentido da reciprocidade.

: A Recompensa Silenciosa


A nossa reação diante da ingratidão de quem acolhemos define o tamanho da nossa evolução espiritual e da nossa força emocional. Em vez de revidar com amargura ou nos arrependermos do bem que praticamos, podemos escolher o caminho da compaixão, entendendo que pessoas feridas frequentemente ferem aqueles que tentam ajudá-las. A verdadeira recompensa de quem estende a mão para o que está destruído não está no agradecimento público ou no reconhecimento alheio, mas na paz silenciosa de saber que cumprimos o nosso papel de sermos luz em meio à tempestade de alguém

Ingratidão é f#d@…
Para quem se acostumou a receber, generosidade deixa de ser gesto e vira obrigação.
Aos poucos, tudo o que você faz deixa de ser valorizado e passa a ser simplesmente esperado. E basta você estabelecer um limite para que uma infinidade de “SINS” seja esquecida diante de um único “NÃO”.
A ingratidão não nasce necessariamente da falta de memória, mas do excesso de conveniência.
Enquanto você serve, ajuda, cede e está sempre disponível, é indispensável. No momento em que decide se preservar e impor limites, passa a ser visto como o problema.
É aí que certas relações se revelam: algumas pessoas não valorizavam exatamente você, mas o acesso que tinham à sua disponibilidade.
No fim, o ingrato raramente se lembra de tudo o que recebeu; prefere se ressentir da única coisa que, desta vez, você decidiu não dar.
No fim, a gratidão contabiliza o que recebeu. A ingratidão, apenas o que lhe foi negado.

A INGRATIDÃO !!!
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A ingratidão arde como marca na pele com ferro quente ,
ferida aberta por alguém que você tanto ajudou,
quando a ingratidão chega, machuca a alma...
Mas um dia a ferida sara, a dor passsa..
mas deixa a lembrança numa cicatriz,
para que jamais esqueçamos,o que causou essa marca de uma ferida ,
e a dor que ela deixou.
Mas logo vem o perdão,
que supera a ingratidão,
limpando nossa alma e coração,
da sujeira que ela deixou.
Se você não estiver preparado,
para suportar a ingratidão,
ela chega, te derruba e te joga no chão!
O antidoto contra essa erva daninha,
chamada "ingratidão",
chama-se amor,misericórdia e perdão !
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texto de Gilberto braga

AS CHAGAS DA HUMANIDADE.

Meus queridos amigos e irmãos,
Quando a ingratidão dos sentimentos se revela em disparates com nível desleal para com Deus,em suas Leis providenciais e análogas por natureza,evolam-se de nós,vibrações negativas sem ter por fito,o desprendimento e o melhoramento de tamanha imperfeição,que se obscura por entre sentidos perdidos que escapam de uma profunda análise de consciência...
Na desfavorável forma,para que em meio as desilusões ou ainda mais preocupante ilusão das desigualdades,se resultar em regeneradora oficina,aonde de fato,se nos interliga o cadinho de cada instante,para promoção do bem comum!
Preocupamo-nos com os poderosos defeitos,que arrastam-se nos comprimindo no lamaçal do chão interior,onde nos detemos em debates em lamúrias e zizânias,que não acrescentam degraus em direção à liberdade feliz verdadeiramente.
Jesus,que é o "retrato de Deus",quando na terra,abrira os meigos e suaves lábios,sempre espalhando o perfume transcendental da Boa Nova,para nos acordar,no túmulo de nosso cerne,numa proposta vindouras que só mais tarde iríamos de fato compreender,afirmando:
- Só um coisa te é necessária,que busques primeiro o Reino dos Céus...
E coordenadas a isto,almas sem lucidez e mergulhadas num tom de busca da perfeição,sem ouvidos de ouvir,entregam-se em Homéricas batalha contra imperfeições pungentes,dentro que de mesmas...
Mas ainda só uma coisa é primordial,combater a causa das causas!
Encarando no deserto interior,porém debalde,incontroláveis inimigos em suas paixões principescas.
Mergulhadas em campo,determinadas a expurgar esses inimigos,ferozes e vorazes,que só sobrevivem porque nós os alimentamos,dando pérolas aos porcos nessas batalhas em que deveras vezes são desditosas e malogradas,se agigantam ante os sentimentos que se fazem jus,por desejarem a vitória,mas invariavelmente ainda perdemos por momentos a luta,poi não buscamos nas Santas palavras do Cristo,"Que só uma coisa nos basta..."
E com devaneios espartanos,pretensiosos levantamos espadas contra os moradores do nosso interior que são filhos da imperfeição de um casal cumpliciados um no outro,formando um só corpo em chagas a apodrecer a humanidade,conforme está muito bem elucidado pelas entidades de alta luz com o bom senso fidedigno do codificador Allan Kardec,nas páginas abençoadas no Evangelho Segundo Espiritismo no capítulo Vll...
Onde se ressaltam os pobres de espírito,esclarecendo que para objetivarmos com louvor o nosso ideal,em detrimento da humanidade em nome da paz e do amor,fazem-nos um alerta,que não combatamos os "filhos" do Orgulho e da Vaidade,pois que,são nestes que erradicam-se todas as nuances para conosco e para com as Leis Divinas!
Elejamos dentre tantas imperfeições que nos chafundam a que mais nos incomoda,façamos uma profunda viagem em nós mesmos e como cada um sabe de si,saberá que chaga maior está aberta dando vazão a tantas outras,então é nesta que concentraremos os nossos esforços para domá-la e as outras são apenas filhas deseducadas por esta.
Não nos percamos em campo bélico,levantando espadas,esquecendo que a força tenaz e aguda dos espartanos se encontrava nos escudos...
Por este prisma,damo-nos com convicção de que a matriz imperial dos defeitos,pede a espada e as filiais o escudo!
Travemos lutas com aquele que nos assola devastadamente levando-nos as tristezas...
concentremo-nos no orgulho e na vaidade,que são a ponta do iceberg e que causam mais danos às embarcações mais que o próprio corpo do iceberg que viaja silencioso e submerso.
Em buscando o reino dos Céus por primeiro,a alma já é iluminada,mas ao dar-se em sereno controle,apagando aos poucos estes dois inimigos que se apresentam,ela encontrará o reino prometido e de lá,não será mais iluminada,mas sim,astro luminoso a iluminar de si a humanidade.
Muita Paz!
Pelo espírito:José Maria.

MIGALHAS DA GRANDE MESA.
A INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOS DE FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as dores que atravessam o espírito humano, poucas são tão lancinantes quanto a ingratidão dos filhos. A pobreza pode ferir o corpo. A enfermidade pode consumir os dias. As perseguições sociais podem dilacerar a dignidade. Contudo, quando o sofrimento nasce dentro do próprio lar, quando a frieza brota daqueles que receberam colo, alimento, renúncia e amor, a alma experimenta uma das mais profundas provas morais da existência terrestre.
O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta essa questão não apenas como drama psicológico ou conflito social, mas como fenômeno espiritual de longa duração, vinculado aos processos reencarnatórios, às leis de afinidade moral e às reparações do pretérito. A Doutrina Espírita desloca o problema da mera ótica biológica e o eleva à dimensão transcendente da consciência imortal.
A família, segundo o Espiritismo, não é simples agrupamento consanguíneo formado pelo acaso biológico. Antes de tudo, constitui reencontro de Espíritos ligados por afinidades, débitos, afetos, antagonismos e necessidades de crescimento mútuo. Muitas vezes, aqueles que hoje se chamam pai, mãe, filho ou irmão já estiveram unidos em existências pretéritas sob outras circunstâncias. O amor pode reunir. O ódio também. A reparação moral frequentemente reorganiza os vínculos que outrora foram destruídos pelo orgulho, pela violência ou pelo abandono.
É precisamente nesse ponto que o texto de Santo Agostinho adquire profundidade filosófica admirável. O Espírito que desencarna não abandona instantaneamente suas paixões. Leva consigo ressentimentos, desejos, tendências e marcas psicológicas profundamente sedimentadas. A morte não santifica ninguém. Apenas remove o invólucro físico. A individualidade prossegue sendo aquilo que moralmente construiu em si mesma.
Por essa razão, muitos Espíritos carregam para além do túmulo animosidades violentas. Alguns despertam para o arrependimento e compreendem que somente a caridade pode libertá-los da própria inferioridade. Entretanto, compreender não significa vencer imediatamente. A consciência vacila entre o desejo de renovação e os impulsos cristalizados do passado. Surge então o drama íntimo da reforma espiritual.
Em diversos casos, segundo a ótica espírita, o Espírito pede para renascer exatamente no seio da família daqueles a quem odiou ou por quem foi odiado. A reencarnação converte-se, assim, em mecanismo educativo da Providência Divina. O antigo adversário retorna como filho. O ofendido reaparece como pai. O perseguidor nasce sob os cuidados daquele que perseguiu. A convivência doméstica torna-se oficina de reconciliação.
Sob essa perspectiva, muitas antipatias aparentemente inexplicáveis da infância deixam de ser vistas como simples caprichos temperamentais. Existem crianças que, desde muito cedo, demonstram rejeição intensa, revolta desproporcional ou frieza afetiva sem causa aparente na atual existência. O Espiritismo interpreta certos casos como reminiscências emocionais profundas, impressões subconscientes oriundas de experiências anteriores ainda não pacificadas.
Tal entendimento não pretende estimular fatalismos psicológicos nem justificar abusos familiares. Pelo contrário. A Doutrina Espírita responsabiliza moralmente os pais pelo esforço educativo e afetivo destinado ao progresso espiritual dos filhos. A educação deixa de ser mero preparo intelectual e transforma-se em tarefa sacramental da alma.
O lar converte-se em laboratório moral.
Cada gesto dos pais modela estruturas psíquicas profundas na criança. A indulgência excessiva fortalece o egoísmo. A ausência afetiva alimenta inseguranças futuras. A violência verbal produz traumas silenciosos. A negligência moral favorece tendências destrutivas já existentes no Espírito reencarnante. Assim, o Espiritismo compreende que educar não é apenas ensinar regras sociais, mas auxiliar o Espírito a dominar suas imperfeições ancestrais.
A metáfora utilizada no texto é extremamente significativa. Os pais devem agir como jardineiros atentos, cortando os rebentos defeituosos antes que se transformem em raízes profundas. O orgulho e o egoísmo, se alimentados desde cedo, convertem-se mais tarde em ingratidão, insensibilidade e endurecimento moral.
Sob o prisma psicológico, percebe-se aqui extraordinária lucidez acerca da formação da personalidade humana. A infância constitui período de plasticidade emocional intensa. Tendências morais podem ser fortalecidas ou enfraquecidas conforme o ambiente afetivo, os exemplos familiares e os estímulos recebidos. O Espiritismo antecipa, em muitos aspectos, reflexões modernas sobre condicionamento emocional, desenvolvimento ético e estruturação psíquica da consciência.
Entretanto, o Evangelho Espírita também consola os pais que, apesar de todos os esforços sinceros, enfrentam filhos ingratos ou moralmente perturbados. Nem toda responsabilidade pertence à família atual. Existem Espíritos profundamente comprometidos consigo mesmos, resistentes ao progresso, que utilizam o livre-arbítrio para permanecerem estacionários. Nesses casos, o sofrimento dos pais converte-se em prova expiatória e testemunho de perseverança moral.
As dores domésticas possuem singular intensidade porque atingem diretamente o centro afetivo da alma. Há indivíduos que suportam heroicamente a fome, a miséria e as humilhações sociais, mas desmoronam diante da indiferença de um filho. Isso ocorre porque os laços familiares penetram regiões profundas da sensibilidade humana. O coração paterno e materno frequentemente ama sem condições, sem contratos e sem medidas.
Quando esse amor não encontra reciprocidade, instala-se uma das mais amargas experiências da existência terrestre.
Todavia, o Espiritismo procura impedir que a dor se transforme em desespero absoluto. A reencarnação relativiza o instante presente. O filho ingrato de hoje pode tornar-se amanhã o Espírito arrependido que retornará buscando reconciliação. Nenhum sofrimento é eterno. Nenhuma consciência permanece para sempre endurecida. A justiça divina opera através de séculos invisíveis ao olhar humano.
Há também dimensão sociológica extremamente relevante nesse ensinamento. Em épocas marcadas pelo individualismo exacerbado, pela dissolução dos vínculos familiares e pela cultura do imediatismo, a ingratidão filial tornou-se fenômeno cada vez mais recorrente. Muitos pais envelhecem abandonados emocionalmente. Tornam-se instrumentos utilitários descartados após cumprirem funções materiais. A sociedade contemporânea frequentemente estimula autonomia sem responsabilidade moral, liberdade sem dever e prazer sem gratidão.
O resultado inevitável é a erosão dos laços afetivos.
O Espiritismo propõe caminho oposto. A família não é prisão cármica destinada apenas ao sofrimento, mas instituição educativa da alma. É dentro dela que o Espírito aprende tolerância, renúncia, perdão, disciplina emocional e fraternidade. As imperfeições que emergem no convívio doméstico revelam precisamente aquilo que ainda necessita ser curado.
Por isso Santo Agostinho conclui exortando os pais a acolherem até mesmo os filhos difíceis como irmãos espirituais em processo de restauração. Muitas vezes, aqueles que mais causam perturbação são justamente os que mais necessitam de amparo moral. A família verdadeira não se define apenas pela harmonia natural, mas pela capacidade de permanecer unida diante das provas.
Existe profunda grandeza espiritual na mãe que continua amando o filho ingrato. Existe heroísmo invisível no pai que persevera orientando aquele que o despreza. Tais criaturas silenciosas carregam cruzes morais que raramente são compreendidas pela sociedade, mas que possuem elevado valor diante das leis divinas.
A ingratidão dos filhos não representa apenas falha afetiva humana. Em muitos casos, constitui reflexo de conflitos antigos ainda não resolvidos entre consciências imortais. E os laços de família, longe de serem acidentes biológicos passageiros, revelam-se instrumentos providenciais para a reconstrução do amor onde outrora existiram ruínas morais.
Porque, diante da eternidade, nenhuma lágrima sincera é inútil. Nenhuma renúncia amorosa permanece esquecida. E nenhum coração que verdadeiramente ama atravessa as sombras da existência sem recolher, mais cedo ou mais tarde, as claridades da redenção espiritual.

Fontes consultadas.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Santo Agostinho
O Livro dos Espíritos
José Herculano Pires
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O período solitário não vive sem a ingratidão

Estar sozinho não é o mesmo que ser solitário e depressivo; certamente, é possível estar acompanhado e ainda sentir um vazio. Tal compreensão é indispensável.

A solidão não gosta da companhia de um coração grato pelo Zelo Divino, mas adora um vínculo fraco, onde o apreço infelizmente não é correspondido.

Então, naturalmente, seguir o próprio caminho é necessário, agradecer é imprescindível, com Deus conduzindo cada passo, prestando o seu amor e sendo abrigo.

Portanto, solitário não é estar sozinho, é ter que receber a solidão por estar mal acompanhado, seja pela própria presença, seja pela de outro alguém que não compensa.

Numa interação imprudente que não agrega: vestida de uma reclamação recorrente; uma tormenta de muita negatividade, que deixa a gratidão a Deus ausente. Isso é estar solitário de verdade.

Tem gente que não perde oportunidade por ingratidão.
Perde por medo.

A vida passa na frente com a bandeja cheia,
e ela olha e pensa: "agora não. Ainda não estou pronta. Vai ter outra bandeja depois."

Ela espera ficar mais segura, mais magra, mais curada, mais corajosa. Espera os filhos crescerem, o dinheiro sobrar, o barulho da casa silenciar.

Enquanto espera ficar pronta para viver, vai vivendo pela metade.

Não é que ela não veja a porta aberta. Ela vê. Só que fica ali no batente, calculando se o chão do outro lado aguenta o peso dela. Se vão rir dela. Se ela vai saber o que fazer quando entrar.

E aí a porta fecha. Não com estrondo. Fecha devagar, quase com delicadeza. Como quem entende que não era a hora dela.

Depois, fica aquela história que ela conta para si mesma:
"Não era para ser."
"Deus me livrou."
"Melhor assim."

Mas no fundo, no silêncio da noite, ela sabe. Era para ser sim. Só que ela não foi.

O mais triste não é perder o trem. É acostumar a ficar na estação, e começar a achar bonito ficar. Começar a chamar de prudência o que é medo, e de destino o que foi apenas adiamento.

Quem não aproveita as oportunidades não é fraco. É alguém que ainda não aprendeu que oportunidade não pede licença, não espera a gente se arrumar. Ela passa como gente apressada na rua.

A vida não dá segundas chances iguais. Ela dá outras chances, diferentes. E um dia, se a gente tiver sorte, aprende a não perguntar tanto, e a simplesmente ir.

*Ninguém é 💯% perfeito*

A ingratidão dói, o alto julgamento dói, a mentira massacra a verdade e cada um de nós tem a sua própria versão da verdade. A mágoa não é balanceada entre um lado e o outro, na verdade, ela é igual, não importa quem tem razão ou não, o que importa é quem está disposto a ceder, é o quanto o amor vale, o quanto vale a pena realmente por um ponto final nas diferenças e procurar se aceitar, se perdoar e se dar uma nova chance.



*Parentesco verdadeiro*

Parentesco temos todos por meio de sobrenomes, agora irmão mesmo é aquele que sabe respeitar o ponto de vista do outro e procura não querer ser maior, melhor ou dono da verdade. Tem um minuto que vale uma vida e tem perdão que vale uma eternidade, eu te perdoo, você me perdoa e vamos juntos errar e acertar, o importante é estar juntos.



*O apoio emocional é o que importa*

Um apoiando o outro, independente das escolhas e diferenças. Dificuldade todos temos e a melhor ajuda é o apoio emocional... = AMOR



*A gratidão a Deus*

O bonito dessa vida é poder acordar todas as manhãs e saber que o autor desse milagre é _DEUS_. É Ele que levanta o sol, é Ele que derrama a chuva, é Ele que te acorda, é Ele que te fortalece e é Ele que te conduz pelos melhores caminhos.



Vamos caminhar juntos pela paz entre as famílias ❤️

"Ingratidão" um nome tão assustador e com tantos significados. Do mais leve ao mais pesado... E transmite um medo em suas extremidades, que me faz engulir seco só em pronunciar. Creio que seja uma das piores coisas do mundo. Quando você dá tudo o que tem, e o que não tem, pra que algo funcione... Quando deseja, infinitamente, que algum retorno aconteça, ou qualquer espécie de agradecimento da vida, é aí que fica mais dolorido ler essa palavra. Porque as pessoas não estão nem aí pra o que você fez. Qualquer grandiosa atitude é apagada num piscar de olhos por um erro bobo. E então eu olho pra cima, pra montanha que eu tenho que escalar, ou sem fantasias, pra um caminho difícil.

É como um fumante subindo uma escada grande em um dia ensolarado... No começo parece simples, depois de alguns degraus as pernas já começam a cansar, o pulmão pede insistentemente por ar e você sente que não vai conseguir. Olha pra cima e vê tudo que ainda tem que subir. Pensa por diversas vezes que não consegue, e ninguém sabe o quão difícil é subir, porque não está em ninguém a falta de ar, a garganta fechada e ardente. Está apenas em você. Mas com dificuldade você consegue subir mais alguns degraus, e ao olhar pra trás vê todo o caminho que já conseguiu traçar. E sente, em alguma parte do ser, que não pode parar. Porque parar no meio do caminho seria muito pior do que nem ter começado a andar. Porque parar seria algo fácil demais pra se fazer... e hoje em dia, só acontecem coisas difíceis. Então puxa um ar, que não sabe de onde vem, e com toda dedicação que cabe em um corpo, você termina de subir.

Demore horas, dias ou anos... A caminhada nunca é decretada em um tempo certo. Independe de qualquer determinação... É o destino que faz juz ao quanto você merece, e as vezes, sinto lhe dizer... quase sempre, ele lhe prega o pior dos defeitos já inventados... a ingratidão.

Inserida por srtagobeth

☀☺⛅☀☺

Que as dores , dificuldades , decepções , tristezas , ingratidão e solidão .... se transformem em sorrisos de alegrias.
E continue em festa, recheados de beijinhos de Bom dia .💋😘
E de tarde só para relaxar , ....vamos cantar e dançar .💃
E a noitinha em uma linda oração ,..... vamos levar a Deus nossa gratidão pelo nosso excelente dia .🙏👐🙌

Inserida por berenice_gomes

Esta vida, muitas vezes, nos trata com ingratidão.
Mesmo nos esmerando para que a perfeição fique próxima, ela nos escapa por entre os dedos.
Nada que fazemos é em vão, pois nos responsabilizamos por cada ação executada.
Porém as coisas não ficam só por ai, pois nossa obrigação vai mais além, ou seja, é atribuido a nós também o resultado de qualquer ação que deixamos de executar.
(Teorilang)

Inserida por ivan_teorilang

A INGRATIDÃO é algo que vibra no negativo. Muitos vibram dessa forma e é perceptível com um pouco mais de observação. O INGRATO consegue ver um minúsculo 'não-feito' dentro de um 'imenso-feito', esqueceu-se completamente do que possui, é cego fisicamente e espiritualmente e com isso procura te descredenciar, tomando tudo por sua própria incapacidade de visão, esquecendo-se de desenvolver olhos altruístas; toma tudo pela sua própria minúscula régua, pelo seu estreitamento FOCAL e seu egoísmo. O seu SER está no centro de tudo, obstruindo, criando um imenso muro a sua volta e muito maior do que ele mesmo, vê mas NÃO ENXERGA.

Inúmeras vezes não esperamos NADA em troca, mas será que conseguimos continuar doando-nos sem mesmo um obrigado como retribuição.

Inserida por KrisKirak

Meu Papel

Vivemos em um mundo de ingratidão
Aqui só resta a indignação
Onde vamos parar com esta solidão
De uma vida sem chão

Neste mundo devemos nos apaixonar
Para ver se alegria podemos encontrar
Os pássaros voam, as árvores crescem
Com a decepção o coração endurece

Confiança só existe no papel
Pois as pessoas geram um réu

Prisioneiros dos segredos de um homem cruel.

Inserida por dihcaralampi

A INGRATIDÃO DA HUMANIDADE

A ingratidão, meu Deus, esta pantera
Que habita o coração da humanidade,
Ignorando o amor e tua bondade,
Chamando-te até mesmo de quimera!

A ingratidão, meu Deus, no mundo impera.
Fazer o bem parece iniquidade!
O agradecimento é leviandade,
Sempre da parte de quem não se espera!...

É contumaz, meu Deus, homens ingratos,
Comer teu pão, depois cuspir nos pratos,
Ignorando o amor com que fizeste!...

E se lhes pede comida, um faminto,
Ignoram o pobre no recinto,
Negando repartir do que lhes deste!...

Inserida por Antonio_Costta

Passar pelas fases da vida sem compreendê-las pode nos levar a um quadro de insatisfação, ingratidão e ansiedade. O tempo dos vôos chegará, mas antes se faz necessário um processo de maturação e, a exemplo da borboleta, o tempo de casulo é primordial para que suas asas se desenvolvam. Quando era pequeno, custei a entender esse processo. Ao ver uma borboleta nascendo, achava que ao ajudá-la a se desvencilhar de suas cascas ela sairia mais rápido, mas ao intervir neste processo elas morriam.
Não tenha medo de esperar o tratar de Deus...não aceite ajudas estranhas que desembocam na mortalidade às vesperas de tua transformação. O céu espera pelo teu vôo mas não queira pular as etapas... são necessárias.

Inserida por ClaudenirAguiar

A alma de um ser

Ando vagando na imensidão
Minha alma entristecida com essa ingratidão
A espera do renascimento do meu coração
Estou aqui preso na ilusão

Mas cada alma pura
Se livra de ilusões escuras
Então parece a mim a solução
Uma lição ... É a minha redenção

Humor renovado
Um cálice de momentos gravados
Minha alma não esta mas calada
Se expressa no novo mundo sem precisar ser selada

Os ventos me levam até você
As vezes é difícil de crê
Que as verdades
São ofuscadas por uma eternidade

Uma mistura de elementos encantados
Em versos nosso futuro é recitado
A alma de ser
Pode desobedecer os sentidos da vida mas ela nunca ti deixa um amor esquecer

Inserida por poetaKM

O Jogo

A vida não é ingrata,
Pois que eu saiba, ingratidão
É quando se recebe algo bom
E não se dá o devido valor a ele!

Pare e pense no que a vida
Deu de bom pra você e
O que ela recebeu de bom
Das suas mãos!

A vida é uma parede do jogo
De Squash, cada ação sua
É uma bolada na parede…
Agora, se você não consegue
Rebater o retorno da bola,
Sinto muito em lhe dizer:
Você não está preparado
Para jogar com a vida!

Inserida por Pergentinojunior