Carta a um Amigo Especial

Cerca de 100410 frases e pensamentos: Carta a um Amigo Especial

Escolher ficar hoje em dia é quase um ato revolucionário digno de documentário que ninguém pediu, mas todo mundo deveria assistir. Porque enquanto o mundo grita “próximo!”, eu estou ali, sentada emocionalmente no mesmo lugar, olhando pra mesma criatura com as mesmas manias irritantes de sempre e pensando, curiosamente em paz, é… ainda é aqui.


Não porque é perfeito, longe disso. Se fosse perfeito, eu desconfiava. Coisa perfeita demais ou é filtro ou é golpe. Mas é porque eu já conheço os defeitos, já sei onde pisa errado, já decorei até os silêncios inconvenientes. E tem algo estranhamente confortável nisso. É tipo aquele sofá velho que já afundou no formato do meu corpo. Não é bonito, não impressiona visita, mas me entende profundamente.


Porque começar do zero parece lindo até você lembrar que o zero vem com manual de instruções oculto. A pessoa nova pode vir embalada em promessas e boas intenções, mas também traz defeitos inéditos, surpresas desagradáveis e aquele clássico momento em que você pensa, meu Deus, troquei seis por meia dúzia gourmet. Pelo menos aqui, o caos já é conhecido, quase íntimo, quase doméstico.


E não, isso não é sobre se contentar com pouco. É sobre entender que muito não é ausência de problema, é presença de disposição. Relação não é porcelana de vitrine que quebra na primeira queda e vira tragédia grega. Relação é concreto. Pesado, bruto, às vezes feio, mas resistente. Racha, sim. E vai rachar mesmo. Só que também dá pra reforçar, remendar, reconstruir. Dá trabalho? Dá. Mas desde quando o que vale a pena vem pronto e fácil?


A grande ironia é que o mundo vende intensidade como se fosse amor. Aquela coisa de arrepiar, de acelerar, de perder o fôlego. Mas isso até café forte resolve, minha filha. Amor mesmo é quando o café esfria, o dia pesa, a paciência acaba, e ainda assim você olha pra pessoa e pensa, tá, vamos continuar. Não porque não existe opção melhor no mercado, mas porque existe escolha.


E escolher, convenhamos, é muito mais difícil do que sentir. Sentir é automático, impulsivo, quase irresponsável. Escolher é consciente, é teimoso, é um pequeno pacto diário que ninguém vê. Não tem aplauso, não tem plateia, não tem trilha sonora. Só tem dois seres humanos imperfeitos tentando não desistir no primeiro sinal de desconforto.


No fim, o extraordinário nunca foi o começo cheio de fogos de artifício. Isso aí é marketing emocional. O extraordinário é quando os fogos acabam, a fumaça baixa, a realidade aparece sem maquiagem e, mesmo assim, eu fico. Fico porque quero, porque escolho, porque entendi que construir é mais raro do que substituir.


E olha… num mundo que troca tudo o tempo inteiro, ser alguém que permanece já é quase um luxo. Um luxo silencioso, discreto, que não viraliza, mas sustenta histórias inteiras. E talvez, só talvez, seja exatamente isso que ainda salva alguma coisa nesse caos bonito que a gente insiste em chamar de amor.

A vida é um caminho sem fim, e em sua jornada, muitas vezes nos perdemos. Somos como viajantes, assumindo papéis diferentes ao longo do tempo, em corpos distintos. Nossos maiores erros são cometidos movidos pelo medo. Tememos perder a juventude, o poder, os bens materiais e até os afetos. Lutamos contra impérios e nações poderosas, buscando nos preparar, dia após dia, para sermos vitoriosos em todas as batalhas da vida.
Mas, mesmo quando conquistamos todas as vitórias, muitas vezes nos perdemos de nós mesmos. O verdadeiro julgamento ocorre quando, ao deixarmos este mundo, nos deparamos com nosso reflexo no espelho da consciência. Ali, somos o réu, o juiz, o promotor e o executor de nossa própria sentença.
Quando nos desprendemos do corpo material, podemos finalmente ver a verdadeira beleza de nossa alma, sem adornos ou máscaras, apenas a luz pura que nos coroa. Nenhum tesouro do mundo pode se comparar a isso. Nem riquezas infinitas, nem terras vastas, nem palácios magníficos, nem prazeres passageiros.
Ao partirmos deste plano, nos tornamos iguais. O verdadeiro poder não se mede em riquezas ou status, mas na consciência com a qual vivemos. Um poder silencioso, que não busca dominar, mas que brilha sem ofuscar, mais radiante que todas as moedas de ouro que podemos acumular. Precisamos urgentemente abandonar as disputas por um poder falso.
Devemos começar com nossas casas, trazendo paz para nossos lares e dando liberdade genuína aos nossos jovens, que são mais preparados do que imaginamos. As guerras começam dentro de nós, nos lares, nas escolas, nos templos. Quando as guerras externas se manifestam, muitas vezes achamos que não temos nenhuma parte nelas, mas devemos entender que elas são o reflexo dos conflitos dentro de nossa própria mente.
Nosso poder bélico interno é grande: somos capazes de ferir alguém com nossa intolerância, indiferença, ódio disfarçado e palavras cruéis. Buscamos território quando insistimos em estar sempre certos, quando humilhamos o outro para nos sentirmos vitoriosos.
Beleza, juventude, riqueza, carisma, poder… Quem pode ter tudo isso ao mesmo tempo em uma única vida? Podemos nos embriagar com essa mistura e nos identificar com o personagem que criamos. Mas, ao deixar tudo isso para trás, chegamos à verdadeira fonte de poder, à qual nos curvamos com reverência, assim como nossos súditos fizeram um dia. Nesse momento, nos tornamos servidores da luz, como todo bom líder deveria ser.
A vida é assim: um dia somos homenageados, no outro homenageamos aqueles que nos abriram os caminhos para que pudéssemos estar aqui hoje, compartilhando essa mensagem com todos que têm sede de conhecimento e que marcham com coragem na jornada da evolução do ser.


Canalização - Clp

Chega um momento na vida em que a gente cansa de performar. Não é um cansaço dramático, daqueles que fazem a gente largar tudo e sair correndo no meio da rua gritando liberdade. É mais silencioso. Mais elegante. É o tipo de cansaço que olha pra si mesma e pensa com uma sinceridade quase desconcertante: pra quem exatamente eu estava tentando ser incrível?

Porque impressionar cansa. Cansa mais do que admitir. É uma ginástica emocional diária, um teatro onde eu mesma escrevo o roteiro, atuo, dirijo e ainda pago ingresso. E o pior, quase sempre pra uma plateia que nem está prestando tanta atenção assim. No fim, eu estava me esforçando mais do que o mundo exigia. Olha que ironia.

Aí, sem aviso prévio, alguma coisa muda. Talvez não seja um evento grandioso. Talvez seja só um dia comum em que eu acordo e percebo que não quero provar nada pra ninguém. Não porque eu desisti de ser alguém, mas porque eu finalmente entendi que já sou. E isso, por incrível que pareça, dá uma paz absurda.

Ser leve dentro de mim mesma virou uma prioridade quase revolucionária. Porque leveza não é ausência de responsabilidade, não é viver no modo tanto faz, não é negligência emocional. Leveza é saber que eu não preciso carregar o peso de expectativas que nem são minhas. É escolher o que fica e, principalmente, o que vai embora sem fazer escândalo.

Antes eu pensava duas, três, cinco vezes antes de falar, postar, agir. Sempre com aquela perguntinha inconveniente no fundo da mente: será que vão gostar? Agora a pergunta mudou, e olha que evolução sofisticada: isso faz sentido pra mim? Parece simples, mas muda completamente o eixo da vida. Eu saí do palco e fui sentar na plateia da minha própria existência. E, sinceramente, estou achando o espetáculo bem melhor daqui.

E tem uma coisa curiosa sobre não querer impressionar ninguém: você acaba sendo muito mais interessante. Porque não tem esforço, não tem máscara mal colada, não tem aquela tensão de quem está o tempo todo tentando sustentar uma versão editada de si mesma. Tem verdade. E verdade, mesmo quando é imperfeita, é absurdamente leve.

Hoje eu não quero aplausos, quero paz. Não quero ser admirada, quero me reconhecer. Não quero ser inesquecível na memória dos outros, quero ser confortável dentro de mim. Porque no fim, quando o dia acaba e o mundo silencia, sou eu comigo. E essa convivência precisa ser boa.

Então, se alguém me achar simples demais, tranquila demais, pouco impressionante… que bom. Isso significa que eu finalmente parei de me sobrecarregar tentando caber nos olhos de todo mundo.

"A Fera"
Dominar a si mesmo é um ato de coragem. Nossas "feras" internas constantemente querem sair da "cela" do calabouço profundo, escuro e sombrio onde vivem aprisionadas. Sentem-se no direito de desfrutar a vida, mas nem sempre esse desfrutar nos fará bem ou nos favorecerá. A fera não tem limites: ela pode ferir, destruir, machucar e nutre sempre um desejo de vingança. Senti o pior dos sentimentos: a inveja. Mas não posso me esquecer: ela, a fera, foi criada para evoluir, se assim se permitir. Na dualidade, não é permitido ter apenas uma versão de nós mesmos; é necessário o equilíbrio. Viver o lado luz e sombra faz parte. Agora, só nos resta escolher qual delas alimentar: hoje, luz ou sombra?


Val Costa✍️

Onde o Tempo Para


​Dizem que o tempo cura,
mas o tempo, aqui, não tem ponte.
É um relógio que parou na curva,
um sol que se pôs no horizonte.
​Não é ausência, é presença constante,
um amor que não tem para onde ir.
Ficou guardado no peito, latente,
na vontade eterna de te ver sorrir.
​A vida seguiu, mas eu fiquei lá,
naquele abraço que o mundo roubou.
Sou a saudade que aprendeu a andar,
sou o resto do amor que o céu reservou.

A imagem foi registrada dentro de um ônibus da linha 600, que segue em direção à zona leste. Em meio ao deslocamento cotidiano, entre o ruído do trajeto e a pressa das pessoas, um pequeno inseto parado na parede chamou a atenção. À primeira vista, algo irrelevante. Mas, ao observar com mais cuidado, surgiu uma inquietação que ultrapassa o instante:
o que é a vida?

A vida é um conjunto de fatores que influenciam o dia a dia. Depende de cada um perceber se esse agrupamento de situações é positivo ou negativo. Mas, para além disso, há vários tipos de vida.

O animal em questão pode ser irrisório para nós; entretanto, existe toda uma cadeia que determina se ele está no topo ou não do seu “círculo social”. Há quem ache que o Homo sapiens sapiens é a única espécie que controla tudo e todos.

Na minha humilde opinião, nós somos como um vírus. E o papel de um vírus é se apropriar da vida onde reside, e é isso que fazemos com a fauna e a flora. Como dito em The Matrix, pelo Agent Smith, os seres humanos são uma doença, um câncer deste planeta, um vírus.

Para concluir, podemos ou não estar no topo da cadeia alimentar. Tudo depende do ponto de vista, ou da capacidade de destruir em massa o ambiente em que vivemos.

Às vezes, a analogia de um texto diz muita coisa, mas poucas pessoas conseguem compreender. É como a música “O Homem na Estrada”, dos Racionais MC’s, uma verdadeira aula de filosofia. Podemos chamar isso de Filosofia Pop.

Muitos acreditam que se trata apenas de uma música de criminoso, seja por cognição limitada ou por não conseguirem compreender o que está evidente na letra. Isso pode, sim, estar no mesmo patamar de grandes filósofos antigos e modernos. Basta observar as construções e reflexões presentes nas letras rimadas do autor.

Estava eu ouvindo Belchior, na música Apenas um Rapaz Latino-Americano, e percebi que se trata de uma reflexão do dia a dia de qualquer cidadão. Mas também lembrei de Raul Seixas, em Ouro de Tolo, onde vi um pouco da minha própria realidade. Fome não passei, apenas no Exército Brasileiro, quando fui soldado, nos 40 dias de adaptação.

O que isso tem a ver com essas músicas? É a reflexão da Filosofia Pop, em que os cantores fazem uma análise de suas próprias vidas para mostrar que suas dores são individuais e que, mesmo ao cantá-las, nem todos irão compreender.

E faço dos meus escritos formas de expressar as dores que sinto. História triste todo mundo tem, e cada um escolhe guardar ou revelar aquilo que dói.

Na poesia psicodélica, resolvi expor por meio da junção de vogais e consoantes, construindo palavras que, muitas vezes, nem chegam a formar uma oração completa.

sobre o Brasil

​O Brasil desempenha um papel fundamental no equilíbrio climático global. Nossas florestas funcionam como grandes "arcondicionados" e reguladores de chuvas (os famosos rios voadores), que garantem a agricultura e o abastecimento de água nas cidades.

​Os Maiores Desafios

​Desmatamento: A perda de vegetação nativa compromete a fauna e acelera o aquecimento global.

​Gestão de Resíduos: Grande parte do lixo produzido no país ainda vai para lixões a céu aberto, poluindo o solo e os lençóis freáticos.

​Uso da Água: Apesar de termos as maiores reservas de água doce do mundo,

Por Um Fio


Se nós ainda crêssemos na brasa
debaixo da cinza do chão
se nós guardássemos no peito
um resto de lume na mão


Se nós ouvíssemos na areia
um passo antes de chegar
se nós chamássemos de abrigo
o que mal soubéssemos nomear


Se nós bordássemos no escuro
um amanhã de quase luz
se nós disséssemos bem baixo
que um fio ainda nos conduz


Se nós bebêssemos do vento
como quem bebe pra seguir
talvez não fosse toda a verdade
mas fosse o bastante pra insistir


Por um fio
que nós sigamos por um fio
por um fio
que nós não deixemos cair


Se a esperança nos mentisse
que nos mentisse pra seguir
se a esperança nos mentisse
que nos mentisse pra seguir


Se nós abríssemos as mãos
e nelas coubesse algum calor
se nós déssemos nome de aurora
ao quase nada que restou


Se nós deitássemos no tempo
sem exigir explicação
talvez a fé fosse pequena
mas sustentasse o coração


Porque se nós víssemos tudo
sem véu, sem canto, sem clarão
talvez pesasse mais que o corpo
a pedra funda da razão


Então que nós escolhêssemos
o pouco sonho que fizer
não pra negar a noite inteira
mas pra atravessar o que vier


Por um fio
que nós sigamos por um fio
por um fio
que nós não deixemos cair


Se a esperança nos mentisse
que nos mentisse pra seguir
se a esperança nos mentisse
que nos mentisse pra seguir


Por um fio
por um fio
que nós sigamos
por um fio


nós seguimos

O Inferno Pode Ser Aqui


Às vezes, me pego pensando que o inferno não é um lugar distante, escondido em alguma dimensão desconhecida. Talvez ele seja aqui mesmo — na Terra que pisamos todos os dias.


Não por falta de beleza. Pelo contrário.


Vivemos em um planeta onde o sol nasce com perfeição, onde a natureza é generosa, onde há fartura suficiente para todos. E, ainda assim, há fome. Há gente com mesas fartas e gente sem um pedaço de pão. Há quem viva em palácios… e há quem não tenha sequer um teto para dormir.


E então eu me pergunto: que lugar é esse?


Cresci conhecendo um Deus, dentro da minha religião. Um Deus de amor, de justiça. Mas o mundo me mostrou que existem muitos caminhos, muitas crenças, muitas formas de enxergar o divino. Cada um defendendo sua verdade como única.




E talvez seja aí que começa o nosso erro.


Porque, enquanto discutimos quem está certo, esquecemos de fazer o que realmente importa: sermos melhores.


Às vezes penso na possibilidade de outras vidas. Será que estamos aqui para aprender? Para corrigir erros? Será que quem hoje sofre já teve muito, e quem hoje tem muito já sofreu? Ou será que tudo isso é apenas o reflexo das escolhas que fazemos agora?


Não sei.


Mas sei que existe algo dentro de nós — uma voz silenciosa, firme — que nos diz o que é certo e o que é errado. Chamam isso de consciência.


E, mesmo assim, insistimos em ignorá-la.


O ser humano tem nas mãos tudo o que precisa para transformar este mundo em um paraíso. Temos tecnologia, inteligência, recursos. Poderíamos acabar com a fome, diminuir a dor, dar dignidade a todos.


Mas escolhemos competir, explorar, destruir.


Homens poderosos decidem guerras. Crianças pagam o preço. Povos inteiros sofrem. E o planeta, silencioso, vai sendo ferido.


E às vezes, num pensamento mais ousado, me pergunto: e se tudo isso aqui for um tipo de sanatório?


Um lugar onde almas vêm para se tratar.


Como se viéssemos de outras dimensões, de outros tempos, talvez até de outras galáxias… carregando erros, culpas, excessos — e aqui fosse um ponto de passagem. Um purgatório da existência.


Um espaço onde temos duas escolhas: nos curar… ou nos perder de vez.


Talvez alguns estejam em processo de cura — aprendendo a amar, a dividir, a compreender.


E outros… ainda dominados pela própria escuridão.


Se for assim, a Terra não seria apenas o inferno.


Nem totalmente o céu.
Seria um lugar de decisão.


Diante disso, é difícil não pensar: se isso não é o inferno… então o que é?


Talvez o inferno não seja um castigo imposto por Deus. Talvez seja uma construção humana. Um lugar que criamos quando nos afastamos do amor, da empatia, do respeito.


E talvez o céu também esteja aqui.


Ele aparece nos gestos simples, na bondade inesperada, no coração de quem ajuda sem esperar nada em troca. No pouco que se divide. No muito que se oferece.


No fim, talvez a Terra seja apenas isso: um campo de escolhas.


Onde, todos os dias, cada um de nós decide — consciente ou não — se quer alimentar o inferno… ou construir o céu.


Nereu Alves

Alice, essa gangorra te mata lentamente.
Nunca sabes o que pode te esperar.
Um passo de sombra,outro de luar.
Não fere quem te ama.
Por trás do olhar doce e sereno,
Há uma fera pronta ao veneno.
Raiva e ódio, veneno que retorna.
A tempestade vem sem dó e sem aviso, deixa as marcas eternas no corpo e no riso.⁠

Um povo

O Israel de hoje não é nada em si próprio! Assim como no passado também não foi nada! Mas há um Deus todo Poderoso, que esse sim é o Senhor de todo o mundo! De todas as nações! Muito mais de Israel. Porque Deus prometeu salvar a nação de Israel, não por a nação, mas porque Deus cumpre o que prometeu.

Tendo em conta isso, no fim Deus vai salvar pela fé em Jesus Cristo, toda uma nação de Israel. Tudo isto está em profecia. Desde Isaías a Zacarias, há esta promessa. Em Apocalipse fala- nos dá batalha de Armagedon. Quando Israel não ter salvador. Então aparecerá no Monte das oliveiras, Jesus Cristo. Então o povo o aceitará. Paulo em Romanos , nos fala desta salvação. Paulo adverte os gentios, salvos...

Paulo diz que se Deus não poupou Israel em si próprio, para os gentios não se gloriarem em si próprios, para não serem destruídos também.

Portanto igreja e Israel têm ser salvos, pela fé em Jesus Cristo! De outro modo não! Israel e igreja só são um único povo em Jesus Cristo. Efésios fala disto! Amém! Amém

⁠Presentemente eu posso me considerar um sujeito de sorte
Porque apesar de muito moço, me sinto são e salvo e forte
E tenho comigo pensado, Deus é brasileiro e anda do meu lado
E assim já não posso sofrer no ano passado
Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro
Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro

⁠Como ousa me prender em memórias tão antigas?
Um amor não superado, um adeus que nunca foi dado
A sua ausência é uma dor que não consigo curar
O seu amor permanece para sempre

De certa forma, é um peso a carregar
Pois queria ter me livrado de tudo isso
de todas essas memórias que não posso superar
de uma história gravada no meu coração

Eu procurei encontrar você em outras pessoas
Mas só piorou a situação
porque você foi o único que marcou a minha vida
e mostrou que do passado sempre irei lembrar

Estarei ao seu lado

Se você precisar de um ombro para chorar

Sim, eu escutarei você

Quando você precisar falar comigo



Quando você se desperta na escuridão

Colocarei os meus braços em volta de você

E te abraçarei até o sol de manhã

Vir brilhando pelas árvores



Estarei logo ao seu lado

Não importa por onde você viajar

Estarei lá para alegrá-la

Até que o sol venha brilhando



Se alguma vez nos separarmos

Guardarei o laço que nos ata

E nunca o deixarei desfazer

Porque eu te amo

Buscando um novo rumo, que faça sentido nesse mundo louco
Com o coração partido. Eu tomo cuidado pra que os desequilibrados não abalem minha fé pra eu enfrentar com otimismo essa loucura. Os homens podem falar, mas os anjos podem voar. Quem é de verdade sabe quem é de mentira. Não menospreze o dever que a consciência te impõe. Não deixe pra depois valorize a vida. Resgate suas forças e se sinta bem, rompendo a sombra da própria loucura. Cuide de quem corre do seu lado e quem te quer bem, essa é a coisa mais pura. Fragmentos da realidade, estilo mundo cão. Tem gente que desanda por falta de opção. E TODA FÉ QUE EU TENHO EU TO LIGADO QUE AINDA É POUCO, os bandidos de verdade tão em brasília tudo solto. Eu faço da dificuldade a minha motivação. A volta por cima vem na continuação.
O que se leva dessa vida é o que se vive, é o que se faz
saber muito é muito pouco. Esteja em paz.O que importa é se sentir bem, que importa é fazer o bem eu quero ver meu povo todo evoluir também.

Que nossos sonhos nos levem adiante, sempre com um sorriso no rosto e com a certeza da felicidade
Que nossos erros nos tornem mais experientes
Que nossas experiências nos tornem mais fortes
Que nossas forças se una com a resiliência
A vida é incrível! Todo dia algo novo para se conhecer, para sonhar, para viver...

Ser sincera é um dom, não um defeito. Quem não gosta da sua verdade, não merece a sua presença. É como se você fosse um espelho claro: Alguns fogem do reflexo, outros se aproximam justamente porque precisam enxergar.


A sinceridade pode afastar os fracos, mas atrai os fortes, os que querem caminhar na mesma luz que você. 🌹

CONFIANÇA e FIDELIDADE


Confiar em alguém é sempre um risco, mas também é um ato de coragem. A confiança não é cega, ela se constrói nos pequenos gestos, na constância, na coerência entre o que a pessoa fala e o que ela faz.
Quando ela se perde… é como se um cristal tivesse se quebrado: até pode ser colado, mas nunca volta a ser o mesmo. Nessa hora, cada um decide em que “prateleira” da estante da vida, pode colocar essa pessoa:
Alguns escolhem a da distância.. Deixa ali, guardado, mas sem acesso ao coração;
outros deixam na prateleira da desconfiança.. Ainda perto, mas nunca mais com os mesmos privilégios;
e há quem simplesmente tira da estante, porque não quer o peso de olhar sempre para a ferida.




Sobre fidelidade… ninguém pode garantir. Tem gente que é fiel ao sentimento, mesmo quando o mundo inteiro chama do outro lado. Tem gente que se perde fácil, buscando onde há aplausos e quantidade, não qualidade.
No fundo, a pergunta que fica é: Essa pessoa escolhe você mesmo quando o caminho é estreito, ou só enquanto é fácil e cheio de gente?

A FEBRE
Quando o sol se despede,
uma chama se acende em mim,
não de calor do dia,
mas de um fogo que vem de dentro,
sutil, insistente,
que me envolve no escuro.
Durante o dia, rio e caminho,
o mundo me segura, me distrai,
mas a noite… ah, a noite
me consome como brasa viva,
sussurra meus medos,
faz dançar a febre que carrego.
Procuro a calma nos lençóis,
na respiração que estica e solta,
no silêncio que às vezes dói,
mas que me ensina a ouvir
a voz do meu próprio peito,
a poesia da minha febre,
que queima e revela
quem eu sou quando ninguém me vê.

Lucci e Fabi saíram um dia,
com café frio e pouca energia.
“Precisamos de sala, palco e plateia!”
“E que não caia a internet véia!”
No Discord acharam só gato e cachorro,
um bot bugado gritando socorro.
Criaram canal, mas na hora do teste,
foi só silêncio… ninguém aparece.
Na Twitch pensaram: “Agora vai!”
Mas o chat xingava: “Cadê o Wi-Fi?”
Um cara entrou só pra pedir pão,
outro jurou que viu alien na transmissão.
No YouTube enfim tentaram pousar,
mas esqueceram de apertar “publicar”.
Gravaram três horas de puro talento,
sem áudio, só vento e um barulhinho de vento.
E assim na aventura, com riso e tropeço,
Lucci e Fabi seguem o progresso.
Porque no fim, não importa o bug do sistema,
a graça tá sempre em rir do problema.😂😂