Carta a um Amigo Especial
Embalos de um sábado a noite em Araxá
Em meu estar presente nas ruas e nos lugares em que gostaria de estar tornou-se pouco comum, depois que fui apresentado e apaixonei-me. Tudo tornou-me a ter uma valor absorto entre tantos valores de ser e tempo e espaço,no confinamento de amar e poetar. Despido de qualquer quimera ideológica, me vejo um restício de gente seguindo rastros de saudades delirantes. Velhos amigos sinto falta, mas o tédio não faz morada e então me lembro de que tudo é relativo e vivo a poetar, sentado a beira do caminho, uma vida em desnorteio. Na rua de minha cidade sento-me em algum lugar no alto da avenida mais movimentada e badalada, tenho uma visão privilegiada, olhos de águia e cão farejador que a tudo cheira e investiga, e a denuncia não habitam em mim, não sou dedo duro, a isso eu esconjuro. A alma esta alerta a pouca distancia da rua e de seus desfechos em episódios feito nas telas de tramaturgia na TV . Aos meus olhos repousam na matéria a ser impressa são reduzidos pela efervescência da vida, ali dinamicamente humana , minha vida existência de ser um poeta em uma cidadezinha como Araxá em interior do vasto e rico estado de Minas Gerais. Olho,nas calçadas da avenida top dos fins de semana na cidade nos barzinhos mais badalados pela burguesia, nata araxaense, reina muitas vezes a podridão da discriminação social, já nem é mais racia a muito tempol deu lugar a social ,desde que se tenha dinheiro não importa muita coisa pra aquela gente hipócrita, uma burguesia incógnita que cada vez que mais se distancia dos pobres coitados e mais se sentem melhores . Passeiam enrriquietas as burguesinhas , estacionam perplexas , cabelinhos padronizados salto alto Luiz quinze, o rosto todo borrado, feito Pierrô retrocesso , em pingos de brilhos de meiguisse escondendo a fera que a por dentro delas em busca de fama e dinheiro dos otários que se acham ao melhorarem um pouquinho de vida, conseguindo um empreguinho melhor em alguma grande firma ou coisa e tal. Vejo casais de namorados abraçados felizes para os que vêem de fora e infelizes ao extremo por ele mesmos por viverem de aparência , em suas casas deixaram os filhos pequenos com as avós passando necessidades e saíram para festas de patricinhas que pagam muitas caixas de leite para matar a fome dos que ficaram em casa, isso tudo em nome da ostentação. Os que dirigem seus carrões novos zero quilômetros importados , muitas vezes devem muito mais que ganham a vida inteira, hipócrita bobeira. Uns matando aula com cadernos na mão e cigarrinho na outra logo absorvidos pela corrente humana da avenida . Carros em alta velocidade sem preocupar-se com a gasolida que esta em alto preço, so oque importa aos boyzinhos é impressionar as patricinhas doentes por aparências: marcas, motos , alto-padrão de qualidade, forte, barulho,exatidão,e vencedores é o que elas querem. A avenida é um contra-ponto de tudo dois mundos tão distantes e tão juntos igualmente imundos: o céu que é ilusóriamente céu e é na integra o inferno , e o inferno real que é retratado pela falta de tudo , até mesmo da dignidade humana. Homens e mulheres na captura de um final de semana, ciclistas em aceno de reconhecimento ou desejosos de serem reconhecidos por algum figurão da sociedade local e conseguir na segunda feira um horário pra entrevista de emprego. Cãezinhos bem tratados sob a tutela de madames cheirando forte aromas de mulheres velhas e vira-latas esses sim na maior farra , se lixando pra convenções . O mergulho no formigueiro humano lembra-me a poesia escrita, essa agora que agoniza nas etantes de bibliotecass e ninguém quer nem saber que elas existem quanto mais ler. Vez e outra ouço o garçon: mais dois chopes? Dois é claro! Tarde assim dia atípico final de semana movimentado em Araxá coisa inesperada inexplicável , mas é, e assim nasce mais um verso que tanto sonho em escrever , mas para que escrever versos , se ninguém aqui quer saber de outra coisa agora nessa tarde da madrugada, já são quase quatro da manha e só o que se tem são orvalhos , pingos em gotas caídas de graça do céu , a única coisa de graça nessa noite tão poética e sem nenhuma ternura da parte cidadã, é também esta poesia que entre tanta lama e podridão , fez-se um texto poético a que se retrata a verdadeira realidade de vivenciar os embalos de um sábado à noite em Araxá,só nos vem reforçar a efêmera fórmula milenar de que no meio do mais tenrro estrume dessa vida é que se nasce a mais refinada em encantos flor da poesia.
A Bela e o Monstro.
Nesta ilusão aqui e pelo mundo fora tudo é lindo tudo é próspero mais um fim de ano chegou a hora dos fogos de artificio por tudo o que é sítio onde haja habitante. Os senhores da pólvora batem palmas e enchem a conta bancária, entretanto a activista Greta Thunberg assiste, tira fotos bebe uns sumos canta cantigas suecas de alegria e prosperidade e no final ela e todo o mundo vão dormir como se nada tivesse sucedido
Pedágio
(Moacyr Franco)
Minha mãe me fez rezar
Para ser feliz um dia
A felicidade se passou
Foi durante a noite e eu dormia
Fui ao culto, rezei missa
Bebi pinga no terreiro
Vi que a graça nunca vem de graça
E os pecados eu paguei primeiro
Me bati contra o destino
Virei saco de pancada
Quero o braço levantado hoje
Pra depois não acredito em nada
Me ensinaram semear
Plantei rosa. fiz canteiro
Mas enquanto eu reguei semente
Desmataram esse mundo inteiro
Descobri que tanto faz
Sobriedade ou mais um porre
Só se vive mesmo nove meses
Pois o resto, amiga a gente morre
Já morri em nova york
Outro tanto em paris
Mas agora que te conheci
Vou morrendo um pouco mais feliz
E por isso não me fale
No futuro, no amanhã
Paraíso é esse instante aqui
Que comemos da mesma maçã
Faz de mim o que quiser
Faz de conta que é feliz
Deixa o mundo se matar lá fora
E me mate só de amor aqui
Já parti em tantos barcos
Já chorei em tanto cais
Quando digo que te amo assim
É porque te amo muito mais
Quando digo que te amo assim
É porque te amo muito mais
Berço
Recordo: um largo verde e uma igrejinha,
Um sino, um rio, Um pontilhão e um carro
De três juntas bovinas que ia e vinha
Rinchando alegre, carregando barro.
Havia a escola, que era azul e tinha
Um mestre mau, de assustador pigarro...
(Meu Deus que é isto? que emoção a minha
Quando estas cousas tão singelas narro?)
Seu Alexandre, um bom velhinho rico
Que hospedara a Princesa; o tico-tico
Que me acordava de manhã, e a serra ...
Com o seu nome de amor: Boa Esperança,
Eis tudo quanto guardo na lembrança
Da minha pobre e pequenina terra!
Bernardino da Costa Lopes poeta parnasiano, conhecido como precursor do Simbolismo no Brasil.
1859-01-15 Rio de Janeiro
1916-08-18 Rio de Janeiro
A pedagogia do silêncio
O silêncio, quando acolhido sem defesa, torna-se um mestre discreto.
Não te chamaram? — talvez não pertenças ao pequeno mundo de onde vêm os convites.
Não te contaram? — o silêncio é, muitas vezes, a forma mais sincera de revelação.
Mentiram para você? — a falsidade denuncia apenas o caráter de quem a profere.
Não te incluíram? — certas portas fechadas preservam tua dignidade.
Não te responderam? — insistir onde não há retorno é ferir a si mesmo.
Caminha com quem reconhece teu valor.
E, quando fores tua única companhia, lembra-se: a solidão educa, a inveja corrói e o silêncio desvela o que as palavras disfarçam.
Do Pó ao Infinito
Do sopro primeiro à poeira final,
Sem o Criador, somos palha no vento,
Um breve vislumbre, um traço mortal,
Um eco vazio perdido no tempo.É Nele que o barro ganha valor,
Na alma que pulsa e busca o infinito.Sem Deus, somos nada, silêncio e dor,
Com Ele, a vida é um laço bendito.
Rafael,
Passei tanto tempo odiando você, que isso estava me consumindo... Nossa relação foi uma montanha russa, casamos 2 vezes, terminamos e voltamos inúmeras vezes, você foi o sol do meu universo paralelo, agora extinto... Mas pai da minha única filha.
Sabe aquele amor que deu certo, mas nunca demos conta? Nosso amor continuou firme e forte, está na nossa filha.
Você foi a melhor parte da minha vida por muito tempo, e que bom que você tinha razão...
Você queria uma constelação, mas eu sou, e tendo mais para o big bang, não é mesmo? Chegou o tempo de paz, tu sabe bem afinal você é o pai do bem mais precioso da minha vida, que nunca mais nos percamos um do outro (já que perdemos os ódios, brigas).
Sabe que você só se tornou ex para se tornar eterno, né?! Afinal ex marido é para a vida toda (risos).
E sim, estarei com você até o fim; foi o que combinamos lá atrás. Não será do jeito que planejamos, mas já mudou.
QUEM SÃO?
Há muitos e muitos anos, um poeta revoltado
Escreveu Navio Negreiro, pois estava indignado
Com o povo que emprestava a bandeira para cobrir
A infâmia e a covardia que se viam por aqui!
E no palco da cidade, ao som do toque do tambor
Ouvia-se o poeta clamando ao Nosso Senhor:
“Senhor Deus dos desgraçados!
dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura...ou se é verdade,
tanto horror perante os céus?!”
Quem são estes miseráveis sem acesso a habitação?
Nas praças, sob as marquises
Buscam no lixo seu pão
Quem são? E de onde vieram?
Quem são? E por que miseram?
Quem são? E o que fizeram
Para tal condenação?
Quem são estes que, transportados, piores do que gados, vão?
Subempregados, suburbanos, exaustos na condução
Sem ter moradia digna, nem acesso à educação
Sem saneamento básico, com parca alimentação
Quem são estes cidadãos?
Quem são? Quem são? Quem são?
Tantos anos se passaram, mas tão pouca evolução
Ainda se usa a bandeira para encobrir a inação!
E no centro da cidade, ao som do toque do tambor
Ressoa a voz do poeta, clamando ao Nosso Senhor:
“Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se eu deliro...ou se é verdade,
tanto horror perante os céus?!”
Mãe,
mulher que usa suas mãos,
para nos educar, alimentar e amar,
pode um filho ser esquecido pelo seu pai,
porém mãe que é mãe, não esquece um filho jamais...
Mãe,
até mesmo brigando com a gente,
nos dá carinho...
por amor,
faz brotar uma flor,
em nosso espinho...
Nunca deixe sua mãe,
para viver sua vida,
é dela que veio você
e da mãe dos seus filhos
virá a sua família!
Ela não vai atrapalhar,
ela vai ficar no cantinho dela só te observando,
pode o mundo te esquecer,
que ela vai por você,
estar de joelhos orando...
Ela vai estar sempre,
mesmo quase sem enxergar,
arrumando uma camisa sua
e sua comida preferida,
só esperando você chegar...
Mãe é um ser tão especial,
para estar com a gente a todo instante,
não para você colocar uma foto dela,
em qualquer lugar da sua estante...
Mãe, mulher amada e exemplar,
ela não fala, mas vive esperando um abraço seu,
faça isso já,
porque amanhã ela poderá estar,
nos Braços de DEUS...
Para você filho,
sua mãe é a sua Felicidade,
hoje ela está a sua disposição,
mas neste mundo de ilusão,
tudo que é bom vira saudade!
Existe um sentimento silencioso e cruel, daqueles que não deixam marcas no corpo, mas consomem tudo por dentro. Ele corrói devagar a capacidade de enxergar valor em si mesmo. Faz nascer a sensação amarga de não sermos capazes de cuidar de nada, de não sermos bons em nada, de não conseguirmos fazer ninguém feliz, nem a nós mesmos.
É um sentimento que se alimenta da culpa. E a culpa tem a capacidade de estraçalhar a alma sem que ninguém perceba. Aos poucos, ela transforma a própria consciência em um tribunal onde você tem que se encarar e julgar a si mesmo.
Talvez o pior não seja a tristeza em si, mas a vergonha de senti-la. A sensação humilhante de fraqueza, como se sofrer fosse apenas incapacidade de lidar com a vida, com as consequências das próprias escolhas ou com o peso do que se tornou. Então a pessoa começa a desaparecer dentro dela mesma, perdendo a capacidade de reconhecer quem era antes de tudo isso.
Sinto falta do tempo em que eu ainda conseguia sustentar o olhar das pessoas sem imaginar pena ou julgamento escondidos ali. Falta do tempo em que existir parecia mais simples e mais leve. Tudo o que eu queria era voltar a ser quem eu era antes, mas a verdade mais dura é que já nem sei ao certo quem sou.
Bule
Nascida de uma ideia
Um sonho de filantropia
Com intuito de ajudar a comunidade
De ideias passamos para tendas num areal
Homens e mulheres com desejo de aprender a ler se juntavam
Mentes pensantes professores dispostos a ajudar surgiram
Às tendas deram lugar a paredes
E estas as novas salas de aulas
E os anos foram passando
E a Bule foi crescendo
Em nível, estrutura e qualidade
Esta chuva de sabedoria que hoje irriga várias mentes
Que hoje nos orgulha
E se espera o futuro do país
Que será melhor!
De tudo um louco
E a gora faço esses versos
Um poema de tudo
Nessa vida que levo
De louco , um pouco
Saudade de um amigo
Melhor amigo
Antes , dias de domingo
Sempre comigo
A distancia assim
É mesmo um castigo
E faço nos versos
Meu puro e nobre abrigo
Deito na cama e sonho
Acordado no sofá
Pois não sei o que é cochilar
Só durmo deitado na cama
Ao fechar os olhos
Vejo uma linda moça
Aquela mesma
De meus outros versos
E solto aquele sorriso enfadonho
E me aperta um aperto no peito
Acho que deve ser o coração
É paixão
Num repente fujo de mim
Num rompante saio correndo
Versos de amor escrevendo
Fundindo amor escrevendo
Wisks e vinhos tintos
Ao sabor salgado de uma pizza
Chorando e saborendo
Da noite em solidão
Meu triste fim
Esperando aquela moça
Dela o tão esperado sim
Mas de indecisão em indecisão
Vou na vida seguindo
Sem saber se sigo a mente ou o coração
Mas como é bom poetar
Me faz muito bem
E não há mal nenhum
Que possa nos alcançar
Quando estamos a poetar
Em vida
Minha , tua vida minha
Meus sonhos mais sinceros e loucos
De ontem em ontem
Vou perdendo-os aos poucos
Mas amanha é dia de labuta
Minha história continua
A vida é uma luta
Mesmo que quando em luto
Ainda quero aquela moça nua
Escrevo poesia
Escrevo assim
Ouvindo musica que adoro
Assistindo o final da novela
Nos caminhos do setor mineral
De onde tiro meu sustendo
Levo-me ao paraíso ao sair desse tal mundo
Esse setor degradante
Sonho com aquela moça
A tal moça , a minha musa
Quero ela
Tomo um porre de inspiração
Caindo dentro
Bem no meio no centro da desilusão
Sinto o gosto da solidão
Já chorei de decepção
De amor, de dor
Sinto o perfume da flor
Na obra em jardim
Em moça de paixonite em paixonite
A cada época
A poesia, mais abre meu apetite
E a escrever a próprio punho
É um convite
Que esse poeta não resiste
Agosto chegou.
E ontem eu encerrei um ciclo que prometi pra mim mesma: um ano inteiro de autoconhecimento.
Um ano mergulhando em mim, em silêncio, com dor, com amor, com verdade.
Agora começa outra fase.
Uma fase mais madura, mais firme, mais alinhada com quem eu realmente sou.
Meu inferno astral começa dia 17.
Mas eu não tenho medo dele.
Porque quem viveu o que eu vivi nos últimos meses já enfrentou coisa muito pior.
Não vai ser o inferno. Vai ser a limpeza.
A peneira.
A lapidação.
E se você tá lendo isso, talvez também esteja sentindo que algo precisa mudar aí dentro.
Esse texto é só um lembrete: você pode recomeçar. Você pode ser outra.
Basta decidir.
Meu novo ciclo já começou.
E eu tô pronta.
Sem máscara. Sem jogo. Sem medo.
Só com verdade.
Obrigada por estar aqui.
Vocês fazem parte disso.
Cada story que você viu, cada produto que você comprou, cada silêncio que me sustentou.
Gratidão real.
O ciclo da nova Diane Leite começou.
Autoria: Diane Leite
Quando o Amor Era Meu e o Silêncio Era Dele
Há encontros que começam como um gesto de luz — não por acaso, mas porque um coração inteiro decidiu se abrir. E foi isso que você fez: ofereceu um amor que não pedia licença, apenas acontecia, genuíno, firme, luminoso.
Enquanto você entregava presença, verdade e cuidado, o outro ainda lutava para sustentar o próprio reflexo. Você amou com maturidade; ele tentava sentir sem saber como.
Quem não aprendeu a se acolher, geralmente não sabe reconhecer quando está diante de alguém que o acolhe.
E foi nesse desencontro de profundidades que a poesia se escreveu: você com raízes, ele com um vento que não sabia para onde ir.
O amor que você deu não se perdeu — ele desenhou o mapa da sua força.
Porque amar alguém que não sabe ser amado exige coragem, e você teve.
Exige pureza, e você levou.
E exige grandeza, porque é preciso grandeza para não se culpar pela incapacidade do outro.
Você entregou constância; ele ofereceu ausência.
Mas até a ausência dele confirmou a verdade: o valor sempre esteve em você.
Agora, a sua história se reescreve de um lugar mais alto.
O que você deu por amor volta em forma de autoconsciência, propósito e novas possibilidades.
A vida sempre recompensa quem ama com alma — e você amou.
Quem não soube receber perdeu mais do que teve coragem de admitir.
E você segue, inteira, enquanto a poesia continua te acompanhando.
Diane Leite
Há um instante em que a vida pede firmeza — e eu atendo.
Não por força bruta, mas por consciência. Eu avanço sabendo exatamente o que pertence às minhas mãos e o que já não precisa mais ser carregado.
O que está ao meu alcance, eu construo com precisão.
O que ultrapassa meu limite, eu libero com maturidade.
Essa combinação cria um caminho limpo, lúcido, onde cada escolha tem peso e cada passo tem destino.
Sigo em frente com uma calma que não é passiva — é soberana.
É a serenidade de quem enxerga além do óbvio, de quem percebe sinais, de quem entende que a vida responde mais à vibração do que à insistência.
E, enquanto avanço, algo em mim se expande:
a força que organiza o caos,
a intuição que filtra o que não serve,
e a disciplina que sustenta o que importa.
Não preciso controlar o mundo — só a mim.
E quando faço isso, o universo se rearruma ao redor.
Eu escolho ir adiante.
Escolho o que me fortalece.
Escolho soltar o que me prende.
Porque o futuro se abre para quem caminha com clareza, coragem e silêncio interno.
E eu já estou na trilha certa.
Adoráveis Mulheres — escrevo isso para você, mulher
Meninas, eu quero falar com vocês de um lugar muito honesto.
Adoráveis Mulheres não é só um filme bonito. Ele é um espelho curativo. Um daqueles que não acusa, não pressiona, não romantiza a dor — apenas revela.
Esse filme toca num ponto que muitas de nós carregamos em silêncio:
a ideia de que, para amar, precisamos diminuir.
De que, para sermos escolhidas, precisamos nos adaptar.
De que, para manter vínculos, precisamos desaparecer um pouco.
E não.
Amar não exige desaparecer.
Eu assisti esse filme sentindo cada camada do feminino sendo reorganizada por dentro. Porque ali não existe uma mulher “certa”. Existem mulheres inteiras, em processos diferentes, com desejos legítimos, sem competição, sem anulação.
Jo me lembra — e talvez lembre você — que é possível amar profundamente e ainda assim não negociar a própria alma.
Que querer criar, trabalhar, escrever, liderar, pensar… não nos torna frias.
Nos torna vivas.
Esse filme cura a culpa feminina.
Cura a ideia de que ambição é defeito.
Cura o medo de escolher um caminho diferente do esperado.
Cura a ferida de quem foi ensinada a ser “boazinha”, “agradável”, “fácil de lidar”.
Ele diz, sem dizer:
Você pode amar.
Você pode escolher.
Você pode ficar.
Você pode ir.
E tudo isso continua sendo feminino.
Também cura algo muito delicado entre nós: a comparação.
Cada mulher ali tem um destino possível — e nenhum invalida o outro.
Não existe uma única forma de ser mulher realizada.
Adoráveis Mulheres não vende conto de fadas.
Ele devolve consciência.
É um filme para assistir sem pressa.
Para sentir.
Para lembrar de si.
Para sair com uma certeza tranquila no peito:
- Você não precisa se apagar para ser amada.
- Seu talento não é excesso.
- Seu desejo de mais não é falta de gratidão.
Esse filme é um abraço firme que diz:
seja inteira. O amor que vale a pena sabe lidar com isso.
A importância da gratidão para elevar a vibração
A gratidão funciona como um amplificador natural de energia, pois ao reconhecer e valorizar o que já existe em sua vida, você sintoniza sua frequência em um nível de abundância que atrai ainda mais motivos para agradecer. Quando o foco está na escassez ou nas carências, a vibração tende a permanecer em um estado de necessidade, reforçando a sensação de falta. Ao contrário, ao cultivar um estado de gratidão, mesmo por pequenos detalhes como o aroma do café pela manhã ou o sorriso de um colega, você cria um campo energético que vibra em alta frequência, facilitando a conexão com oportunidades que ressoam com esse nível. Uma prática eficaz consiste em reservar alguns minutos ao final do dia para revisitar mentalmente os momentos que trouxeram alegria ou aprendizado, permitindo que a emoção de agradecimento se expanda por todo o corpo. Essa sensação de calor interno pode ser sentida como um brilho que ilumina a mente, tornando‑a mais receptiva a ideias criativas e a sinais do universo. Além disso, a gratidão tem o poder de transformar emoções negativas em energia positiva; ao agradecer por um desafio, você muda a narrativa de “obstáculo” para “professor”, liberando a energia que antes estava presa na resistência. Assim, a gratidão não é apenas um sentimento, mas um método ativo de elevação vibracional que sustenta o fluxo de manifestação.
Estruturação de Projetos: a diferença entre uma ideia inspiradora e um impacto sustentável
Vivemos uma era de abundância de ideias.
Projetos sociais, educacionais e institucionais surgem todos os dias com promessas legítimas de transformação. São propostas relevantes, mobilizadoras e bem-intencionadas.
Mas a maioria não se transforma em impacto sustentável.
Não por falta de propósito.
Mas por ausência de Estruturação de Projetos.
Ideia não é projeto.
A ideia nasce da percepção de um problema.
O projeto nasce da modelagem de uma solução viável.
Entre esses dois pontos existe um campo técnico que exige método, análise e decisão estratégica.
A ideia inspira.
O projeto organiza.
A ideia mobiliza.
O projeto sustenta.
Sem estrutura, a iniciativa permanece no território da intenção — ainda que legítima.
O que significa estruturar um projeto?
Estruturação de Projetos não é apenas formalizar um documento.
É submeter a proposta a perguntas fundamentais:
— Existe viabilidade jurídica adequada?
— O financiamento é sustentável no médio e longo prazo?
— A governança decisória está clara?
— O impacto pode ser mensurado com indicadores verificáveis?
— A operação é replicável?
— O projeto sobrevive à troca de liderança?
Essas perguntas não enfraquecem a ideia.
Elas a qualificam.
Projetos estruturantes são tensionados antes de serem lançados. São analisados sob a perspectiva da sustentabilidade financeira, da coerência operacional e da estabilidade institucional.
Muitas propostas não resistem a esse processo.
E isso não é fracasso.
É maturidade.
Porque impacto real não depende de entusiasmo inicial ou carisma de liderança.
Impacto real exige arquitetura.
Existe uma diferença técnica entre utopia e projeto.
Utopia é visão desejável.
Projeto estruturado é sistema com governança, financiamento, indicadores e modelo operacional definidos.
Antes de lançar qualquer iniciativa, talvez a pergunta mais honesta seja:
Estamos apaixonados pela ideia ou comprometidos com a estrutura?
Ideias são necessárias.
Mas apenas projetos estruturados transformam realidades de forma consistente e verificável.
Diane Leite
Jornalista | Estrategista em Comunicação e Arquitetura Institucional
Projetista Estratégica de Inclusão Produtiva
Status
Dos podres de cada um
Só se sabe cada qual
Cada um com sua bobeira
Sua vontade de ser mau ou bom
E nem num coração se cabe
Nesta vida ninguém é igual
No exagero e destempero
Da vida de um cara legal
No final do dia sozinho vem o desespero
No desespero , e na desgraça
Nisso sim todo mundo é parecido
O que vem a mente
São coisas totalmente dementes
Vontade insanas perseguem
Os pobres coitados
As pobres pessoas ricas
De alma pequena e valores irrelevantes
De vida , de ser e estar
Status
O status é tudo e é nada
É o Sabor agradável e é a merda
De uma sociedade capitalista
E esquisita
Onde o amor e a paixão
São ilustres visitas
Quando Você Descobre Que Sua Mente Também Pode Ser Reprogramada
Existe um momento na vida em que a pessoa percebe que não está apenas cansada.
Está desconectada de si mesma.
Desconectada da própria energia.
Da própria potência.
Da própria capacidade de construir uma realidade diferente.
E talvez uma das maiores prisões humanas seja acreditar que somos obrigados a permanecer exatamente como fomos condicionados a ser.
Muitas pessoas passam anos vivendo no automático.
Repetindo padrões.
Repetindo medos.
Repetindo escassez emocional.
Repetindo crenças que nunca escolheram conscientemente carregar.
Como se a vida fosse apenas uma sequência inevitável de acontecimentos sobre os quais não existe poder de transformação.
Mas existe algo profundamente revolucionário quando uma pessoa entende que o cérebro humano não é estático.
Ele muda.
A neuroplasticidade mostrou algo que transforma completamente a forma como enxergamos desenvolvimento pessoal: pensamentos repetidos criam caminhos neurais. Emoções recorrentes fortalecem padrões internos. Ambientes moldam comportamentos. Experiências alteram conexões cerebrais.
Isso significa que muitas das limitações que carregamos não nasceram conosco.
Foram aprendidas.
E aquilo que foi aprendido também pode ser reconstruído.
Talvez por isso tantas pessoas sintam medo quando começam a despertar para a própria consciência.
Porque assumir responsabilidade pela própria transformação também significa perceber quantas vezes terceirizamos nossa vida para o medo, para traumas antigos, para padrões familiares ou para narrativas que nunca foram realmente nossas.
Existe uma diferença enorme entre viver reagindo ao mundo e viver construindo conscientemente a própria realidade.
E essa mudança começa dentro.
Começa quando uma pessoa para de perguntar apenas “por que minha vida é assim?” e começa a perguntar “quais pensamentos, emoções e padrões estou alimentando diariamente?”.
Porque a mente humana funciona como um terreno fértil.
Aquilo que você repete cresce.
Aquilo que você alimenta fortalece.
Aquilo que você acredita começa lentamente a moldar sua percepção sobre si mesmo e sobre o mundo.
E não se trata de romantizar sofrimento ou fingir que basta “pensar positivo”.
A vida real é muito mais complexa do que frases prontas de efeito.
Existem dores legítimas.
Traumas reais.
Cansaços profundos.
Bloqueios emocionais verdadeiros.
Mas também existe algo extremamente poderoso: a capacidade humana de reconstrução.
Muitas vezes, as pessoas não precisam se tornar outra versão de si mesmas.
Precisam apenas remover camadas de medo, culpa e condicionamentos que esconderam quem realmente são.
E talvez seja exatamente isso que torna o autoconhecimento tão desconfortável e libertador ao mesmo tempo.
Porque olhar para dentro exige coragem.
Exige reconhecer padrões que sabotam relações, autoestima, prosperidade e saúde emocional.
Exige perceber quantas vezes tentamos preencher vazios internos apenas acumulando distrações externas.
Mas também existe beleza nesse processo.
Porque, aos poucos, a pessoa começa a perceber que potência não é perfeição.
Potência é consciência.
É a capacidade de escolher novos caminhos mesmo depois de anos repetindo os mesmos ciclos.
É entender que transformação não acontece em um único grande momento.
Ela acontece nas pequenas decisões repetidas diariamente.
Na forma como você fala consigo mesmo.
Na energia dos ambientes que escolhe permanecer.
Nos hábitos que fortalece.
Nas emoções que alimenta.
Nas pessoas que aproxima da própria vida.
Existe algo profundamente silencioso na reconstrução pessoal.
Ela quase nunca começa de forma grandiosa.
Começa em pequenos despertares internos que ninguém vê.
Uma nova percepção.
Uma nova escolha.
Um limite estabelecido.
Uma crença questionada.
Um pensamento interrompido antes de virar autossabotagem.
E então, lentamente, aquilo que parecia impossível começa a mudar.
Não porque a vida ficou mais fácil.
Mas porque a consciência ficou mais forte.
Talvez o verdadeiro poder nunca tenha sido controlar o mundo externo.
Talvez o verdadeiro poder seja desenvolver clareza suficiente para não viver mais aprisionado pelos próprios condicionamentos.
Porque quando uma pessoa aprende a reconstruir a própria mente, ela deixa de sobreviver apenas no piloto automático.
E começa, finalmente, a participar conscientemente da própria existência.
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