Carta a um Amigo Detento

Cerca de 97443 frases e pensamentos: Carta a um Amigo Detento

⁠*Fugindo de mim*

“Bom... Vou ficar um período de tempo sem falar e posta nada, vou viajar pela minha mente e sabe-se lá quando irei voltar para o meu eu.
DIZEM: Você deve aproveitar a vida e fazer tudo oq quiser fazer!
A vida não é tão fácil como falar ou aprender a correr, Existe muito mais inclusa, E, sinceramente é difícil!
Por esse motivo eu digo: Irei dar prioridade aos meus pensamentos”.

Inserida por SAFIRASOUZA123

⁠DICIONÁRIO DE PERNAMBUQUÊS III

O confuso é "azuretado",
um pedaço é "cotôco",
já botão é um "pitoco",
que pode estar "acochado",
contrário de "afolosado".
Tem o cara valentão,
"metido a cavalo do cão",
vai ser muito do "briguento",
"virado no mói de coentro",
e achar "massa" uma confusão!

Inserida por RomuloBourbon

⁠Cada um está passando pelo próprio deserto, porém isso não faz de você mais sofrido que esse ou aquele, somos todos viajantes do mesmo barco, uns mais machucados e outros menos, mas todos no mesmo barco que se chama: VIDA!
Portanto, saiba viver sem precisar imputar suas dores e mazelas aos outros!

Inserida por Nkuame

⁠"Pessoas humildes tem um cheiro muito bom e o som que sai das suas bocas é uma sinfonia celestial...
Já a arrogância dos incautos fere a alma da gente e o odor que delas poreja chega-nos em forma de sufoco...
Humildade não se mede com palavras apenas, mas com gestos e olhares dantescos."

Inserida por Avanildo

⁠AOS BRAVOS GUERREIROS DA SAÚDE

Há um exército em plena guerra
Que não baixa a guarda e luta
No silêncio das madrugadas ocultas
Valentia subestimada nesta terra

Uma legião de guerreiros incansáveis
Predestinados à trincheira pela vida
De pessoas de origem desconhecida
Por horas e segundos intermináveis

É a tropa mais nobre do planeta
Cuja obra silencia como morta
Está viva a quem lhe bate à porta
Sem as luzes ou brilho de um cometa.

Entre seringas, luvas e pranchetas
Contra um inimigo invisível suporta
A si mesmo e a estranhos conforta
É da tropa da saúde esta silhueta.

Inserida por Avanildo

⁠Às vezes, falar o que você pensa cria um abismo entre você e outras pessoas; outras vezes, expor os teus pensamentos constrói pontes sobre abismos já existentes.
Por isso, construa pontes, não abismos.

PEÇA PERDÃO, AINDA QUE VOCÊ SE SINTA VÍTIMA. VAI QUE A RAZÃO ESTEJA DO OUTRO LADO!!!

Inserida por Avanildo

⁠"Por um instante o céu se esvaziou de nuvens e trouxe o sol, tão necessário quanto a chuva para a vida na terra.
Estamos tão sujeitos à vontade de Deus, que uns dias de chuva a mais (Nos tempos de Noé foram 40 dias e 40 noites, apenas) inundam terras que antes jamais imaginaríamos ser possível".
Somos um povo ingrato ante um Deus misericordioso!

Inserida por Avanildo

⁠"Você pode cavar um poço ou optar por NÃO cavá-lo.
Todas as vezes que você guarda mágoa de alguém, de forma justa ou não, você está cavando um buraco debaixo dos seus pés.
Quanto mais mágoa, mais fundo o buraco fica.
Se isso continua, chega um tempo em que você olha para o alto e percebe que as paredes estão tão altas que você não tem forças para sair do buraco sozinho(a).
ENTÃO VOCÊ DESCOBRE UM 'BICHO' CHAMADO DEPRESSÃO.
Não estou dizendo que a incapacidade de perdoar é a única responsável pela depressão.
Estou afirmando que perdoar a quem nos ofende (agride, injuria, calunia ou acusa) é um preventivo poderoso contra a DEPRESSÃO".

Inserida por Avanildo

⁠"Dizem que sou um sonhador!"
Estão certos...
Sonho com justiça, igualdade e fraternidade!
Sonho com um lugar digno para se morar!
Sonho com tratamento igual às pessoas.
Sejam negras, brancas, pobres, ricas, homens, mulheres...
Sonho não só com a minha felicidade, mas da minha família, dos meus vizinhos, do povo do meu país, do mundo inteiro!
Ninguém me ofende ao me chamar de sonhador!
Um dia um sonhador se sujeitou a uma cruz e até hoje colhemos as flores desse sonho lindo!

Inserida por Avanildo

Tempo passando

Tempo você é incógnita, passou tão rápido que não te vi.
Tempo me dá um tempo, pra te curtir.
Tempo me deixa, aprender contigo.
Tempo oh tempo que sei que existe, mas não da tempo , de te saborear, nem tempo de mudar as situações que me remeto.
Sabe tempo ainda creio que você e eu estaremos de mãos dadas no meu devido tempo .
Adriana Poschi

Inserida por adriana_poschi

⁠A fase mais verdadeira da vida é quando percebemos que não somos nada, que somos um pontinho numa imensidão de luz e cores! Quando nos fundimos com o todo sem medo de se perder, sem a intenção de controlar! Quando seguimos o caminho da verdade e da luz e apenas aceitamos o que somos, seja um grão de areia ou uma montanha inteira, seja um ponto de luz ou holofote que ilumina um espaço aberto!
Quando apenas “achamos” que somos o todo e o nada, nos perdemos e precisamos do todo, e quando reconhecemos que somos o nada, deixamos o ego, reconhecemos e nos encontramos no todo, assim seguimos na grandeza de apenas Ser o que somos!
Uma expansão tão radiante que fica difícil de compreender, só aceitamos e assim É!

Inserida por giovanabarbosac

⁠Lembro com ternura do meu balanço amarrado ao galho da mangueira.
Voava como um pássaro.
Enrolava a corda e rodopiava como pião.
Com a leveza dos meus sonhos e muita imaginação, vivia grandes momentos!
Naquele tempo eu não preocupava com o tempo e nem para os limites do mundo.
O balanço que era meu universo hoje é só um verso que nos uni.
Agora balanço na saudade, voo no tempo, rodopio e ultrapasso os limites da imaginação.

Inserida por sheyla_leite

⁠Sozinha

Ela está sozinha em casa
Não tem com quem desabafar
Toma um gole de bebida
Pra tentar se animar.

Seu olhos estão vermelhos
Ela olha no espelho, então.

Não quer ficar sozinha
Mas, também não quer Cia
Ele mora na França
Ela na Turquia.

Tentei lhe salvar, ela não quis
Tentei lhe ajudar, não sorriu pra mim.

Tudo bem, um dia quem sabe, talvez.
Tudo bem, um dia quem sabe, talvez.

Inserida por JRAL

É normal sentir que sua vida não tem um futuro tão bom quanto imaginava? É normal não ter nenhuma coisa que arranque um sorriso seu? É normal chorar todos os dias? É normal não conseguir ficar feliz com nada?
É normal não conseguir ter nenhum pensamento bom durante meses? É normal ter que fingir estar feliz, enquanto por dentro você está desmoronando? É normal desistir de procurar alguma coisa que te deixe feliz, apenas por achar que nada pode te trazer esse sentimento? É normal um aperto no seu coração todos os dias antes de dormir? É normal acordar e logo sentir que seu dia será monótono, e nada poderá mudar isso. É realmente normal sentir que você não é nada perto de outras pessoas? É normal se diminuir, se comparar com qualquer pessoa que passa por você? É normal ficar lembrando do passado toda vez, e toda vez se sentir mal por acontecimentos que não foram culpa sua? Isso tudo não é normal, mas você sente isso a tanto tempo, que esse sentimento acaba se tornando parte de si. E piora quando você não consegue colocar nada para fora, e a única coisa que te resta, é escrever no bloco de notas do seu celular.

Inserida por julianna_21

⁠Um dia me perguntaram porque eu nunca apaguei nossas mensagens e logo de cara eu pensei apenas que seria muito apegado, mas na verdade são naquelas mensagens, naquelas conversas, nos áudios mais curtos até os mais longos, nas piadas e até nas brigas. Algo que parecia tão mínimo é onde estão guardadas todas as lembranças, memórias e principalmente todos os momentos e de maneira alguma eu arriscaria perder tudo.
Um simples clique iria fazer tudo desaparecer, em um segundo tudo pode mudar e talvez eu nunca mais lembrasse da risada mais contagiante do que qualquer coisa no mundo poderia ser, a forma como se irritava facilmente e como no mesmo instante revirava os olhos, sim seus olhos que em meio a escuridão poderiam iluminar tudo e mesmo nos dias mais claros teriam sua profundidade ali emitida, era impressionante que todos os defeitos que você apontava viravam mais mínimos do que já eram quando comparados a imensidão em que você se tornava.
Isso era você, ou pelo menos uma parte sua que eu nunca vou me esquecer.
Hoje eu acredito que as pessoas são passageiras e talvez a vida seja como um vagão de trem onde não importa quantas pessoas tem nele, porque em alguma hora, algum dia ou em uma fração de segundos todos irão sair, para que outras possam entrar e o trem continue viagem...
Sim eu vi o momento em que você desceu desse vagão, foi como se eu estivesse amarrado nos trilhos, onde não importaria o quanto eu gritasse, ainda estaria preso sem ter como mudar nada, lembro das portas se fechando e da certeza de que ali seria o nosso último momento, última troca de olhares e o ultimo te amo. Ali eu percebi o quão doloroso era a palavra adeus.

Inserida por leleo06

⁠Um dia você conhece alguém e permite que essa pessoa faça parte da sua vida. Você tenta colocar de lado todos os seus traumas e neuroses e foca em começar do zero com um voto de confiança. Você acredita que aquela pessoa esteja fazendo o mesmo, então você segue. Mas quando a adrenalina acaba, você percebe que não, os traumas só estavam enebriados e agora eles começam a acordar, um após o outro. E não é por culpa de ninguém, é apenas coisa do momento. Aí você percebe que as trocas não eram tão justas, aí você percebe que não faz mais questão ou, que não fazem mais questão de você.

Esse é o ser humano padrão. Volúvel, empolgado no começo, cheio de medos encrustados por baixo da maquiagem ou da barba. E quando os medos se chocam, a maturidade é posta à prova, e aí é que muito se perde.

A sociedade de hoje não aprendeu a valorizar e investir em pessoas e relações, a Internet principalmente iniciou o culto ao amor-próprio e somente as suas convicções de certo e errado é que importam pra si mesmo. Mas sabe qual é o problema? A verdade sempre terá mais do que um ponto de vista, ela sempre será relativa, e sem maturidade, o consenso é impossível.

A quem tem maturidade, resta compreender que ninguém é obrigado a nada. A quem falta maturidade, resta esconder seus fracassos, viver a vida alienando-se em vícios, mascarando a sua auto-insatisfação e jogando-se em novas experiências frustrantes sem o mínimo de responsabilidade afetiva para com o próximo.

E não, não é uma indireta. É uma reflexão.
Cada um que pegue seu ponto de vista e use como bem entender. Quem gosta de refletir não precisa dar explicações por um mero texto postado em uma rede social.

Inserida por biancaben

⁠A maior tristeza !

A maior tristeza de uma mãe,
é vê um filho chorando.
A maior tristeza de um poeta,
é vê, que ninguém está lhe valorizando.

São coisas da vida, que um poeta,
tem que suportar, pois essa nova geração,
ninguém vai lhe valorizar.

A poesia nasce na alma, flui para o coração,
nos momentos mais difíceis, é que surge a
inspiração.

Por pior que seja, não devemos desisti,
transcrever para o papel, tudo que na alma
senti.

Alguém sedento de uma palavra, logo vai
encontrar, conforto para sua alma e vai
então te valorizar.

⁠⁠Um minuto de reflexão...
Afaste tudo aquilo que te faz mal, pensamentos, pessoas, momentos...
Seja resiliente para encarar cada etapa da sua vida. Somos aquilo que queremos ser, portanto, seja você e não aquilo que as outras pessoas te impõem.
Rever os seus conceitos é auto-se-analisar, reconhecer onde estão os erros e repará-los. Cuidado com os que dizem ser seus amigos, pois nem tudo que reluz é ouro, saiba onde pisar, porque poucos são os que irão te livrar do abismo. A verdade te corrige e edifica, mas a mentira te ilude e te destrói.
Destarte, aja sempre com a razão e nunca com a emoção. Seja diligente em buscar a resiliência, pois só ela te fará por os pés no chão.
“H.A.A”
DEUS no comando sempre!!!🙏l

Inserida por helio_assuncao

Para além dos elementos visuais e sensações que a constituem a partir de um certo olhar, ⁠a paisagem geográfica - ou a percepção geográfica da paisagem - depende simultaneamente de um ponto de vista, de um tema de acesso e de um modo de busca. Se o lugar do observador e a escala de observação conformam instâncias constitutivas fundamentais da paisagem, esta depende ainda de uma temática de acesso e de um modo de busca.

Há um olhar que busca na paisagem as marcas da violência social – material ou simbólica – e que irá procurar os sinais de segregação, a hierarquização espacial da riqueza e da miséria, as tecnologias de segurança, os dispositivos sociais de controle, as cercas e portais que impedem ou franqueiam acesso aos diversos tipos e grupos sociais. Para este olhar, os cartazes que se perfilam na avenida denunciam as tentativas de controlar as tendências de consumo, bem como os artifícios da manipulação política. Há outro olhar que perscruta os estilos arquitetônicos, a história das fachadas, dos adornos e das epígrafes. E, assim, há muitos olhares, cada qual partindo de sua temática de acesso, de modo que não se contempla a paisagem simplesmente, mas nela se busca algo, ao mesmo tempo em que é esta mesma busca que a constitui.

O que se procura com o olhar – a natureza que se enlaça aos artifícios construídos pelos homens, as marcas da produção ou a curiosa ‘história em mosaico’ das tecnologias que se superpõem umas às outras, entre tantos e tantos temas de busca – eis aqui uma instância definidora da paisagem, considerando que esta não pode ser examinada com mera neutralidade, como uma totalidade inerte que já tem tudo ou nada a dizer. Há o que se busca, mas também o modo de busca: o olhar paciente e atento dos botânicos e biólogos, o olhar recriador do artista ou o olhar inquiridor dos cientistas sociais. O policial que investiga o crime.

Cada modo de busca, mais rápido ou lento, detalhista ou generalista, permite que sejam vistas algumas coisas e não outras, que sejam recriados de uma certa maneira os elementos que se combinarão para configurar esta totalidade que se dá a perceber como paisagem. O ponto de vista, a escala, o tema de acesso e o modo de busca, portanto, constituem um primeiro conjunto de chaves requeridas para adentrar o fascinante mundo da paisagem.


[trecho extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.57]

Inserida por joseassun

A Rua do Ouvidor - na cidade do Rio de Janeiro - pode nos oferecer um exemplo interessante de acorde-paisagem. ⁠Essa rua, de lado a lado de suas margens de calçadas, possui edifícios que já estão ali há tempos. Alguns, embora restaurados, surgiram há mais de século; outros, são mais recentes. De todo modo, os prédios de uma rua constituem um acorde de notas duradouras na sua paisagem. Nem mesmo a especulação imobiliária pode substituí-los muito rapidamente. Quanto há tombamento do edifício que é declarado patrimônio público, então, a permanência é mesmo protegida por lei, e promete se estender contra a especulação imobiliária, ou mesmo contra as mudanças de formas e funções demandadas pelos sucessivos modelos econômicos e tecnológicos. Alguns dos majestosos edifícios históricos e das construções arquitetônicas da velha cidade de São Petersburgo – uma cidade que já mudou de nome algumas vezes ao sabor dos diversos regimes – atravessaram perenemente as rússias do czarismo, do bolchevismo, do stalinismo, da glasnost, e do neoliberalismo.

Na Rua do Ouvidor, podemos encontrar antigos sobrados convivendo com construções bem mais recentes. Essa diversificada arquitetura de fundo, e a estreiteza de seu passeio público, constituem o acorde de base na paisagem desta famosa rua do Rio de Janeiro. Entrementes, como dizíamos atrás, existem em uma paisagem urbana muitas notas mais breves, de meio expediente. As barracas de camelôs abrem-se às dez horas da manhã, e ao final da tarde já estão se recolhendo. São notas de duração mais curta, por assim dizer. Cíclicas, porém, elas retornam no dia seguinte.

O mesmo se dá com as aberturas para o interior das lojas e repartições, disponibilizadas ao público durante todo o dia. Também elas se fecham ao fim do expediente, substituindo suas chamativas vidraças pelas sóbrias persianas de ferro, e retirando da paisagem todo o seu colorido e movimento diário. O dia seguinte as trará de volta. Ao final da tarde, e adentrando a noite, a paisagem é invadida pelas mesas e cadeiras desmontáveis que se oferecem como extensões para os bares da rua e que recebem os trabalhadores em sua busca de alguma diversão e relaxamento ao final do expediente. Todas estas notas que retornam ciclicamente a cada expediente constituem como que acordes de duração média que se alternam sobre o acorde mais permanente dos edifícios e do passeio público.

Há, todavia, os passantes. Uma multidão diferente a cada dia percorre a rua, conformando um fluxo contínuo de pedestres, mas com uma radical variação de pessoas e com sensíveis mudanças na intensidade do fluxo de acordo com o horário e conforme seja este ou aquele dia da semana. Alguns passam apenas ocasionalmente pela rua. Outros fazem dela um caminho rotineiro, a certa hora aproximada do dia.Os passantes constituem sempre um acorde fluido formado por notas de curta duração: são as ‘notas de cabeça’ que rapidamente se volatilizam. Atravessam fugazmente uma paisagem e não mais retornam.

Os prédios, contudo, perduram, como notas de fundo que se fixaram intensamente na pele urbana, ou como graves baixos a ressoar sob a melodia infinita da paisagem. Alguns destes prédios viverão muito, e talvez estejam ali daqui a um século, carregando um pouco da nossa época para as paisagens futuras. Outros prédios vão durar menos; serão um dia substituídos por novas notas. Isso é um acorde: uma superposição complexa de notas de durações distintas, umas mais permanentes que outras, e algumas delas bastante fugidias. No caso, temos mesmo um poliacorde – à maneira dos músicos modernos e dos mestres-perfumistas –; um acorde formado por três acordes com tendências a diferentes durações: o acorde-base dos edifícios, o acorde-coração do comércio ou da boemia de meio expediente, e o acorde-de-topo formado pelas inúmeras pessoas que vão e vem para passear, comprar, vender, trabalhar, fiscalizar, infringir leis, beber, ou somente passar a caminho do seu destino.


[trecho de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.109].

Inserida por joseassun