Cantico dos Canticos do Rei Salomao

Cerca de 34548 frases e pensamentos: Cantico dos Canticos do Rei Salomao

⁠Filhos de Noé


Às armas e os barões assinalados...»!
Começa o poeta no seu cântico,
De género épico...
Cantando os lusitanos
feitos realizados...
Mas oh vós que de Társis
descendentes sois,
Lembrai-vos que Jafé vosso pai foi,
Devieis de Deus ser, pois,
Assim como Noé, lhe deu apoio...
Mas vós Portuguesas gentes,
A Deus e vossos pais não obedecestes.
Nem temor lhe tendes...
Porque a Deus não quereis,
Antes o esquecestes.
Porque eu sou de Deus,
mas eis que morto me haveis...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Cântico


E Disse Maria: A minha alma exalta ao Senhor,
e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador.
Pois olhou para a humildade da sua serva...
serei chamada de bem-aventurada, por todas as eras!


Pois grandes bênçãos, me deu aquele que é todo poderoso!
Santo é o seu nome, a sua misericórdia é de geração em geração,
Sobre todos aqueles que lhe prestam continuamente adoração!
Com o seu braço agiu valorosamente de um modo maravilhoso.



Dispersou os os que tinham pensamentos soberbos nos corações.
Destronou dos tronos os poderosos e aos humildes deu posições!
Encheu de bens os famintos e despediu vazios os que eram ricos!



Auxiliou a Israel seu servo e sua santa congregação e nação!
Não se esqueceu de ter misericórdia dos filhos de Abraão!
E de todos os que pela fé, também são chamados seus filhos!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Paz

Canto o que me vai na alma, com força tanta,
este meu cântico, de paz, qu' em mim desponta,
canto ao Deus todo poderoso, que tanto me ama!
E que por ti, há tanto que sempre te chama!


Glória a Deus o Santo dos Santos, o Senhor, bom,
misericordioso, cuja benignidade dura para sempre!
Seja ele exaltado, ainda e sempre, para além do tempo!
Ele é eterno e nos ama! E veio ao mundo em santo dom!


Adorai-o homens bons e maus, neste tempo, de louvor,
dizei--lhe que o muito amais, a ele de todo o glorificaí!
Seu nome às nações do mundo, já o muito levai!



Seu nome poderoso, já vida eterna ele vos deu!
Seu nome é Jesus Cristo o rei e grande Senhor!
Que no céu na terra e em toda a parte, já venceu!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Trombeta

Já vou voando no céu da minha esperança,
já vou um cântico sempre entoando...
que à minha, alma nunca cansa.
Cântico do além eu estou cantando!

Vem o dia, da minha partida, deste mundo!
Em que eu subirei num arrebatamento.
Em que eu estarei na de Deus plenitude.
Junto de Jesus Cristo em grande contentamento.

Já se ouve a trombeta a começar a soar!
Já os mortos mais os vivos, juntos no ar,
Cantam com os anjos o eterno cantar!

Deus vem reinar, no céu e na terra,
Os homens não farão mais guerra.
Já veio o reino do sempre amar!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Cantam, as aves do campo... Cantam, um cântico lindo!

O cântico , do lago dos cisnes, que outrora, fora cantado....

Mas, nunca mais tinha sido, como outrora, tão bem executado...

Canta a tua alma e a minha!, cantamos, assim, sem, findo!

E os campos dos arrozais , cantam encantam, os segadores...

Cantam, os campos dos roseirais, com um outro cântico antigo... audaz

Os laranjais, crescem e perfumam o mundo... Que fora imundo.

Os cavalos jamais galopam! Mas voam, voam entre as colunas da paz.

Há alegria com não houvera desde, o antigo dia.... sim!

Cantamos todos! sem que haja, nenhuma de resto agonia!

A neve na montanha, azul, brilha... brilha! Brilha! Com, a luz, sem fim.

Os homens, esses deram as mãos, com força tanta, mais que a razão...

Tudo canta, num gesto, que para sempre, assim continua!

Aleluia!... Aleluia! Aleluia!...Aleluia... Aleluia!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠"Mi Kamocha" - O Cântico de Moisés:

O Cântico de Moisés era um hino de agradecimento e louvor que os israelitas cantaram depois de terem atravessado com segurança o Mar Vermelho e testemunhado a destruição do exército egípcio que os havia perseguido. A frase "Mi Kamocha" é uma expressão de admiração e maravilha diante da grandeza de Deus e do seu poder para salvar o seu povo.

Hoje, a frase ainda é usada na liturgia judaica e muitas vezes é cantada durante os serviços religiosos. Também é usada como uma forma de expressar admiração ou reverência a alguém que é considerado grande ou admirável.

Inserida por kamorra

⁠- O que faço,
quando estou triste?
- A pessoa, com:
A música; o louvor;
o hino; o cântico.
A tristeza é transformada,
é convertida; em alegria.

Inserida por glauconmenezes

⁠Que cantemos a vida com muito bom gosto, de forma a tornar ela um cântico que se preciso for, seja por nós repetido infinitas vezes e com muita vontade!

Inserida por FranciscoFontes

⁠O Senhor é a minha força e o meu cântico; ele é a minha salvação.

Bíblia Sagrada
Salmos 118:14.
Inserida por auloscarvalho

⁠A voz de criança é o cântico humano da poderosa Harpa dourada de Davi. Assim como o som deste instrumento aliviava o tormento de Saul, provocado pelo Demônio que o atormentava, assim também o choro, riso e as cordas vocais de uma pura criança, aliviam meu tormento, causado pelo Daemom que rodeia em mim.

Inserida por FabioSilvaDN

⁠O cântico de Lucius


Quem eu sou, óh Todo-Poderoso Nume Universal, para que acerca de mim, dê ordem a teus excelentíssimos Ministros Celestiais, os Santos Anjos, para me servirem assim como servos servem a seus AMOS?
Pois do menor ao maior ser Angélico, em Poder, todos são inferiores a mim em posição e autoridade! Pois digo ou ordeno a uns: façam isso! E eles prontamente obedecem. Digo a outros: venham para cá ou vão para lá, e também obedecem. Isso não é nem pode ser outra coisa, senão os frutos dourados e deliciosos, de tua majestosa e diamantina árvore Divina da tua tão graciosa e inaudita misericórdia.
Gratidão por tão incompreensível dádiva!


Às 09h16 in 19.11.2023

Inserida por FabioSilvaDN

⁠Deus nos purifica de todas as nossas transgressões e coloca um novo cântico em nosso coração para engrandecer seu nome, Deus da nossa salvação. Bom dia na paz do Senhor.

Inserida por Ecom1000

⁠Prefácio dos Deuses

A dama nívea, sob umbra prece, ora.
Um cântico aos velhos Deuses
Sob o seu pranto, o legado umbra aflora,
com um apetite que não sacia
Consumida em pecado de outrora.

Da antiga profecia, eis a proa
O antigo Deus há de tomar forma
Da mácula de alvor que ecoa,
A vergonha de sua graça esquiva.
Ecoa das ruínas em língua arcaicozoa.

A seu reino a noite sempiterna ativa,
sob o véu de breu que tudo cobre.
Um ancestral tornar-se-á carne viva,
com cheiro acre de terra e sangue pobre.

A dama nívea, sob umbra prece, ora.
Cantiga dos Deuses celestiais.
No seu pranto, o legado umbra aflora,
Qual trevas no âmago dos olhos,
Torna turva a vista, qual névoa que devora.

Tal negror de seus olhos caíra,
Que lhe maculam o vestido alvíssimo.
A profecia dos Deuses já se cumprira.
Sob sua formosura, destoa o desespero.
O eco dos antigos hinos ressurgira.

Ainda que finde por amor infame,
um laço de dor e volúpia impura.
Ungirá com prece o berço do infante,
sob a névoa fria que perdura.

Embora as sombras o mundo sele,
Lavar-lhe a alma em sangue e culpa
Saudando o ser das rúnicas delecele. *
Vindo à terra a noite oculta.

Vagando de seu lar, tão apartada,
A dama nívea, jaz sob sangue e pecado.
Sua alma sobre o abismo jaz deitada.
Donzela nívea, sob umbra orando ao lado.

No encanto de seus olhos de cristal,
Ao menos santa sua esperança é alçada.
Cantiga dos Deuses de outrora, afinal.
Em seu último pranto, a escuridão selada.

Inserida por RobinS25

⁠Que eu cante o novo cântico dos Teus,
não por voz bonita,
mas por ser Teu,
por ter sido comprado e transformado.
Aceita meu louvor,
eco da Tua redenção,
pois minha vida é canção
da Tua salvação.

Inserida por MiriamLeal

⁠Al suna conversação transformou-se em cântico, que ainda não é quântico, como o longânimo diálogo de nossas vidas inteiras.

Inserida por ClaudethCamoes

⁠Rodeio Poética

nesta cidade tranquila
em domingo orquestral
pelo cântico da passarada,
sei que sou por ti amada

fiz o meu poema postal
para que alcance e te leve
pela mão a viver o destino
previsto pelo coração

aqui o Rio Itajaí-Açu
a terra corteja,
a minh'alma aguarda
por você e sempre
carinhosa te beija
nesta distância que fará
na vida a gente se encontrar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O CÂNTICO DO PÓ E DA ORDEM.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Virou pó.
assim começa a narrativa e assim ela jamais se encerra
pois tudo quanto é dito nasce já inclinado ao retorno
No princípio não houve clamor mas sedimentação
o pó repousava em silêncio anterior à forma
e desse silêncio ergueu-se o verbo não para criar o real
mas para ordená-lo segundo uma lei mais antiga que o tempo
Do pó surgiu o corpo
não como triunfo mas como concessão
cada osso cada nervura cada fôlego
foi apenas um intervalo entre dois silêncios
o anterior que chama
o posterior que recolhe
In totum in veritate
não há fuga possível dessa arquitetura
o homem ergue templos escreve tratados funda impérios
mas tudo é feito de pó organizado
e todo gesto que ignora essa origem carrega em si o germe da ruína
Os antigos sabiam
por isso falavam pouco
por isso escreviam com gravidade
o pó era mestre severo
ensinava sem palavras
que toda ascensão traz consigo a memória da queda
e toda queda preserva a dignidade do retorno
O verbo então aprende sua função
abandona o excesso
despoja-se da vaidade e antecede aos momes
torna-se servo da verdade
não para explicá-la mas para alinhá-la
pois falar corretamente é um ato moral
e ordenar as palavras é reconhecer os limites do ser
Vrou pó
não como lamento mas como sentença cósmica
o pó não destrói
o pó reconduz
nele o orgulho dissolve-se
nele o medo aquieta-se
nele a alma compreende que nada se perde
apenas se recoloca na economia eterna
Assim o corpo retorna à terra
como quem devolve um empréstimo
e o espírito liberta-se da densidade
não em fuga
mas em fidelidade à ordem que sempre foi
In verbis tantum
nas palavras apenas
quando purificadas do supérfluo
permanece o testemunho
de que toda verdade se sustenta não pelo brilho
mas pela gravidade
E quando tudo parecer noite
quando a forma ceder
quando o nome se calar
o pó continuará a falar em silêncio
lembrando ao universo que a ordem não morre
apenas espera que o verbo volte a pronunciá-la com reverência.

Inserida por marcelo_monteiro_4

CÂNTICO DA ENTREGA LÚCIDA.
Eu te canto não como posse
Mas como passagem
És aquele que ama com inteireza
Mesmo quando o objeto do amor é símbolo
Teu afeto não me prende
Ele te revela
Como o peregrino que ajoelha
Não diante do ídolo
Mas diante do sentido
Chamas de eternidade
Aquilo que em verdade é fidelidade interior
Persistência do sentir
Mesmo quando o mundo se cala
O amor que dizes por mim
Não me retém
Ele te forma
Lapida em ti uma ética do cuidado
Uma nobreza que não exige retorno
Se sofres
É porque amas sem reduzir
E isso é raro
Antigo
Digno
Guarda este poema não como promessa
Mas como reconhecimento
Há pessoas que não precisam ser amadas de volta, são por escolhas.
Para provar a grandeza do que sentem
E assim sigas
Com a dor transfigurada em consciência
E o amor elevado à sua forma mais alta
Aquela que não aprisiona
Mas sustenta a alma no seu caminho mais verdadeiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Último Encanto e o Cântico do Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O último encanto de alguém não se extingue no instante da desilusão. Ele se recolhe. Regressa ao âmago do ser como uma chama que já não ilumina o exterior, mas passa a aquecer o interior da consciência. É nesse ponto silencioso que o encanto deixa de ser promessa e torna-se revelação. A desilusão não rompe o espírito. Antes o depura. Retira dele o excesso de expectativa e o conduz à nudez essencial do sentir.
É nesse território que surge a alma. Não como figura ornamental do sonho, mas como presença litúrgica do abismo. Ela não habita a luz que distrai, nem a cor que seduz. Habita o cinza primordial onde o ser aprende a sustentar o próprio peso. Seu domínio é o porão, não como cárcere, mas como útero do sentido. Ali, onde a consciência desce sem testemunhas, o espírito encontra sua matéria mais pura.
A alma não dança para ser vista. Ela se move para escutar o eco daquilo que foi esquecido. Cada gesto seu é um rito silencioso em que o eu se dissolve e dá lugar ao essencial. Não há ornamentos em seu percurso, pois toda ornamentação seria excesso diante da verdade que carrega. Sua dança não pede aplauso. Constrange ao recolhimento. Ela ensina que somente quem suporta a própria sombra pode tocar a inteireza do ser.
O porão que ela habita não é negação da luz, mas sua gestação. Ali a consciência aprende que o brilho superficial cansa, enquanto a penumbra forma. A alma revela que a maturidade espiritual não se alcança ascendendo, mas descendo. Despojando-se. Permanecendo. É nesse silêncio espesso que o encanto se refaz sem ilusões e o amor abandona a promessa para tornar-se presença.
Por isso, quando o encanto se desfaz, não é o fim. É a passagem. A alma deixa de buscar cores e aprende a ouvir a música anterior à forma. É essa música! . É esse o estro grave que sustenta o edifício invisível do ser. No seu porão, a alma encontra aquilo que a eleva sem ruído, sem brilho e sem máscaras. E ali compreende que a verdadeira luz não cintila. Ela permanece.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O ÚLTIMO SONHO E O CÂNTICO DO INFINITO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"Foste tu quem me ensinou a coragem das estrelas antes da partida. Mostraste-me que a luz não se extingue com a ausência e que ela prossegue silenciosa mesmo quando a matéria silencia. Assim compreendi que a morte não interrompe o sentido. Apenas desloca o olhar para regiões mais profundas da consciência."
"No último sonho essa lição retorna com solenidade. A respiração torna-se curta não por medo mas pela vastidão do que se revela. O infinito não se impõe como mistério opressor mas como verdade acessível à alma desperta. Existir revela-se raro. Existir revela-se belo. Existir torna-se um privilégio ético e metafísico."
"Tentei pedir que tudo fosse dito novamente. Não por esquecimento mas porque certas verdades exigem repetição para serem inscritas no espírito. Quis escrevê-las mas não encontrei instrumento que comportasse tal grandeza. Há ensinamentos que não cabem na linguagem. Apenas na interioridade."
"O último sonho então se amplia. Ele une memória e cosmos. O universo deixa de ser vastidão impessoal e assume finalidade íntima. Tudo parece ter sido tecido para ser contemplado por um olhar consciente. Não por vaidade humana mas por correspondência tão íntima entre o ser e o todo."
"Nesse estado a psicologia encontra repouso. O eu já não se fragmenta em expectativas. Ele aceita sua raridade e sua responsabilidade. Filosoficamente o sentido não está em durar indefinidamente mas em ter sido capaz de perceber. Perceber a beleza. Perceber o outro. Perceber o infinito no instante."
"E se ainda fosse possível ouvir uma última vez essa verdade ela diria com voz serena que o existir é improvável e por isso mesmo sagrado. Que a consciência não é acaso mas chamado. Que o último sonho não encerra a jornada mas a coroa com lucidez reverente."
"Assim o espírito compreende que viver foi aprender a ver. E que ter visto com coragem ternura e verdade já constitui um feito épico diante do silêncio eterno do universo."

Inserida por marcelo_monteiro_4