Caminho
"Por mais que tentemos desvendar os caminhos do amor, uma única coisa é mais que verdade, é mais que certeza. O amor não vem com um dispositivo, um chip em que a gente pode carregar quando acabar os minutos.
O amor , mais que uma sintonia de duas pessoas é uma "convicção" , mas sem prazo pra acontecer ou terminar.
Digo eu, pelo que sei do amor...E talvez saiba mesmo pouco, e isso é bom, por que a gente tem que descobrir cada dia um novo mistério nesse sentimento.
O amor, não é um aparelho pré-pago. Ao contrário, ele é um pós-pago, que depois de erros, acertos ou pulsos excedentes, nos manda a conta." (Denise Lessa)
"Nunca perca seu caminho, seu objetivo, seu sonho por nada e por ninguém. Jamais deixe de ter o que é mais importante pra gente ser cada dia melhor e mais feliz: Amor próprio!"
Afirmo que a Verdade é uma terra sem caminho. O homem não pode atingi-la por intermédio de nenhuma organização, de nenhum credo (…) Tem de encontrá-la através do espelho do relacionamento, através da compreensão dos conteúdos da sua própria mente, através da observação
Amar é .... é respeitar as limitações do outro, cuidar sem controlar, é trilhar um caminho mais sublime... amar é se doar...
Já andei por caminhos que deixei as poeiras da vida sufocarem minhas palavras, já achei que era fácil agradar a todos e não me anular... já tentei acreditar em elogios vazios e não me decepcionar...
Mas um dia escolhi andar por um caminho mais alto, um caminho que entendi que meu valor está no que Deus pensa a meu respeito e não outros, que a quem mais devo agradar para ser feliz é Ele e que todos somos falhos e sujeitos a decepcionar e serem decepcionados...
Foi então que percebi que o caminho com Deus que escolhi chama se Liberdade
na madruga sem afio de sentimento caminho,
ainda nas profundezas da minha alma perdida,
nessa solitude afio assassino minha vida
em desejos de futilidade chegando ser profano,
em breve despedida a dor caminha ao meu lado,
carregado pelas noites a fora sem sentido,
em outras formas de flagelos ainda amamos.
por celso roberto nadilo
só me restará o caminho insólito da escuridão
havia ao longe
entre os grãos de areia, uma nuvem de plasma
uma ameaçava plausível e derradeira
minha loucura se esvaía no confronto certo com a morte
a racionalidade tomava corpo
e eu
apavorado com sanidade
pedia aos deuses que me fosse breve aquela morte de vida.
caminho toscamente sob um sol de chuva negra, amargamente eu sei...
sou um vazio completo de sonhos e dores de um mundo depauperado
passo a passo visito suas curvas por ruas inundadas de rostos uniformes.
corro desconexo, piso lentamente afastando-me da vida, eu sei...
o corpo completamente fatiado, suas partes estão expostas ao delírio cotidiano
escondo os trapos de sua carne alva, sob o céu sombreado da iluminação pública.
religiosamente mostro os dentes amarelados de nicotina, é um sadismo onde acolho meus sonhos, pudicamente num copo de rum e um cigarro vagabundo, eu sei...
não há nada melhor do que ir largando a pele pelo caminho, até ficar totalmente nu e poder expandir-se em novas idéias
