Frases com cadeira
No Fim do Poema
No fim do poema não há ponto final.
Há uma cadeira vazia na cozinha,
o café esfriando enquanto a tarde decide
se fica ou se vai.
No fim do poema, a rua continua.
O ônibus passa cheio de histórias que não cabem em verso,
o vendedor grita o preço do dia,
e alguém chora baixo no celular
como quem pede desculpa por existir.
No fim do poema, a gente aprende
que nem tudo vira metáfora.
Algumas dores ficam literais demais,
algumas alegrias pequenas demais,
e a vida segue escrevendo em prosa
o que a poesia não deu conta.
No fim do poema, sobra o corpo.
Cansado, insistente, vivo.
Sobra a respiração que falha, mas volta.
Sobra a memória tropeçando em si mesma,
lembrando do que foi
e inventando o que ainda pode ser.
No fim do poema, ninguém aplaude.
A luz não se apaga de repente.
O mundo não entende que aquele verso era despedida.
E tudo bem.
O mundo nunca soube ler direito.
No fim do poema, começa outra coisa.
Talvez não seja bonita,
talvez não rime,
talvez não salve ninguém.
Mas anda.
E enquanto anda,
vai escrevendo.
Alegoria da caverna digital .
So tem um celular e notebook
Mesa cadeira e sofá.
O resto vem por entrega rápida.
Alienação visual e intelectual é uma penxincha tudo grátis ainda tem Internet de graça...
A fogueira agora é um aquecedor elétrico ou a carvão da mata nativa...
Fast-food se da existência o boi social...
Sendo digno ate farmácia tem entrega rápida pois boi não desceu bem...
Ma digestão pois a carne apodrece no estômago por tres dias antes de poluir os rios degradados com dejetos do homem-ego primo do homem gafanhoto.
Ensinar Física,
para uma criança do Ensino Fundamental.
Mesa, cadeira, janela, porta.
Eu, não sei.
Aprender, e entender; cansa.
Insistência. Perseverança.
Intervalos.
Hoje é um dia, amanhã é outro.
Não acabou. Não terminou.
Continua.
Aí. Sentir, a dor. É assim.
Disfarça.
Pensar positivo. Ser otimista.
Saltar de alegria pela luz da salvação de Deus é só para aqueles que saíram da cadeira da escuridão de Satanás.
Buscar a paz é levantar da cadeira, sair de casa descobrir o mundo. Encontra-la é voltar para casa, sentar-se em sua cadeira e respirar vagarosamente.
Não adianta ter uma cadeira na academia de letras, se você não aprendeu as quatros letras da vida
O B D C
Então ele foi até a varanda, sentou-se na sua cadeira de balanço e lentamente embalou. Estava com o cabelo cada vez mais branco, ajeitou o óculos e percebeu quantas rugas já haviam nas suas mãos. E por alguns segundos resolveu dar sentido a cada uma delas, ao final viu que havia muitas rugas, mas pouco sentido para elas. E pensou... se soubesse que iam ficar assim, teria feito cada uma delas valer realmente a pena.
Havia aquela noite que ele não aproveitou direito, aquela viagem que ele sonhava em fazer e não fez, o curso que ele não terminou, aquele amor que ele desprezou, o emprego que o decepcionou, a família que ele não se despediu direito e o filho que ele não teve. Houve tempo para fazer todas essas coisas, havia vida nele o suficiente para ter feito, mas não fez. Agora os olhos com lágrimas fixaram a rua deserta, por alguns instantes com o olhar acompanha os cachorros que ali passavam velhos e sozinhos como ele, ele nem sabia, mas para ele o tempo parou. Com muita força resolve se levantar pra ver o grilo que pousou na sacada, e conversar com ele.
-Sabe... talvez eu pudesse fazer algumas coisas diferentes mesmo, mas agora acho que não ia conseguir, as minhas penas doem e já não me sinto bem o suficiente. Meu amigo Grilo acho que vai chover, escureceu tão depressa que não percebi, mas tanto faz agora, com chuva ou com sol os meus dias são sempre os mesmos. Se tu pudesses pelo menos cantar um pouco, não me sentiria tão sozinho.
O grilo pulou na grama e ele voltou a sentar-se, ficou esperando mais um dia terminar. Recordando do tempo que passou sem sentido e como de costume mais uma vez chorou.
Ana=) Mendes
Mova-se da cadeira, tente, abrace o mundo, cuide de você. Voltando à frase do “cuidando do jardim...” cuide do seu. Faça as borboletas pousarem em você, e quando acontecer, vá com tranquilidade, não as espante, e tenha em mente: Borboletas têm asas, borboletas voam, voltam, pousam em outros lugares, já pousaram, irão pousar. Você é o presente. Você é o agora. É o que está acontecendo naquele momento. Então intensifique, mas tenha em mente que borboletas vivem somente Setenta e duas horas.
Ou é pelo menos o que dizem por aí...
Cadeira de Balanço.
Você já se sentou em uma cadeira de balanço? Aquela grande cadeira que balança, ela simplesmente vai e volta, mas nunca sai de seu lugar... E quando balançada por um corpo voltando para trás, ela trás a sensação de queda que é inevitável, porém logo depois de algumas balançadas você aprende a confiar naquela cadeira de balanço, você passa ter a certeza de que não ira cair, pois então, essa cadeira não sairá mesmo de seu lugar.
Eu tive essa cadeira, eu me sentei nela, eu senti o medo de cair, eu aprendi a confiar e logo depois dei a outro essa cadeira. Então, foi assim que essa cadeira saiu do seu lugar, foi apenas quando eu deixei que a levassem embora.
Eu entendo essa cadeira de várias formas, enquanto me foi útil ela estava ali, enquanto me era confortável estava eu sentada apenas balançando... Eu entendo essa cadeira como alguém que se aproxima, mas no entanto meu pé está logo atrás, e se passa o tempo, e esse alguém não saiu desse lugar, então, eu apenas o reparo e me apoio com a sensação de queda, o medo da possível queda, mas o tempo mais uma vez vem e passa, e eu continuo de pé, então eu aprendo algo novo sob a confiança... Até que então isso vá, depois que foi aprendido tudo, se passa para que outro possa aprender, e assim vamos... Assim se permite deixar ir, e então, você aprende a se tornar esse alguém para o outro.
Isso não é algo sob os que te deixam, os que vão e destroem sua confiança; isso não é sob aqueles que te ferem, ou sob quem te deixou... Isso é sob aqueles que valem a pena serem lembrados, aqueles que se vão de forma física, mas continuam com a capacidade de estarem ali o tempo todo, isso é sob o que se tornou você como uma parte, isso é sob o alguém que você gostaria de ser ao menos um pouco, isso é sob quem nunca te deixou, quem foi capaz de lhe tornar um pouco melhor!
Então eu te amarro em uma cadeira qualquer fico observando você, seus olhos, sua boca, a forma que seu rosto toma quando eu me aproximo.Lentamente encosto a ponta dos meus dedos em seu rosto e vou desenhado cada parte dele,ouço sua respiração ficar mais forte,eu paro e você me olha como se me obrigasse a continuar,então beijo o seu pescoço e vou subindo , mordo a ponta de sua orelha e solto de vagar,sussurro seu nome,você treme.Beijo seu rosto e de leve passo minha boca perto da sua e volto a beijar seu rosto então você morde os lábios em resposta a minha provocação.Sinto seu coração,ele esta louco,seu corpo todo esta quente,olho pra você e mantendo seus olhos nos meus levo minhas mãos a sua nuca e você se arrepia .Agarro seu cabelo e solto,volto a agarrá-lo dessa vez com mais força,vejo sua reação você esta em agonia,volto a encostar minha boca na sua ,eu te beijo mordo - a e puxo,você geme.E já não mais agüentando você me pede com uma voz ofegante:Me solta!Eu te olho pausadamente, dou um sorriso e você revira os olhos,deslizo minhas mãos em seus braços e vou te desamarrando .Você levanta,me olha,se aproxima ,me puxa pela cintura,e as luzes se apagam.
Chega a tarde, encosto na cadeira...ascendo o cachimbo...a fumaça sobe..cria círculos ..aqueles que se entrelaçam formando as espirais da vida...ah esta vida que uma hora nos coloca no alto de nossas aspirações ..deixando-nos crer que somos invencíveis ..tudo podemos..amigos nos rodeiam...sentimos o brilho nos olhos da mulher amada..ah meu Deus..como somos poderosos!!!'Mas sempre há um "mas" a vida como a espiral da fumaça arremessa-nos para baixo...a tarde cai...procuramos os amigos..quica o brilho dos olhos da mulher amada..continuo fumando..tragando desilusões ...ah quem dera se apresentassem como a fumaça ...aos poucos pelo fornilho do cachimbo .
Senta-se em sua cadeira de arames e retalhos,
fechas os olhos com pezar
com intuito de sua tristeza escapar,
a quem você quer enganar?
Não minta pra si mesma,
não diga que eu estou errado,
não feche os olhos
só para parecer mais fácil.
Os ponteiros do relógio
apontados como flechas
sobre nossas cabeças,
o tempo nos condena,
não há como escapar...
Uivos desertos, trêmulos incertos,
sobre a luz da noite
vagueiam por ai como insetos.
Nos devoram, nos condenam,
é o peso da carne sobre o medo e o arrependimento.
Olhares, bochejos,
é o peso da culpa sobre o insano desejo...
Teimosamente descansando em minha cadeira...cachimbo a mão ..observando o bailar espiral da amiga fumaça ...
Perco-me ou acho-me em pensamentos sobre a perfeição da vida...
Fecho os olhos e retorno no tempo...
Nestes instantes mágicos vejo-me jovem...
O mundo e meu!!!..pois tudo posso..tenho a forca da juventude...a beleza do tempo e a alegria do mundo...
Desço a rua...faz sol...tarde de verão...e..
Por fim a vejo...nossos olhares se cruzam...embora a visse pela primeira vez..ah com certeza ela já habitava meus sonhos..sonhos de minha alma...
Bastou um sorriso ...para ter a certeza que ela...
Ela..a partir de então..habitaria..nao só meu coração ..
Como preencheria todos os dias desta vida..
Com amor...encanto e magia...a magia..de nunca mais deixar meus dias..meus sonhos..meu coração...
Ela sabe quem e..e a quantos anos esse momento aconteceu...e vem acontecendo...
Neste momento acordo...nao quero mais sonhar..
Olho para o lado...ela sorri e me entrega a xícara de café..e sorrindo concluo..
Na perfeição da vida fui sorteado com o Amor desta vida!!!
_Eu sou um momento torturado...
_Acorrentado uma cadeira elétrica,
_Cortado em meio ajuntas,
_Sem unhas agulhas fazem a dor parecer um alivio,
_Mais banho gelado depois outro banho de sal grosso,
_Confessa pode disser_
_Mais ainda a vida num corpo desfigurado,
_O afogamento parece um sonho bom_
_Gritos não são mais uma agonia dos cortes,
_Mais um choque para se lembrar,
_Reflita logo terá uma visita da sua esposa_
_ Cortando um dedo para saber que não estamos para brincar_
_O enforcamento será só mais um momento enquanto assiste um estrupo_
_Confesse e diga quem são seus companheiros_
_Sua boca está suja devemos tirar seus dentes_
_ Assine sua confissão e terá a clemencia estará livre_
_Seus crimes serão arquivados numa cova_
_Um tiro e será cobrado a bala de seus familiares_
_Se não aceitar terá a faca como companheira...
_Sua esposa já esta morta, nem aguentou o sargento_
_Parece um alivio mais vamos continuar pois ainda não confessou...
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