Frases com cadeira
Outro dia, eu estava andando na minha cadeira de rodas e percebi que a bateria estava fraca. A primeira coisa que me veio à mente foi: “Preciso colocar para carregar.” Aquele momento me fez refletir sobre a vida e sobre a nossa fé. Assim como a bateria da cadeira precisa de energia para funcionar, a nossa fé também precisa ser alimentada todos os dias.
No mundo espiritual, não existe “pilha eterna”. Se deixarmos de nos conectar com Deus, de ler a Palavra, de orar e de nos fortalecer na fé, ela vai enfraquecendo aos poucos, até que não conseguimos mais enfrentar os desafios da vida com força e coragem. Muitas vezes, esperamos que os problemas cheguem para lembrarmos de recarregar nossa fé, mas a verdade é que devemos cuidar dela diariamente.
A fé é como um músculo: precisa ser exercitada, alimentada, cultivada. Cada palavra de Deus que lemos, cada oração que fazemos, cada momento que dedicamos a Ele é como colocar energia na nossa “bateria espiritual”. E quando estamos com a fé carregada, conseguimos superar dificuldades, enfrentar medos e seguir em frente, mesmo quando tudo parece impossível.
Nunca se esqueça: a vida vai testar você, vai trazer desafios, momentos de cansaço e desânimo. Mas se você cuidar da sua fé diariamente, ela será a força que te sustenta, que te faz sorrir mesmo nos dias difíceis e que te dá esperança quando tudo parece perdido. Assim como eu coloco a bateria da minha cadeira para carregar, você precisa colocar a sua fé para carregar todos os dias. Porque só com a fé recarregada conseguimos avançar.
Rafael Souza escritor
Vaso sanitário não é cadeira, cama não é sofá. Chuveiro não é psicólogo, livro não é enfeite, geladeira não é televisão, pia não é lixeira. Saiba usar seus objetos ou você será o objeto.
Seja, alguém que puxa a cadeira e senta a mesa do banquete, chega de ficar pelos cantos, ou de lugar em lugar rastejando por migalhas o Senhor te chama para sentar a mesa .. . Venha, venha, desça do muro. O banquete está a mesa. Cabe a você escolher seu lugar e sentar. ..
Somente nós
Eu a cadeira e o mar,
Eu o tempo e o destino,
Eu o que vi e o que será,
Eu o sol e a lua.
Aonde está você?
Uma cadeira ocupada,
pés na areia,
as ondas do mar quebrando com seu barulho de paz,
Mas,,,
A frente, o por do sol gritando, aonde está você?
A cadeira vazia 🪑
Na verdade, a culpa é da verdade.
Que afasta muito mais as pessoas do que a mentira, porque a mentira se aloja enquanto se alastra.
Enquanto a verdade dói, corroendo a mentira. Infelizmente, tirando da mesa a maioria.
Que investem naquilo que lhes convém.
Enquanto a memória que foi afetada sabe direitinho quem é quem.
Se deus existe, nada o impede de dar espírito a uma cadeira ou a uma máquina com inteligência artificial.
O RITUAL DA CADEIRA VAZIA
(Sobre o dia em que fiz do isolamento a minha melhor parceria.)
Quando estou sozinha, puxo uma cadeira e converso com a solidão e confabulamos juntas os ruídos desse vazio.
Lu Lena / 2026
Perdão não é gesto fácil: é levantar a cadeira do chão e colocar de volta. É reconhecimento, trabalho suado, uma paciência que dói. Quando perdoo, não apago cicatrizes, aprendo o ofício de conviver
com elas, transformo o passado em instrução
e não em cela.
O peso do corpo sobre a cadeira, o calor da xícara entre as mãos, o ritmo da respiração... a felicidade não é um evento grandioso, mas a soma desses pequenos momentos de presença absoluta onde o passado e o futuro deixam de nos assombrar por alguns minutos.
Há dias em que tenho a perturbadora sensação de estar me fundindo à própria cadeira do escritório, como se, aos poucos, eu deixasse de ocupar aquele espaço e passasse a pertencer a ele. O ambiente corporativo, com suas luzes artificiais, o zumbido contínuo das máquinas e a liturgia repetitiva das obrigações diárias, por vezes parece deixar de ser apenas um local de trabalho para transformar-se em uma espécie de universo hermético, uma bolha silenciosa onde o tempo perde organicidade e a existência se resume a telas acesas, notificações incessantes e pensamentos confinados em intervalos cada vez menores de lucidez.
Existem momentos em que o corpo permanece estático diante do monitor, mas internamente há um colapso silencioso em andamento. A mente atravessa labirintos de exaustão emocional, pressões invisíveis e reflexões que jamais são verbalizadas. Sustentar produtividade contínua enquanto o espírito lentamente se desgasta exige uma força que raramente é percebida por quem observa de fora. E talvez seja justamente essa invisibilidade que torne tudo mais sufocante: a obrigação quase involuntária de aparentar estabilidade enquanto, por dentro, algo vai se tornando progressivamente mais fatigado, mais distante, mais anestesiado.
Às vezes, o escritório deixa de parecer um ambiente profissional e assume contornos existenciais. As paredes tornam-se fronteiras simbólicas entre o mundo exterior e uma realidade paralela feita de prazos, silêncios protocolares e uma rotina tão reiteradamente mecânica que passa a corroer a percepção dos próprios dias. Há uma estranha melancolia em perceber que grande parte da vida adulta se desenrola sob luzes frias, cercada por teclados, planilhas, relatórios e relógios, enquanto fragmentos inteiros da subjetividade vão sendo silenciosamente arquivados em nome da funcionalidade.
E o mais inquietante é que o verdadeiro esgotamento raramente chega de maneira abrupta. Ele se infiltra de forma gradual, quase imperceptível, dissolvendo pequenas capacidades humanas: o entusiasmo espontâneo, a contemplação despretensiosa, a leveza diante da existência. Até que, em determinados dias, tudo o que resta é a sensação de estar enclausurado dentro da própria rotina, como se aquele escritório tivesse se tornado não apenas um lugar de trabalho, mas uma extensão psicológica da própria solidão.
- Tiago Scheimann
Pode até ser necessário que você continue a sentar na mesma cadeira, no mesmo banco, na mesma praça...
Mas nem sempre será necessário que seja ao lado da mesma pessoa.
( Bom seria )
Eu sabia que tinha um corpo porque ele cansava. Porque ocupava uma cadeira, porque sentia frio. Mas raramente porque eu o via.
Não adianta ter uma cadeira na academia de letras, se você não aprendeu as quatros letras da vida
O B D C
Então ele foi até a varanda, sentou-se na sua cadeira de balanço e lentamente embalou. Estava com o cabelo cada vez mais branco, ajeitou o óculos e percebeu quantas rugas já haviam nas suas mãos. E por alguns segundos resolveu dar sentido a cada uma delas, ao final viu que havia muitas rugas, mas pouco sentido para elas. E pensou... se soubesse que iam ficar assim, teria feito cada uma delas valer realmente a pena.
Havia aquela noite que ele não aproveitou direito, aquela viagem que ele sonhava em fazer e não fez, o curso que ele não terminou, aquele amor que ele desprezou, o emprego que o decepcionou, a família que ele não se despediu direito e o filho que ele não teve. Houve tempo para fazer todas essas coisas, havia vida nele o suficiente para ter feito, mas não fez. Agora os olhos com lágrimas fixaram a rua deserta, por alguns instantes com o olhar acompanha os cachorros que ali passavam velhos e sozinhos como ele, ele nem sabia, mas para ele o tempo parou. Com muita força resolve se levantar pra ver o grilo que pousou na sacada, e conversar com ele.
-Sabe... talvez eu pudesse fazer algumas coisas diferentes mesmo, mas agora acho que não ia conseguir, as minhas penas doem e já não me sinto bem o suficiente. Meu amigo Grilo acho que vai chover, escureceu tão depressa que não percebi, mas tanto faz agora, com chuva ou com sol os meus dias são sempre os mesmos. Se tu pudesses pelo menos cantar um pouco, não me sentiria tão sozinho.
O grilo pulou na grama e ele voltou a sentar-se, ficou esperando mais um dia terminar. Recordando do tempo que passou sem sentido e como de costume mais uma vez chorou.
Ana=) Mendes
Mova-se da cadeira, tente, abrace o mundo, cuide de você. Voltando à frase do “cuidando do jardim...” cuide do seu. Faça as borboletas pousarem em você, e quando acontecer, vá com tranquilidade, não as espante, e tenha em mente: Borboletas têm asas, borboletas voam, voltam, pousam em outros lugares, já pousaram, irão pousar. Você é o presente. Você é o agora. É o que está acontecendo naquele momento. Então intensifique, mas tenha em mente que borboletas vivem somente Setenta e duas horas.
Ou é pelo menos o que dizem por aí...
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