Cada um Vive sua Vida
A valorização pelo o teu próximo é aquele que te entende a sua forma de vida, que acompanhou ou vivenciou algo parecido.
Quando você vive para o outro, você acredita estar sendo a melhor pessoa, mas a sua vida na verdade não tem significado. Quando o outro for embora você vai ver que não valeu a pena.
Pobre do homem que vive sua vida para adorar a outros, pois este jamais conhecerá o reino do Céu... E tão pouco o seu próprio brilho.
Olhe nos olhos de alguém que já não vê a vida, que vive o inferno da condenação sua própria consciência e verás o teu medo de viver refletido nos olhos de alguém que te fará querer vida.
Quem deve acreditar que Deus existe é você mesmo... A sua vida espiritual que vive é que irá dizer...
Vive o presente de sua vida, não se deixe iludir no amanhã.
Viva o presente, pois pode não haver um amanhã.
...e o homem nunca se cansa da sua realidade. Vive uma vida escravizada cultuando um Deus da sua vontade!
Não há como ter paz e harmonia em sua vida, se você vive a causar discórdia e contendas na vida dos outros. Vigia a sua língua, pois tudo que sair da sua boca é seu coração expondo você.
A língua maldosa causa confusão e deixa você longe da paz que anseia.
Frase de Islene Souza
" Pontes que Curam"
A vida, com sua delicada sabedoria, vive tentando nos ensinar que o mundo não gira ao nosso redor. Mas, por vezes, esquecemos. Nossos desejos gritam tão alto que nos impedem de ouvir o outro... e, sem perceber, tornamo-nos ilhas.
Empatia — palavra tantas vezes dita, mas pouco vivida — é, na verdade, a ponte silenciosa que nos conduz ao essencial: o outro.
O outro... palavra pequena, mas carregada de sentido. É aquele que cruza o nosso caminho com um gesto sutil, um olhar cansado, um pedido tímido ou mesmo um silêncio que implora por atenção. É o desconhecido na fila, o amigo que sorri por fora, mas desaba por dentro, o vizinho que espera por um “bom dia” como quem aguarda um abraço.
É também quem nos fere — talvez por carregar dores que não ousa revelar.
Refletir sobre o outro é sair do espelho e olhar pela janela. É deixar de medir o mundo com a régua dos nossos quereres e, por um instante, calçar os sapatos de alguém. Não é fácil. Nos habituamos à bolha, aos filtros, aos afetos escolhidos a dedo. Mas o mundo... ah, ele é vasto demais para caber apenas dentro de nós.
A beleza da vida reside no entrelaçar de histórias, no encontro sutil entre o “eu” e o “nós”. Porque ninguém vive só de si.
A cura, a redenção, o consolo... muitas vezes vêm das mãos estendidas de alguém — ou das nossas, quando se estendem por amor.
Que sejamos mais atentos. Mais presentes. Mais dispostos a sair de nós.
Porque, no fim, o que transforma o mundo — e a nós mesmos — é a coragem de reconhecer no outro aquilo que também somos: um pouco espelho, um tanto abrigo e, infinitamente, humanos.
O sentido da vida é a plenitude e todas as forças do Universo são favoráveis ao homem que vive sua Lenda Pessoal.
