Jean la bruyère
Vem, vê se não demora
Já consigo vê tudo lá fora
As tuas amoras
Ora
Já está dando a hora
Não chora
Estou indo embora
Ora
Não implora
Colabora
É chegada a hora
Ora
Não chora, ora
Ora, implora
Pede, pede agora
Ora
“Bom mesmo é viver a vida intensamente, desfrutá-la com paixão, vivenciá-la a cada instante como se fosse o último. Nossa passagem por aqui é breve, e a vida é uma dádiva muito preciosa para ser desperdiçada. Portanto, esteja bem consigo mesmo, com os outros e o mundo! Celebre a vida, aprecie a vida, Viva!”
"O pior de todos os inimigos não está lá fora, no exterior, alhures, na realidade está muito próximo de nós, em nosso ser. Tem por armas a inveja, o egoísmo, o ódio, a traição e o vício. Devemos pois estarmos atentos a esse inimigo, único capaz de nos destruir por completo, pois conhece nossos defeitos e fraquezas. E portanto, a capacidade de nos destruir a partir de nosso interior, destruindo nossa própria essência, destruindo a nós mesmos. Eis o inimigo interno."
A caixa quadrada de vidro tem seis lados. Dos lados, dois lados de dois. Em cima e em baixo, dois lados.
Ela tem vários design; cores, espessuras e beleza ímpar. Valor significativo.
Mas, ela é de vidro - quebra, em pedaços e/ou caquinho.
Para os outros, o destino é o lixo, pois não serve mais. Mas, para o dono que pagou um alto preço, nunca deixará de ter valor, mesmo que "não" sirva mais para ser usada.
Mesmo quebrado deus sabe o teu valor.
LUIZ SOUZA TNT
Não existe um céu sem estrelas (...). Mesmo quando estão cobertas pelas nuvens, ainda estão lá. A gente só não consegue enxergar.
Regresso I
Lá vou eu com a saudade na mão
Sendo levado ao sabor do fado
Respingando as lembranças pelo chão
Triste tormento este suspiro calado
Pobre dor esvaída
Roja no afeto como tudo
No pesar lhe dando vida
E no sonho uivo agudo
Agora jaz na direção
Do fado em seu acato
Parte comigo na emoção
O me dar ( ao pai) que me alimenta
De gratidão e esperança numa volta
Vou embora. Regressar me acalenta
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
05/08/2012, 05’59”
Cerrado goiano
O dia é hoje, a hora é agora
Tô desligando do mundo lá fora
Comprei passagem só de ida
Pra viajar no seu sorriso, entrar na sua vida
As sinapses me obrigam a escrever sem ao menos pedir licença, de repente, BUM! Lá estão elas, as ideias loucas.
Aonde está aquela casinha, que a mim me viu nascer
Diga lá minha velhinha, que eu tudo quero saber
A velhinha a soluçar, aquele homem respondeu
Disse baixinho a chorar, o fogo tudo ardeu
Seu pai nos mandou chamar pra rica sociedade
Pra ir morar lá no alto onde tem luxo e vaidade
Ela recusou o pedido disse com sinceridade
Tenho aqui o meu amor no lar da simplicidade
Não quer mais arranha-céu minha querida é verdade
O dinheiro sem amor nunca foi felicidade
Ela tinha uma liberdade tão grande em sua alma que até as borboletas queriam acompanhá-la.
Ela tinha sonhos tão intensos como o céu em tardes de verão.
Ela sonhava com alguém que chegasse em casa, visse o seu olhar e soubesse que a coisa que ela mais queria naquele momento era um abraço que curasse as dores.
Ela sempre quis tocar o céu e desenhava em seus quadros a mais pura ilustração do seu ser.
Ela era mulher.
Não.
Ela era menina.
Ela tinha a menina dos olhos na palma da mão.
Ela cantava com os pássaros e iluminava onde passava.
Ela era cheia de cor, parecia um arco-íris.
Ela queria tomar café no campo num dia de domingo.
Ela sonhava sem parar.
Ela dormia e acordava com a brisa leve sobre seu rosto.
Ela era abençoada, era tão querida.
Ela pegava todas as pedras do caminho e colocava em sua bolsa, pesada.
Ela gostava de ler livros, tinha a pele macia e sua pele exalava o perfume da paixão.
Ela era apaixonada pela vida, ela era feliz e não se perdia por pouco.
Ela queria ser espelho da alma de alguém, ela era intensa, ela era doce, no fim das contas, ela levava em seu peito o desejo de ser AMADA.
Ela também era caçadora de SONHOS.
Apenas sonhando
Às vezes, só o silêncio me basta.
E foi lá, em meio ao verde das montanhas,
Numa longa e silenciosa caminhada,
Ouvindo o canto dos pássaros,
Onde mergulhei e meditei...
Por fim, reencontrei meu eu interior.
Vagava meio trôpego,
Perdido em constantes devaneios.
Nem ébrio nem sóbrio...
-apenas sonhando-
O futuro ninguém sabe, mas a partir do presente se pode construir um futuro sonhado. E lá no futuro uma vez avaliando verá um passado realizado e uma vida vivida.
Ventania lá na Serra vem trazendo embaraço. Ela forte reconstrói , desfazendo cada laço. Novos horizontes surgindo, liberta- se a vida enfim! Sou Maria Ventania, energia viva de mim.
