Jean la bruyère
Ninguém acende uma lâmpada para colocá-la debaixo de uma vasilha, e sim para colocá-la no candeeiro, onde ela brilha para todos os que estão em casa.
Assim também: que a luz de vocês brilhe diante dos homens, para que eles vejam as boas obras que vocês fazem, e louvem o Pai de vocês que está no céu.»
A sua lembrança paira irremovível e soberana... Tento fazê-la apenas um presente e jamais uma prisão.
Hoje é sábado, dia de ziriguidum...dum...dum...
São dois pra lá, dois pra cá
É só o começo...
Depois é deixar teu parceiro te levar
E no embalo da música
dançar...dançar...dançar...
mel - ((*_*))
Então não é?
Já fui espiar lá fora
Já voltei pra dentro
Já comi todo o pudim
Já dancei com o vento
Já me afundei no sofá
Já batei saudade em mim
Já ameacei te ligar
Já viu que fim de domingo é assim!
mel - ((*_*))
Bom dia meus amigos!!!
Lá fora já tem passarinho fazendo algazarra
Tem galinhas no quintal ciscando
E tem o sol nos prados brilhando...
mel - em Goiás
É pra lá que eu vou
Sentir a brisa que vem do rio
Comungar os mistérios da natureza
Ouvir o o gemido do bugio
me envolver com tamanha beleza...
mel - ((*_*))
VARANDO A MADRUGADA
Ai que dilema
O sono some
A cama esquenta
Escrevo poema?
Lá vem fome
Idéia opulenta
Conto carneirinho
Ou como um docinho?
mel - ((*_*))
Eu com saudades da lua
Ela com saudades de mim
Já que eu não fui procurá-la
Ela me apareceu bem assim...
(entre a casa da vizinha e a minha...))
mel - ((*_*))
Meu futuro não conheço, mas planto hoje o que quero colher lá na frente.
Mas agradeço todos os dias a Deus pelo presente conquistado. Mas tenho certeza que o futuro que Deus preparou pra mim e pra minha família é um futuro de grandes vitórias, porque em Jesus, sou mais que vencedor(a).
Com esta chuva fininha
até perdi a hora...
mas está uma beleza,
tomar café vendo tudo lá fora...
mel - ((*_*))
Lua agora, busquei lá fora...
ela
tão distante
tão dentro
do meu olhar...
única
espio
copio
só assim
num lampejo
é o que vejo...
mel
Se a vida é eterno movimento, por que nós, seres humanos, temos a tendência a querer congelá-la sempre que nos sentimos confortáveis em alguma situação?
A tendência a buscar uma segurança absoluta, - que nos é ensinada no início da vida -, é uma ilusão que ingenuamente assimilamos. Somente quando as circunstâncias se mostram contrárias ao que desejávamos, é que nos damos conta do quanto esta busca é inútil.
Mas depois de muitas decepções, angústias e sofrimentos, finalmente nos convencemos de que a mudança, o fluxo incessante, é parte indissociável da experiência da vida. E quando aceitamos esta realidade de coração aberto, descobrimos que ela é um convite permanente à aventura.
Para os medrosos e inseguros, esta constatação pode ser terrível. Mas se forem capazes de superar o pânico inicial podem, aos poucos, descobrir em si um inesgotável poder criativo. Sem esta descoberta, sua jornada se resumirá numa eterna repetição, experimentar mais do mesmo, na inútil tentativa de evitar qualquer desafio.
Sim, inútil, porque a existência algumas vezes os empurrará para um abismo, à beira do qual só restarão duas opções: a paralisia mortal ou o entusiasmo confiante. A segunda escolha tem o poder de transmutar o que consideravam um castigo, numa grande bênção.
Mas isto só será possível quando expressarem sua criatividade de modo pleno. O Universo reconhece e recompensa os esforços humanos através do que o mundo denomina sucesso.
Eu tinha as minhas loucuras, os meus desejos, as minhas sinas. Mas por Deus do céu, que tudo vê la de cima, eu amava aquela menina.
Alguém avisa lá meu passado que tomei novo rumo. Que ele só serviu de lição e que meu futuro estou criando agora, dia após dia vivendo o presente !
Obrigado.
