Jean la bruyère
Os fracos tocam no fundo e ficam lá, os fortes vão ao fundo para se impulsionar para ir mais alto que o próprio sonho!
Mientras más podamos compartir sin buscar algo a cambio, más conectaremos con la luz y nos convertiremos en seres de un dar verdadero.
Ela é "tão" .. Ela é tipo tão "tudo"
Sei lá.
Ela é a mina da "All Star" do Nando
Ela é aquela de do "Amor e Amizade" de Edson e Hudson
Ela é a que Leoni recita em "Garotos"
Ela é a "Complicada e perfeitinha" dos Raimundos ...
Ela é a "guria" dos Engenheiros ..
Ela é "Angel", do Jack, 'usa um sorriso que faz querer cantar'
Ela é a "Flor" a mais perfeita Flor da música do Jorge e Mateus...
Ela é aquela que "Eu Amo, que quero e que espero até mil anos" é a mulher do meu coração na música do Cristiano Araújo...
Ela é o meu rock, meu sertanejo, meu axé, ela é a melhor canção da minha vida...
Ela é essa dos meus fones de ouvido, sussurra pra mim, me desliga do mundo
Ela é aquela tímida no violão
Ela é aquela que canta baixinho, quase não posso ouvir
Ela é a música que escuto
Ela é a música que faço
Ela é tipo todas as músicas que consigo pensar
Ela, as melhores personificações
Ela, os melhores defeitos.
Ela é aquela dos motivos de notas quebradas, frases sem rimas, versos sem um bom fim
Ela é aquela que me deixa lembrar das melhores músicas.
Ela é aquela que já lembrei enquanto ainda não a esqueci.
Não adianta insistir em outras tantas pequenas tentativas, se lá no fundo você guarda uma grande saudade.
A vida está acontecendo a cada segundo. Você é convidado a cada amanhecer a vivê-la. Não sobreviva, viva! Não seja vítima de rotinas mas sim resultados de atitudes, otimismo, dedicação e motivação! Seja uma pessoa diferente para você assim fará a diferença para os outros! Seja feliz e grite para o mundo todo: EU VOU VENCER!
Mudanças. Beeeeeeem lá no fundinho, ninguém gosta delas, mesmo que sejam pra melhor pois vinculos são feitos. Hábitos criados. Acordos tácitos. E por melhores que sejam essas mudanças, é dificil se desapegar do comum, do familiar. Seja ele um trabalho, uma casa, uma roupa, um cabelo, um pensamento. Então seja lá qual for a mudança, faça, pois o desejo de mudar é natural. É humano. E o medo também. Mas qualquer ação é melhor que a inércia. Que o nada.
A vida já é tão chata, pra você com sua cara feia e fechada torna-la ainda mais chata!!!
Sorria meu amigo (a), todo mundo tem momento ruim, o que acontece que existem pessoas que sabem torna-los imperceptível.
Amizade as vezes é o caminho que nos leva a alcançar o amor mas quando lá chegarmos arrependermo- nos de te-lo alcançado!
Andando no deserto lunar, vagando de lá para cá
Conheci vários caminhos, alguns escuros e outros claros
Só não tinha conhecido o caminho do verdadeiro amar
Do amor incondicional, verdadeiro e carinhoso
Certo dia durante uma grande tempesta
de de meteoros
Tentei me esconder, e me proteger, mas mesmo assim ferido sai
A procura de um local seguro para ficar e me abrigar
Olhei na imensidão do caminho e vi lá no cantinho uma luz a me guiar
Quando perto cheguei logo me apaixonei, por um brilho intenso e calmo
Por um olhar lindo, carinhoso, delicado e dedicado
Por um astro que com sua bela luz me ensinou o verdadeiro amar
Mostrou-me que mesmo andando no deserto e perdido em algum lugar
Sempre é possível encontrar um belo luar ou um verdadeiro amar
Amar esse que nos faz ficar forte e lutar
Não parar no meio do caminho e com a cabeça erguida andar
É por isso que eu falo nunca deixe de amar ...
Com o tempo aprendi que a saudade somente é BOA se podemos mata-la e se NÃO podemos, não vale a pena e com esse tipo de SAUDADE só devemos nos dar ao luxo de uma breve NOSTALGIA e logo depois espalhar ela para bem longe...
E agora falou a Dona Perfeita como se TUDO fosse fácil!
E não é, mas aprendi que tudo na vida é questão de escolhas e EU escolhi perder tempo com SAUDADE que vale a pena ser "ASSASSINADA" do que aquela que ME assassina...
Existiu uma ilha distante, numa época qualquer. Havia pessoas lá até o dia em que quase todos desapareceram. Nunca se soube por que sumiram ou para onde foram. Talvez se tivesse restado mais gente, por certo, existiria lendas para explicar o tal fato, mas, ali, estavam apenas um rapaz e uma garota – e, para eles, pouco importava o que aconteceu com elas. Diria até, que lhes fizeram um favor em desaparecer. Dessa forma a ilha, antes, superpovoada, tornava-se um paraíso exclusivo. Um mundo só deles.
O alimento era farto, o clima ameno. A areia tão branca quanto mais podia ser, e a água do mar, cristalina. Pura como eles. Por vezes, corriam atrás um do outro sob um sol aconchegante, até despencarem em meio a risos nas folhagens da selva. Depois faziam fogueiras e dormiam ao relento, vigiados pelas estrelas. Os dias eram repletos de paixão. Não havia perigo ou pecado. Ninguém para julgá-los ou corrompê-los. Eram apenas um menino e uma menina, donos de todo o tempo do mundo.
Ela amava aquele rapaz de todo o seu coração. Talvez por serem as únicas pessoas naquele mundo. Ou talvez, por ele ser o único a quem ela poderia amar. O fato é que era perfeito e, como todas as coisas perfeitas, não durou muito tempo.
Foi numa tarde de primavera que o rapaz teve uma ideia estranha. Sei que era primavera porque as cores na ilha eram abundantes, e a menina usava uma coroa de flores. Crisântemos. Brancos como a tarde. Ele disse que precisava sair daquele lugar, e a conduziu em meio à mata silenciosa até chegar numa parte fechada, inabitável, repleta de pedras. Um lugar que eles não frequentavam. Ela sentiu medo em abandonar o lado deles. Não queria ir. Ainda assim, sem questionar, ela o seguiu, porque o seguiria até outro lado do mundo, o que dirá, outro lado da ilha.
Foi quando ele mostrou-lhe seu grande trunfo: uma velha canoa marrom, abandonada. Vi a maneira estranha como os olhos do rapaz brilharam ao se deparar com a canoa. A menina nem sabia o que era, pois, havia se esquecido das demais pessoas que um dia também habitaram a ilha. Ela não entendia porque alguém iria querer sair dali. Talvez a coroa de flores não fosse mais o suficiente para manter ele aqui, sempre perto. Então, ela tinha que ir, a ilha não seria mais perfeita sem ele. Subiu uma ultima vez no ponto mais alto e despediu-se tacitamente do mundo deles. E, com o único barco disponível, partiram.
A menina não entendeu porque ele precisava de pessoas, barulho, caos. De qualquer forma, estava ali por ele. Empurraram o barco até o rio, onde, uma correnteza os levou até mar aberto. Assustada, entrou no barco. Tentou disfarçar, mas o pânico em seus olhos era evidente. Ele não reparou. Estava mais encantado com o brilho dos próprios olhos refletidos na água enquanto falava sobre planos, pessoas, futuro, emprego, dinheiro, coisas. Duas lógicas diferentes. Ela não queria nada além do obvio, mas não deixou de remar, nunca.
Ela não via nada ao redor, apenas água. Um mundo azul infinito, até perder de vista. Ele enxergava caminhos, destinos. Não levavam no barco nada além de esperança. As crenças em coisas tão distintas. A menina não ligava por não ter levado água, comida ou roupas. Só se importava com ele. Ele também.
Eis que no meio do percurso, sem nenhum motivo aparente, ele parou de remar. Sem entender, continuou remando sozinha o quanto pôde. Remou até seus ossos doerem. Até as mãos sangrarem. Chamou-o em vão. Gritou. Ele não estava mais ali. Digo, estava, fisicamente. Mas seus olhos me assustavam. Ela falava, falava, mas ele não escutava nem respondia, apenas repetia coisas em línguas estranhas. Ela não entendeu naquele instante, nem anos depois.
A menina pediu para que ele remasse com ela. Suplicou. Avisou que ficariam à deriva e o vento não estava a favor. Nunca esteve desde que partiram. Ele não respondia ou esboçava algum tipo de reação. De repente seus olhos, foram ficando distantes, até se esvaziarem e se tornarem opacos. Não brilhavam mais. Ele não falava. Emagreceu. Nem de longe parecia o rapaz por quem ela tinha deixado a perfeição da sua ilha.
Olhou, sem reconhecê-lo. Nesse instante, parou de remar também. Ambos morreram ali. Ela não morreu fisicamente. Alguém apareceu e os tirou do mar, mas ela Já não era mais a menina da ilha, nem se lembrou como foi parar ali. Era agora uma pessoa do novo mundo.
Às vezes tinha uns desses sonhos que não entendia. Sonhava com coroas de umas flores. Flores brancas. Ora, por que raios, se fizesse uma coroa de flores, haveria de ser branca, e não colorida? Sonhos bobos. Sonhava também com uns sorrisos, dentes perfeitos, grandes, brancos. Risos de um rapaz desconhecido. Acordava no meio da noite, assustada. Levantava, caminhava até o banheiro. Jogava água no rosto e repetia para si mesma "-nada disso é verdade" e tornava a dormir. E então clareava, algum resquício da menina da ilha partia e ela voltava a ser uma deles...
Cuando todo esta acabando
tu estas ahí intentando resolver
algo natural e incomprensible que es la vida
queriendo entender porque cometemos errores de lo que sabemos que está mal.
Porque cuando estamos felices
se acaba la felicidad
y viene esa ola que te quiere ahogar
con esa angustia y soledad
que nadie sabrá explicar
viene por esa puerta y por esa puerta se va.
No debemos mirar atrás
si nos trae esa nostalgia
mirar hacia adelante y saber que somos el fulgor de nuestro futuro;
para alcanzar hay que soñar
y no renunciar jamás sabiendo que somos una estrella fugaz
con velocidad huye y desaparece.
Sabemos que nada es para siempre
y lo debemos disfrutar
no volveremos a estar aquí
todo es fugaz
para nosotros, aun falta!
pero nada es para siempre
y la estrella fugaz
huye y desaparece con velocidad.
Poème de la vie
Poema da Vida
Por Chicogeografia (João Costa)
Iluminado dia, viestes ao mundo.
Desde cedo, buscou;
Desde cedo, mudou;
Desde cedo, transformou.
As agruras te fizeram que és:
Mulher, dama, senhora, mãe.
Em algum momento definiu, sentiu;
As refletâncias dos espelhos e das faces da vida te dirigiram, te orientaram, te consolaram.
Palavras e atos amorosos surgiram.
Alegrias apresentaram, tristezas construíram mas,
A sabedoria também se apresentou, te modelou, te reparou.
A força das águas te abraçaram, te consolaram, te reforçaram.
Em teu coração, a Grande Mãe se alojou, te completou, te contemplou.
És tu, oh! Filha das Águas,
A que guerreia no dia e na noite, sem parar seu curso.
A que abraça e abranda suas crias,
A que muitas vezes vive em prol dos demais.
És tu, Força Geradora, orientadora, salvadora.
És tu, Dona de teu Mundo.
