Jean la bruyère
Dor. Porque aquele que já sofreu tanto com ela utilizá-la para seus poemas?
A resposta é simples: Se outrora ela me rasgou, destruiu, humilhou, desmotivou, castigou e assombrou, hoje, ela é minha força, ela que me ensinou respeitar, agradecer, sorrir, acreditar... Por mais difícil que seja a situação, quando você aprende a domar a dor, tudo pode-se converter em amor.
E naquele lugar que outrora me fazia tão bem, agora sinto uma estranha apreensão. Lá eu voltarei, quantas vezes forem necessárias e vai ser bom. Não porque eu tenha alguma esperança de que o antigo sentimento volte, mas porque tenho que aprender a lidar com as mudanças, mesmo quando elas não me agradam.
O tempo é como areia em uma ampuleta: você não pode fazê-la voltar nem passar mais rápido, apenas vê-la passar.
E hoje já não doí tanto como doía a algum tempo atrás, sei lá… É como se meu coração estivesse entorpecido, é como se ele já estivesse acostumado com a dor […]
Vai viveeeeeerrrrr....
Cair, levantar.. Errar e se ferrar, tuuuuuudo consequência da vida (C'est la vie) o importânte é não desistir (nunca). Por que no fim tudo é aprendizado, pro mau ou pro bem quem ganhou foi você, pense, se não foi não era pra ser.
Todas as profissões são dignas, não se deve escolhê-la pelo prestígio que ela te dará, mas sim se você será digno dela.
Para compreender a vida, é preciso remeter-se ao passado, mas para vivê-la é imprescidível que se remeta ao futuro
Você me largou sozinha lá. E dessa vez eu não senti vontade de te pedir pra voltar, como das outras vezes. Dessa vez eu senti vontade de te enterrar.
Vou dormir dia 31 e acordar no dia 01. Fatality. Simples assim. Vou acordar lá pela meia noite, irritada com o barulho, com várias sms’s de amigos, inimigos, conhecidos, números desconhecidos me desejando tudo de bom, de melhor, de perfeito, shananam e etc e tal, mas no outro dia vai ser tudo igual.
