Jean la bruyère
O que acontecera quando chegar lá,
O que acontecera do outro lado,
Como viverei lá,
Todos, um dia sonham em sair,
De onde nasceram e viveram sua vida quase toda,
Querendo experimentar novas experiências,
Conhecer novos ares,
Mais essa que é a pergunta,
O que encontraremos fora de nossa zona de conforto?
Porque isso parece um mistério.
Alguns acreditam em destino,
Outros dizem que nós o construímos,
Nosso destino é como um jogo de futebol,
Um dia ganhamos, outro perdemos,
Mas nunca podemos desistir dos nossos sonhos para o futuro,
Pois eles são sagrados e nos traz esperança,
Porem hoje, muitas vezes nos privam deles,
Por causa, de classe social, raça, ou cor,
Não sei por que, mundo preconceituoso,
Oh Deus! Ajude-nos!
Queria está com você agora, não precisava fazer nada, sei lá, só de ouvir a tua voz já estaria ótimo.
Sei lá, as vezes preciso ficar sozinho, para pensar, imaginar as coisas, preciso de um tempo só pra mim.
Acho que ninguém quer ser cobrado, sei lá...
Foi só por isso que eu aprendi
a dar espaço para as pessoas.
Mas, por favor, entenda que eu realmente me importo.
E se você não me ver amanhã,
será apenas porque não quero te sufocar.
Se todo petróleo da Arábia se transformasse em leite, os mais ricos de lá se chamariam "Milk Shakes".
Sonhei que visitava os astros num voo incrível pelo espaço sideral. Podia ver você de lá, linda, cheia de encantos, com a leveza dos gestos cuja sombra tanto desejo. O sorriso das estrelas se misturava com o seu. Ah, como era lindo o seu sorriso visto do lado de lá, encantando a terra do lado de cá!
Por favor, essa luz aqui, o responsável pode apagá-la? Essa luz aqui, por favor. Essa luz aqui... Isso!
"Há dias em que o frio nos toma de tal maneira que nem o calor lá de fora é capaz de nos acalentar...".
Algumas coisas na vida precisamos perder para ganhar novamente. E assim prosseguimos. Deixando de lado o mal para cultivar o bem.
"Porque só você pode me tirar essa mágoa profunda, assim como só você pode causa - lá"
(Carol Oliveira)
“Por mais que eu tenha os medo mais bobos do mundo, sei que você vai esta lá pra segurar a minha mão”
'Eu tenho o dom de amar as pessoas, mesmo quando elas não me amam, sou meio boba sei lá, confio demais, penso que vão gostar de mim como gosto delas, não sei, só sei que algumas destas pessoas se tornam tão próximas, tão íntimas, que eu as amo, amo e amo... infinitamente, pra sempre, independente delas me amarem ou não da mesma forma."
Frio do meu coração
Faz frio
A chuva fina cai lá fora
Fico a apreciá-la pela janela
Buscando em cada gota da água
Um pingo de esperança
E ali fico
Sonhando com teus abraços
Com os beijos apaixonados
Relembro nossos momentos
Nos amávamos,
Seu corpo sobre o meu
Fazendo-me entregar a essa doce paixão
O tempo passou
Você não me quis, levou tudo de mim
O amor,
Que doce amor era esse que eu sentia e me fora roubado...
Que bela entrega de minha alma me foi roubada...
Quem sabe agora, deitada aqui
Nesse leito de morte
Eu, quem sabe encontre quem conseguiu, inclusive, me roubar a vida.
Mãos certas
Hoje a poesia escapou da minha mão
Eu tentei buscá-la dentro do meu coração,
mas foi em vão
Ficou em minha mente vagueando
e não se concretizou
É trágico porque nesta manhã,
eu não sei dizer nem quem eu sou!
Onde foram as palavras
que de tão belas fazem rima?
Fugiram,foram embora morro acima?
Foram passear na mão de um outro poeta?
Então elas foram parar nas mãos da pessoa certa!
Porém eu não me entristeço, porque eu reconheço...
Amanhã eu bem sei que será o meu dia
de escrever novamente
o amor, a dor e a alegria,
em forma de poesia!
Lá adiante está você!
Correndo, subindo e descendo
Estou vendo o seu astral crescendo
Brilho de sol no seu olhar
A vontade de amar
Sim, a vida é uma festa
Não deixe a felicidade passar
A oportunidade é esta!
É só você a abraçar
Não vê? Lá adiante está você!
É só imaginar
A vida fluindo, indo
Só basta acreditar
Inventaram a tristeza só para infernizar
Esqueça, vamos rir até desmaiar
É assim que eu quero te ver
Que eu quero estar
Feliz da vida
Nós dois, o mundo, eu e você
E que se explodam os problemas!
Lá na frente está você! Não vê?
Brinque com os que não querem brincar
Sorria para os que lhe fazem chorar
Não importa, para o mal feche a porta
E depois deixe a felicidade entrar!
A casa dos sonhos?
Eu encontrei a casa dos meus sonhos
e para lá eu fui de mudança
E naquele quintal imenso
eu plantei as flores da esperança
O meu sonho mais sonhado,
finalmente eu havia encontrado
O meu lar com muito amor eu comecei a enfeitar
Os três primeiros anos foram de muita alegria
A minha casa estava finalmente do jeito que eu queria
O jardim enfeitado com flores de todas as cores;
era lindo de se olhar!
Não faltava mais nada para a felicidade me abraçar
Mas o tempo passou e algo mudou
Eu sentia, eu percebia; mas não queria enxergar
Ouvia, mas não queria escutar
Sons e ruídos que vinham do lado de lá
E aquele pequeno transtorno, eu decidi ignorar
Quem sabe esquecendo, aquilo tudo iria passar?
E tudo o que eu mais temia me acompanhava,
e apavorada eu fugia
Só que de ruídos então passaram
a ser estrondos e isto era todo dia
As paredes falavam, porém eu fingia não escutar
Um barulho que me tirava o sono
e não me deixava pensar.
Eram as vozes do ódio com ferros e pregos a se misturar!
E para me acalmar nas claras manhãs,
só os comprimidos eram bem vindos!
E o meu pavor foi crescendo, sem dimensão
O ponteiro do relógio não andava,
aumentando a minha depressão
Quanto eu mais rezava,
aquele fantasma vinha me assombrar
E eu já não mais existia,
eu era o próprio medo a me arrastar
Nas paredes do corredor
haviam mãos que estavam prontas para me puxar
À noite pesadelos estranhos;
uma criatura agarrada no teto a me fitar
Então um dia eu decidi,
ir para rua para esquecer um pouco o tormento
Porém quando eu voltei,
a casa parecia que ia cair a qualquer momento
Tremia, ruía, balançava
e tudo naquele ambiente parecia querer me expulsar
E o susto foi tão grande que eu me ajoelhei e cheguei a vomitar!
Ali eu já não me sentia sozinha,
sombras obscuras me acompanhavam em todo o lugar
E dentro de casa com muito medo, eu andava devagar
No quintal eu ouvia as vozes dos homens
que estavam na fábrica a trabalhar
Barulho de ferros, brocas e metal;
muitas risadas e todas elas eram para me assombrar!
E enlouquecida eu havia me tornado,
em uma mulher sem nenhum horizonte
Suja, triste, sem esperança e sem fome
Pelos móveis da casa
se espalhavam os meus comprimidos
E assim se passaram sete anos,
entre prensa, martelos e ruídos
E as vozes e as risadas se transformaram em gritos!
A casa dos meus sonhos tinha se transformado no inferno
Morreram as flores, e o meu jardim com cores obscuras
só conhecia o inverno!
Como eu sobrevivi?
Hoje eu estou viva e posso lhe contar!
Eu fugi!
E a fábrica se encontra no mesmo lugar!
Só pra te Amar
Decorei o sol
Coloquei estrelas lá no céu
Com uma pitada de dó
No som do vento
Que balança o véu
Escrevi no universo
Lindas canções de amor
Fiz brilhar a lua, reguei a planta
Podei a flor
Induzi ao mar
A ser maré só pra mim
Refletindo a face
De quem adeus deu pra mim
Eu dei o céu pra você
Paixão tão doce de umbú cajá
Com efeitos no amanhecer
Sem nada em troca, só pra te amar
Intitular a Esposa de minha mulher , nao chega.
A que saber respeitala ama-la e saber respeitar.
Mas existe muito idiota convencido
