José Echegaray

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125- CALLIANDRA

POR: José Luiz Mak.

Todas as manhãs calliandra rosa me dá bom dia,

Vasta beleza que encanta no seu arbusto empenhado,

No colo da natureza, com sua destreza vai florindo o meu serrado,

Primavera ou verão, resiste na imensidão, perpétua por natureza,

Perenes ao tempo, seus encantos por todos os cantos,

Chora nas margens dos rios a beleza em fios, um toque de pureza,

Suaves pétalas em finíssima delicadeza, bailarina do serrado,

Musa das flores envolve seus amores, de enfeite ou de ramalhete,

Banhada pela luz do luar adormece sem fechar, com charme felpudo,

Vai enfeitando com graça o meu jardim, flor reluzente, me deixa mudo,

Em cachos vai ganhando espaços, vai me deixando refém,

Agradeço a mãe terra pela beleza no traço, ao meu Deus digo amém.

José foi vendido por seus irmãos, movidos pela inveja e pelo ciúme, dado seu predileto status junto a Jacó e os sonhos proféticos de liderança. Sob a perspectiva psicanalítica, tal episódio evidencia a projeção de inseguranças e a rivalidade fraterna, na qual frustrações internas se cristalizam em atos dirigidos contra aquele que simboliza distinção e prestígio.

Tanta gente confundindo José Maria com Maria José que, se elas encontrarem a Paz de Espírito na rua, é capaz de pedir desculpas e dizer que estão esperando o Espírito da Paz...


--- Risomar Sírley da Silva ---

Frases curtas da escritora Maria José

“Palavras escritas com fé sempre encontram um coração.”

E agora José, o carnaval acabou, o dinheiro foi-se embora, a ressaca tá brava e as contas como pagá-las?...

JOSÉ — O SONHO QUE NINGUÉM CONSEGUIU MATAR

Havia um menino vestido de promessa,
carregando nos olhos o brilho do impossível.
Seu pai o amava com ternura rara,
e o céu já sussurrava seu destino.

Bíblia Sagrada

José sonhava…
e os sonhos não eram comuns.
Eram sementes eternas
plantadas pelas mãos de Deus.

Mas nem todo irmão suporta
ver alguém carregando luz.
O ciúme transformou sangue em distância,
e o abraço virou conspiração.

No silêncio do deserto,
o filho amado foi lançado numa cisterna.
Escura… fria… profunda…
como ficam os corações feridos pela traição.

E enquanto os irmãos vendiam seu sangue por moedas,
o céu continuava escrevendo capítulos invisíveis.

José foi levado como escravo,
pisando terras estrangeiras
com correntes nos pés
e fé no espírito.

Na casa de Potifar,
trabalhou sem perder a dignidade.
Porque quem anda com Deus
não precisa perder a alma
mesmo quando perde a liberdade.

Então veio a prova do desejo.
A mulher de Potifar tentou seduzi-lo,
mas José preferiu a prisão
do que trair sua santidade.

Foi acusado injustamente.
Esquecido pelos homens.
Trancado entre grades
sem entender o relógio de Deus.

Mas até na prisão
o céu encontrava José.

Ali interpretou sonhos,
falou ao copeiro, falou ao padeiro,
e cada palavra carregava
a assinatura do Altíssimo.

O tempo passou…
até que o rei teve um sonho
que ninguém conseguia entender.

Então lembraram do homem preso.

José saiu da prisão
sem ódio, sem vingança, sem revolta.
Saiu carregando sabedoria.

Diante do faraó,
interpretou o futuro das nações.
E aquele que dormia no chão da prisão
foi colocado sobre o trono do governo.

De escravo… a governador.
De rejeitado… a instrumento de salvação.
De vendido… a escolhido.

Porque quando Deus escreve a história,
a cisterna não é o fim,
a prisão não é derrota,
e a traição não consegue matar o propósito.

Então veio o reencontro.

Os irmãos, agora quebrados pela fome,
ajoelharam-se diante daquele
que um dia haviam desprezado.

José chorou.

Não chorou pela dor antiga…
mas porque entendeu
que Deus transformou feridas
em caminho de vida.

E ao reencontrar seu pai,
o menino dos sonhos voltou a ser filho.
Os braços envelhecidos de Jacó
abraçaram o milagre que o tempo não destruiu.

José entendeu enfim:

Quem anda com Deus
pode atravessar cisternas, prisões e desertos…
mas jamais caminhará sozinho.

Porque sonhos nascidos no céu
podem até ser perseguidos pelos homens,
mas nunca serão vencidos.

O renovo do Senhor sobre José mostra que nenhuma temporada difícil anula o que Deus planejou. Quando Ele decide levantar alguém, ninguém consegue impedir.

Da união profunda entre Simão do Rosário Miango e Feliciana José Domingos nasceu Sifell — a palavra que o amor criou para traduzir o que o dicionário não conseguia explicar.

Da união profunda entre Simão do Rosário Miango e Feliciana José Domingos nasceu Sifell — a palavra que o amor criou para traduzir o que o dicionário não conseguia explicar. Desde 2008, o casal caminha sob o mesmo compasso, transformando dias em anos de cumplicidade. O nome surgiu como uma promessa silenciosa, um selo para blindar o sentimento que os une.
​Longe de ser apenas uma combinação linguística, Sifell tornou-se o lema da vida deles: a personificação da ternura, do desejo ardente e de uma paixão que não se desgasta com o tempo. É o eco diário de um juramento inabalável: o de que eles são, e sempre serão, um só para sempre.

Oração de Força e Propósito



“Deus, assim como sustentaste José em cada desafio, sustenta-me também.



Dá-me saúde para continuar, coragem para enfrentar as injustiças e sabedoria para agir com excelência, mesmo nos momentos difíceis.



Que eu nunca perca a fé nos sonhos que colocaste no meu coração,



e que cada passo, mesmo nos vales, me leve ao propósito que preparaste para mim.

Amém.”

A cruz tem o poder de transformar discípulos secretos (como José e Nicodemos) em testemunhas públicas e corajosas.

Não aproveitou
Enquanto pôde
O tempo acabou
Cuidado
A culpa é sua José
Não tem mais segredo
Só medo e furor
Não tem mais amigo
Empatia e amor
Cuidado
A culpa é sua José
O vento passou
A edificação ruiu
A noite solitária
O café esfriou
O deja vu- vu uao
Voou
O e-mail chegou
O cético viu
Refletiu questionou
A guerra surgiu
Cuidado
A culpa é sua José
A senha expirou
O mouse fugiu
Na fita está mal
Eh o gás acabou
Cuidado
A culpa é sua José
O povo chegou
Torneira pifou
O ar adentrou
A água acabou
Cuidado
A culpa é sua José
A boca secou
O cuspe engoliu
A sede não cede
Cuidado
A culpa é sua José
O eco ecoou
O poder emergiu
Busca água José
José submisso
Sem pestanejar partiu
Tentares tentou
O descuido
Existiu
Tudo acabou
Cuidado
A culpa é sua José
A mensagem você viu
Avisar não avisou
A rena saiu
Noel atrasou
Cuidado
A culpa é sua
Somente sua José

151225

As estrelas de Davi brilham lá no céu, após o Jesus nascer, Maria e José, viu o menino Jesus, os três reis magos vieram visitar o Jesus, que a estrela brilha lá em cima do céu, essa é a nossa estrela natalina que brilhava no céu.

"Nunca dê seus 100% a alguém, entregue seus 100% a você mesmo."— José Vitor Inácio

O poço não é o fim do caminho, é muitas vezes o começo do propósito.
José foi lançado no poço pelos próprios irmãos, rejeitado e esquecido,
mas o fundo não o matou — o fundo o preparou.
Enquanto jogavam terra, Deus firmava raízes.
Cuidado com as palavras, porque a boca fala do que o coração carrega.
Provérbios nos lembra que a língua tem poder de vida e morte,
e a ironia que sai fácil pode ferir mais do que a espada.
Quem zomba hoje pode precisar do perdão amanhã.
Davi foi humilhado antes de ser rei,
Daniel foi lançado na cova antes de ser honrado,
Jonas desceu às profundezas antes de obedecer.
A Bíblia mostra: Deus trabalha no silêncio do fundo.
Quem pensa que o fundo do poço é o fim
ainda não entendeu que Deus transforma valas em altares
e lágrimas em testemunho.
Enquanto jogam terra, Deus faz nascer.

Bem-assombrada

Numa casa certeira
Lá em frente a São José
Entrou senha-primeira,
mas não fez o seu café.
A casa pôs tapete,
mas ninguém quis pôr o pé.
E dentro do filete,
rachadura diz “quem é?”.
Bateu segundo nome,
Encantou-se, moradia.
E dentro do que some
Acostumou-se, mais-valia.
Disse que ali nada seu podia
Sem jamais ter feito coisa de
Decoração.
Alegou, bravura, falta de harmonia
Sem nunca, outrora,
Outr’adaptação.
Porta arrombada, entra outro vão.
Derrubou a casa, reforma a-temporal.
Acabou que desfez onde entrava o clarão.
Derrubou até mesmo parede estrutural.
Na rua vizinha número-cem, apavoravam
Quem se dispôs.
Casa-mal-assombrada, difícil ir também
Melhor-não, berrava outros dois.
Fim de tarde, noite, casa abandonada.
Sozinha, serralheira, se observou.
Batente bonito, curvilínea na escada.
Bate-se outra senha
Que se repousou.
Esse que sujava os pés sempre lá fora
E nunca usava o carpete ao adentrar.
Culminou na guerra de “Onde você mora?”,
Aos berros: “Casa porca!”,
Mesmo sem limpar.
De janela aberta, entrou a ventania
Casa recebeu planta que voou.
Pólen, ares, outra joaninha,
E ela não pensava
Em fantasma que assombrou.
Viu-se na vista, casinha-horizonte
Montanha bonita, parte do terreno
Numa Sevilha, fruta ao monte
Parte arrancada a fez ver aceno.
Não pelo desgaste, sim pela paisagem.
Lá na vilazinha, alguém disse.
“Que potencial, pena, coragem”.
E casa aprendeu a adorar velhice.
Numa sala, cachecol esquecido
No gabinete, blusa de frio.
Um conjunto teria surgido
Se não fosse o seu vazio.
Depois de tanto tempo,
com a pia já cansada,
entra ali moço servente,
como quem já não quer nada.
Põe-se no assoalho,
tira a meia, sente chão,
descansa o seu baralho,
na madeira onde põe grão.
E de tão calado, assim,
como quem diz,
fez flor lá no jardim,
fez marcação de giz.
Viu cadeira quebrada
no cantinho da varanda.
Casa viu fadada,
Ele viu ciranda.
Casa teve porta
Reformada, bem-vindo.
Uma nova horta
Foi-se construindo.
Numa casa sozinha, juntada, amada
Ganhou-se até porta d’onde ver sol.
Tornou-se obra de arte a cadeira quebrada.
Bem em um pedestal, rara com lençol.
Casa sem teto ainda tem o céu.
O senhor pensava enquanto faxinava.
Oh, meu Deus, caneta e papel.
Na mesa de trabalho, a casa descansava.

Vanessa Brunt

Casinha Branca de janelas azuis

José Nilton de Faria

​Era uma casinha branca de janelas azuis e um alpendre em vermelhão...
E eu com os pés no chão,
Era feliz e não sabia.
O inverno em Brejaúba era rigoroso,
Com a temperatura mais baixa do Estado,
E o frio e a brisa encontravam o aconchego da névoa que cobria todo o largo da igreja
Que beleza.........

​Do alto da torre da igreja,
Tinha-se uma vista panorâmica do distrito...
E da casinha branca de janelas azuis,
Jesus! Que beleza...

​De manhã era hora de buscar o gado
Do Joãozinho do Aldo, e ganhar um pão sovado.
À tarde era hora da escola,
E logo após, a cachoeira e a bola.
À noite era hora de lavar o rosto e os pés,
Ouvir a conversa dos meus pais com os amigos,
Tomar o café com leite adoçado com açúcar e dormir feliz.

​No sábado de manhã, era a hora de caminhar
Com a moçada e a meninada até a região da posse.
À tarde era hora de tomar o banho... E que banho!
E aos domingos de manhã, abrir a igreja, ou seja, tocar o sino pra anunciar a conferência de São Vicente de Paulo.

​Quando no final havia leilões, e
Do alto da torre da igreja...
Tinha-se uma vista panorâmica do distrito,
E da casinha branca de janelas azuis,
Jesus!

No que pensas agora
JOSÉ?
Nada, não respiro, não inspiro, desconheço o salutar. Nada soma, logo não existe. Quanto a mim discorrestes, mas quanto ao mundo?
Estás tão presente, quanto todas as demais obras divinas. Se acreditares, verás! Por fim, obterás todas as respostas que vives à busca desesperadamente.

240726

⁠Salmos 105.17-21: Adiante deles enviou um homem, José, vendido como escravo; cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros, até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do Senhor. O rei mandou soltá-lo; o potentado dos povos o pôs em liberdade. Constituiu-o senhor de sua casa e mordomo de tudo o que possuía. Para José chegar no seu destino, teve que passar pelo processo. Mas lembre-se: O destino é maior que o processo! 

As injúrias humanas não frustraram a missão de José, Neemias, Davi e Jesus. Deus converteu a traição em livramento, a oposição em edificação, a perseguição em preparação e a morte em redenção. Se o seu propósito não estiver enraizado na vocação que Deus lhe deu, as ofensas dos homens desviarão você da sua missão.