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Vivo por viver,
Pensando no que vou fazer,
Sabedoria me anima,
Me faz entreter.
Vivo fazendo rima,
Pra ver onde vai dar,
Saudade tenho ainda,
Do grande e belo mar,
Na vida tive sorte,
Outros acham que não,
Já levei alguns cortes,
Mas olha a questão.
Estava a falar bobagem,
Na dita ocasião,
Parece sacanagem,
Mas é verdade meu irmão.
As vezes sem assunto,
Me vejo em algum lugar,
Muitas vezes lhe pergunto,
O que lhe vem a faltar?
Olho pra árvores,
Vejo o infinito,
Já fui em muitos lugares,
Muito bonitos,
Participei de tanta história,
Que as vezes me pergunto,
Pra onde vai tanta memória?
Que eu tanto junto.
Talvez vá para a glória,
Aonde desejo ir,
Ou fique só na memória,
Parado bem aqui,
Minha mãe brava lutadora,
Se foi embora,
Era minha professora,
E nessa hora,
É que entendo,
O valor de uma família,
As vezes lamento,
A falta da partilha,
Vivo sozinho,
Numa casa grande,
Tentando ser bonzinho,
Sempre constante,
Olhando os passarinhos,
Fico radiante,
Em seus ninhos,
Vivem contagiantes,
O silêncio me acalma,
Me leva a meditar.
As vezes alcanso a alma,
No desejo de me entregar,
No rio que vai pro mar,
Água doce tem demais,
Sinto que o ar,
Nos sopra de frente e de trás,
Gostaria que mudasse,
Que refletisse,
Que perguntasse,
Por que disse?
Que quer mudar?
Se saudade lhe pertence,
Dentro da vida,
Em todo lugar.
ILUSÃO
Na mente bato as asas,
Na mente não vivo de trapaças,
Na mente sou livre,na mente vivo!
Porém a mente,mente pelo fato de não ser.
Não vivo para amar, vivo para o amor assim como viviam e morriam os poetas tolos. Tomo para mim suas dores e desilusões porque o que é o amor senão uma estação de encontros e desencantos?
São tempos
São tempos que vivo sem inspiração
não sinto vontade de escrever
a alma está vazia de emoção
mergulhada em coisas que não posso entender
a espera do inusitado para me despertar.
São tempos que a alma parece vazia
imersa em oceanos de água fria
sabendo que cabe a eu resolver
o que o coração teima em não entender
para que volte a viver em euforia.
São tempos de alma entorpecida
a espera de uma grande revolução
que faça acordar o que está adormecido
e que tudo volte a ser recheado de emoção.
São tempos de muito pensar
em tudo que deu certo e que deu errado
e ainda assim não conseguir acreditar
que tudo na vida tem muitos lados.
São tempos de analisar o recomeçar
firmar em fazer tudo diferente
mas sem saber por onde iniciar
para a vida seguir em frente.
São tempos de muito sonhar
me permitir fora da realidade viver
a espera de algo novo surpreender
e voltar a saber o que é amar...
Ser espiritualista é amar, respeitar e valorizar todo ser vivo (Natureza) com a mesma intensidade. O espiritualista não é esotérico, é ECOTÉRICO!
Nas madrugadas frias, nos dias de inverno , como um morto vivo, vaguei. Vaguei por caminhos solitários, ladeado de vozes, de sorrisos , de sons, de sussurros vazios, buscando em meio ao alarido, um único som. O som que meus ouvidos é ardentemente a minha alma almejava ouvir. A sua voz.
Vaguei, e em todos os lados, procurei. Cansado de vagar, procurei descanso em meio às rochas, num vale de terra seca e sem cor. Abatido, ferido, com a alma dilacerada, ali descansei .
Um breve sono se apoderou, e me entreguei ao cansaço.
Cansaço, dor, frio! Acordei e em meio ao esgotamento, ouço o som, que me vez vagar pela vida.
Sua voz.
Sou o segredo na morte do meu coração, que sobre a reação do meu intelecto vivo escondido no sorriso celestial de um pequeno deus-humano que não sabe ser indiferente ao sofrimento do mundo.
Vivo em tela viva
Tela de cara e coragem
Solta esse seu muro
E põe os pés nessa viagem
Não importa os padrões!
Importa que a vida que eu vivo, seja de alguma forma vida na vida de alguém
MORTO(,) VIVO! ("Finados é o dia dos mortos. Os dias seguintes, são dos mortos-vivos." — Ediel)
Hoje, apesar do recesso no trabalho, as circunstâncias me seguraram em meus aposentos, choveu persistentemente lá fora, e aqui dentro, o telhado úmido chorava para dentro, estabelecendo o ritmo com o som das goteiras pingando na bacia. É como disse Renilmar Fernandes: "Igualmente chora meu coração nessa triste chuva de finados." Ninguém interrompeu os meus assuntos, nem bateram no portão; todavia não fluíram o bastante, estou meio sonolento, quase morto! Na manhã toda, estive escrevendo esta crônica de um parágrafo só. Então, lembrei-me sobre o feriado dos finados, eles sim estão descansando de verdade. Preciso descansar, não o descanso dos mortos; mas, talvez visitá-los, tentando ganhar tempo, agora vamos parar por aqui: "Deixe os mortos enterrar os mortos". Amanhã preocupar-me-ei com o que realmente importa: a morte. Sairei do meu cemitério, para estar totalmente focado nos assuntos sobre o estado dos defuntos. Por isso, só amanhã, irei ao cemitério deles buscar a companhia de bons amigos, procurando familiaridade com o tal "campo santo". Com certeza, vou ter mais um dia para viver, e menos um em minha existência. Meu corpo já pode sinalizar alguns desconfortos com esta vida; sobretudo, eu nunca vou me esconder da realidade, pelo contrário, já estou pronto. E quando meu dia chegar, não se esqueçam do meu epitáfio: — Não fui eu quem morreu, pois existo em tudo que restou de mim, e tu me percebes, mas, foste sim tu quem morreu para mim, não posso te perceber.
O meu 62º Aniversário…
Que sorte eu tão estou a ter neste morrer;
por mais um, bem vivo ver terminado;
dado a tanto matar, ter escapado;
neste breve viver, pra se VIVER.
Que felizardo eu tenho sido, quanto;
com quem tenho encontrado em esta havida;
vida, desta natureza querida;
dado o em tal existente, ENORME encanto!
Muito obrigado, FAMÍLIA querida;
por tudo o que a mim Tens proporcionado!
nesse tão estar, bem sei; sempre a meu lado…
neste a em por cá, tão me guardar a vida.
Que bom por tal poder anunciar-vos;
hoje que terminei sessenta e um mais;
o quanto em mim feliz, por tal tão estou…
Por com SAÚDE, pra poder contar-vos;
como foi bom pra mim, passar por tais;
com todo, O Acompanhar; que a mim chegou.
Com uma indescritível por tal, alegria;
2021-Nov-02
Hoje estou vivo, porém aflito, de que nada mais poderá me ferir; a não ser eu mesmo. Mas não temo. Já fui meu herói algumas vezes.
Hoje sou a cruz diante da aversão ilusória em uma metáfora de magnitude ambulante, que me alarma, porém não me avisa quando parar.
Eu te amo, e sei como te desarmar.
viver o hoje é a única forma viável de garantir que estou vivo, pois o amanhã bom o amanhã é uma ilusão.
O amanhã será sempre hoje e o hoje será sempre ontem.
Quão ingênuo é o ser humano. Faz tantos planos para o amanhã sem saber se estará vivo no minuto seguinte.
Emerson Tadeu Delegá
Enquanto dinheiro for problema
Eu nunca terei a solução
Pois vivo em um sistema
Onde viver acaba sendo uma prisão
