đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
â Eu sempre achei que a gente sĂł envelhece, a gente sĂł envelhece mesmo depois que deixamos de amar... antes nĂŁo. Amar faz bem Ă saĂșde! Maeve Phaira
â Os milagres sĂł acontecem em sua vida quando acreditĂĄs sem duvidar que tudo pode se manifestar ao seu redor sem uma aparente explicação.
â "O homem foi Ă lua sĂł pra cravar uma estaca
E vai te dar um abraço amigo só pra te enfiar a faca"
â NĂŁo foi mais um dia perdido,
sĂł foi mais um dia vencido.
O que vocĂȘ viveu, te fez crescer...
Na vida, hĂĄ sempre o que aprender.
Não culpe ninguém na história de sua confusa trajetória.
VocĂȘ quem Ă© responsĂĄvel pelos passos que dĂĄ.
Sabedoria nĂŁo Ă© parar, e sim continuar,Â
Busque forças no que te incentiva a seguir em frente.
NĂO DESISTA da vida.
NĂO DESISTA DE DEUS.
â Completude do afeto
Ă que...
SĂł o beijo?
-Rotina!
Apenas o abraço?
-Presença!
Um distante e demorado olhar...
-Mesquinho!
Mas,
Se hĂĄ uma pitada de cada um:
EntĂŁo,
Carinho!
â Ordem do caos
DispersĂŁo de todas as coisas
Ă um tormento mental,
Onde só o remédio da ordem
Pode trazer um alĂvio real.
E quem argumenta convencido
Que não liga para organização,
Na verdade jĂĄ a fez no inconsciente
Ao expor sua opiniĂŁo.
Saudemos entĂŁo o caos
Nossa fonte de inspiração,
Ă ele que permite criar
Estruturas de ordem na razĂŁo.
InĂșmeras estradas de informaçÔes
Ligadas ao um emaranhado de cruzamentos,
Usando de estratégia para seguir o percurso
Encontra-se ao final: conhecimentos!
â Podem haver situaçÔes, admito, em que a tentativa de segurar as lĂĄgrimas serĂĄ dura, mas sĂł se começa a ver claro, quando a escuridĂŁo para de tomar conta.
â Ă sĂł um
Quando pensar que Ă© sĂł um
Veja as formigas se ajuntarem
Elas carregam pedaços,
De um cadĂĄver de outro inseto
Para sĂł entĂŁo no formigueiro,Â
DistribuĂrem e se alimentarem.
Quando pensar que for sĂł um
Repare uma casa sendo edificada
SĂŁo necessĂĄrias muitas pessoas
Para ela ser entĂŁo finalizada.
Quando pensar que Ă© sĂł um
Respire e reflita um momento,
O conjunto de ĂłrgĂŁos trabalhando
Dentro de ti a todo instante
Onde juntos permitem a vocĂȘ
Desfrutar deste pensamento.
Quando pensar que for sĂł um
Perceba que exatamente esta unicidade
Ă um imenso conjunto agrupado
Para amenizar o desafio,Â
De entender o todo desta realidade.
â E ela escondeu as mĂŁos de quem tinha te dado o tapa na caraÂ
SĂł pra nĂŁo sentir o repĂșdio , e ela tĂŁo impaticaÂ
Preferia sair dolorida , machucada , do que vĂȘ que a machucouÂ
Constrangida , porque nada vale todo o julgamentoÂ
O constrangimento ,as acusaçÔes ,se a pessoaÂ
NĂŁo reconhece seu erro , Ă© como dĂĄ um tiro na prĂłpriaÂ
Cabeça ,e quer vĂȘ o sangue escorrer na outra pessoaÂ
NĂŁo vai acontecer , nunca vai acontecerÂ
E ela pegou tudo colocou em uma porcheteÂ
E decidiu ir embora , mas queria mesmo era ir embora de siÂ
Sair do seu mundo , do seu corpo , e do seu amorÂ
Continue...
â A mar
HĂĄ repentes
Que só UM abraço pode amortecer
HĂĄ suspenses
Que sĂł UM beijo Ă© capaz de o medo desprender
E aprender:
- Tem razĂŁo
à o Coração ...
SĂł sentir!
(Se despir)
Agora, nua estĂĄ a voz interior
Reprimir o recato de tentar
Esconder este sentimento que dança sem parar
Avivar UMA vez a vontade!
Puxar para si a Verdade
E conduzi-la pelo salĂŁo da fantasia
Sentir na proximidade e no ritmo, a maresia.
- JĂĄ vem uma onda!
Pés quase que plantados na areia
Secos, por muito tempo, esperaram apontar para uma sereia
A beira:
esperança corria sem parar
UM dia
chega perto da ĂĄgua
- JĂĄ vem uma onda!
Desågua sobre os seus pés
Molhados
Acalentados
Maré me acorda
Parece querer se expressar
Coração jå se sente em casa:
-Aqui jĂĄ esperei e quero ficar
Como Ă© lindo a mar!
â A combustĂŁo
à necessårio ter fé
Para o caminho trilhar,
PorquĂȘ acreditar em algo
SĂł Ă© apenas um sonho,
Se vocĂȘ inerte ficar.
Assim, faça do esboço de suas expectativas
Uma ação a executar,
Pois um dia irĂĄ colher
O que lĂĄ trĂĄs fez germinar.
Se vai levar tempo, eu nĂŁo sei,
Para a um resultado chegar.
Mas se tiver motivação
Ainda terĂĄ combustĂŁo,
Para a sua fé sempre renovar.
â DormĂȘncia existencial
O corpo nega
E Ă alma sobrecarrega,
A indiferença da percepção:
realidade sombria e fria,
Que torna gelo o coração!
Mas Ă© como em uma anestesia,
A carne sendo poupada da extrema dor.
Pena que para a alma nĂŁo existe dormĂȘncia!
E mais cedo ou mais tarde, o corpo acorda,
Assim esta trata de seu sofrimento, Ă ele entĂŁo impor!
â Em uma sĂł voz
Em uma sĂł voz todos clamam, alguns reclamam, outros se calam. Em todas as vozes, Ă© difĂcil decidir, quem e quantos ouvir para entĂŁo a igualdade lançar. Faz se entĂŁo estratĂ©gia de amostragem, doutrinam que segmentar em grupo Ă© vantagem, uma representação de opiniĂŁo. Mas para funcionar tal tĂ©cnica Ă© preciso, fazer de muitos somente alguns juĂzos, com alguĂ©m que tenha persuasĂŁo. Pois parecendo justo para o senso comum, para quĂȘ refletir que de um todo para um, haverĂĄ na individualidade, total insatisfação?
â se abrir Ă©, muitas vezes, vascolejar uma ferida que ainda nĂŁo cicatrizou. e hĂĄ feridas que sĂł o tempo pode curar.
â que as vĂrgulas me perdoem pelas inĂșmeras vezes que tentei encaixĂĄ-las
em histĂłrias que sĂł cabiam pontos finais
â No mal do individualismo
Ă© difĂcil ganhar sĂł.
NĂŁo desata nenhum nĂł
quem fica no egoĂsmo.
Tenta, tenta, cai no abismo,
carrega decepção.
Ganhe força na união!
Se tem erro Ă© dividido,
e o acerto Ă© acrescido:
guarde sempre essa lição!
â NĂŁo responda a insultos, sĂł querem ver vocĂȘ saindo do sĂ©rio, entĂŁo mantenha o foco no que realmente Ă© relevante.
