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Vontade nĂŁo Ă© tudo, Ă© preciso fazer acontecer, ter compromisso e disciplina, sĂł assim vocĂȘ vai fazer, mesmo sem estar com vontade.
VocĂȘ Ă© o Puro Sangue da vida.
Quando vocĂȘ entende que os obstĂĄculos sĂł existem para tornar mais bonita a tua trajetĂłria e experimenta alegria saltando sobre eles, a vida entende que nĂŁo precisa mais usar o Chicote em vocĂȘ.
â Com tantas distraçÔes da vida pĂłs moderna, a maioria sĂł perceberĂĄ que o bem maior Ă© a vida, quando estiver prestes a perdĂȘ-lo-ĂĄ.
â VocĂȘ sĂł consegue verÂ
o seu mundoÂ
estando fora dele.Â
Olhando de lĂĄ tudo ficaÂ
mais simplesÂ
e definido.Â
Suas opçÔes, e mesmoÂ
suas aptidĂ”es,Â
ficam mais claras.
â "Somos tĂŁo grandes quanto ao universo, nĂŁo se sinta pequeno sĂł porque alguĂ©m lhe fez sentir assim".
â QuandoÂ
Quando tudo for sĂł uma realidade desnuda e fria
A desesperança e o arrependimento tomarem-lhe as forças
A reflexĂŁo constante tornar a sua paz ausenteÂ
Lembre-se que o passado nĂŁo volta, mas o futuro Ă© uma semente
Quando tudo for sĂł uma realidade desnuda e fria
E no travesseiro o seu descanso for perturbardor
Sua vida nĂŁo passar de obrigatĂłrios compromissos diĂĄriosÂ
Lembre-se dos seus antigos sonhos. Deles somos sempre os operĂĄriosÂ
Quando tudo for sĂł uma realidade desnuda e fria
E, por ventura, tu tiveres esquecido o que motiva um recomeço
Sem lembrar do encanto reluzente do firmamentoÂ
Feche os olhos, pense numa borboleta e deixe fluir o sentimentoÂ
Quando tudo for sĂł uma realidade desnuda e fria
E a solidĂŁo insistir no acolhimento do seu coraçãoÂ
Pelos seus pensamentos perdidos, sua alma vagar em pranto
A vida estarĂĄ a sua espera para injetar-lhe encantoÂ
Quando tudo for sĂł uma realidade desnuda e friaÂ
Escolha um amanhecer e vista uma fantasiaÂ
Finja ter saĂdo da tristezaÂ
E tente, sob o palco da existĂȘncia, retomar a sua alegria.
â Percebi hoje pensando em vocĂȘ que o mundo sĂł tem beleza porquĂȘ Ă© nele que vocĂȘ mora, por sua causa quando relaxo com o copo de alguma bebida demoro a ir embora.
A esperança, sĂł irĂĄ nos confortar e consolar, quando compreendermos de fato que ela nasceu em nĂłs quando Deus tendo nos amados, continuarĂĄ sempre nos amando atĂ© o fim.â
â Saber de amor
Saber, entender de amor
sĂł quem o amor viveu.
Dos pretensos amores aos
reais, sobre eles falar,
difĂcil Ă©, e dos enganos
tidos, esses sĂŁo os mais
fatais.
Amar, e ver que nĂŁo se Ă©
correspondido, faz um corte
no coração sentido.
A vivĂȘncia disso cuida,
aos poucos medicando vai
aonde sangrou.
Com o tempo, se mexer dĂłi,
sangrar nĂŁo sangra. Cicatrizou.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista de Letras Artes e CiĂȘncias
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
AcadĂȘmico Acilbras - RoldĂŁo Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando CaaraĂŒra- Presidente
â Entre o bem e o mal, onde estamos?
Maldade se afirmarmos sĂł no bem!
Insanidade se dissermos sĂł no mal.
Relevante conhecimento se entoamos nas duas situaçÔes.
Os estados de atividade humana oscilam entre dois polos.
Somos Yin Yang!
â
Eu nem sempre sou triste. SĂł hĂĄ dias em que hĂĄ um pouco de tristeza em mim e hĂĄ dias em que hĂĄ um pouco de mim na tristeza
â RUĂNAS
Assim como construçÔes
Que desmoronam com o tempo
SĂł me restou as ruĂnas
Desse antigo sentimento.
Sabia que nĂŁo era eterno
Que um dia chegava ao fim
SĂł nĂŁo pensei que viesse
Desabar tudo em mim.
E foi em meio do caos
Que eu entĂŁo me encontrei
Junto com velhas lembranças
Que comigo resgatei
Além de muitas daquelas
Que perdidas ficaram ali,
foi sobre ruĂnas
Que eu entĂŁo renasci.
JĂĄ nĂŁo tenho mais vestĂgios
Daquele antigo lugar
SĂł mesmo aqueles mais fortes
Que insistiram em ficar,
Pois servem para lembrar
De coisas que nĂŁo tem fim,
Como certas cicatrizes
Que permaneceram em mim.
SĂŁo coisas que fazem parte,
SĂŁo coisas que a vida ensina
Dessa histĂłria enterrada,
Ainda me sobrou ruĂnas.Â
No vasto mar da minha vida, ainda tem algumas sereias que me encantam com a sua voz, mas sĂł nos teus braços, encontro a minha foz.Â
