➞ acc6.top Vivo συναλλαγή λογαριασμού
"Vivo de um jeito louco, sem medo do fracasso, Sem medo de esta perdido no mundo, pois Deus é quem Guia meus passos!
Vivo sem roteiros, vou a qualquer lugar, Fale de mim o que quiser, eu vivo pra me fazer feliz, não é pra te agradar!
“Vivo na intensidade em que os segundos prazenteiros, sejam triplicados cada vez que a cronometria da minha vida avançe.”
—By Coelhinha
...Depois de tudo vem a depressão. Só pra se sentir mais vivo.
Aquele sentimento-quase-dor-física.
Aquela angústia-quase-infinita.
Aquele choro soluçado.
Aquela lembrança carregada pelo resto da tua quase-vida...
Amor, você não terá a companhia de outro e não tem mais ilusão para te manter vivo, você pode morrer, agora...
(Zona do medo)
"Onde eu vivo não tenho direitos,
apenas o medo. Não tem lei e
sim, a lei do cão. Aqui a minha
vontade não é nada, vivendo
na mais absoluta tirania. Sem
palavras aqui me calo, calado
pela violência. Escravo da
ignorância, acorrentado pelo
medo. Viver aqui não é meu
desejo. A tirania que faz de
mim o que bem quer. A
ignorância que tenta me fazer
de burro. Minhas mão podem
estar atadas, minha boca está
tapada, só não irá tirar o meu
coração. Meu coração por
liberdade gritará. Isso ninguém
me tira. Só se for pra me matar,
meu coração por liberdade gritará.
Quero voltar a viver, ser livre pra
pensar. Muito longe estarei, feliz
em outro lugar. Onde liberdade
eu terei, nenhum canto pra chorar".
(Graone De Matoz, Zona do medo)
Não somos nada, a passagem de um ser vivo nesse planeta é irrisório com relação a Natureza, e mesmo assim o homem causa tanto estrago!
TORTURA FRIA
Vivo assim, um tanto desesperado.
Busco a sombra do sol na noite fria...
Por queimar-me a pele a luz do dia
Onde me pus o coração desprezado!
Vivo, assim, sob o mantéu enfeitado.
A devorar a minha vultosa nostalgia...
Vê-me a lua: sou a estrela fugidia
Que o deste o clarão tetro sufocado!
Sim, eu sou o Poeta que te enfeitas,
Que não quer no mundo a tua dor.
Sou quem tu vês, no leito que deitas!
Sim, que seja em mim o teu langor...
Por devorar-te a noite que rejeitas,
Por queimar-me a pele o teu amor!
LOUCO
Deste acaso imprecado sem razão,
Em que eu vivo a desventura,
Tudo é pálido, é morto, tudo é vão
Dentre a minh’alma intensa e dura!
Não me há sentimento de ilusão
Neste transbordar de tortura...
Que já inventivo à solidão
Transpõe os meus olhos e perdura...
Eu já tanto sinto esse compasso,
Que já me é amor, que já é laço,
Que já me é tormento de conforto!
E deste blasfemo que vence a morte,
Que sorrio pela vida, desta sorte,
Já me sou de afeto intenso e absorto...
Pare, pense e se questione, o que estou fazendo com minha vida? Será que a vida que eu vivo é minha mesmo? Ou vivo frustado!
