đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
A alegria, o Alto Astral no viver diĂĄrio, sĂł nos beneficiam pois atraem coisas boas, pensamentos bons trazem coisas boas, claro que as vezes se fica mau humorado, e pensamentos ruins tentam assolar nossas ideias, mas cabe a cada um de nĂłs espanta-los, mudar a direção e entrar de novo em sintonia com o que hĂĄ de melhor em nĂłs. Isso Ă© a combinação pra viver uma vida perfeita e melhor. Somando essas energias positivas nos revigoramos e tonificamos nossos dias, nossas almas e nos elevamos cada dia mais. A rotina dia dia a dia Ă© muito mais fĂĄcil de ser levada, de ser vivida quando temos ao nosso lado pessoas de alto astral, gente que nĂŁo lamenta, que ta sempre acreditando no melhor, e que vai dar certo, pessoas assim nos impulsionam a querer estar bem tambĂ©m. Afastemos da nossa vida as pessoas; chatas, pessimistas, reclamonas, as que sĂł sugam, que pensam pequeno e baixo. E vamos com auto astral e otimismo dominar o mundo de cada um. Que hoje, ao menos hoje, a gente consiga ter; Astral bonito. Agradecimento no coração. FĂ© no futuro. Educação. PaciĂȘncia. Delicadeza nos gestos. Dedicação ao prĂłximo. Conversas produtivas. Firmeza nos passos. Sonhos que engrandeçam.E um cotidiano enfeitado de coisas boas e melhores, que nos salvam de nĂłs mesmos.
A missĂŁo do orgulho Ă© dar resistĂȘncia para o sofrimento.
O orgulho nĂŁo sofre e nem se cansa, sĂł fica ali assistindo atĂ© onde vocĂȘ aguenta.
A missĂŁo do orgulho Ă© dar resistĂȘncia para o sofrimento.
O orgulho nĂŁo sofre e nem se cansa, sĂł fica ali assistindo atĂ© onde vocĂȘ aguenta.
Ăs vezes sĂł precisamos de um tempo pra assimilar as coisas, para compreender melhor, pra ser melhor, nĂŁo olhes a minha falta, nĂŁo veja a minha discreta saĂda, pois sei q parece estranho de minha parte, andar assim tĂŁo longe, mas entenda hĂĄ momentos de batalha, hĂĄ momentos de paz, hĂĄ momentos de abraços e momentos de um singelo atĂ© mais.
Notas Maternais
Começo esse poema com um DĂ
DĂł de quem nĂŁo sabe como Ă© bom
Ter alguém que só com o próprio som
Consegue fazer a dor desaparecer.
SerĂĄ raio de luz ou um SOL?
Dou a RĂ e paro pra pensar
O que eu poderia te dar?
Presentes? Estrelas?
EntĂŁo lhe dedico esse poema.
Se eu fizer o MI seria para mim
EntĂŁo o transformo em um "ti"
Pois hoje sĂł penso em vocĂȘ
JĂĄ que um dia nĂŁo Ă© o bastante para dizer
Tudo o que vocĂȘ merece ter.
O que me lembra LĂ atras
Ăpoca de infĂąncia
Que sĂł vocĂȘ me dava a esperança
De que tudo ia melhorar .
Que dĂł, nem todas as notas pude citar
Mas nĂŁo seria o bastante para falar
O quĂŁo importante vocĂȘ Ă©.
E que essa nota que criei
Represente tudo que pra vocĂȘ dedicarei
"Ti" amo MĂŁe.
Dizem que sou tĂmido dizem que sou calado mas a verdade Ă© que sĂł sou tĂmido perto de vocĂȘ e isso nĂŁo posso controlar.
Gostaria de passar o tempo
Num papo desses, maneiros
Sem achismos nem consensos
SĂł assim, um tempo.
Mas Ă© tudo devaneio
De amizade ou descontentamento
SĂł o que sei ser o vazio
Sem um som
Ou pensamento.
Sou poeta do gueto
Decanto a realidade
NĂŁo falo sĂł coisa triste
Também falo a verdade
Uns tem tudo, outros nada
Um na rua de frio tremia
Outro em Dubai sorria
Eita injustiça danada.
Nos tempos em que quadrilha era só uma dança.
Quando eu tinha uns quinze anos, no mĂȘs de junho nĂŁo se falava em outra coisa a nĂŁo ser nas festas caipira.
Santo AntĂŽnio, SĂŁo Pedro e SĂŁo JoĂŁo.
Quermesses, barracas de comidas, dança de quadrilha, faziam com que a gente se aconchegasse numa fogueira, comesse pipoca, pinhĂŁo, milho cozido, caldo verde e um sem nĂșmero de outros quitutes, quase sempre Ă beira de uma fogueira e olhando os balĂ”es que coloriam o cĂ©u.Alguns mais ousados tentavam escalar o pau-de-sebo e todo mundo usava fantasia, ou pelo menos algo que estilizasse o tema, como remendos coloridos nas calças de barras viradas e nas saias rendadas. Camisas xadrez, lenços no pescoço, chapĂ©u de palha e botas eram imprescindĂveis.
As meninas mais bonitas se fantasiavam de noiva, usavam grandes tranças e espalhafatosa maquiagem vermelha, tudo cobrindo totalmente o corpo, mal se vendo as mãos. O åpice da festa era o casamento caipira.
Não havia celulares, whatsapp, twitter nem Facebook e o negócio era mesmo o correio elegante, com recados inocentes e promessa de beijos que na maioria das vezes não passavam da imaginação.
A dança era a das quadrilhas, sempre bem ensaiadas e nada parecidas com as de agora, que tĂȘm uma corrupção que sempre existiu, mas se comparada Ă do bandidĂŁo da Ă©poca, o Adhemar de Barros e a atual do Lula, poderĂamos dizer que ele foi um trombadinha aprendiz do grande ladrĂŁo.
As festas terminavam sempre com uma grande queima de fogos de artifĂcio que ou eram mais seguros, ou o pessoal mais cuidadoso, porque pouco me lembro de acidentes com rojĂ”es, queimaduras de bombas ou incĂȘndios provocados por balĂ”es.
Quem nĂŁo tem saudades dos seus quinze anos?
