"A troca da Roda" Bertolt Brecht
Filosofia é uma roda de conversa entre homens excelentes, nada mais do que isso. Não há nada de pretensioso nela...é um fim em si mesma, não serve para a glória,nem para a riqueza, nem para construir um mundo melhor. Apenas fazer da melhor maneira possível aquilo que apenas o homem pode fazer.
Enquanto isso vou entendendo a lição da roda gigante: "quem tá em cima pode ir pra baixo, quem tá em baixo pode ir pra cima."
A vida é uma grande roda gigante, sempre muda. Por isso, dê valor aos bons momentos e aprenda a passar pelos dias ruins com maestria.
A vida é uma maravilhosa roda gigante, oscilações inerentes, nos levam pra baixo, nos deixam flutuando lá em cima.
A minha vida não é roda-viva;
Tal é vivida não sei se é vida;
O meu grande amor não sofre não sente;
Tão perdido estou e só tristemente.
Que desalento tê-la tão sofrida;
A alegria de vez em quando se sente;
Neste tormento o qual é a minha vida;
A vida que estou a viver me mente.
A vida é uma grande roda gigante, um dia você está por cima, no outro por baixo, lembre-se tudo o que você fizer poderá voltar um dia.
No redemoinho o saci pára.
O mundo gira e o saci espera.
Não é o saci que roda, é o mundo que gira pela janela!
Novos ciclos, fechando alguns, iniciando outros. A vida entra na roda do tempo, que não para, como se sempre novas boas surpresas estivessem soltas no vento esperando a hora de adentrar no espaço a elas prometido. Vão-se duas bobas amizades, chegam-se dez excelentes. Voltam-se amores, aparecem inesperadamente, entram na roda, saem novamente, nunca mereceram entrar. É um giro, amores, amigos, sorrisos, distrações, lágrimas, saudades, novos amores, novos amigos num perímetro da vida, em ciclos, em voltas... sem fim.
o amor é uma linda canção de roda todos sabemos cantar mas alguns não sse arriscam com medo de errar
RODA VIVA GIGANTE
A pressa nas ruas me apressa
Mas não me entrego, não
Continuo com meus passos lentos
E deixe que falem, chatos, emburrados
Eu só quero que o dia termine bem
Bem, sem estresse
Leve e calmo como uma folha que cai
Se incomodam por eu não ter pressa
Ou por eu ser a única a não ter
No meio dessa gente toda?
Não sou eu que preciso de respostas
Pois delas me alimento todos os dias
Na imensidão de um quarteirão
E na fraqueza das mentes caretas
Eu tenho vontade de rir
Mas na verdade, estou triste
Não ter alguém que me acompanhe
Nessa roda-gigante que chamam vida
E me pergunto: para que servem as rodas-gigantes?
São para enfrentar medos
E até mesmo acompanhar o vai e vem da vida
De forma tão lenta a perceber
Como a pressa desvaloriza momentos
Mas ninguém se importa
Nem mesmo eu que escrevo,
escrevo,
escrevo...
E nada muda
É preciso estar no centro de si mesmo, ser o eixo, a parte mais importante na roda dos acontecimentos desta vida.
